Identifique-se Como O Imaculado Eu Divino!
A grande ILUSÃO de “existência humana” deve ser negada pela raiz, para que não fiquemos no meio do caminho, sempre estudando que DEUS É O SER INDIVIDUAL QUE SOMOS, e sempre “carregando a cruz” das crenças falsas, fazendo também identificação como “seres nascidos em mundo ilusório”.
A pressão da “crença coletiva” aparenta ser real e convincente; contudo, somente aparenta! NADA HÁ, SENÃO DEUS! Portanto, esta Verdade Absoluta deve ser aceita de modo radical e com nossa identificação plena com Ela! “QUEM ME VÊ A MIM, VÊ O PAI!”, disse Jesus sobre o EU presente nele, em MIM e em todos! Este “Eu” é Onipresente!
Se pararmos alguém pelas ruas, e lhe fizermos a pergunta: “Você se considera imaculado, um ser perfeito e sem pecado”? Certamente, de sua boca, ouviremos a CRENÇA COLETIVA! Por quê? PORQUE NÃO TERIA SE DEDICADO À VERDADE REVELADA DE QUE DEUS É TUDO! E, caso alguém que tivesse se dedicado lhe dissesse: “EU SOU UM SER PERFEITO E IMACULADO, À IMAGEM DE DEUS!”, dificilmente ele creria! Seguiria o “julgamento pelas aparências”, próprio deste mundo e próprio da suposta “mente humana”. Por isso, tantas vezes Jesus se viu sendo apedrejado!
Quando aceitamos a VERDADE de que DEUS É TUDO, estamos abrindo mão de TODO JULGAMENTO PELAS APARÊNCIAS referente ao Ser que somos! Não importa o que digam as “crenças coletivas”; não importa o que digam supostos parentes e amigos; não importa que alguns nos achem “boa pessoa” ou que alguns outros nos achem “má pessoa”! O JUÍZO PELAS APARÊNCIAS ESTARÁ ABOLIDO! INCLUSIVE O NOSSO SUPOSTO AUTOJULGAMENTO!
O estudo da Verdade Absoluta honra a DEUS como o ÚNICO EU EM EVIDÊNCIA! De que modo? Através do “JULGAMENTO JUSTO”: CADA UM SE HONRAR EXATAMENTE COMO HONRA O PAI! É desse modo que a UNIDADE PERFEITA pode ser aceita, reconhecida e vivenciada! A UNIDADE PERFEITA É! Não será “formada” em algum suposto “tempo futuro”! TUDO AGORA É! E, NESTE AGORA, SEU EU ÚNICO É PERFEITO E IMACULADO!
É pelas razões expostas que jamais nos identificamos com os supostos “seres humanos”, reconhecidos pela “mente humana”! “SOIS DEUSES!” – disse Jesus (João 10: 34). Sabia que o EU SOU, nele e em todos, é o MESMO! Sabia que o “juízo pela carne” é ILUSÓRIO! Sabia que DEUS É TUDO, A ÚNICA SUBSTÂNCIA REAL E EVIDENCIADA, AQUI E AGORA, COMO CADA UM DE NÓS!
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A Perfeição É!
A maioria dos que estudam a Verdade Absoluta concorda com sua premissa básica: DEUS É TUDO, TUDO É DEUS! Entretanto, quando diante dos “quadros hipnóticos”, chamados de “aparências”, em vez de olhá-los como “sombras pelo chão”, se arvoram na intenção de alterá-las, mudá-las, ou curá-las, sugestionados pela própria premissa correta e adotada. Por quê? PORQUE ACREDITANDO QUE DEUS É TUDO, NÃO CONSEGUEM ADMITIR A IMPERFEIÇÃO VISTA! E esta “intenção de corrigir” puxa toda a atenção para a ILUSÃO DE IMPERFEIÇÃO!
Além da premissa básica, DEUS É TUDO, empenhe-se em adotar a ANULAÇÃO DO ERRO BÁSICO, que é “querer corrigir aparências”. Isto precisa ser treinado conscientemente, para que se torne um hábito junto ao endosso da TOTALIDADE DE DEUS.
Desse modo, além de partir da premissa de que DEUS É TUDO, em toda ocasião em que possa surgir uma “aparência de imperfeição”, imediatamente diga a si mesmo: O BEM É PERMANENTE, QUADRO ALGUM ME LEVARÁ AO ERRO DE ACREDITAR EM IMPERFEIÇÃO E MUITO MENOS AO ERRO DE “QUERER CORRIGI-LA”!
É preciso abraçar corretamente os princípios da Verdade, e, além disso, treinarmos para não repetirmos os velhos erros, todos ligados a “aparências” que se mostram malignas, e que fazem de tudo para nos provocar no sentido de “querer corrigi-las”.
NADA EXISTE QUE ALTERE A PERFEIÇÃO ONIPRESENTE! A PERFEIÇÃO SEMPRE É! Com isto em mente, seja qual for a ILUSÃO de “imperfeição”, vista pelos supostos sentidos humanos, como ensina Marie S. Watts, aquilo, para você, será um “quadro-lembrete”, chamando-lhe a atenção para O FATO PERFEITO, ALI REALMENTE PRESENTE!
A ilustração do faquir que se assustou, vendo uma “serpente” onde, segundos depois, enxergou o que DE FATO EXISTIA, uma corda enrolada, explica o que é a “atração para a ilusão” que os sentidos humanos tentam nos impor. Se estivermos CONVICTOS de que DEUS É TUDO, sejam quais forem as “serpentes”, para nós, sempre serão “cordas”, sem que jamais tentemos “eliminar” as supostas “serpentes ausentes”!
Portanto, se em seu dia a dia alguma “serpente” lhe surgir, sem deixar-se mover emocionalmente, veja-a como “lembrete”: “Olhe a CORDA aqui de novo!”, ou seja, “Olhe a PERFEIÇÃO aqui de novo!”. Assim, a ilusória intenção de QUERER reverter algo sempre PERFEITO, mas “visto” como se fosse “imperfeito”, pela “crença em imperfeição”, será barrada!
Treine esta “prática de reconhecimento do Bem permanente”, até dominá-la a ponto de desacreditar de toda “imperfeição aparente”, por estar CONVICTO da “PERFEIÇÃO SUBJACENTE”!
LEMBRE-SE: DEUS É TUDO; LOGO, A PERFEIÇÃO SEMPRE É!
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PS: Está sendo hoje reiniciado, pelo Blog Consciência Iluminada, o estudo da Verdade ligado à libertação das crenças hipnóticas que tanto iludem a humanidade, mesmo sendo hipnotismo puro. O estudo tem por base o excelente texto da Ciência Cristã: O CORDEIRO DE DEUS DESTRÓI O MAGNETISMO ANIMAL.
www.consciencia-iluminada.zip.net
Estando Ou Não Em Meditação, O Cristo é Tudo Em Você!
A “crença em dois mundos” é a ilusão que pretende nos iludir a crer que, encerradas as “contemplações absolutas”, novamente voltamos a encarar um “mundo de limitações”! Esta “crença coletiva” precisa ser anulada com dedicação, para que saibamos que nossa Presença é DEUS, estejamos ou não em horários de meditação contemplativa.
A Bíblia diz que, “se somos filhos, somos também herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo” (Rom. 8: 17). Como toda Verdade, este Fato é também universal, evidenciado AGORA, para cada Filho de Deus. E é permanente! Isto significa “permanecer conosco” sempre!
Se meditarmos e contemplarmos nossa Presença na Realidade divina das “riquezas celestes”, devemos reconhecer esta “permanência”! Jamais creia que, após suas meditações, você volte ao suposto “mundo limitado” das “aparências”, mostrado pelos sentidos humanos! Acreditar nisso seria negar toda a “contemplação absoluta”, decaindo à ilusória captação da Existência pela suposta “mente humana”. SUA RIQUEZA É SUA UNIDADE COM O DEUS ÚNICO E INFINITO! Jamais depende de “aparências visíveis”, que são meramente “sombras mortas”, “miragens”, irrealidades!
Sempre que estes “quadros hipnóticos” estiverem à sua frente, tentando induzi-lo a neles acreditar, lembre-se de QUEM VOCÊ É – DEUS MANIFESTO COMO SER INDIVIDUAL -, e confirme a Verdade que VOCÊ SEMPRE É!
O “mundo de aparências” jamais foi, é ou será “fonte fidedigna” de informações relativas a VOCÊ! Isto por ser ele uma “encenação ilusória” da suposta “mente carnal”, mente irreal e inapta para saber QUEM VOCÊ REALMENTE É, para poder emitir parecer a seu respeito!
A Mente de Cristo é a sua Mente real e única, sempre endossando sua Identidade Crística, sua posição de unidade na Oniação, e sua condição eterna como “herdeiro de Deus”.
Jamais troque esta VERDADE ETERNA por “crenças coletivas” temporais e FALSAS! Reconhecer que, em meditação ou fora de meditação, a VERDADE QUE VOCÊ É, É PERMANENTE, evitará que você seja iludido pelos “sentidos humanos”, que o mostram equivocadamente como “alguém do mundo”.
VOCÊ VIVE EM DEUS, TEM EM DEUS O SEU SER, E SUA UNIDADE COM DEUS É PERMANENTE; RECONHEÇA ESTA VERDADE, E VOCÊ NELA FICARÁ ESTABELECIDO!
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Contemple Seu Corpo Incluso Na Oniação!
Somente existe Deus, Realidade universal oniativa, em atividade constante, perfeita e onipresente. Quando contemplamos a Verdade Absoluta, partindo da TOTALIDADE DE DEUS, devemos sempre incluir a percepção do Corpo como estando ativo por estar incluso na Oniação.
Não existe “corpo físico” em parte alguma do Universo, que é inteiramente da natureza de Deus, que é Espírito. Um Poder único, em atividade onipresente, se faz presente como o Corpo específico a que chamamos de “nosso Corpo”.
Quando a Bíblia diz que “o Verbo se fez carne”, o que veio sendo entendido e passado à humanidade, é a CRENÇA FALSA em materialidade, uma CRENÇA FALSA em “encarnação”. Jamais houve alguém “encarnado”, ou Deus não seria Espírito onipresente! O sentido da citação é outro: O VERBO, PARA A MENTE CARNAL, É “CARNE”! Em outras palavras, o seu Corpo é VERBO, em sua Realidade eterna, e é “visto como carnal”, pela ilusória “mente carnal”. Enquanto não for aceita a Verdade de que o suposto “mundo fenomênico” é irrealidade, teremos estas CRENÇAS FALSAS, contrárias à TOTALIDADE DE DEUS COMO ESPÍRITO, sendo aceitas e difundidas.
Jamais DEUS Se faz “carne”, assim como jamais “alguém se faz vidro”, caso veja seu corpo numa tela de TV. O “corpo de vidro” está no instrumento de exibição da imagem do corpo, sem jamais ser o corpo. Analogamente, o suposto “corpo carnal” está no instrumento de exibição da imagem fenomênica do corpo, a suposta “mente carnal”: JAMAIS DEIXOU DE SER DEUS, LUZ, ESPÍRITO!
Assim como a “imagem de corpo” na TV pode se mostrar distorcida, por alguma falha na captação, a “imagem fenomênica de corpo”, mostrada pela “mente carnal”, igualmente pode se mostrar distorcida; entretanto JAMAIS O CORPO ESTÁ DISTORCIDO! O CORPO É “TEMPLO DE DEUS”, ESPIRITUAL E PERFEITO PERMANENTEMENTE! Quando “transcendemos” as “imagens distorcidas”, entendendo-as como IMAGENS FALSAS, ficamos aptos a reconhecer a Verdade sobre o Corpo: O CORPO É DEUS, ESPÍRITO, LUZ, PERFEIÇÃO INCÓLUME!
Na “Prática do Silêncio”, jamais leve consigo “imagens falsas” do corpo! Vá direto à percepção da Onipresença ESPIRITUAL de Deus e à Oniação divina, que engloba toda a “ATIVIDADE PERFEITA DE SEU CORPO”, OU SEJA, CONTEMPLE A ONIAÇÃO ABRANGENDO A TOTALIDADE DA ATIVIDADE DE SEU CORPO.
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Como A Verdade Absoluta Funciona…
A primeira coisa a ser reconhecida, uma vez aceita sem reservas a Verdade de que DEUS É TUDO, é “contemplarmos” esta Verdade, deixando de lado todos os supostos planos e ideias do mundo, para unicamente nos vermos “posicionados” ou “integrados” à Realidade PRONTA e à Sua Oniação, que é a atividade de Deus – deste AGORA – evidenciando-Se como a Atividade específica do CRISTO QUE SOMOS.
Enquanto isto não estiver bem claramente entendido, aceito e contemplado, significará estarmos abrindo brechas para a ilusória “presença humana” permanecer e se preocupar com algum suposto “atendimento de seus objetivos”.
No ensinamento absoluto, como DEUS É TUDO, não há os chamados “servos de Deus” – úteis ou inúteis – supostamente agindo em coexistência com Deus! DEUS É TUDO E, EM SUA ONIAÇÃO, SE EVIDENCIA COMO O CRISTO COMPLETO QUE SOMOS, AQUI E AGORA! DEUS, COMO SEU EU, AUTOMANIFESTA-SE DE MODO AUTOSSUPRIDO E PLENO!
É comum alguém dizer: “Eu tenho feito as meditações contemplativas silenciosas, de reconhecimento da totalidade de Deus, MAS, A HARMONIA AINDA NÃO SE MANIFESTOU EM MINHA VIDA!”. A pergunta é: QUE “EU” É ESTE?
As “contemplações” são de ENTREGA À ONIAÇÃO JÁ ATUANTE, PERFEITA E PERMANENTE DE DEUS, sem jamais haver em cena “outro eu”, esperando e, portanto, endossando o tempo, para que a “harmonia” se restabeleça! NÃO HÁ RESTABELECIMENTO DE HARMONIA, UMA VEZ QUE A HARMONIA ABSOLUTA SEMPRE É!
Sempre que ideias de”cura”, de “restabelecimento de harmonia”, ou algo do tipo, se mostrarem presentes, “presente” estará a suposta “mente carnal”, e não o reconhecimento absoluto da TOTALIDADE DE DEUS em que somos, AQUI E AGORA, inclusos em Sua ONIAÇÃO PERFEITA! Um “raio de sol” estaria ansioso para “ver efeitos do Sol nele mesmo”? Não! Ele estaria sendo “o raio resplandecente que é”, e ponto final!
Em vez de “avaliar resultados” de “contemplações”, estude a fundo estes “princípios da Verdade” para realmente neles PERMANECER! E então, VOCÊ, de fato, poderá “PERMANECER EM MIM”, ciente de ser VOCÊ – O PAI SENDO O FILHO COMO VOCÊ – AQUELE QUE JÁ ESTÁ REALIZANDO O UNIVERSO CONSUMADO ATRAVÉS DO CRISTO QUE VOCÊ É, OU SEJA, AQUELE QUE É A ONIAÇÃO NO LUGAR EM QUE VOCÊ ESTÁ!
Não existe “princípio absoluto” para endossar vontades ou desejos do ego! Por isso, estas CRENÇAS devem ser descartadas antes das “contemplações”, através de uma radical MUDANÇA DE REFERENCIAL em que “a Onipresença, em Sua Oniatividade, seja entendida como a nossa Presença divina isenta de ego, já ATIVA, aqui e agora, como O FILHO DE DEUS que somos!”
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A Cristicidade Na Vida Prática

A revelação “Cristo é tudo em todos” (Col. 3: 11), quando posta em prática, constitui a vivência maior do mandamento “Ama a teu próximo como a ti mesmo”. A realidade sobre a identidade de todos é a “Cristicidade”, jamais tocada pelas crenças do mundo. É preciso que isto esteja bem claro, para que, ao recordarmos o alerta de Jesus, “Negue-se a si mesmo”, não o entendamos como negação de algo real ligado ao Ser que somos.
“Pela carne a ninguém julgo”, disse Jesus. Isto revela a “prática da Cristicidade”, ou seja, contemplamos o Cristo como a totalidade do nosso Ser, e o fazemos de igual maneira, reconhecendo o Cristo como tudo em todos aqueles com quem entramos em contato.
Se o morador de um prédio de 40 apartamentos solicitasse que os 39 vizinhos fizessem uma descrição de como estariam vendo o zelador, ele teria 39 opiniões diferentes, pois, elas teriam origem no “juízo pela carne”, e, no caso, origem em “mente pessoais”; assim, cada um também estaria avaliando A SI MESMO de igual maneira, limitada e finita, segundo as informações da suposta “mente carnal”.
Caso Jesus, que disse “não julgar pela carne”, passasse pelo edifício, veria o CRISTO sendo a totalidade dos quarenta moradores e também do zelador. Estaria vendo a Onipresença divina composta por cada um deles, e repetiria o que disse em seu Sermão do Monte: “Sois a Luz do mundo!” Estaria vendo-os pela Cristicidade, real, permanente e eterna, sem levar em conta a visão pela humanidade, irreal e transitória!
Há 150 anos, o prédio e seus moradores não existiam; entretanto, o CRISTO SENDO TUDO EM TODOS já estava sendo a Verdade eterna! Jesus, no caso, estaria vendo a VERDADE, enquanto todos os demais, vendo e opinando pareceres “segundo a carne”, estariam unicamente “vendo a ilusão”.
A Verdade vê a Verdade, e a ilusão vê a ilusão! Praticar o Amor divino é praticar a Verdade de que cada Filho de Deus é a TOTALIDADE DE DEUS, AQUI E AGORA! Para isso, nenhum esforço nos será necessário! A VERDADE É! Se virmos alguém “imperfeito”, necessitado de cura ou de melhoria em algum setor, significa que “julgamos pela carne”, isto é, não NEGAMOS A NÓS MESMOS, como carnais, para podermos, em termos absolutos, amar ao próximo como a nós mesmos! Mas isto não deve ser encarado como “falha”, mas como “lembrete”, para que façamos imediata “troca de referencial”, do humano para o crístico! Feita esta “correção”, estaremos aptos a “dar testemunho da Verdade”, assim como Jesus o deu, entendendo cada suposta “pessoa” não mais como “aparência transitória”, mas como O SER QUE INCORPORA A TOTALIDADE DO CRISTO.
Jesus, consciente de ser a totalidade do Cristo, assim disse: “Eu Sou o Pão da Vida”. E “dividindo” este Pão com seus discípulos, revelava o “Pão Onipresente” em todos, ou seja, revelava sua “Visão crística” apta a discernir O CRISTO SENDO TUDO EM CADA UM DELES, na UNIDADE PERFEITA DA ONIPRESENÇA!
Esta “Visão” é a verdadeira “contemplação da Verdade” também em nossa suposta “vida cotidiana”.
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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-14 (Final)
– 14 –
Como a suposta mente humana opera levando em conta suas duas subdivisões – o consciente e o subconsciente -, toda a Ciência Mental procura deixá-las afinadas com a mesma convicção de “prece atendida”. Isto significa que, se o consciente afirmar um fato, o subconsciente deverá estar alinhado com ele. É isto que muitos não entendem, por não saberem que o subconsciente, que forma 95 % da mente , pode, de início, estar retendo uma crença contrária àquela que é afirmada pelo consciente, que é apenas 5% da mente, atrasando a manifestação visível do efeito desejado.
Esta necessidade de a mente consciente e subconsciente estarem operando em unidade é explicada através de uma analogia com a forma de saltar usada pelo cabrito montês. Ao ser estudado sobre como podia viver saltando entre os montes sem cair, ficou-se sabendo o seguinte: o cabrito montês, ao desocupar o local que o sustentava para dar seu salto, fazia com que suas patas traseiras ficassem exatamente onde as dianteiras estavam segundos antes. Dessa forma, as patas dianteiras e traseiras se entendiam em unidade, dando-lhe o domínio de movimentos sem o risco de quedas.
O consciente representa a função das “patas dianteiras”, marcando o local exato em que as “patas traseiras” deverão pisar e as substituírem, ou seja, a função de apoio do subconsciente. E então a Ciência Mental explica: “Quando as patas traseiras estiverem pisando no mesmo local deixado pelas patas dianteiras, a “prece é atendida”, ou seja, se a pessoa afirmar: “Eu tenho saúde inabalável mantida por Deus!”, se o seu subconsciente estiver saturado com esta mesma ideia, sua afirmação será “prece atendida”. Por outro lado, se as “patas traseiras” ainda estiverem vacilantes quando ao local exato a ser pisado, a pessoa deverá fazer as programações mentais até que o subconsciente, antes com crenças contrárias arraigadas, seja renovado dentro dos padrões das Verdades afirmadas pelo consciente.
Esta série de artigos procurou dar uma visão global do correto uso da mente, e, também, explicar como não usá-la indevidamente. Exemplo disso está no que acaba de ser exposto: se a pessoa afirma “ter saúde infinita”, e caso ela não “surja de imediato”, não deverá jamais mentalizar que “de nada adiantou”, ou que “mentalizou saúde e os sintomas permaneceram”, etc.. Toda negatividade deverá ser abolida convictamente!
De pouco adiantará alguém contemplar que “o Cristo é o seu real ser”, e, em seguida, apresentar um discurso diário em contrário, confirmando a ILUSÃO, confirmando “aparências negativas”, e disparando esse tipo de conversa o tempo todo, e com todos a quem possa encontrar em cada um de seus dias. As”contemplações absolutas” devem ser endossadas pela Ciência Mental e pelo Poder da palavra, de modo que possamos desfrutar realmente de seus benefícios de uma forma científica.
F I M
Da Crença Em Mentes Pessoais À Verdade da Mente Única!
Se a humanidade tivesse atendido ao chamado à Verdade, feito pelos grandes mestres que por ela passaram, o conhecimento de que existe somente a Mente divina em operação teria evitado a maioria dos conflitos entre pessoas, organizações e nações. Todos os conflitos decorrem da FALSA CRENÇA de que a Mente que rege todos os seres não é única e nem a mesma. Desta ilusão, surgem as “mentes pessoais”, todas ilusórias, com cada ser humano acreditando ter mais razão do que outro, ser mais sábio do que outro, e, num clima ilusório desta natureza, torna-se impossível haver harmonia e paz. Sartre já dizia: “O inferno são os outros”.
O ensinamento espiritual apresenta uma visão completamente diferente da Existência! Prega a presença da Mente ÚNICA, e, portanto, que “os outros são o mesmo EU que somos”. Entretanto, apesar de verídico, como requer “subida ao espiritual”, esta Verdade não foi buscada como deveria, preferindo a humanidade a aceitar a “pluralidade de mentes”, percebida intelectualmente, em vez de meditar e se ver inclusa na Mente única, subjacente a todos os fenômenos.
Este descaso para com a Verdade intensificou a CRENÇA em “mundo fenomênico”, de forma que todos ficaram sendo considerados e aceitos com sua “personalidade pessoal”. As ciências humanas ensinam as pessoas a se ajustarem umas às outras, cedendo, cada parte, em seus pontos de vista radicais, e gerando, desse modo, uma harmonia apenas aparente ou forçada, uma vez que toda concessão deixa rastros de submissão ou perda, algo que, em muitos casos, tira toda a espontaneidade na convivência.
A prática da Metafísica Absoluta, para que possa corrigir todo tipo de ilusório conflito de relacionamentos, requer radicalismo, ou seja, a MENTE DIVINA PRECISA SER DE FATO RECONHECIDA COMO ÚNICA, principalmente no que diz respeito aos nossos relacionamentos imediatos. Quando duas pessoas estão inclusas nesta “visão da Mente única”, serão como “duas mãos de um mesmo corpo”, isto é, terão respeitadas INTEGRALMENTE suas individualidades, sem quaisquer “concessões”, e cada parte se sentirá sendo “uma com a outra”. Esta é a diferença fundamental entre um convívio de “individualidades” e um convívio de “personalidades”. A “individualidade” tem sua raiz em Deus, na Mente única, enquanto a “personalidade” tem sua raiz na “mente carnal”, a CRENÇA em “mentes avulsas e pessoais” operando de si mesmas, sem levar em conta uma visão global.
As inúmeras abelhas, que em seus voos de preparação dos favos de mel não entram em conflito, umas com as outras, deixam uma nítida demonstração da visão de unidade que possuem, cada uma fazendo a sua parte como se fosse o todo do enxame em ação.
Somente esta visão absoluta garante a harmonia entre as pessoas e entre os povos, e, quando a humanidade estiver disposta e aberta a buscá-la, “dentro de si mesma”, ali achará esta Verdade, sempre a ela disponível.
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Conserve-se Na Mente Do Agora!

O suposto “mundo fenomênico” não existe! Todo o espaço real está preenchido pela Onipresença divina; assim, toda “visão humana” que difere da harmonia absoluta é “nada”! O ensinamento absoluto parte da TOTALIDADE DE DEUS, mesmo diante de “aparências fenomênicas” nos sendo sugeridas, e que aguardam nosso endosso consciente quanto a elas.
Há casos em que as “aparências” se mostram” ”resistentes”, até nos dando a impressão de não estarem sendo reduzidas a nada pela prática da Verdade. Isto, muitas vezes, se deve ao fato de voltarmos à ilusória “mente carnal” para verificar a quantas andam as suas “miragens”. Nossa permanência, portanto, deve ser prioritariamente em “Mim”, na Mente do Agora, a Mente que só reconhece o Universo consumado e perfeito sempre.
Evitar cem por cento este envolvimento com a ilusão é impossível, uma vez que, após as contemplações, aparentemente nos vemos obrigados a assumir atividades mentais humanas. O que deve ser feito, em casos assim, é uma rápida “contemplação absoluta” que reconheça o Universo como Luz, a nossa Identidade como Luz e o nosso Corpo como Luz! Estas contemplações nos deixam centrados na Verdade e menos expostos às sensações aparentemente presentes na ilusão de “corpo fenomênico”.
Em outro momento, podemos reconhecer que DEUS É A CAUSA ÚNICA EM ATIVIDADE, o que nos leva a deduzir que todo EFEITO É PERFEIÇÃO CONSTANTE.
O que deve ser evitado, é uma permanência prolongada de nossa atenção voltada às “aparências” , e, para isso, podemos fazer uso de “lembretes meditativos”, rápidos, que não permitam que elas nos sugestionem. “A Luz Onipresente de Deus Se irradia espontaneamente do Ser que EU SOU, anulando toda sugestão de “energias contrárias!” Estas meditações absolutas, mesmo sendo rápidas, deixam-nos voltados à Mente divina.
Quem já está habituado às “contemplações absolutas” terá grande facilidade em se “desprender das aparências” para, em meditações curtas, recordar a Verdade Absoluta subjacente a elas. E quem ainda está apenas nas leituras, deverá passar às “contemplações”, de modo que, de fato, possa perceber que “não vivemos de nós mesmos”, e que é DEUS QUEM VIVE COMO CADA UM DE NÓS!
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Crenças Sem Sustentação, Desabam!
Enquanto alguém aparentemente vive “materialmente”, acreditando em vida humana e a endossando com naturalidade, sua suposta vida terrena contará com certa estabilidade, dentro dos padrões das CRENÇAS COLETIVAS que o levam a vivenciar ora o bem, ora o mal aceitos por elas. Entretanto, quando os princípios da Verdade são estudados, aceitos e contemplados, aquelas CRENÇAS perdem o endosso antes recebido, por estar a pessoa se identificando com a Verdade e não mais com elas.
Se esta dedicação for pequena, pequena será a “agitação nas crenças”; entretanto, se for uma dedicação radical, contínua e absoluta, haverá uma “agitação nas crenças” correspondente, uma vez que elas estariam sendo descartadas pelo endosso transferido à Verdade.
As CRENÇAS COLETIVAS se utilizam da “mente carnal” para projetar sua ILUSÕES! É o que Paulo chama de “visão pelo espelho em enigma”: imagens imperfeitas geradas pela inaptidão daquele “espelho” em refletir o que é HARMONIOSO E PERFEITO SEMPRE!
O cuidado a ser tomado, é quanto a “permanecermos em MIM” e não mais nas “imagens do espelho em enigma”. Aquele “eu”, mostrado por ele, é a ILUSÃO, enquanto todos nós somos O CRISTO, integrantes das “Obras permanentes de Deus”.
A pessoa saberá quando estiver fazendo esta identificação correta quando não mais se identificar com o “espelho em suas mutações”, dizendo, por exemplo: “Isto pelo qual estou passando, deve ser desintegração da ilusão!” A ILUSÃO ESTARIA PASSANDO, E NUNCA ELA, QUE JAMAIS DEIXOU DE ESTAR NA ONIPRESENÇA PERFEITA!
Se alguém reconhece que DEUS É TUDO, e que está em UNIDADE COM DEUS, não poderá, depois, negar toda a Verdade por se identificar com o “EU ILUSÓRIO EM DESINTEGRAÇÃO”!
DEUS É NOSSO ÚNICO EU! Portanto, sejam quais forem os “cenários visíveis”, faça total abstração deles, deixando DEUS SER O EU QUE SOMOS, sem acrescentar opiniões vindas das ”aparências”, que são TODAS ilusórias!
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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-13
– 13 –
A Lei da mente assim diz: “Aquilo que for reconhecido, aparecerá”. A Seicho-no-ie apresentou o seguinte relato, que me ficou-me bem marcado: uma senhora, indo buscar seu filho na escola, observou que todas as crianças andavam com boa postura, menos o filho dela, que andava encurvado como idoso. Chamou-o e mostrou a ele como os outros procediam, para que ele se corrigisse; entretanto, de nada adiantava. E então, ela foi pedir orientação, e escutou da pessoa que a atendeu: “Você fica querendo corrigir um filho de Deus perfeito! Pare com isso! Veja seu filho como Deus o vê!”
No outro dia, indo a escola novamente, buscar a criança, viu o menino encurvado como antes, mas disse a ele: “Hoje eu gostei de ver! Você está andando como Filho de Deus!” E foi o fim da questão! Para corresponder à visão das mãe, e de Deus, ele passou a andar corretamente! Este é um caso típico do “poder da palavra” endossando o Absoluto, sem ter olhos para o “mundo de aparências”.
Um outro caso, e que também me ficou marcado, foi o de um idoso que, indo à palestra da Seicho-no-ie, estava todo curvo, e o preletor disse a ele: “Você é Filho de Deus! Por que anda dessa forma?” E ele respondeu: “Você não sabe pelo que eu passei! Fui combatente numa revolução; um tiro de fuzil atingiu a minha coluna e eu fiquei desse jeito!” E o preletor disse a ele: “A sua coluna atual nunca levou tiro! A que levou já foi substituída várias vezes, pois, de sete em sete anos, as células do corpo são todas renovadas!” E ouvindo e aceitando a “explicação científica”, a ILUSÃO o deixou!
Toda argumentação que endosse a Verdade de que “o homem é perfeito”, se for por ele aceita, mostrará resultado. Isto porque o “mundo fenomênico” não existe! Somente existe Deus! E há pessoas que não alcançam aceitar diretamente a Verdade, quando, então, são curadas pela Ciência Mental e com o”Poder da palavra”.
A “Fórmula Mágica”, uma mentalização que preparei há anos para este fim, isto é, para “trocarmos a visão humana pela divina”, mostrou-se eficaz sendo usada por pessoas que, inclusive, nada conheciam dos estudos metafísicos! Assim, transcrevo-a abaixo:
A FÓRMULA MÁGICA
…………………….(mentalizar o nome da suposta pessoa com problema), perdoe-me por tê-lo(a) visto como pessoa problemática (doente, desajustada, com vícios, etc.)! Percebo, agora, que a falha estava em minha maneira de vê-lo(a). Você é um ser espiritual perfeito! Você é a própria Vida de Deus, vivendo a meu lado para dar-me felicidade! Desejo-lhe, agora, toda a felicidade do mundo! Agradeço-lhe por ter-me servido de treinamento , abrindo-me os olhos espirituais para a Existência verdadeira, que é divina, espiritual e perfeita!
OBS: Fazer este reconhecimento em silêncio, duas vezes ao dia, durante 10-15min. No início, talvez a situação pareça estar piorando; é normal, pois, para surgir a imagem visível harmônica ocorre, antes, um rearranjo subconsciente. Permanecer na Fórmula Mágica; a solução estará a caminho.
Continua..>
“Mesmo Sentimento Que Houve Em Cristo Jesus”
A Realidade é ESPIRITUAL, e é a única Existência reconhecida por Deus, pois é onipresente; quando “percebemos existência terrena”, igualmente percebemos ser ela uma “mentira”, o que se traduz pelas declarações de Jesus: “O meu reino não é deste mundo”; “o príncipe deste mundo é o Satanás, o pai da mentira e mentiroso desde o princípio”.
Em Filipenses 2: 5-7, Paulo assim diz: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”.
Quando os ensinamentos absolutistas afirmam que “DEUS É TUDO, INCLUSIVE QUEM SOMOS”, o que mais encontramos, é a errônea interpretação de que estamos afirmando que o suposto “eu”, que a mente humana vê e traduz como “quem somos”, seja Deus! Paulo está explicando que “o que a MENTIRA diz que somos” nunca pode ser confundida com a “VERDADE que somos”, ou seja, JESUS SABIA SER DEUS E SABIA QUE SUA IMAGEM, NO MUNDO DO PAI DA MENTIRA, ERA TAMBÉM MENTIROSA, ISTO É, SUA REAL E ÚNICA IMAGEM DIVINA NÃO SERIA, JAMAIS, A IMAGEM VISÍVEL GERADA TEMPORARIAMENTE PELA MENTE HUMANA.
Dizer, portanto, que “ele aniquilou-se a si mesmo” não significa ter ele aniquilado a Verdade de SER DEUS, o que lhe seria IMPOSSÍVEL, mas sim, ter “aniquilado a si mesmo como o humano”, visto COMO SE FOSSE ELE, pela ilusória mente humana.
Em outras palavras, Jesus tinha total consciência de que, sendo visto pelos “olhos da VERDADE”, seria visto como DEUS; e tinha, ao mesmo tempo, total consciência de que, sendo visto pelos “olhos da MENTIRA”, seria visto como SERVO. É este MESMO SENTIMENTO que Paulo diz que nós todos devemos ter, COM RELAÇÃO AO SER QUE SOMOS!
Afirme e contemple:
“EU SOU DEUS”, assumo ter o MESMO SENTIMENTO QUE HOUVE EM CRISTO JESUS, ou seja, sei que VISTO pelo Sentido Espiritual, eu integro a Onipresença divina como “obra permanente de Deus”, e, ao mesmo tempo, sei que “VISTO” pelos supostos “sentidos humanos”, eu integro a “ilusão” de “existência humana! SOMENTE EXISTE A REALIDADE ESPIRITUAL; QUALQUER QUE POSSA SER UMA “IMAGEM MINHA”, NO “MUNDO DO PAI DA MENTIRA’, ELA É “NADA”: O “MEU REINO” NÃO É “DESTE MUNDO”!
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Pedir Ou Não Pedir; Eis A Questão!
No estudo absolutista, “pedir é ter”, e nunca “não ter”. Há pessoas que ficam sem entender Jesus, quando encontram na Bíblia, ora que devemos pedir algo a Deus, ora que nada precisamos pedir, por Deus, de antemão, saber de todas as nossas necessidades: “Por isso vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis” (Mc. 11: 24); “Vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes (Mt. 6: 8).
Quem se “julgar pela carne”, se verá no ilusório “mundo fenomênico”, sempre crendo precisar de algo! Quem se” julgar pelo juízo justo”, se verá “um com Deus”, sem sentir outra coisa, senão a percepção de estar Autossuprido como a própria Consciência divina onipresente.
O fato a ser observado é um só: esteja alguém precisando de algo, por estar empregando a suposta “mente carnal”, ou esteja ele se percebendo “um com Deus”, já Autossuprido na Onipresença, SUA REALIDADE É SEMPRE A MESMA! Que significa isto? SIGNIFICA QUE A MENTE QUE VÊ CARÊNCIA, A SUPOSTA MENTE HUMANA, ALÉM DE NÃO SER A SUA MENTE VERDADEIRA, NÃO ALTERA EM NADA A VERDADE ABSOLUTA DE JÁ ESTAR ELE JÁ SUPRIDO DE TUDO, EM SUA “FORMAÇÃO DA A ONIPRESENÇA” OU “UNIDADE PERFEITA”.
Se um bilionário for hipnotizado para acreditar ser um “morador de rua”, esta “sugestão hipnótica” em nada alteraria o montante de sua fortuna. Do mesmo modo, alguém hipnotizado pelas CRENÇAS COLETIVAS, pela “sugestão hipnótica” de “ESTAR SEPARADO DA FORTUNA ABSOLUTA DE DEUS”, em momento algum, aquilo poderia estar sendo “fato verdadeiro”: DEUS É TUDO! SUA ONIPRESENÇA É AUTOSSUPRIDA ININTERRUPTAMENTE! DELA “FAZEMOS PARTE”.
A questão do “suprimento”, portanto, está ligada à AUTOCONTEMPLAÇÃO, e não à PETIÇÃO. Quem entender isto, entenderá Jesus, pois, em vez de se ver identificado com um ilusório “eu fenomênico”, carente e pedindo algo a Deus, se verá identificado com a ONIPRESENÇA DE DEUS AUTOSSUPRIDA, de forma a não poder estar necessitado de nada!
A Consciência única é Deus; assim, quando nos identificamos com a “totalidade de Deus”, ou com Sua Oniação, estamos conscientes como esta Consciência única, que Deus é. E então, não precisaremos nem poderemos “usar mente que pede” – a ilusória “mente carnal” – seja por saúde, ar para respirar, pessoa para colaborar, dinheiro, ou outra coisa qualquer! Estaremos operando não no mundo, mas na Oniação, e estando conscientes disso. Em outras palavras, estaremos nos vendo como o Filho “que se honra como honra o Pai”, que é o “juízo justo”, na percepção inequívoca e absoluta de que “tudo que é meu é do Pai, tudo que é do Pai é meu”.
Marie S. Watts disse o seguinte:
O Suprimento, no aspecto de Si mesmo como dinheiro, está sempre presente, por consistir de sua Consciência, a qual está sempre presente. Sempre que houver uma aparente necessidade de dinheiro, isto só indica que sua atenção está focalizada nesse aspecto da Consciência que você é, e que se torna importante para algum cumprimento de objetivo. Jamais negue a Presença de algo que seja necessário à sua inteireza, sua alegria, paz, ou ao seu cumprimento de objetivo. Por isso, é bom que perceba a Verdade absoluta de que o Suprimento—inclusive o dinheiro – está sempre presente em e como a Consciência que você é. Assim, ao surgir alguma aparente necessidade, não focalize sobre ela a sua atenção; antes, faça com que sua atenção permaneça no Suprimento sempre presente, que consiste de sua própria Consciência divina.
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Sendo o “Eu” Que Não Sonha Nem Vê Sonhador!
Se víssemos alguém dormindo, suando e se debatendo desesperadamente, de imediato perceberíamos estar ele vivenciando um pesadelo. Ele estaria se vendo no cenário do pesadelo? Aparentemente, apenas, pois, ele, que estaria sendo visto por nós dormindo, para ele mesmo, não estaria sendo percebido. Por quê? Por estar se identificando com “outro eu” que, ilusoriamente, no pesadelo, estaria atraindo toda a sua atenção.
Se em seu pesadelo nós também lhe aparecermos, ele nos verá onde nós jamais estivemos, ou seja, participando de seu sonho, Mas, para ele, ao lado dele estaríamos, não em seu quarto, vendo-o sofrer, mas sim, também padecendo em função daquelas imagens com as quais ele aparentemente se mostraria envolvido.
Quando estudamos a Verdade, aprendemos que “não existe mundo fenomênico”! É explicado que já estamos no Mundo Perfeito, na Realidade única e iluminada mantida por Deus. Que é esta “imagem fenomênica” aparentemente “vista”, em que aparece “outro eu”, sem ser DEUS, “enxergando alguém dormindo, suando e se debatendo desesperadamente”? Esta “imagem”, em que você diz estar, e diz “perceber alguém num pesadelo”, é que é a ILUSÃO! É VOCÊ QUE, SEM ESTAR VOLTADO AO SEU “EU”, SE MOSTRA IDENTIFICADO COM “OUTRO EU”, E QUE, ALÉM DISSO, VÊ EM SEU SONHO A PRESENÇA DE UM TERCEIRO “SONHANDO” E SENDO NÃO ELE PRÓPRIO, MAS UM “OUTRO EU” EM PESADELO!
QUE É ILUSÃO? A CRENÇA DE QUE O FENÔMENO EXISTE, E QUE, ESTANDO NELE, VEMOS “ALGUÉM” SONHANDO E TENDO PESADELO! QUE É O CHAMADO “DESPERTAR ESPIRITUAL”? É VOCÊ DESCONHECER “OUTRO EU”, QUE NÃO DEUS SENDO VOCÊ, CAPAZ DE “ESTAR NASCIDO EM MUNDO MATERIAL, E COM CAPACIDADE DE NELE VER “ALGUÉM EM PESADELO”. EM OUTRAS PALAVRAS, O “EU”, QUE VÊ UM “OUTRO SONHANDO” SE IDENTIFICANDO COM O “EU” DE SEU PESADELO”, É QUE É A ILUSÃO “VENDO” ILUSÃO! ESTE É “O NADA” VENDO “COISA NENHUMA”, REVELADO PELOS ENSINAMENTOS ABSOLUTOS.
Não existe nenhum “eu” vendo alguém “em pesadelo”; assim, quem “desperta” não é o “sonhador visto”, mas “aquele que vê o sonhador”. É este “eu” que NÃO EXISTE, QUE NÃO TEM VIDA, QUE NÃO TEM SUBSTÂNCIA, INTELIGÊNCIA NEM REALIDADE! É este “eu” – do ilusório “mundo fenomênico” – que somos convidados a nos despojar, para ficarmos “em MIM”, não identificados com um “sonho coletivo”, mas simplesmente sendo QUEM SOMOS: DEUS EVIDENCIADO COMO NOSSO PRÓPRIO “EU”.
Enquanto parecer haver “alguém” identificando-se com “eu fenomênico”, ele estará identificado com A ILUSÃO, e não com quem REALMENTE É; e então, todos os demais, aparentemente vistos por “ele”, serão A ILUSÃO APARECENDO COMO PESSOA; A ILUSÃO APARECENDO COMO MUNDO; A ILUSÃO APARECENDO COMO SE FOSSE “ELE PRÓPRIO”.
Analise e entenda o exposto, e, desse modo, poderá livremente CONTEMPLAR DEUS SENDO DEUS COMO VOCÊ!
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“Sempre Tem Vinho!”
Na passagem bíblica conhecida como “Bodas de Caná”, Jesus era um dos convidados para a festa, regada a vinho, quando Maria veio trazer-lhe a notícia de que “o vinho havia se acabado”. Disse ela a Jesus: “Não tem vinho!”. Como resposta, ela dele ouviu: “Mulher, que tenho eu a ver contigo? Ainda não é chegada a minha hora” (João, 2: 4). Em seguida, mandou que enchessem de água as talhas, e levassem ao mestre-sala. Provando a água feita vinho, sem saber a sua origem, disse ao esposo: “Todo homem põe primeiro o vinho bom, mas tu guardaste até agora o bom vinho!”.
Vemos, neste episódio, o contraste entre a “visão humana” e a “visão crística”. A festa seguia completa, até que a “visão humana”, de Maria, deu informação de haver “carência” à “visão crística”, de Jesus, que lhe disse “nada ter a ver com ela”. A “visão crística” nada “tem a ver” com “aparências”de carência! Unicamente reconhece o Universo CONSUMADO da Realidade Espiritual , que é substancial – preenchida da Substância divina onipresente e permanente, sem que jamais haja sequer a possibilidade de “faltar algo”.
Diante da “visão absoluta”, que enxerga a Substância incólume subjacente às “aparências” testemunhadas pela “mente carnal”, que são todas ilusórias, as “imagens de carência” são “transformadas” em “imagens já supridas”, ou seja, é feito “na terra” como é “no céu”.
Caso alguém esteja sentindo “falta de vinho” em algum setor de sua vida, isto é, falta de saúde, falta de paz, falta de dinheiro, falta de companhia, etc., deve fazer o quê? Deve dizer à sua Maria (mente carnal): “Nada tenho a ver contigo”! Em seguida, exatamente onde os sentidos humanos viam “carência”, deve reconhecer ser “chegada a sua hora”, isto é, a “hora de se ver “dotado da Mente de Cristo”, do Sentido espiritual apto a ver o Agora infinitamente Autossuprido. Assim, o que aparentava ser “imagem com algo faltante” (água em lugar de vinho), se “transforma” em “imagem suprida” (tendo vinho), pela atividade da Mente crística (Oniação), que impõe ali a supremacia da Verdade sobre a ilusão.
Desse modo, a “imagem hipnótica”, antes vinda livremente e sem controle das “crenças coletivas”, a partir do “domínio” da Verdade, aparentemente se refaz em forma de “imagem suprida”, como “reflexo” do Bem permanente reconhecido pela Mente de Cristo, que todos nós temos.
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Sabedoria Na Boca, Entendimento No Coração
O hábito coletivo de se fazer a identificação com a suposta “mente carnal” gera o “condicionamento” ou a “sujeição” às ilusórias “formas materiais”. Se as Escrituras nos revelam que “somos o Templo de Deus”, por exemplo, é mais do que provável que alguém entenda que o Templo de Deus seja um “corpo físico”. Por quê? Porque a humanidade acredita “ter nascido em mundo material”, e esta “crença na matéria” a leva, erroneamente, a tudo interpretar como sendo algo de natureza material.
O Universo real é Espírito, e não matéria. Deus é Espírito, e o que n’Ele somos, é puramente Espírito. Portanto, diante das revelações absolutas, devemos sempre associá-las com Formas Espirituais, em vez de fazê-lo com “formas materiais”, com “Obras permanentes”, em vez de “obras temporárias”, e com “o que era desde o princípio”, em vez de com “algo que teve começo”.
“A minha boca falará da sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento” (Salmo 49: 3). Esta citação traduz como devemos agir, diante das revelações e de nosso estudo da Verdade. Que é “a boca falar da sabedoria”? É mantermos nosso discurso afinado com as revelações e não com as “crenças materiais”. Que é “meditar do coração tendo entendimento”? É aceitarmos as Verdades com “coração de criança”, desconsiderando objeções e opiniões do intelecto, de forma que nosso “discurso da sabedoria” seja espontaneamente endossado e percebido pelo entendimento sempre presente em nossa Consciência iluminada. Por isso associamos a Ciência Mental ao estudo absoluto da Verdade, ou seja, usamos as “afirmações da Verdade” e o “poder da palavra”, para que “a boca fale da sabedoria”; em seguida, passamos diretamente à “meditação de entendimento do nosso coração”.
Voltando ao exemplo do corpo, que é revelado como “Templo de Deus”, como saber que “a boca fala da sabedoria”? Quando afirmamos que ele é ESPIRITUAL, OBRA PERMANENTE, E EXISTENTE ”DESDE O PRINCÍPIO”. Desse modo, anulamos as aceitações ilusórias das “crenças coletivas”. Em seguida, nossas “palavras da sabedoria” ficarão à disposição de nosso “Coração”, isto é, de nossa iluminada Consciência crística, com a qual nos manteremos afinados e receptivos ao “entendimento absoluto”, intrínseco a ela “desde o princípio”.
Esta é a Prática da Verdade, que exclui esforço mental por não levar em conta quaisquer objeções intelectuais. Somente confirmamos as revelações ou princípios, para “ir a Mim”, à nossa Consciência iluminada, onde reside o “entendimento eterno” de toda a Verdade referente ao Ser que somos, que é Deus.
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Voando Acima Das Nuvens!
Certa vez, numa manhã chuvosa e, portanto, de tempo fechado, tomei um avião e ele, alçando voo, cruzou a camada de espessas nuvens, posicionando-se acima de todas elas para seguir viagem. O que pude observar pela janela do avião foi o seguinte: acima, estava o céu completamente azul, com o Sol em seu radiante brilho, e, abaixo, um “tapete” de nuvens espessas. Acima delas, o avião não tinha a resistência encontrada pouco antes, ao ter de cruzá-las para seguir sob o céu azul e ensolarado!
As “aparências” do suposto “mundo fenomênico” atuam como “nuvens”, ou seja, tentam nos iludir, mostrando “tempo fechado” em dia ensolarado, e tentam se mostrar “resistentes” em nossa “subida ao Pai”, quando “contemplamos a Verdade” de que DEUS É TUDO. Como devemos agir? Como agiu o piloto do avião! Com a convicção plena de que, ao decolar, estaria com o PODER de “ver céu sem nuvens”, tanto ao cruzá-las na subida como ao seguir viagem livre delas!
As “aparências” são “miragens”; sua atuação hipnótica jamais é “poder” capaz de barrar a livre “expressão do Cristo” que somos. Por quê? Porque DEUS É ONIPOTÊNCIA ONIPRESENTE, sempre contando com o NOSSO PODER E COM A NOSSA PRESENÇA para ser TUDO! Nossa “subida ao Pai”, portanto, é meramente “cruzarmos nuvens hipnóticas”, contemplarmos o “céu azul” da Realidade Absoluta, sem que, em momento algum, estivéssemos aceitando “resistência à Onipotência”.
É nesta compreensão que a recomendação de Jesus se fundamenta: “Não resistais ao maligno!”. A ONIPOTÊNCIA ONIPRESENTE É CÉU AZUL PERMANENTE! E “NELE VIVEMOS, NOS MOVEMOS E EXISTIMOS”.
DEUS É TUDO! A TOTALIDADE DA EXISTÊNCIA! Este é o “ponto de partida” do ensinamento absoluto, que nos impede de reconhecer “tempo fechado” e a suposta “resistência” por ele oferecida, quanto à nossa “subida ao Pai”. São “aparências”! São “nuvens hipnóticas”! São “miragens”! Eis porque eu sempre digo que “SUBIMOS AO PAI DE CIMA PARA BAIXO”!
As “nuvens hipnóticas” não são realidades! Não têm substância, presença nem poder! São a própria ILUSÃO! Enquanto alguém “resistir a elas”, APARENTARÃO existir! MAS, QUANDO VOCÊ FIZER COMO O AVIÃO, INDO RUMO A ELAS CONVICTO DE QUE NÃO SÃO PRESENÇA NEM PODER, O “CÉU AZUL” DA REALIDADE ESPIRITUAL SERÁ VISTO E VIVENCIADO POR VOCÊ! SEMPRE ESTIVERA SENDO A ÚNICA REALIDADE, UNIVERSALMENTE PRESENTE E EVIDENCIADA!
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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-13
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A Ciência Mental, como o próprio nome diz, é ciência, e trabalha cientificamente em nossas vidas como endosso radical da Verdade que somos. Quem for analisá-la intelectualmente, dirá ser absurda, pois, seus fundamentos estão na fé no absoluto e nunca nas ilusórias “aparências visíveis”.
Em vista disso, devemos entender a Ciência Mental como endosso e confirmação das “loucuras de Deus”, sem nos deixarmos perturbar pela opinião do mundo de que sua prática seja ilógica. Quando estudamos a Verdade de que DEUS É TUDO, “ilógico” seria afirmarmos carências, limitações e envolvimentos com as “aparências fraudulentas”, apresentadas pela suposta mente humana. “As coisas dos homens são tolices para Deus”, disse Paulo.
Diante das “aparências de adversidades”, cada um de nós vive incólume e autossuprido como Deus, uma vez que nossa identidade é o próprio Deus Se evidenciando como Ser individual. Se a “aparência” destoar do que SOMOS, iremos NEGAR A IMPERFEIÇÃO e AFIRMAR A PERFEIÇÃO, e de uma maneira convicta que, praticamente, nos leve a “VER” mentalmente a Realidade consumada subjacente àquela “aparência ilusória”. Visualizar a cena como “prece já atendida” será também útil, uma vez que a mente trabalha com imagens e não com palavras. Desse modo, a Ciência Mental nos ensina a “visualizar” a suposta situação plenamente “resolvida”, e, ao mesmo tempo, a “darmos graças a Deus” por isto! Estas táticas podem ser encontradas sendo empregadas por Jesus em várias passagens registradas na Bíblia, quando o vemos “reconhecer” estar atendido, abençoar e dar graças ao Pai em vista disso, e sem ter olhos que “endossem” imperfeições ou carências.
Como aqui vem sendo repetido, a Ciência Mental endossa as Verdades absolutas, deixando a mente em paz, em frequência elevada de “caso resolvido” e não de “caso preocupante”, deixando-nos afinados com a Verdade Absoluta de que é sempre AGORA, e que, neste AGORA, não existem problemas, não existem sofrimentos, não existem doenças, pecados, nascimentos nem mortes: existe unicamente DEUS sendo o EU que EU SOU!
Uma pessoa comum, que não estude a Verdade, se acordar sentindo forte dor na perna, logo a estará confirmando mentalmente: “Puxa, que dor na perna!” Com isso, terá aberto a tela de exibição do “filme ilusório”! Acreditará ter “perna material” que sente dor, quando, sabemos, toda suposta ”dor” jamais se encontra na ilusória “matéria”, e sim, na “mente ilusória coletiva”, que sustenta as crenças no bem e no mal. Assim, sem conhecer a Visão Absoluta e sem conhecer a Ciência Mental, a pessoa estará acreditando e endossando a ILUSÃO, sem noção alguma da Verdade já presente e sendo quem realmente ela é.
Como reagiria um estudante da Verdade, diante da mesma “aparência” ? Imediatamente faria a “Autocontemplação”, reconhecendo seu Corpo como ESPIRITUAL e sendo O TEMPLO PERFEITO DE DEUS. E caso ele fosse obrigado a interromper a meditação, para cumprir compromissos de seu dia a dia, iria NEGAR: “NÃO EXISTE DOR! NÃO EXISTE MATÉRIA! NÃO EXISTE MENTE QUE ACREDITE EM DOR, EM MATÉRIA, EM PERNA DOLORIDA!” Em seguida, iria AFIRMAR: “SOU UM COM DEUS! MEU CORPO EXPRESSA A PERFEIÇÃO DE DEUS! DOU GRAÇAS AO PAI PELA MINHA SAÚDE INTEGRAL E PERFEITA”!
Continua..>

















