“Sempre Tem Vinho!”

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Na passagem bíblica conhecida como “Bodas de Caná”, Jesus era um dos convidados para a festa, regada a vinho, quando Maria veio trazer-lhe a notícia de que “o vinho havia se acabado”. Disse ela a Jesus: “Não tem vinho!”. Como resposta, ela dele ouviu: “Mulher, que tenho eu a ver contigo? Ainda não é chegada a minha hora” (João, 2: 4). Em seguida, mandou que enchessem de água as talhas, e levassem ao mestre-sala. Provando a água feita vinho, sem saber a sua origem, disse ao esposo: “Todo homem põe primeiro o vinho bom, mas tu guardaste até agora o bom vinho!”.

Vemos, neste episódio, o contraste entre a “visão humana” e a “visão crística”. A festa seguia completa, até que a “visão humana”, de Maria, deu informação de haver “carência” à “visão crística”, de Jesus, que lhe disse “nada ter a ver com ela”. A “visão crística” nada “tem a ver” com “aparências”de carência! Unicamente reconhece o Universo CONSUMADO da Realidade Espiritual , que é substancial – preenchida da Substância divina onipresente e permanente, sem que jamais haja sequer a possibilidade de “faltar algo”.

Diante da “visão absoluta”, que enxerga a Substância incólume subjacente às “aparências” testemunhadas pela “mente carnal”, que são todas ilusórias, as “imagens de carência” são “transformadas” em “imagens já supridas”, ou seja, é feito “na terra” como é “no céu”.

Caso alguém esteja sentindo “falta de vinho” em algum setor de sua vida, isto é, falta de saúde, falta de paz, falta de dinheiro, falta de companhia, etc., deve fazer o quê? Deve dizer à sua Maria (mente carnal): “Nada tenho a ver contigo”! Em seguida, exatamente onde os sentidos humanos viam “carência”, deve reconhecer ser “chegada a sua hora”, isto é, a “hora de se ver “dotado da Mente de Cristo”, do Sentido espiritual apto a ver o Agora infinitamente Autossuprido. Assim, o que aparentava ser “imagem com algo faltante” (água em lugar de vinho), se “transforma” em “imagem suprida” (tendo vinho), pela atividade da Mente crística (Oniação), que impõe ali a supremacia da Verdade sobre a ilusão.

Desse modo, a “imagem hipnótica”, antes vinda livremente e sem controle das “crenças coletivas”, a partir do “domínio” da Verdade, aparentemente se refaz em forma de “imagem suprida”, como “reflexo” do Bem permanente reconhecido pela Mente de Cristo, que todos nós temos.

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Sabedoria Na Boca, Entendimento No Coração

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O hábito coletivo de se fazer a identificação com a suposta “mente carnal” gera o “condicionamento” ou a “sujeição” às ilusórias “formas materiais”. Se as Escrituras nos revelam que “somos o Templo de Deus”, por exemplo, é mais do que provável que alguém entenda que o Templo de Deus seja um “corpo físico”. Por quê? Porque a humanidade acredita “ter nascido em mundo material”, e esta “crença na matéria” a leva, erroneamente, a tudo interpretar como  sendo algo de natureza material.

O Universo real é Espírito, e não matéria. Deus é Espírito, e o que n’Ele somos, é puramente Espírito. Portanto, diante das revelações absolutas, devemos sempre associá-las com Formas Espirituais, em vez de fazê-lo com “formas materiais”, com “Obras permanentes”, em vez de “obras temporárias”, e com “o que era desde o princípio”, em vez de com “algo que teve começo”.

“A minha boca falará da sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento” (Salmo 49: 3). Esta citação traduz como devemos agir, diante das revelações e  de nosso estudo da Verdade. Que é “a boca falar da sabedoria”? É mantermos nosso discurso afinado com as revelações e não com as “crenças materiais”. Que é “meditar do coração tendo entendimento”? É aceitarmos as Verdades com “coração de criança”, desconsiderando objeções e opiniões do intelecto, de forma que nosso “discurso da sabedoria” seja espontaneamente endossado e percebido pelo entendimento sempre presente em nossa Consciência iluminada. Por isso associamos a Ciência Mental ao estudo absoluto da Verdade, ou seja, usamos as “afirmações da Verdade” e o “poder da palavra”, para que “a boca fale da sabedoria”; em seguida, passamos diretamente à “meditação de entendimento do nosso coração”.

Voltando ao exemplo do corpo, que é revelado como “Templo de Deus”, como saber que “a boca fala da sabedoria”? Quando afirmamos que ele é ESPIRITUAL, OBRA PERMANENTE, E EXISTENTE ”DESDE O PRINCÍPIO”. Desse modo, anulamos as aceitações ilusórias das “crenças coletivas”. Em seguida, nossas “palavras da sabedoria” ficarão à disposição de nosso “Coração”, isto é, de nossa iluminada Consciência crística, com a qual nos manteremos afinados e receptivos ao “entendimento absoluto”,   intrínseco a ela “desde o princípio”.

Esta é a Prática da Verdade, que exclui esforço mental por não levar em conta quaisquer objeções intelectuais. Somente confirmamos as revelações ou princípios, para “ir a Mim”, à nossa Consciência iluminada, onde reside o “entendimento eterno” de toda a Verdade referente ao Ser que somos, que é Deus.

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Voando Acima Das Nuvens!

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Certa vez, numa manhã chuvosa e, portanto, de tempo fechado, tomei um avião e ele, alçando voo, cruzou a camada de espessas nuvens, posicionando-se  acima de todas elas para seguir viagem. O que pude observar pela janela do avião foi o seguinte: acima, estava o céu completamente azul, com o Sol em seu radiante brilho, e, abaixo, um “tapete” de nuvens espessas. Acima delas, o avião não tinha a resistência encontrada pouco antes, ao ter de cruzá-las para seguir sob o céu azul e ensolarado!

As “aparências” do suposto “mundo fenomênico” atuam como “nuvens”, ou seja, tentam nos iludir, mostrando “tempo fechado” em dia ensolarado, e tentam se mostrar “resistentes” em nossa “subida ao Pai”, quando “contemplamos a Verdade” de que DEUS É TUDO. Como devemos agir? Como agiu o piloto do avião! Com a convicção plena de que, ao decolar,  estaria com o PODER de “ver céu sem nuvens”, tanto ao cruzá-las na subida como ao seguir viagem livre delas!

As “aparências” são “miragens”; sua atuação hipnótica jamais é “poder” capaz de barrar a livre “expressão do Cristo” que somos. Por quê? Porque DEUS É ONIPOTÊNCIA ONIPRESENTE, sempre contando com o NOSSO PODER E COM  A NOSSA PRESENÇA para ser TUDO! Nossa “subida ao Pai”, portanto, é meramente “cruzarmos nuvens hipnóticas”, contemplarmos o “céu azul” da Realidade Absoluta, sem que, em momento algum, estivéssemos aceitando “resistência à Onipotência”.

É nesta compreensão que a recomendação de Jesus se fundamenta: “Não resistais ao maligno!”. A ONIPOTÊNCIA ONIPRESENTE É CÉU AZUL PERMANENTE! E “NELE VIVEMOS, NOS MOVEMOS E EXISTIMOS”.

DEUS É TUDO! A TOTALIDADE DA EXISTÊNCIA! Este é o “ponto de partida”  do ensinamento absoluto, que nos impede de reconhecer  “tempo fechado” e a suposta “resistência” por ele oferecida, quanto à nossa “subida ao Pai”. São “aparências”! São “nuvens hipnóticas”! São “miragens”! Eis porque eu sempre digo que “SUBIMOS AO PAI DE CIMA PARA BAIXO”!

As “nuvens hipnóticas” não são realidades! Não têm substância, presença nem poder! São a própria ILUSÃO! Enquanto alguém “resistir a elas”,  APARENTARÃO existir! MAS, QUANDO VOCÊ FIZER COMO O AVIÃO, INDO RUMO A ELAS CONVICTO DE QUE NÃO SÃO PRESENÇA NEM PODER, O “CÉU AZUL” DA REALIDADE ESPIRITUAL SERÁ VISTO E VIVENCIADO POR VOCÊ! SEMPRE ESTIVERA SENDO A ÚNICA REALIDADE, UNIVERSALMENTE PRESENTE E EVIDENCIADA!

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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-13

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A Ciência Mental, como o próprio nome diz, é ciência, e trabalha cientificamente em nossas vidas como endosso radical da Verdade que somos. Quem for analisá-la intelectualmente, dirá ser absurda, pois, seus fundamentos estão na fé no absoluto e nunca nas ilusórias “aparências visíveis”.

Em vista disso, devemos entender a Ciência Mental como endosso e confirmação das “loucuras de Deus”, sem nos deixarmos perturbar pela opinião do mundo de que sua prática seja ilógica. Quando estudamos a Verdade de que DEUS É TUDO, “ilógico” seria afirmarmos carências, limitações e envolvimentos com as “aparências fraudulentas”, apresentadas pela suposta mente humana. “As coisas dos homens são tolices para Deus”, disse Paulo.

Diante das “aparências de adversidades”, cada um de nós vive incólume e autossuprido como Deus, uma vez que nossa identidade é o próprio Deus Se evidenciando como Ser individual. Se a “aparência” destoar do que SOMOS, iremos NEGAR A IMPERFEIÇÃO e AFIRMAR A PERFEIÇÃO, e de uma maneira convicta que, praticamente, nos leve a “VER” mentalmente a Realidade consumada subjacente àquela “aparência ilusória”. Visualizar a cena como “prece já atendida” será também útil, uma vez que a mente trabalha com imagens e não com palavras. Desse modo, a Ciência Mental nos ensina a “visualizar” a suposta situação plenamente “resolvida”, e, ao mesmo tempo,  a “darmos graças a Deus” por isto! Estas táticas podem ser encontradas sendo empregadas por Jesus em várias passagens registradas na Bíblia, quando o vemos “reconhecer” estar atendido, abençoar e dar graças ao Pai em vista disso, e sem ter olhos que “endossem” imperfeições ou carências.

Como aqui vem sendo repetido, a Ciência Mental endossa as Verdades absolutas, deixando a mente em paz, em frequência elevada de “caso resolvido” e não de “caso preocupante”, deixando-nos afinados com a Verdade Absoluta de que é sempre AGORA, e que, neste AGORA, não existem problemas, não existem sofrimentos, não existem doenças, pecados, nascimentos nem mortes: existe unicamente DEUS sendo o EU que EU SOU!

Uma pessoa comum, que não estude a Verdade, se acordar sentindo forte dor na perna, logo a estará confirmando mentalmente: “Puxa, que dor na perna!” Com isso, terá aberto a tela de exibição do “filme ilusório”! Acreditará ter “perna material” que sente dor, quando, sabemos, toda suposta ”dor” jamais se encontra na ilusória “matéria”, e sim, na “mente ilusória coletiva”, que sustenta as crenças no bem e no mal. Assim, sem conhecer a Visão Absoluta e sem conhecer a Ciência Mental, a pessoa estará acreditando e endossando a ILUSÃO, sem noção alguma da Verdade já presente e sendo quem realmente ela é.

Como reagiria um estudante da Verdade, diante da mesma “aparência” ? Imediatamente faria a “Autocontemplação”, reconhecendo seu Corpo como ESPIRITUAL e sendo O TEMPLO PERFEITO DE DEUS. E caso ele fosse obrigado a interromper a meditação, para cumprir compromissos de seu dia a dia, iria NEGAR: “NÃO EXISTE DOR! NÃO EXISTE MATÉRIA! NÃO EXISTE MENTE QUE ACREDITE EM DOR, EM MATÉRIA, EM PERNA DOLORIDA!” Em seguida, iria AFIRMAR: “SOU UM COM DEUS! MEU CORPO EXPRESSA A PERFEIÇÃO DE DEUS! DOU GRAÇAS AO PAI PELA MINHA SAÚDE INTEGRAL E PERFEITA”!

Continua..>

Unicamente A Sabedoria Da Mente Divina É Sabedoria Real!

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Quando os ensinamentos afirmam que DEUS É TUDO, afirmam também que TUDO É DEUS, deixando bem claro que o suposto “mundo fenomênico”, por não ser Espírito, não faz “parte do TUDO”, e sim, é puríssimo NADA!

Desde que passei a divulgar a “totalidade de Deus”, por ter visto esta Verdade ser-me revelada, continuamente vinha-me alguém trazendo de volta a falsa CRENÇA em “mundo material”. Sempre havia algum tipo de argumentação intelectual, partindo da própria pessoa, ou trazido por ela, em virtude de ter ela lido outros ensinamentos levando em conta a existência de “mundo fenomênico”,  inclusive arranjando para ele “objetivos elevados”. Enfim, A TOTALIDADE DE DEUS era costumeiramente negada! E sempre que estas argumentações recebiam o meu repúdio, muitas pessoas a mim retornavam, mas sempre voltando com os mesmos pontos de vista! E era quando eu as convidava a não mais me procurar!

Eu não consigo conceber a ideia de RETER CRENÇAS FALSAS sobre a Verdade na suposta mente humana de alguém. E quando, aparentemente, chega-me alguém com CRENÇAS FALSAS, eu só vejo sentido em recebê-lo se  for para DAR FIM A ELAS! Quem estiver desejoso de não abrir mão delas, eu não vejo sentido nenhum em que me procurem para, novamente, repetir os mesmos antigos argumentos, já antes  refutados.

DEUS É TUDO; TUDO É DEUS! NADA MAIS É REALIDADE! QUALQUER IDEIA EM CONTRÁRIO É ILUSÃO!

Comentando com um evangélico que Jesus havia dito que a humanidade “erra por não conhecer as Escrituras nem o Poder de Deus”, ele começou a recitar, sem parar, citações e mais citações da Bíblia. Eu disse a ele: “Não é preciso ser “enciclopédia ambulante” de Escrituras; importa, é evidente, conhecer a letra da Verdade, porém, o mais importante, é ter “coração de criança” para se abrir à presença ÚNICA de Deus, que está em nós, e “ter a experiência de Deus” por revelação!” Ele me respondeu: “Já vi que você conhece pouco das Escrituras, porque, nelas, está dito que devemos continuamente nos aprofundar!” Eu disse a ele: “Se alguém buscar a Deus com “coração de criança”, uma única citação bíblica, que o tenha tocado, lhe bastará; Deus não leva em conta “sábios e entendidos”; além disso, esta sua sabedoria humana, mesmo sendo relativa às Escrituras, é “conhecimento da mente carnal”,  e faz, portanto, parte da”sabedoria da serpente”, e não da Mente de Cristo que temos. Por isso Jesus disse que as revelações são para os “pequeninos” e não para “sábios e entendidos”, como os fariseus de sua época. Você age como um deles! Dispara citações e mais citações, achando que isto é ser cristão; porém, isto é ser fanático!” E ele me disse: “Já vi que você não quer ser melhor conhecedor das Escrituras; quer ganhar a “briga” comigo, em vez de analisar o que eu lhe estou ensinando!” E eu perguntei a ele: “Você, que tanto cita a Bíblia, que tanto se aprofunda em seu entendimento, JÁ VIU O REINO DE DEUS?  Se nunca o viu, toda a sua argumentação é em cima de algo que NÃO FUNCIONOU! Se o ladrão, na cruz, fosse depender de você, para estar no Paraíso no MESMO DIA, ele iria ter de SE APROFUNDAR EM MILHARES DE CITAÇÕES ATÉ HOJE! E você, com este vasto estudo profundo das Escrituras, só viu “as coisas de César”!” Irritado, ele me disse: “Você será condenado pela sua pretensão e falta de interesse em se aprofundar nas Escrituras!” E então, encerrando, eu disse a ele: “Eu mesmo me condeno; condeno-me a dizer-lhe ADEUS! ‘Não se deita vinho novo em odres velhos’. E quando resolver deixar o fanatismo em troca do Reino de Deus, já sabe o que terá de fazer: IR A DEUS, EM VOCÊ MESMO, SEM SABEDORIA HUMANA NENHUMA, COM “CORAÇÃO DE CRIANÇA”, E OUVIDOS ABERTOS ÀS SUAS REVELAÇÕES! O RESTO, É PALHA!“.

Estas aparentes “discussões” são muito úteis por deixarem “sementes” naqueles que se envaidecem pela “cultura religiosa” que intelectualmente  obtiveram; entretanto, não devem ser repetidas em quem já as ouviu e não se interessou em acatar! Após lançadas as sementes, elas serão adubadas pelo próprio Deus,  – Autorrevelação – que é TUDO como a pessoa, mesmo que, aparentemente, ela ainda não o reconheça.

SOMENTE EXISTE DEUS! NÃO HÁ SER NENHUM SE APROFUNDANDO EM ESCRITURAS! O SUPOSTO “MUNDO FENOMÊNICO” É UMA ILUSÃO! Como disse Jesus, “VÓS TAMBÉM TESTIFICAREIS, POIS, ESTIVESTES COMIGO DESDE O PRINCÍPIO”!

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A Autopercepção Da Perfeição Absoluta

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Quando as Escrituras revelam que “Temos a Mente de Cristo”, e não “mente humana”, estão nos separando da ILUSÃO e de seus quadros hipnóticos, que tentam nos convencer da dualidade e das supostas “sensações” nas “aparências”. E é por isso que partimos de um “Referencial divino”, real e perfeito, isto é, partimos de DEUS SENDO QUEM SOMOS EM AUTOPERCEPÇÃO DA  SUA PERFEIÇÃO ABSOLUTA.

DEUS É TUDO! Em vista disso, não levamos em conta, durante as “contemplações da Verdade”, quaisquer ilusórias imperfeições e muito menos “outro eu”, imperfeito, coexistindo com o “Eu Onipresente” em AUTOPERCEPÇÃO, OU EM PERCEPÇÃO DE SUA PRÓPRIA PERFEIÇÃO,  de uma forma que abranja o INFINITO!

Não existe “outra mente” ao lado da Mente de Deus, e nem poderia haver! DEUS É DEUS! A ONIPRESENÇA IMUTÁVEL QUE CONSTITUI A TOTALIDADE DO UNIVERSO, E A TOTALIDADE, PORTANTO, DO SER INDIVIDUAL QUE SOMOS: O CRISTO!

Por ser esta a Verdade Absoluta, assim disse o apóstolo Paulo: “CRISTO É TUDO EM TODOS” (Col. 3: 11), o que equivale a dizer que a Mente de DEUS é a nossa Mente individual e que Deus, como ser específico, ou individual, está evidenciado como DEUS NA FORMA DO CRISTO, O FILHO QUE SOMOS, EM NOSSA TOTALIDADE!

Entre na Prática do Silêncio reconhecendo que O UNIVERSO REAL E ÚNICO É DEUS EM PERCEPÇÃO DE SUA TOTALIDADE COMO PERFEIÇÃO IMUTÁVEL, OU SEJA, EM AUTOPERCEPÇÃO INFINITA QUE EXCLUA “OUTRO” AO LADO DE “MIM”. Contemple o FATO ETERNO de que, AQUI E AGORA, UNICAMENTE EXISTE DEUS SENDO DEUS COMO O SER QUE VOCÊ É! E contemple a Unidade Perfeita revelada por Jesus, “EU E O PAI SOMOS UM”, excluindo, radical e completamente, qualquer outra suposta existência que não seja DEUS!

DEUS, REALMENTE, É TUDO!

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Contemple-se Ativo Como Oniação Divina!

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A atividade real de cada um de nós é unicamente como Oniação divina, ou seja, é ali que somos um com a Onipresença e nos vemos como eternamente somos ativos. O que a suposta mente humana nos apresenta como “alguém ativo” só poderia ser equiparado a um sonhador que “se visse ativo” em seu sonho! Sonhando, ele estaria convicto de ser a figura do sonho; porém, dele acordando, tal figura se revelaria como sempre estivera sendo: puríssimo “nada”.

É importantíssimo darmos início às “contemplações da Verdade” a partir de Deus, isto é, de nosso EU ILUMINADO E “DESPERTO”. Unicamente Deus é realidade, e, em vista disso, a Vida que somos, é Deus vivendo, e como Oniação onipresente.

A suposta “mente humana” desenha uma “miragem ativa”  em mutação; que devemos reconhecer? Que é “miragem”, sem ficarmos “avaliando” suas ilusórias movimentações, que são meras “sombras mortas” que se “mexem”  como se, de fato, a “miragem” fosse realidade! A percepção de que “miragem é miragem”, ALGO COMPLETAMENTE IRREAL, nos deixa aptos a CONTEMPLAR O REAL,  A NOSSA AÇÃO INDIVIDUAL INCLUSA NA ONIAÇÃO DIVINA, QUE É PERMANENTEMENTE PERFEITA E GLORIOSA!

As “contemplações absolutas” devem ser praticadas em momentos em que dispomos de tempo livre para a elas nos dedicarmos. Os artigos fornecem o “batismo com água”, que são a letra ou os princípios da Verdade. A partir das leituras, cada detalhe deverá ser levado em consideração, ser percebido e “contemplado”, ou seja, temos de nos ver identificados com a Mente de Cristo, a Mente que “enxerga” a nossa presença na Oniação e que, por isso mesmo, reconhece o suposto “mundo fenomênico” como “miragem”, uma irrealidade que traduz uma “ausência”, e nunca uma “coexistência” com a Verdade Absoluta.

Por isso, sempre que os princípios espirituais são apresentados, também é enfatizado que “devem ser contemplados”, o que, às vezes, conseguimos realizar em poucos instantes, porém, em outras, um tempo maior aparentemente nos será requerido. E para anularmos este suposto “tempo”, devemos incluir na “contemplação”  o fato de que SOMENTE EXISTE O AGORA!

“Contemplar”, portanto, não é ficar com a “mente parada”, mas sim ATIVA COMO DEUS, ATIVA COMO A MENTE DE DEUS. É nesta percepção contemplativa que nos vemos IDENTIFICADOS COM A UNIDADE PERFEITA, COM A ONIPRESENÇA ONIPOTENTE, E COM A NOSSA REAL ATIVIDADE,   “INCLUSA” NA ONIAÇÃO  ETERNA E ABSOLUTA!

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A Verdade Está No âmago Das Atividades Cotidianas!

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A “mudança de referencial” é a base de nossa “permanência em Mim”, uma vez que nos obriga a excluir toda errônea identificação com o mundo e suas crenças em mortalidade. Jesus passava um tempo enorme em oração, para se perceber “em Oniação”, “em unidade com o Pai”, e completamente “fora da crença em mundo material”. Sabia que as crenças são pegajosas e que, para não se influenciar por elas, teria de se manter em contemplação absoluta. Encerradas as orações contemplativas, só tinha em mente “divulgar a Verdade” ao próximo.

Quando alguém se percebe motivado a realmente “vencer o mundo”, naturalmente lhe surgem condições que lhe possibilitem meditar mais, e, com isto, atrair pessoas e situações ligadas ao mesmo objetivo espiritual que ele. “Os semelhantes se atraem”, diz a lei mental; assim, sejam quais forem os motivos que o levem a precisar de algo, de viajar,  ou de se ocupar, estas atividades, aparentemente “do mundo”, trazem em seu âmago a Oniação, a Autorrevelação divina, um propósito espiritual. Por isso, todos deveriam levar consigo folhetos ou cópias de artigos da Verdade, para, estando em suas atividades cotidianas, terem algo de valor eterno para deixar com as pessoas de seu contato, cientes de que “nada é por acaso”.

Há pessoas que recebem os ensinamentos e logo se preparam para repassá-los ao próximo. Há, porém, aquelas que somente se beneficiam com eles, sem ter em mente um firme propósito de divulgá-los aos demais. Não percebem que este desinteresse igualmente as afetam, pois, unicamente os “assuntos humanos” são levados em conta em seus relacionamentos e, com isso, grandes oportunidades de as Verdades serem relembradas ficam perdidas!

Na década de 80, ao encerrar uma série semanal de palestras na Unidade, que teve a duração de seis meses, as pessoas me perguntaram: “Você irá repetir as aulas no próximo ano”? Eu disse a elas: “Não, os princípios e as formas de meditar já foram mais que repetidos, e cada um, agora, deverá “trabalhar em si mesmo”, reconhecendo a própria divindade e deixando de se identificar com o mundo ilusório e suas crenças. Aqueles que o desejarem, poderão assinar uma lista e, regularmente, enviarei artigos relembrando estes estudos”.

Assim foi feito, ou seja, mensalmente eu redigia um artigo e o enviava a todos da lista. Eu acreditava que, recebendo-os regularmente, iriam se manter no foco do estudo e, além disso, iriam fazer cópias para repassá-los às pessoas conhecidas. Meses depois, sem que ninguém acusasse ter recebido os artigos, cheguei a pensar que não os estavam recebendo; assim, quando me ligavam para falar de algum problema, passei a perguntar a cada um. A resposta é que estavam recebendo, e foi quando pude notar que, além de nunca acusarem os recebimentos, não os estavam divulgando, a não ser com raríssimas exceções.

Quem somente lê os artigos por alto, sem se envolver com o máximo que eles propiciam, em termos de serem realmente estudados, contemplados e repassados, não perceberá o objetivo real de ter entrado em contato com eles! Desse modo, não se verá motivado a viver em função da Verdade, fazendo dela, como muitos fazem,  apenas um componente a mais de seu dia a dia.

Hoje, na  “era da informática”, a divulgação dos ensinamentos foi tremendamente facilitada; mesmo assim, há pessoas que sequer repassam os endereços dos Blogs contendo os artigos. Desconhecem o fato de que esta negligência para com o próximo se reflete na própria vida delas, que, nesta forma de agir, anulam os reais objetivos espirituais que lhes surgem, camuflados de meras “obrigações terrenas”.

É também “mudança de referencial” estarmos em nossas atividades cotidianas corriqueiras, porém, mantendo-nos ligados aos “propósitos espirituais” subjacentes, entendendo-os como muito mais importantes do que aqueles que se mostram  superficialmente como “propósitos do mundo”.

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“E Onde Estão Os Nove?”

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Este suposto mundo visível desconhece a Realidade. Um erro comum, cometido por sinceros estudantes da Verdade, costuma ser o seguinte: querer alterar o mundo das aparências através do conhecimento da Verdade. Eis por que é de importância capital a percepção da existência única da Realidade. Assim como “este mundo” desconhece a Realidade, esta, por sua vez, não reconhece nenhuma existência denominada “mundo material”. Vivemos num Universo espiritual, e não há nenhum outro mundo além deste.

O Evangelho de Lucas registra a passagem da cura de dez leprosos. “E um deles, vendo que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz, e caiu aos seus pés, com o rosto em terra, dando-lhe graças; e este era samaritano. E, respondendo Jesus, disse: Não foram dez os limpos? E onde estão os nove? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” (Lc. 17: 15-19).

Em Hebreus, 11:1, encontramos: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem.” A Consciência divina, por somente contemplar a Realidade, dispensa todo tipo de fé. Os dez leprosos foram curados. Se apenas um foi salvo pela fé, e os outros nove? Como se curaram? A fé é dualista: admite a Realidade e a aparência. A fé produz mudança de aparência, e pode não revelar a Realidade divina subjacente à crença. O samaritano voltou para dar glória a Deus. Isto significa que ele, apesar de curado, se via como um ser apartado de Deus. Sua gratidão era por ter visto a aparência de doença ceder lugar à aparência de corpo limpo! Teria ele discernido o próprio Corpo divino e imutável, que jamais esteve doente e que, em vista disso, jamais poderia ser curado? “E onde estão os nove?”

Quando aparentemente nos solicitam ajuda, não devemos aceitar a existência de um ser humano necessitado. Todos os supostos solicitantes de ajuda estão em nossa Consciência iluminada. Não é preciso que eles retornem para glorificar a Deus, já que todos são a própria individuação de Deus. Apenas uma aparência do Ser divino (estrangeiro) poderia aceitar a ilusão de ter sido doente e, posteriormente, curado. Para a mente do Cristo, “os nove” somente poderiam estar em Sua própria Consciência iluminada, integrando perenemente a Onipresença e a Perfeição divinas.

Se percebermos que nossa Consciência única é iluminada, e que Ela abrange o Infinito, jamais aguardaremos informação sobre “resultados” de nossas supostas meditações de ajuda. Deus é Tudo; não existe o mundo das aparências com seus problemáticos “habitantes”. Onde estão, na verdade, estes seres? Em nossa Consciência crística, na Perfeição Absoluta, aqui e agora!

Esta passagem mostra que não devemos criticar aqueles que se sentem agradecidos pela ocorrência do que, para eles, seria um milagre. “Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” Esta frase, como dissemos, revela que a pessoa somente pôde observar a mudança de aparência, pela fé, sem que houvesse a percepção de sua verdadeira Identidade (Deus). Obviamente, aos olhos do mundo, a gratidão sempre é incomparavelmente mais apreciada e aceita do que ingratidão ou indiferença, diante dos “milagres” ou “graças recebidas”. Entretanto, o mundo visível (com suas supostas mudanças de aparências) é NADA! Esta é a percepção que exclui a gratidão; esta é a percepção que, em si, já é a GLÓRIA DE DEUS; E, ESTA É A PERCEPÇÃO DE “ONDE ESTÃO OS NOVE”

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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-12

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A suposta mente humana, como aqui temos visto, se divide em consciente (5 por cento) e subconsciente (95 por cento). O consciente é seletivo, enquanto o subconsciente é “cego”, o que é explicado pela Ciência Mental através da seguinte analogia: se considerarmos uma embarcação em que, ao seu fundo, remadores escravos exerçam a função contínua de remar, não caberá a eles escolher a direção a ser seguida; esta seria determinada pelo capitão, que tem em mãos o timão da embarcação. O capitão, que direciona o barco consciente de controlá-lo no rumo certo, representa o “consciente mental humano”, enquanto os escravos, sem visão nenhuma, apenas cegamente remando, e promovendo a sua movimentação, representam a atividade do “subconsciente humano”.

Com isto entendido, a prática da Ciência Mental fica fácil de ser compreendida e praticada. Quando o “consciente” afirma: “Eu sou Filho de Deus; manifesto agora a saúde infinita de Deus!”,  afirmações desse tipo, pronunciadas quatro ou cinco vezes, pausadamente, três vezes ao dia, são passadas ao “subconsciente”, e ele, com sua função de “remar”, leva a pessoa ao “destino desejado”. Se antes o subconsciente trabalhava sem qualquer direção, segundo as “crenças coletivas”, aceitando saúde e doença, por exemplo, esta reprogramação inativará o lado negativo, seguindo a determinação de se conduzir “rumo à saúde infinita”.

Esta reprogramação mostrará seu resultado favorável quando feita com disciplina, dedicação e constância; pela prática, se comprova que, em média, este período tem a duração de cerca de três meses. Evidentemente, há fatores pessoais que podem abreviar ou prolongar este tempo, além, é claro, das “contemplações absolutas”, que feitas regularmente, também destroem as “crenças coletivas” arraigadas no subconsciente.

Este conhecimento faz com que não paremos de fazer as “mentalizações”, por acharmos que de nada adiantaram; antes, é uma prática científica e comprovada de que, com o consciente alimentando o subconsciente na direção desejada, teremos, após aquele período de tempo, a mente toda – consciente e subconsciente – operando automaticamente numa só direção.

Há pessoas que dizem: “Ah, eu sou uma pessoa positiva! Nunca penso em doenças, mas, mesmo assim, sempre convivo com elas!” Esse tipo de conversa, tão comum, mostra o seguinte: em seu consciente, está a sua “positividade aparente”: “Nunca penso em doenças!”; por outro lado, quando diz: “mas, mesmo assim, sempre convivo com elas”, acaba de reprogramar o subconsciente em total “negatividade”. A maioria comete esse tipo de erro e, aparentemente, sem que chegue a perceber!

A Ciência Mental deve ser praticada endossando as Verdades Absolutas! Sempre é “AGORA”! Em vista disso, seja em questão de saúde, de suprimento, ou em qualquer outra, as afirmações de reprogramação do subconsciente são enfaticamente declaradas como válidas “AGORA”! E a condição de “prece atendida” se dará quando o subconsciente se mostrar saturado com a nova ideia nele implantada através do consciente.

 

Continua..>

Você É O “Filho Em Real Autolibertação!”

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Quanto mais alguém se detém em olhar externamente, mais se oferece à ilusão de vida material para que ela o envolva em suas imagens hipnóticas. Por outro lado, quanto mais ele se volta a si mesmo, ao “Filho em Si mesmo”, mais percebe que “o Filho que verdadeiramente o liberta”, é ele próprio.

Que natureza tem o suposto ser que a CRENÇA COLETIVA projeta como sendo cada um de nós? Ele tem unicamente a natureza da CRENÇA COLETIVA, ou seja, não tem qualquer “natureza real”, sendo unicamente uma CRENÇA se mostrando como “miragem” ou “imagem hipnótica”, exatamente como os textos metafísicos nos revelam.

Quando as Escrituras dizem que “o Reino de Deus está dentro de nós” (Lc. 17: 21), ou que “Jesus Cristo está em nós” (II Cor. 13: 5), estas revelações buscam nos remeter à Essência VIVA que eternamente somos. Falam da Realidade iluminada que está evidenciada como Universo e que, neste Universo iluminado,  já está evidenciado  o Cristo que verdadeiramente somos.

Jamais estivemos fora desta Unidade Iluminada Perfeita! Jamais estivemos em “miragens” ou em “imagens hipnóticas” aparentemente projetadas por CRENÇA COLETIVA! E jamais estivemos sendo CRENÇA em forma de “imagens hipnóticas”. Quando Jesus disse: “Vós, deste mundo, não sois”, ou quando Paulo disse: “Em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”, ambos nos revelavam esta VERDADE ABSOLUTA: VIVEMOS NO UNIVERSO DE LUZ COMO O CRISTO ILUMINADO! A LUZ QUE DEUS É, ESTÁ SENDO O UNIVERSO E SENDO O FILHO QUE SOMOS! AQUI E AGORA! Este é o sentido absoluto do emprego da expressão “dentro de nós”.

Certa vez, explicando a alguém a revelação de que “somos o Cristo”, ele assim me disse: “Espere um pouco, eu acredito que o Cristo esteja em mim, mas isto não significa que eu seja o Cristo!”. E então, perguntei-lhe o seguinte: “Onde, em você, este Cristo está?” Não soube me dizer! E eu disse a ele: “Paulo disse que Cristo É TUDO em TODOS (Col. 3: 11); na Bíblia você também não acredita? Se o Cristo é TUDO em VOCÊ, como seria possível NÃO SER VOCÊ? Entretanto, Paulo disse antes que você e todos, mesmo sendo o Cristo, teriam de “se despir do velho homem e seus feitos”. Você sabe o significado disso? Significa que ANTES DE RECONHECER QUEM VOCÊ É, VOCÊ TERÁ DE SE DESPOJAR DAQUELE QUE VOCÊ NUNCA FOI, NÃO É E NUNCA SERÁ: UM CARNAL, CRIA DA MENTE CARNAL, UMA ILUSÃO COM A QUAL VOCÊ ESTÁ SE IDENTIFICANDO, E, AINDA POR CIMA, DIZENDO QUE “HÁ UM CRISTO DENTRO DELA”, E QUE VOCÊ É ELA, E NÃO O CRISTO!”.

O “conhecimento da Verdade” é unicamente este conhecimento: cada um deixar de se identificar com a “mente carnal”, e com o “julgamento pela carne”, que ela  faz de todos nós, para nos identificarmos com a “Mente de Cristo”, que faz em nós o “julgamento justo” de nos honrar como honra o Pai, ciente que sempre está da Verdade Absoluta: “O PAI E EU SOMOS UM”!

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“Meu Pai Trabalha Até Agora, E Eu Também!”

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Sempre que alguém faça oração com os dizeres: “Que seja feita a Vossa Vontade”, seja ela feita por Jesus, por mim ou por VOCÊ, o sentido absoluto a ser entendido, é que A VONTADE DE DEUS É SOBERANA, JÁ MANIFESTA E PERMANENTEMENTE FEITA! A oração, portanto, traz implicitamente a Verdade de que SÓ A ONIAÇÃO DIVINA É REALIDADE!

E quando são vistas “vontades pessoais” se manifestando, como, por exemplo, ações criminosas, pregações distorcidas da Verdade, corrupções, injustiças, etc.? O que deve ser reconhecido, é que “O REINO NÃO É DESTE MUNDO”, o que, de imediato, corta a ILUSÓRIA manifestação da “mente carnal” com suas “miragens”. A percepção rápida e imediata de que NÃO EXISTE MUNDO MATERIAL nos leva à ONIAÇÃO, que, subjacente aos “quadros ilusórios”, permanece incólume, perfeita, e CONTANDO COM A NOSSA INCLUSÃO NA ATIVIDADE ABSOLUTA.

Somente existe a Vontade de Deus em manifestação! DEUS É TUDO! Desse modo, a oração, “Que seja feita a Vossa Vontade”, não quer dizer que “HAJA ALGUÉM” abrindo mão de suposta “vontade pessoal ou humana” para que a Vontade de Deus “prevaleça” e, desse modo, possa, a partir daí, “ser feita”! O SENTIDO É OUTRO! A ORAÇÃO ELIMINA A ILUSÓRIA DUALIDADE, QUE LEVA EM CONTA “VONTADE DE DEUS” E “VONTADE HUMANA” , DEIXANDO EVIDENTE QUE SOMENTE A MENTE DIVINA É REALIDADE!

Não há “outra mente” para se sujeitar à “Vontade de Deus” ou para “deixar de ver” que a VONTADE DE DEUS ESTÁ MANIFESTA DE FORMA ONIPRESENTE, ABARCANDO A TUDO E A TODOS EM SUA ONIAÇÃO DE INTELIGÊNCIA INFINITA!

A falsa crença de que “haja vida e movimentação materiais” se deve à inaptidão da suposta “mente humana” em VER A ATIVIDADE ONDE ELA É REAL, QUE É EM DEUS! Desse modo, aparentemente, atribui “vida e movimentação” à morta “sombra fenomênica”. “A mente carnal é morte”, disse o apóstolo Paulo; nada que ela apresenta como “realidade” tem vida!

A Vida é Deus, movimenta-se em Deus e em Sua Oniação permanente! Entendemos as revelações de Jesus colocando-nos em seu Referencial iluminado, que, sem se deixar arrastar pelos “movimentos de sombras” – aparências – via-se INCLUSO na real movimentação absoluta da Oniação.

Em suas contemplações, veja-se INTEGRADO à perfeita Oniação da Onipresença divina, assim como a gota se integra à movimentação do oceano. Dela mesma, nada fazia; entretanto, no reconhecimento de sua “unidade com o oceano”, sua movimentação é vista, tanto como  gota, tanto como  oceano.

“Meu Pai continua trabalhando até agora, e Eu também estou trabalhando” (João, 5: 17).

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“Todas As Nações São Como Nada!”

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Quando a Metafísica expõe seus princípios como Verdades Absolutas, a suposta mente da humanidade não se mostra aberta a aceitá-los. O conformismo e a acomodação às “crenças mentais coletivas” fazem delas “verdades incontestáveis”! Algo como um sonhador que, em seu sonho, visse alguém lhe dizendo que “o seu sonho é sonho”! Para o sonhador, este “alguém” seria apenas um louco integrante de seu sonho, pois, para ele, o sonho seria realidade.

Em Isaías, 40: 17, está escrito: “Todas as nações são como nada perante ele; ele considera-as menos do que nada e como uma coisa vã”. Se as nações são como “nada”, todas são inexistentes! Não há como se considerar “o nada” como real, para depois o considerarmos como “nada”. O estudo da Verdade parte da aceitação incondicional de DEUS COMO TUDO, o que inclui a Verdade de que a suposta “mente humana”, com o “mundo terreno” de sua criação, é NADA!

O que Isaías está revelando, é a PRESENÇA DO UNIVERSO DE LUZ, AQUI E AGORA EVIDENCIADO! Não existe “outra mente” para interpretar a Realidade erroneamente! Não existe “outra mente” para “ser inimizade contra Deus” e não existe “outra mente” para gerar “crenças coletivas”. Todas estas colocações relativas ou dualistas são ilusórios expedientes didáticos, empregados numa ILUSÃO! Com qual objetivo? Com o objetivo de aparentemente conduzir a pessoa à aceitação de DEUS COMO TUDO, e à aceitação de que FORA DE DEUS, TUDO É “NADA”! Por isso, Paulo disse que “as coisas de Deus são loucuras para os homens”; o suposto intelecto não consegue descobrir lógica nas revelações!

Aqueles dotados de “coração de criança”, se leem ou estudam estes princípios, captam de imediato a Verdade que eles encerram, e, sem qualquer dúvida, vão às “contemplações” se vendo como DEUS e sem considerar “o mundo que é nada”! Já aqueles presos à lógica da ILUSÃO, nada captam do que lhes foi dito, e apenas apresentam perguntas e mais perguntas que, se respondidas, mais os deixam insatisfeitos! A ilusória “mente humana” não se reconhece como “ilusória”; assim, revelar a ela que “ela é nada”, é o mesmo que convidá-la a lhe dizer: “Você é louco!”

“Ninguém se engane a si mesmo; se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para ser sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são vãos. Portanto, ninguém se glorie nos homens; porque tudo é vosso.” (I Coríntios 3; 18-21)

O ensinamento absoluto, portanto, requer “coração de criança” e aceitação pura e simples de que “a sabedoria deste mundo é loucura para Deus”. Dessa forma, quando for dito à pessoa que “o mundo material não existe”, porque DEUS – ESPÍRITO – É TUDO, suas “contemplações” partirão direta e serenamente desta Verdade, aceita plenamente como VERDADE EVIDENCIADA! Se lhe for dito que “a doença não existe”, ou que “o mal não existe”, da mesma forma, ela irá “contemplar” estes FATOS como VERDADES ABSOLUTAS!

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O Cristo É Tudo Em Você “Desde O Princípio”!

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Se alguém receber uma nota verdadeira de cem reais, e for combinado com um perito para iludi-lo, passando-lhe uma falsa convicção de ser ela uma nota falsa, se ele for convencido pelo perito, aparentemente, ficará “sem o dinheiro”, mesmo estando com a nota genuína em mãos.

Quando as Escrituras de todos os tempos revelam que a humanidade está numa “lista de precisa disso, precisa daquilo”, isto é, precisa despertar, precisa renascer, precisa evoluir, precisa conhecer a Verdade, etc., o  que ela, de fato, precisa, é de unicamente “SER O QUE JÁ É”. Não há nada em que mudar para SER O QUE JÁ É! Que mudança uma nota verdadeira de cem reais teria de sofrer, para “ser uma nota verdadeira de cem reais”? Nenhuma! E quanto à falsa avaliação do perito? Também em nada a alteraria! A nota estaria sendo “o que era desde o princípio”: uma nota de cem reais.

O ensinamento absolutista, em vez de enfatizar a ilusória presença da “nota falsa”, sempre repetindo que “existe a verdadeira” em seu lugar,  já parte do FATO REAL! Quando Jesus testemunhou a Verdade sobre nós, em seu Sermão do Monte, declarou O FATO REAL: “VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO!” Não foi analisar o teor das falsidades impostas pelas crenças em cada filho de Deus! Sabia que DEUS É LUZ, e que, portanto, como DEUS É TUDO, a mesma LUZ constituía a sua IDENTIDADE e, também, a IDENTIDADE MINHA, SUA E A DE TODOS! Em outras palavras, SABIA QUE AS CRENÇAS SÃO “TREVAS”:  PURA ILUSÃO!

Por que os artigos absolutistas  não devem apenas ser lidos, mas,  “contemplados”? EXATAMENTE PORQUE DEUS, A LUZ INFINITA, JÁ É VOCÊ AGORA! Basta ASSUMIR que esta Verdade é verdadeira, exatamente AQUI E AGORA, e “contemplá-la” como o FATO PRESENTE, FATO QUE, SEGUNDO AS ESCRITURAS, É “O QUE ERA DESDE O PRINCÍPIO”!

A Mente divina é Onipresente! Durante as “contemplações”, parta direta da presença da Mente de Cristo sendo a sua; e então, IDENTIFIQUE-SE DIRETA E TOTALMENTE COM O CRISTO QUE É TUDO EM VOCÊ! TUDO É TUDO! FAÇA, PORTANTO, IDENTIFICAÇÃO TOTAL COM ESTA VERDADE ABSOLUTA!

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A Fé E O “Agora Absoluto”

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Quando entendemos o significado bíblico da palavra “FÉ”, temos em mãos a chave do reconhecimento do absoluto. No Reino do Absoluto, é sempre AGORA, em que a Oniação Se faz presente como o Universo ativo de PERFEIÇÃO ABSOLUTA.

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem” (Hebreus, 11: 1). Como associar a “Fé” com o estudo da Verdade Absoluta? Entendendo-a como MUDANÇA DE REFERENCIAL, e não somente fazendo uso dela como costumeiramente se faz, apenas desejando “demonstrar um bem aparente”.

Vimos, na postagem anterior, que “pela fé” se deu a aparente cura da mulher hemorrágica, que tocou a “orla das vestes de Cristo”, e sua saúde se mostrou presente. Seria este o resultado máximo a ser “obtido”? Não. Muito embora fosse o que aquela mulher mais almejasse, naquele momento, que era ver o seu corpo físico sem aquela antiga doença, a fé poderia elevá-la à percepção absoluta, de ser ela uma “deusa”, habitante da Realidade Iluminada e eterna, sem jamais ter tido “corpo mutável”, que pudesse adoecer ou ser curado!

A “Fé”, em seu alcance absoluto, não tem em vista “mudanças” em mero “SONHO COLETIVO”! Ela tem o poder maior de nos colocar conscientes de “EM DEUS VIVER, NOS MOVER E TER O NOSSO SER”, ou seja, tem o poder de ser um IMEDIATO LEMBRETE de que SOMOS HABITANTES DO PARAÍSO, AQUI E AGORA!

A “Fé”, entendida como CERTEZA DAS COISAS NÃO VISTAS, significa a nossa IMEDIATA “transferência” do “momento presente” para o “AGORA ABSOLUTO”, em que DEUS É TUDO! Desse modo, sejam as “aparências fenomênicas” quais forem, estaremos NA CERTEZA DO REINO DE DEUS EVIDENCIADO, AQUI E AGORA! INCLUINDO A NOSSA EXISTÊNCIA!  Em outras palavras, através da “Fé”, deixamos de nos identificar com os supostos “sentidos humanos”, que unicamente registram e nos apresentam “quadros de um sonho”, para nos IDENTIFICARMOS COM A ONIVISÃO DIVINA, com as “imagens completas e verdadeiras” mantidas PERFEITAS pela nossa própria Consciência Iluminada, que é Deus!

Esta “soltura do momento presente” pela “identificação com o Agora Absoluto” pode ser feita de forma global ou de forma específica, isto é, podemos acreditar, pela “Fé”, que VIVEMOS NO UNIVERSO DE LUZ, descartando inteiramente o ilusório “mundo fenomênico”, ou podemos acreditar que POSSUÍMOS UM CORPO DE LUZ, descartando inteiramente o ilusório “corpo nascido no fenômeno”. E podemos ainda, e inclusive devemos, TER IMEDIATA CONVICÇÃO DOS DOIS:

“JÁ ESTOU NO PERMANENTE UNIVERSO DE LUZ; O MEU CORPO É O TEMPLO PERFEITO DE DEUS, UM PERMANENTE CORPO DE LUZ!

É desta maneira, portanto, que a “Fé” anula nosso envolvimento com o mundo ilusório temporal, deixando-nos afinados com a Realidade Perfeita do AGORA ABSOLUTO!

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A Fé E “As Obras Consumadas”

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A “fé”,  conforme é citada pelas Escrituras, nada tem a ver com a chamada “fé cega”, apesar de esta “fé cega”, às vezes, mostrar algum resultado. A “fé científica” é uma atitude interna assumida por alguém que, mesmo estando de momento aparentemente envolvido com a “mente humana” e seus “quadros”, se baseia radicalmente nas revelações da Verdade não vistas por ela, mas que são acreditadas como se estivessem sendo vistas.

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem” (Hebreus, 11: 1).  Desse modo, alguém munido de fé estaria firmemente convicto de que “algo não visto” lhe estaria  “disponível” como se estivesse sendo visto. Por isso, Paulo estendeu sua definição de fé assim dizendo: “Porque, por ela, os antigos alcançaram testemunho” (Hebreus, 11: 2).

Também Jesus, em várias passagens em que pôde constatar  a “convicção de perfeição” suplantando a “crença em imperfeição”, declarou: “A tua fé te salvou”! A chamada “cura” da mulher hemorrágica, que a Bíblia relata, é um exemplo disso.

Que está por trás destes “resultados visíveis”? A “fé”? Não. Diretamente é o FATO DE QUE “TUDO ESTÁ CONSUMADO”! Em vista disso é que a “fé” apresenta seus resultados! Se as “OBRAS DE DEUS” não estivessem todas EVIDENCIADAS como ”PERFEIÇÃO PERMANENTE”, de nada adiantaria alguém “ter fé”!

Isto significa o seguinte: quando Jesus, vendo a mulher “curada”,  disse a ela: “Filha, a tua fé te salvou”, estava, na percepção dele, entendendo a INEXISTÊNCIA DE DOENÇA E DE CURA! Sabia que a PERFEIÇÃO É ONIPRESENTE E PERMANENTE, E QUE TODA SUPOSTA “CURA” É, NA VERDADE, MANIFESTAÇÃO DA FÉ, OU SEJA: ALGUÉM, QUE VINHA ACREDITANDO EM “APARÊNCIA” DE IMPERFEIÇÃO” MUDAR RADICALMENTE DE ACEITAÇÃO, “ACREDITANDO NA PERFEIÇÃO NÃO VISTA”, E, ASSIM, DESAFIAR O ILUSÓRIO “TESTEMUNHO” DADO PELOS “SENTIDOS HUMANOS”.

Este mesmo mecanismo está implícito na recomendação de Jesus, no sentido de que, ao fazermos orações com o pedido de algo, aceitarmos – pela fé – “JÁ O TERMOS RECEBIDO”! Esta aceitação nos alinha com o “TUDO ESTÁ FEITO”, e a PERFEIÇÃO, RECONHECIDA, “aparece” visivelmente como “reflexo” projetado na suposta “mente humana”.

Enquanto a mulher se via segundo o “testemunho das aparências”, seu corpo se mostrava “com hemorragia”; tão logo ela se DESVIOU RADICALMENTE daquele “testemunho”, ALINHANDO-SE COM A “MENTE DE CRISTO”, O SEU CORPO, “OBRA PERFEITA E PERMANENTE DE DEUS” FOI RECONHECIDO PELA FÉ – “A CERTEZA DO NÃO VISTO” – E A VERDADE SE LHE MOSTROU PRESENTE, INCLUSIVE VISIVELMENTE, SUBSTITUINDO A “APARÊNCIA- CRENÇA” EM IMPERFEIÇÃO PELA “APARÊNCIA-CRENÇA” EM PERFEIÇÃO.

É desta forma que associamos a “fé”, exposta nas Escrituras, com a Verdade Absoluta, que SOMENTE ADMITE DEUS E AS OBRAS PERFEITAS DE DEUS COMO ESTANDO,  AQUI E AGORA, JÁ “EVIDENCIADAS”.

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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-11

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Os livros, vídeos ou palestras sobre a Verdade são também o “Poder da Palavra, exercendo importante papel em nosso estudo da Verdade. Se alguém se vê acuado pelas CRENÇAS COLETIVAS, que, às vezes, aparecem como “sugestões hipnóticas” dotadas de poder, para  fazer com que ele com elas se envolva, estes expedientes são muito úteis e eficazes para cortar tais influências hipnóticas.

A “Palavra” tem poder unicamente por expressar o que é REAL ou o que SE EVIDENCIA por detrás das “miragens” deste mundo. Recentemente, uma senhora me ligou, bastante preocupada com muita coisa, e eu perguntei a ela: “Tudo bem?” E ela me respondeu: “Estou aqui pelejando, fazendo tudo que posso, mas… está muito difícil!” E eu disse a ela: “Está revelado! A peleja é de Deus, e não da senhora!” E toda aquela “pressão ilusória hipnótica” a deixou na mesma hora! Nem me disse mais nada e, completamente aliviada, despediu-se com um “Namastê”!

Estas experiências demonstram que “aparências” são “aparências”, e, como as miragens, não são poder nem realidades. A “Palavra” corta o apego ao “desejo” de se resolver questões contando com a suposta “força do ego”, dirigindo a atenção para o FATO ABSOLUTO: DEUS É TUDO!

Toda vez que encontramos o convite “Vinde a Mim”, nas Escrituras, ele traz, em si, este “corte da ilusão” pelo Poder da Palavra! A mente que se deixava “hipnotizar”, encontra seu refúgio imediato, por ser lembrada do que, de fato, é verdadeiro.

“Faça cara de prece atendida”, diz a Ciência Mental! Por isso, a “expressão fisionômica” é considerada parte do “Poder da palavra”. Eu sempre relato o caso de uma praticista da Ciência Cristã que, estando com o filho pequeno em casa, ouviu o telefone tocar por alguém desejoso de seu auxílio. Ela explicou ao menino que iria se isolar e orar pela pessoa, e, quando voltou à sala, a criança lhe perguntou: “Já terminou sua oração?” Como ela fez sinal afirmativo, o menino disse a ela: “Pela sua cara, parece que Deus não a atendeu, não?” E foi quando ela notou que “estava pelejando em ajudar”, em vez de reconhecer que “a peleja é de Deus” (II Crônicas, 20: 15).

A Ciência Mental deve ser praticada com a visão de que ENDOSSA A VERDADE ABSOLUTA! O Universo é uma “OBRA CONSUMADA DE DEUS”; não há nada nele que requeira MUDANÇAS! Que são “mudanças”? São “aparências”, somente “aparências”! O mundo fenomênico é “aparência”, o corpo físico é “aparência”, tudo que a suposta “mente humana” capta, é “aparência”! A REALIDADE É ESPIRITUAL E PERFEITA, AQUI E AGORA!

Desse modo, se alguém estiver se vendo “doente”, por ter aceito como verdadeiro o ILUSÓRIO corpo carnal, irá afirmar:

“NÃO EXISTE MATÉRIA! NÃO EXISTE CORPO CARNAL! DEUS É ESPÍRITO, E MEU CORPO É TEMPLO DE DEUS, ESPIRITUAL E PERFEITO, AQUI E AGORA!”

Esta “mentalização” o deixará  afinado com a Realidade Absoluta, além de reprogramar o subconsciente naquela direção da Verdade. Em seguida, até que chegue a hora das “contemplações absolutas”, deve se manter com “cara de prece atendida”!

Jesus disse: “Tudo quanto suplicais e pedis, crede que o tendes recebido, e têloeis” (Marcos, 11:24).

Continua..>

Viva Alinhado Com Sua Mente Crística!

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A revelação de que “temos a Mente de Cristo” (I Cor, 2: 16) é, também, um forte lembrete de que “somos o Cristo”. Desse modo, aceitá-la como “nossa mente” não significa “vivermos como humanos” e tentarmos “agir como Jesus”. Nossas ações, a partir de nossa adesão à revelação, serão entendidas NO ABSOLUTO, NA ONIAÇÃO, entendidas como Jesus entendia as ações dele: “o Pai em mim faz as obras”, “o Filho faz aquilo que vê o Pai fazer”, “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”.

Forçar a suposta “mente carnal” a agir como “Mente de Cristo” será inútil. Eu sempre digo que este “esforço” se equipara a alguém se esforçar para “obter uísque, tendo em mãos uma garrafa de aguardente”. A MENTE DE CRISTO AFLORA ESPONTANEAMENTE, PELA NOSSA SERENA IDENTIFICAÇÃO COM A MENTE DO ABSOLUTO!

A Bíblia diz: “Os meus pensamentos não são os teus pensamentos, disse o Senhor”. Quando estudamos a Verdade Absoluta, unicamente os “pensamentos de Deus” são reconhecidos, razão pela qual fazemos, primeiramente, as “contemplações silenciosas”, reconhecendo a Mente UNIVERSAL estando já presente como a Mente individual que temos, numa percepção tranquila de que “os pensamentos de Deus são os nossos pensamentos”.

Quando em nossas atividades cotidianas, devemos fazer prevalecer as “revelações” e não as “aparências”; “revelações” são “pensamentos de Deus”, enquanto “aparências” são ilusórias manifestações de “pensamentos do mundo”. Caso surjam aparentes problemas ou desarmonias, devemos nos volver aos “pensamentos de Deus”, afirmando : “Os meus pensamentos são pensamentos de Deus”; simultaneamente, abrimo-nos internamente à Mente de Cristo Oniativa que temos. Isso tudo precisa ser muito rápido, feito com radicalismo e com autoridade crística!

É preciso que percebamos nosso total desvinculo da suposta “mente humana” e de seus quadros, até sentirmos  a “Mente de Cristo” inundando o ser que somos com a “Paz de Cristo”.

As “aparências desarmônicas” são sempre irrealidades que nos chegam como “sugestões mentais agressivas”; se não as reconhecermos como falsas ou ilusórias, correremos o risco de nos alinharmos com elas! “Orai e vigiai sem cessar”, dizem as Escrituras! Se nos cuidarmos para rapidamente nos voltarmos aos “pensamentos de nossa Mente crística”, evitaremos endossar os “pensamentos ilusórios” do “hipnotismo de massa”; desse modo, por serem mesmo ilusórios, sem contarem com a nossa sustentação, serão revelados como falsidades, puríssimo “nada”!

Alinhe-se, portanto, unicamente com os pensamentos de sua Mente crística!

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“Antes Que Abraão Existisse, Deus Já Era Você”!

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A “crença coletiva” retém um sonho denominado “existência humana”, uma “sugestão hipnótica” que, aparentemente, é vista como imagens pela humanidade. Por esse motivo, quando a VERDADE é revelada, ela pouco chama a atenção, pois o ser, “condicionado” ao HIPNOTISMO, não se vê relacionado com ela.

O “trabalho” de IDENTIFICAÇÃO COM A VERDADE, portanto, mais tem a ver com uma “soltura consciente” deste HIPNOTISMO DE MASSA!

Quando Jesus disse aos judeus que Abraão exultou em “VER O SEU DIA”, eles responderam: “Não tem nem cinquenta anos, e disse ter conhecido Abraão?” E foi quando Jesus lhes revelou sua eterna Identidade divina: “Antes que Abraão existisse, EU SOU”.

Enquanto os judeus o avaliavam segundo o HIPNOTISMO DE MASSA, com suas crenças em idade, nascimento e morte, JESUS SE IDENTIFICAVA COMO A VERDADE: DEUS MANIFESTO COMO FILHO!

POR QUÊ ELE ASSIM SE IDENTIFICAVA? UNICAMENTE PELO SEGUINTE MOTIVO: PARA VOCÊ FAZER IDÊNTICA IDENTIFICAÇÃO! PARA VOCÊ DEIXAR DE VIVER “COM IDADE”, COMO MORTAL NASCIDO E  FADADO A MORRER! PARA VOCÊ RECONHECER, EM VOCÊ, A MESMA VERDADE QUE ELE RECONHECIA NELE!

Quando alguém me diz: “Eu estudo e aceito que isto é a Verdade; MAS, QUANTO TEMPO A GENTE NÃO VEM ACEITANDO ESTES FALSOS CONDICIONAMENTOS, NÃO É?”, eu costumo responder: “HÁ MUITÍSSIMO MAIS TEMPO QUE VOCÊ É DEUS SENDO VOCÊ!”

O que se requer, é uma parada radical com “justificativas”! Se deixarmos a “mente carnal” livre e solta, ela sempre arranjará justificativa ou explicação para que VOCÊ permaneça no “referencial hipnótico”! FIQUE NO REFERENCIAL DA VERDADE! “ANTES QUE ABRAÃO EXISTISSE, VOCÊ JÁ ERA DEUS SENDO VOCÊ!” Não deixe a “mente carnal” abrir a boca! Não entre na “visão dos judeus”: IDENTIFIQUE-SE, AQUI E AGORA, COM O CRISTO “SEM IDADE” QUE VOCÊ É, COMO FEZ JESUS, QUE NÃO SE VIA “NASCIDO DE MARIA” POR SE IDENTIFICAR COM O CRISTO ETERNO, EXISTENTE DESDE “ANTES QUE ABRAÃO EXISTISSE”!

“Estivestes comigo DESDE O PRINCÍPIO”, declarou Jesus. Em outras palavras, VOCÊ, ANTES QUE ABRAÃO EXISTISSE, JÁ ESTAVA SENDO O CRISTO, EXATAMENTE COMO JESUS, AO AFIRMAR: “EU SOU”. E o que significa o que ele disse aos judeus, de “ABRAÃO TER EXULTADO EM VER O MEU DIA?” EXPLICAVA A ELES QUE ABRAÃO NUNCA TINHA SIDO ABRAÃO, E SIM, O CRISTO! E QUE EXULTOU AO VER O SEU DIA, A LUZ DO DIA DESTE SEU DESPERTAR!

Para quê Jesus disse aquilo? PARA VOCÊ TAMBÉM EXULTAR EM VER O SEU DIA! O DIA DO CRISTO QUE VOCÊ É SER RECONHECIDO! O SER QUE “ERA DESDE O PRINCÍPIO” SER VOCÊ, DE FORMA QUE VOCÊ POSSA DIZER, AQUI E AGORA: “ANTES QUE ABRAÃO EXISTISSE, EU SOU!”

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“Não Existem Manifestações Materiais”

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Por mais que a suposta “mente humana” nos induza a acreditar em “mundo de manifestação material”, ele é meramente SOMBRA SEM VIDA! A sombra tem “poder de automanifestação”? Não. Se estivermos vendo um “piso sombreado”, e, sobre a sombra incidirmos luz para melhor observá-la, em vez disso, veremos o sumiço dela! E quanto ao piso? Em nada terá se alterado! O piso era presença, mas a sombra não era!

Se alguém acreditasse que “o piso fosse escuro”, estaria iludido pela temporária “sombra”. A escuridão estava na sombra e nunca no piso.

A humanidade acredita em “mundo sombra”, o suposto “mundo de manifestações materiais” que a ilusória “mente humana” a induz  crer. Entretanto, estas “aparências” são sombras sendo confundidas com a Realidade independente, e já ali presente. Assim como o piso, da analogia, nunca sofre qualquer mudança, haja ou não sombra projetada sobre ele, o ser que somos jamais se modifica devido às “aparências” supostamente vistas sobre ele. Por isso a Metafísica diz que “a aparência insinua uma Verdade subjacente a ela”. No caso, se a “sombra” de algum “eu nascido” estiver sendo vista, o que ali estará presente,  realmente, será unicamente O CRISTO, subjacente a ela.

Quando o ensinamento absoluto diz para partirmos exclusivamente de nosso Eu Iluminado, isto se deve ao fato permanente de que, na Realidade Espiritual, “Deus é LUZ e n’Ele não há trevas”. Qualquer identificação com suposto “eu humano” seria equiparada a alguém identificar “o piso” como a sombra! Mas, seria uma identificação falsa! A escuridão é a escuridão e o piso é o piso!

Da mesma forma, o Eu Iluminado, que já somos, jamais sofre interferência dos “quadros deste mundo”, que são “sombras”. Assim como o piso é o que é, sem ter partes dele de fato sendo “escuras”, o Cristo é sempre a LUZ que somos, independente de haver ou não “aparências” sendo mostradas em seu lugar.

No caso da analogia, teríamos de incidir luz sobre o piso, porque “este mundo” , como a “mente humana” o concebe, é  um misto de “aparências” de luz e de sombra. Mas em termos da Realidade Absoluta, UNICAMENTE A LUZ É REALIDADE, O QUE NOS PERMITE IR DIRETO À VERDADE QUE SOMOS, OU SEJA: SOMOS CONSCIÊNCIA ILUMINADA! 

Todo ensinamento que diz “termos parte humana” e “parte divina” é o que considera O PISO SENDO ESCURO, E NÃO A SOMBRA SOBRE ELE PROJETADA! Por esse motivo, o ensinamento absoluto é radical, explicando que UNICAMENTE DEUS EXISTE, E QUE UNICAMENTE DEUS É O SER QUE SOMOS!

CONTEMPLE ESTAS VERDADES!

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