A Verdade é universalmente válida e manifesta. Assim como Jesus, que, aparentemente “encarnado” aos olhos dos mortais, deixava de ser reconhecido como o “Cristo”, também o mesmo, ocorre com todos nós.
Os princípios da Verdade excluem “seres apartados de Deus”, ou “seres encarnados” e supostamente nascidos no sonho de vida terrena. Jesus disse: “Aquele que me vê a mim, vê o Pai”, ou seja, quem o estivesse vendo como “encarnado”, estaria vendo uma “miragem”, assim como um andarilho alucinado juraria estar “vendo” um “oásis” no deserto.
“Essa dupla personalidade do invisível e do visível, o espiritual e o material, o Cristo eterno e o Jesus corpóreo manifestado na carne, continuou até a ascensão do Mestre” – disse Mary Baker Eddy – “quando o conceito humano, material, ou Jesus desapareceu, enquanto o eu espiritual, ou Cristo, continua a existir na ordem eterna da Ciência divina, tirando os pecados do mundo, como o Cristo sempre tem feito, mesmo antes que o Jesus humano fosse encarnado aos olhos dos mortais”.
O valor destas frases está em unicamente cada um de nós fazer com elas total identificação, não nos prendendo a Jesus ou ao Cristo eterno nele, mas sim, em nós mesmos, onde a “ascensão” é entendida como o nosso próprio “renascimento”.
Deus está integralmente manifestado como o Cristo, seja em Jesus, seja em VOCÊ! Não existe diferença nenhuma em Deus ser o Cristo em Jesus e Deus ser o Cristo em cada um de nós. Qualquer suposta avaliação em contrário parte do ilusório “julgamento pelas aparências”, e, quem se deixar levar por tal juízo, deixará de ser cristão, como diz Paulo: “Daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo, agora, já não o conhecemos deste modo” (II Cor. 5: 16).
Que está por trás desta citação? Nossa presença em Deus e sendo Deus! A “Unidade perfeita”, que somos, sendo integralmente reconhecida! Por isso, jamais a Verdade absoluta pode ser misturada com “conceitos ilusórios” referentes a Deus, ao Universo ou ao Ser que somos!
Nada existe afora Deus! Jesus, na Bíblia, representa o Eu iluminado que somos, e não o Ser que “seremos um dia”. E, em termos de aparências deste mundo, todas elas são ilusórias, sem Deus, sem realidade e sem verdade!
A libertação que a Verdade oferece à humanidade é uma soltura de crenças, tanto comuns como religiosas! Jesus não fundou religiões no mundo, ensinando que sua doutrina se reduz a “vencermos o mundo”. Para isso, cada um deverá se achar em Deus e não no mundo.
Que vem a ser o “mundo”? Repitamos a pergunta, lembrando, antes, que DEUS, ESPÍRITO, É TUDO. Se você acatou esta premissa do absoluto, o chamado “mundo” só lhe poderá ser uma “ILUSÃO”, uma vez que nada de espiritual a CRENÇA diz que ele tem. Em vista disso, ora os ensinamentos o chamam de “aparência”, ora de “irrealidade”, ora de “sombra”, etc..
A frase de Jesus, “um só é o vosso Pai, o qual está nos céus”,nunca foi enfatizada pelas “crenças religiosas ortodoxas”; preferiram admitir um “homem material”, com “pais terrenos”, do que revelar que VOCÊ JAMAIS NASCEU! E quando a Verdade é escondida, FALSAS CRENÇAS ocupam, aparentemente, o seu lugar! Foram várias as vezes em que, repetindo Jesus, eu dizia: “Não chameis de pai a ninguém sobre a face da terra” (Mt. 23: 9), via as pessoas se mostrando abaladas e incomodadas, totalmente fechadas a esta Verdade! Muitas achavam que fosse eu o autor da frase, e quando eu explicava ser ensinamento absoluto de Jesus, mesmo assim não o acatavam como Verdade referente a eles próprios! Jesus não pretendia outra coisa, que não destruir a CRENÇA de que “nascemos em mundo do pai da mentira”.
Se perguntarmos aos cristãos: “Quem é seu pai?”, ouviremos nomes e mais nomes de “alguém da terra”. Os espíritas, por exemplo, abraçando a farsa de “reencarnação”, ainda acreditam em “ pais em série sobre a face da terra”. A vários deles, eu disse: “Você pode acreditar no que quiser; mas, não diga ser esta CRENÇA o ensinamento de Jesus! O dele o ensina a ter UM SÓ PAI, E NOS CÉUS!”
Lidar com CRENÇAS FALSAS é complicado! As pessoas a elas se agarram de tal maneira, que ficam cegas e surdas para a Verdade que extermina todas elas. E esta CRENÇA, em “nascimentos terrenos”, é o “encobrimento” de nossa IDENTIDADE CRÍSTICA!
Jesus também disse: “Não cuideis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada; porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra. E, assim, os inimigos do homem serão os seus familiares” (Mt 10: 34-36). Uma vez mais, explicava que “vínculos terrenos” são CRENÇAS A SEREM DERRUBADAS! Denunciava, com todas as letras, que “o mundo e seus habitantes não passam de “miragens”: sombras mortas em ilusória movimentação!”. Por isso os ensinamentos absolutos tanto enfatizam que “matéria não existe”, “nascimento não existe’, “morte não existe”: EXISTE SOMENTE DEUS!
Somos TODOS UM, a Vida divina ÚNICA Se expressando como ser individual! Enquanto VOCÊ se identificar com “parentesco terreno”, estará endossando CRENÇAS FALSAS, e deixando de perceber a Presença de DEUS, ESPÍRITO, como sendo sua IDENTIDADE ETERNA, PERFEITA E ÚNICA, E TAMBÉM, A IDENTIDADE REAL DE TODOS!
A partir do ponto em que DEUS É TUDO se torna premissa aceita, cada um deve se identificar com Deus de forma total e sem esforço. Não há em que se esforçar, uma vez que a Verdade sempre é esta!
Cada revelador da Verdade veio repetindo à humanidade a Realidade espiritual e verdadeira que constitui o Universo. O que viram, e nos anunciaram, é FATO SEMPRE PRESENTE! Portanto, o que deve ser nitidamente percebido, é que a ilusão NÃO ALCANÇA O FATO, QUE É DEUS Se expressando imutavelmente como o Cristo que somos.
Estas Verdades são os fundamentos de nossas “contemplações absolutas”, quando entendemos que “EU E O PAI SOMOS O MESMO”. As “CRENÇAS HIPNÓTICAS” DESEJARÃO VIR COM ARES DE “PRESENÇAS”, E TEREMOS DE ENCARÁ-LAS COMO “AUSÊNCIAS”, AFIRMANDO, RECONHECENDO E CONTEMPLANDO A ONIPRESENÇA DE DEUS.
“Se o mundo vos aborrece, aborreceu também a mim”, disse Jesus; e completou, dizendo: “MAS TENDE BOM ÂNIMO: EU VENCI O MUNDO!”.
Este bom ânimo é a disposição de não cedermos às “aparências”, dando a elas realidade! Nossa atenção permanecerá “em Mim”, na Presença divina manifestada como quem SOMOS, e manifestada como o Universo em que ESTAMOS.
Nada há, fora da Consciência crística que somos! O Universo, portanto, é o que está contido em nossa Consciência. E nela nada há, além da perfeição de todas as formas idealizadas por Deus.
Nossa disposição e bom ânimo para desmantelarmos as “imagens hipnóticas” precisam sobrepujar a ilusória intenção delas de quererem nos iludir! Elas apenas podem nos chegar como “sugestões”, e nossa parte é reconhecer que são irrealidades.
Tudo deve partir do nosso conhecimento de que este “EU” que venceu o mundo é DEUS sendo o Eu que somos. Desse modo, não nos identificaremos com o ilusório “eu das crenças”, que ficará “vencido” tanto quanto “o mundo”.
Contemple o Fato real e eterno: “EU E O PAI SOMOS O MESMO”! Assim, nosso foco será a UNIDADE PERFEITA, A ONIAÇÃO ONIPRESENTE, SEM QUE NOS DIVIDAMOS COM INEXISTÊNCIAS.
A Verdade é a Luz infinita sendo tudo e sendo todos, sem mais nada sendo reconhecido como verdadeiro. Assim devemos considerar, nos momentos de “Prática do Silêncio”, e, também, em curtas meditações, durante as atividades cotidianas.
Jesus não usava meios-termos! “Sois a Luz do mundo!” Sabia que este radicalismo era a única maneira de não darmos crédito às crenças ilusórias.
Assim disse Marie S. Watts:“Se quisermos ver a Luz, teremos de SER a Luz. Que é a Luz? Impossível descrevê-la em palavras; entretanto, Harmonia eterna e infinita, Integralidade e Perfeição estão bem próximos. Por proclamá-lo enfática e persistentemente, como Quem – Nós – Somos, e não deixando que qualquer “aparência de discórdia” roube-nos da já estabelecida condição que “É”, nós honramos o mandamento de amar a Deus supremamente”.
Os textos da Verdade não são leituras destinadas a seres humanos, que são “aparências”, e nunca quem somos! Por isso ela diz que “se quisermos ver a Luz, teremos de SER A LUZ! E esta Verdade deve ser proclamada enfática e persistentemente, como QUEM NÓS SOMOS!
Jesus teve este cuidado de orar e vigiar, para que a CRENÇA não pensasse em lugar de sua Mente crística! O mesmo terá VOCÊ de fazer: usar o Poder da Palavra e ENDOSSAR: “EU SOU A LUZ DO MUNDO”, e REJEITAR, como “NADAS”, as “aparências” discordantes da HARMONIA QUE SEMPRE É. E se isto for entendido como DIVERSÃO, e não como INCÔMODO, a cada “aparência” que nos surgir, será vista como “momento da diversão”: vê-la como NOVA TENTATIVA ILUSÓRIA de “algo que é nada” tentar nos iludir para lhe darmos realidade ou poder.
Esteja atento às seguintes palavras de Marie S. Watts: “A Luz está Se intensificando, e estamos sendo chamados. Aceitando-a, vivenciaremos a Glória; rejeitando-a, ou ignorando-a, a dor permanecerá, os problemas persistirão, e continuaremos despencando no abismo da “busca perpétua”.
Este alerta se destina àqueles que leem constantemente que DEUS É TUDO, sem que façam a TOTAL IDENTIFICAÇÃO com esta Verdade! Passam a vida toda se vendo nas “aparências”, sustentando “o velho homem e seus feitos”, e com a desculpa de ser um sério “buscador da Verdade”.
Enquanto a suposta mente humana se entretém com seus quadros fictícios, Deus, sendo TUDO, e sendo VOCÊ, simplesmente permanece em Sua Autocontemplação Absoluta, vendo a SI MESMO como PERFEIÇÃO ONIPRESENTE, como PERFEIÇÃO EM TUDO!.
O que os sentidos humanos – mente carnal – captam não são realidades! É sempre bom lembrarmos disso, antes que neles acreditemos e desejemos interferir. “Olhai para Mim, e sereis salvos”, disse Isaías. Este é o Caminho! “Eu Sou o Caminho!”
A todo instante nos chegam “imagens do filme ilusório”; assim, cabe, a cada um de nós, viver a PERFEIÇÃO CONTEMPLADA POR DEUS! Por isso, “olhar para Mim”significa uma atitude de inteira abstração de tudo que ilusoriamente nos possa vir como “acontecimento deste mundo”. Sua posição é de unidade com o EU, e isso é feito da seguinte forma: consciente de ser o Eu perfeito, habitando num Universo perfeito, olhará as “aparências” a desfilarem, aparentemente, diante dos supostos “olhos carnais”, mas como se, ACORDADO, visse “imagens de um sonho”, sem dar-lhes crédito, sem tentar mudá-las, sem crer que sejam reais.
Permaneça consciente de estar no AGORA ATEMPORAL, e, ao mesmo tempo, deixe que as “imagens fenomênicas” corram e passem diante de você. Estas imagens são a CRENÇA COLETIVA em desfile, e não são imagens verdadeiras! Tenha, portanto, o interesse de se ver apartado delas, apenas deixando-as correr diante de você, enquanto, de sua parte, VOCÊ INTERNAMENTE “OLHA PARA MIM”, para seu EU GLORIOSO DIVINO EM AUTOCONTEMPLAÇÃO. Diante das imagens falsas,diga a si mesmo: “Isto não é o que aparenta ser…o que é real, em lugar disto, é a “permanência das obras de Deus”.
Faça suas “contemplações” com a certeza de que “as miragens”, mesmo aparentemente “vistas”, não são a Verdade! De nada adianta só ler que DEUS É TUDO e que “este mundo” é uma farsa! Isto é verdadeiro? É! E VOCÊ já deve ter lido isto seguidas vezes! Entretanto, o que lhe será útil, será VIVENCIAR estas revelações!
“Olhe para Mim”,para seu Eu divino, ou Cristo, e então, sem nenhum envolvimento com as “imagens deste mundo”, veja-as passar como “desfile de nadas”.Isto o deixará conscientemente na Oniação,e o ilusório “mundo de sombras” se mostrará VENCIDO!
A Verdade, como o próprio nome diz, é a Verdade. Não será a Verdade somente quando for estudada e aceita por alguém; já é a Verdade! Desse modo, postergar a vivência do verdadeiro, e aceitar estar num “mundo de mentira”, não tem o menor cabimento! Esta inércia mental não é de ninguém! É outra ilusão da suposta mente humana!
Qual é a Verdade? DEUS É TUDO! SOMENTE DEUS É MENTE, E É, PORTANTO, A NOSSA MENTE!
A Mente de Deus está ativa agora, não só como VOCÊ, mas como TODO O UNIVERSO! Isto significa que a sua Atividade é a Atividade mental divina, e não humana. Contemple a Verdade! Contemple o Fato verdadeiro em manifestação, aqui e agora! Nada há além de Deus, nenhuma mente há, senão a Mente de Deus.
Sendo esta a Verdade Absoluta, nenhum esforço lhe é requerido para aceitá-la e vivê-la. Pelo contrário, quanto mais serena e natural for sua aceitação, com mais clareza você perceberá a Mente divina sendo a sua!
Os textos são escritos de modo a serem contemplados juntamente com a leitura. São lidos com “endosso da Consciência”, e com a alegria de se reconhecer que DEUS É TUDO, TUDO É DEUS.
Após as leituras, despenda o tempo livre que tiver para se perceber em Deus. A Mente que Deus possui para ser VOCÊ, é a Mente que VOCÊ possui para ser Deus. A natureza de Deus é a sua natureza, e não há Deus e VOCÊ, e sim DEUS sendo VOCÊ!
A Verdade está sempre “sendo”! Isto significa que AGORA a Verdade resplandece como o Ser que VOCÊ É! Não tente forçar nada! Simplesmente perceba o Fato perene em evidência: DEUS ESTÁ SE MANIFESTANDO UNIVERSALMENTE; E, ONDE VOCÊ AGORA ESTÁ, DEUS ESTÁ SENDO SUA AUTOMANIFESTAÇÃO COMO FILHO IMUTÁVEL, GLORIOSO E PERFEITO!
Não volte às CRENÇAS COLETIVAS FALSAS; não volte a ensinamentos que o veem humanamente! VIVA O AGORA SENDO A VERDADE! E A VERDADE, DESTE AGORA, É DEUS SENDO A SUA TOTALIDADE, O CRISTO, A EXPRESSÃO DE TUDO QUE A VERDADE É, MANIFESTA COMO TUDO QUE VOCÊ É!
O bom-senso nos ensina o ditado popular: “Cada macaco no seu galho”. Notamos, na forma de agir de Jesus, que, além de suas demoradas contemplações absolutas da Verdade, ele empregava com vigor o “Poder da Palavra”, ao lidar com as “crenças hipnóticas” deste mundo. Nas “contemplações”, reconhecia unicamente Deus, e, no mundo, usava a mente para expulsar as crenças em dois poderes!
A suposta “mente carnal”, de nossa parte, deve unicamente receber sua expulsão! Não faz sentido algum ficarmos lidando com ela e, com isso, dando-lhe pretensa presença ou poder!Imagem hipnótica não passa de imagem hipnótica! Mas, se não a expulsarmos de aceitação, ela ali ficará, contando com o nosso endosso.
Sempre que percebermos a atuação hipnótica das “crenças coletivas”, devemos expulsá-las imediatamente! “SAIA! VOCÊ NÃO É DEUS, PARA FICAR COMIGO!” – esse tipo de atitude enérgica corta nossa adesão ao erro! Faz aflorar na hora a Verdade de que “Fora de MIM, não há poder!”
DEUS É TUDO! Desse modo, quando “expulsamos o erro”, estamos, de fato, admitindo a Verdade de que somente Deus é presença e poder! Não devemos esperar “horários de contemplação” para desacreditarmos do erro! Usamos o “Poder da palavra”, até ele se render e sumir! Quando os ensinamentos pregam a “não resistência ao erro”, eles são verdadeiros; porém, “não resistir” não significa “abrigar”. “Não resistir” significa “não lhe dar poder”, ou seja, expulsamos as “crenças hipnóticas” como destituídas de poder, assim como fazia Jesus: sem imaginar possível “resistência” por parte delas.
“SAIA! VOCÊ NÃO É DEUS, PARA FICAR COMIGO!” – seja firme, ao expulsar a “sugestão hipnótica”! E não a entenda como realidade! Lembre-se: não tem cabimento você “abrigar ilusão”, esperando poder “contemplar” sua nulidade! O NADA É SEMPRE NADA! E é nesta compreensão que Jesus repreendia o erro: sem ver nele qualquer resistência, presença ou poder!
A chamada “ilusão” é inatingível por qualquer Realidade, ou seja, não existe nada de Deus tendo acesso a inexistências. Quando alguém diz que estuda a Verdade para se livrar da ilusão, apenas atesta uma impossibilidade! DEUS É TUDO! O Eu que somos é o Eu único que há; portanto, acreditar em “outro eu”, em ilusão, e desejoso de dela sair, é imaginar “caminho que leva a nada”.
Quando Jesus disse: “Eu Sou o Caminho”, disse também: “Eu Sou a Verdade e a Vida”. Já sabemos que este “Eu Sou” é impessoal e é o Eu Absoluto que Se expressa como todos nós! Este fato é a “Seiva Eterna” que, além de nutrir a Videira, nutre cada um de seus Ramos. A aceitação de que temos possibilidade de “nos iluminar”, sendo substituída pela aceitação de que “é impossível não estarmos iluminados”, desarma a “crença ilusória” e nos faz discernir estarmos “conscientes” de que “ilusão é nada”, ou melhor, que DEUS É TUDO!
Por mais que alguém hipnotizado creia piamente nas sensações ilusórias geradas pela “sugestão hipnótica”, jamais ele terá, realmente, vivenciado quaisquer daquelas sensações! O seu ser não poderia jamais ter atingido a “situação irreal”. Ou então, ela seria real! É nesse sentido que podemos afirmar que a chamada “ilusão” é inatingível por qualquer Realidade “.
Na Parábola do Filho Pródigo, é relatada a saída dele da “casa do pai” para viver de si mesmo, e em “terra distante”; vivendo dissolutamente, afastado, e se vendo posteriormente em péssima situação, decidiu-se pela “volta ao pai”, que o recebeu de braços abertos! Como é a “volta” de cada Filho de Deus ao Pai? É o “conhecimento” de que “jamais dali poderia sair”. Impossível sairmos da Onipresença! Impossível acessarmos “ilusão”! Impossível “voltarmos” para uma posição de que jamais saímos! Por isso, partimos sempre de Deus como totalidade onipresente, e de nós mesmos como a “Presença de Deus” onde estamos.
Contemple estas Verdades como Fatos consumados e permanentes, e a “Luz do Cristo” estará sendo vista como “SUA LUZ”, já colocada bem no alto do alqueire! Jamais saiu dali!
Quando as pessoas fazem a “Oração do Pai Nosso”, ao dizerem “seja feita a Vossa Vontade, assim na terra como no céu”, isto jamais significa que a Vontade de Deus já não esteja feita. Pelo contrário, é uma rendição do suposto ser humano à Perfeição do Universo divino, um reconhecimento de que “no céu”, esta Vontade divina está consumada e eternizada.
Não há “céu e terra” em lugar algum! O “céu” é a Realidade onipresente perpetuamente Se evidenciando! A “terra” é o “mundo do pai da mentira”, uma irrealidade de cunho hipnótico que aparenta existir, mas que é “nada”, simples crença falsa.
Quando nos identificamos com “o céu”, a ILUSÃO de existência terrena é dissipada, razão pela qual a oração é afirmativa, positiva e ativa, uma espécie de ordem dirigida à CRENÇA, e não a Deus. Não há oração que mude ou influencie Deus! Sempre ela reconhece a perfeição presente no lugar da imperfeição ausente.
A humanidade ficou viciada em “orar” achando que resolveu deixar Deus fazer a vontade d’Ele! Isto precisa ser bem entendido, uma vez que a “rendição da mente humana” é, de fato, um desprezo à ILUSÃO, para que alguém que estiver orando, esteja reconhecendo a supremacia da Vontade de Deus e a manifestação plena e livre de Suas obras, aqui e agora, como Sua Vontade permanente em evidência universal.
“Que se faça a Tua Vontade”é, portanto, a pessoa soltar dos ombros toda a responsabilidade quanto à sua suposta “vida na terra”, para entender que DEUS É DEUS, isto é, que a Vontade de Deus, soberana e única, já está abarcando a própria “vida dela”, que é, na verdade, a VIDA DE DEUS Se manifestando espiritualmente “no céu”, de forma perfeita como a “vida dela”.
Esta percepção iluminada é “perder a vida para achá-la”, citada por Jesus. Ele próprio fazia uso desta oração, dizendo sempre: “Pai, que se faça a Tua Vontade e não a minha”. Esta “entrega consciente” reduz a “nada” a ilusória “mente carnal”, e longe de ser “submissão”, é “comunhão”, a percepção de que DEUS É O HOMEM, E QUE A VONTADE DE DEUS É A REAL VONTADE DE TODOS NÓS.
Decorrente desta UNIDADE, é também manifestada a Vontade de Deus “na terra”, isto é, a Verdade percebida se estende como “bens acrescentados” nesta “sombra” de vida humana.
Que é a Verdade? Há cerca de dois mil anos, Pôncio Pilatos fez a Jesus esta importante pergunta. Não temos nenhum registro de que Jesus a tenha respondido a Pilatos. Por que não o fez? Provavelmente por saber que a sua resposta não seria compreendida nem seria digna de crédito. E a busca por essa resposta continuou existindo, perdurando até os dias atuais. Entretanto, Jesus deu a resposta. Clara e simplesmente ele declarou: “Eu sou a Verdade”. Mas por que ela não foi compreendida? Tão simples! Ele poderia também ter dito a Pilatos: “Você é a Verdade, se ao menos o soubesse”.
Uma percepção clara dos ensinamentos do Mestre nos revela que jamais ele alegava possuir o privilégio ou o direito exclusivo de ser a Verdade. Tampouco limitava esta prerrogativa aos seus discípulos imediatos. Em João 14; 12, podemos ler: “Aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas.” O certo é que Jesus não falava de si mesmo como pessoa. Pois, já não havia se referido a si próprio como sendo a Vida, a Verdade e o Caminho, mas de forma impessoal? Na prece que vamos citar, uma das mais maravilhosas já registradas, encontramos Jesus orando para que todos nós pudéssemos reconhecer a Verdade, o único Deus, como o “Eu” de cada um de nós. “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós, para que eles sejam perfeitos em unidade” (João 17: 21, 22,23). A prova de que esta prece inclui a todos está no seguinte versículo: “E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim” (João 17; 20). Isto soa como se Jesus falasse de si mesmo como a Verdade, com a exclusão de todos os demais? Que seria, ou quem seria o “Eu” citado nestas passagens? Quem seria este “Mim”, em quem somos convidados a crer? Há somente um “Eu”, o “Eu” existente como a sua “Identidade”, como a minha e como a de todos nós. E é neste “Eu”, neste “Mim”, que somos exortados a acreditar. Sim, amados, somos exortados a aceitar e reconhecer o “Eu” que é a Verdade impessoal, o “Eu” que EU SOU, como a “Identidade” de cada um de nós.
Seguidamente temos tido garantias de que, “se conhecêssemos a Verdade, estaríamos livres”. Porém, de que forma poderíamos conhecer algo, senão pelo discernimento da natureza do objeto de nosso estudo? Quando conhecemos algo, um conhecimento realmente efetivo de algo, aquilo permanece conosco para sempre, em e como nossa própria Consciência, ou Mente. E descobrimos que realmente contemos e somos aquilo que conhecemos.
Em outras palavras, é impossível conhecer totalmente a Verdade sem que, antes, conscientizemos que somos a própria Verdade que estivermos conhecendo.
Repetindo a pergunta, QUE É A VERDADE? A Verdade relativa a algo é o fato estabelecido daquilo que constitui a sua existência. O dicionário A define incluindo a seguinte interpretação: “Aquilo que é verdadeiro; um estado real de coisas; fato; realidade”. Sim, a Verdade é o Fato daquilo que existe como o Universo, como o Mundo, e como Você e Eu. A Verdade é eterna, sem começo, sem mudança e sem fim. Sendo infinita e eterna, a Verdade é harmoniosa e perfeita para todo o sempre.
A percepção da natureza exata da Verdade é de vital importância para todos nós. Por quê? Porque a Verdade é o Fato estabelecido, a Realidade de tudo que existe. Conhecer a Verdade é estar consciente da Perfeição imutável que constitui a totalidade do Universo, e esta totalidade inclui a mim, a você e a todos. Quando conhecermos a Verdade com convicção idêntica àquela que possuímos, de que um mais um é igual a dois, sem maiores esforços, realmente estaremos conhecendo a Verdade. Com frequência vínhamos pensando que conhecíamos a Verdade, quando, o que fazíamos, era nos entregar aos pensamentos de querer algo. Conhecer realmente alguma coisa significa estar consciente de sua existência estabelecida e imutável; incluir em tal grau em nossa Consciência, aquele conhecimento, que permanecêssemos impossibilitados de aceitar que a coisa conhecida fosse diferente daquilo que ela realmente é.
O fato estabelecido, de que um mais um é igual a dois, não inclui nenhuma condição ou Verdade parcial. De igual modo, a Verdade básica de que o todo imutável, eterno e perfeito Deus único abrange a totalidade da existência, jamais poderia incluir uma parcela, uma condição ou uma oposição.
Frequentemente, temos conhecido a Verdade de uma forma que Ela se opusesse a algo, como se existissem certas forças contrárias à Verdade que estávamos a conhecer. O caminho das afirmações e negações nos leva a esse engano. Se pudesse haver algo que se contrapusesse à Verdade, isto indicaria que a Verdade não seria o Fato total e completo da Realidade, ou daquilo que possui existência. Uma negação do erro jamais revela a Verdade. Tampouco faz com que a Verdade Se torne mais verdadeira do que Ela já está é, neste exato instante. Nós jamais nos preocupamos com o que não é verdadeiro, pois, trata-se de algo não-existente. Para quê nos atermos àquilo que é nada? Pelo contrário, nós contemplamos o Fato básico da existência: a Totalidade, a Unicidade, a Presença onipresente, onipotente, inabalável e ininterrupta da Perfeição que existe.
Amado leitor, parece-lhe que nos alongamos demais nesta questão da Verdade? Nesse caso, tenha um pouco de paciência, pois, agora irá descobrir que VOCÊ é a própria Verdade que está sendo apresentada aqui, e, é este mesmo Auto-reconhecimento que está agora se passando com VOCÊ.
Talvez esteja pensando: “Mas isso tudo é tão impalpável! Como posso ser eu esta Verdade?” Não se lembra daquilo que estabelecemos logo no início desta mensagem? Que o universo em que você vive, se move e tem o seu ser é o universo real, o único universo? VOCÊ, este você que está existindo aqui e agora, é o VOCÊ real, o único VOCÊ em existência. Deus é a Inteireza, o Todo do Universo; e esta Inteireza, esta Totalidade, inclui VOCÊ. Aquilo que for verdadeiro para Deus, como o Universo, é verdadeiro para VOCÊ, pois, VOCÊ se encontra incluso nesta Totalidade ou Unicidade de Deus. O Fato básico, ou a Verdade da PERFEIÇÃO ONIPOTENTE E ONIPRESENTE, É A VERDADE ESTABELECIDA DE SUA PERFEIÇÃO. Pôde, agora, perceber a vital importância de possuirmos um conceito bem definido de TUDO quanto compreenda a Verdade?
Algo que irritava profundamente os judeus de sua época, era Jesus se proclamar Deus! A ignorância espiritual chamava de “pretensiosa” esta identificação. Quando Jesus disse ao paralítico: “Qual é o teu impedimento? Levanta-te, toma teu leito, e anda!”, que havia, de fato, embutido naquela pergunta? Aparentemente, ele indagava ao homem sobre o que poderia estar existindo, e que o limitasse daquela maneira; entretanto, se analisarmos o que está por trás da pergunta, associando-a com a revelação de que somos todos “um com Deus”, entenderíamos ser outra a questão ali levantada, ou seja, “qual é o teu impedimento quanto a te proclamares Deus?”
Você, que lê estas linhas, é real, é consciente, é vivo! A natureza de Deus é a sua natureza! Os conceitos temporais, crenças coletivas sobre seu Ser, que a “mente humana” tenta associar com sua identidade, foram integralmente postos à parte pelas revelações de todos os tempos! “O que é nascido da carne, é carne; o que é nascido do Espírito, é Espírito”. Que o está impedindo de se proclamar Deus? Faça a si mesmo esta pergunta! Não force resposta que penda para opiniões do mundo!
“Que me impede de me proclamar Deus?” Persista nesta questão, durante a “Prática do Silêncio”, e permaneça atento às próprias revelações!
O Evangelho de Tomé registra: “Senhor, há muitos rodeando a cisterna; porém, nela própria não há ninguém!” Sobre este aforismo, Marie S. Watts comenta o seguinte: “De fato, a impressão que temos, é que há muitos que poderíamos chamar de “buscadores superficiais”; mostram-se plenamente satisfeitos apenas rodeando, abraçados ao campo do dualismo. Não parecem desejosos de reconhecer plenamente que “Deus é Tudo, Tudo é Deus”.
Enquanto colocações dualistas marcarem presença em nossa aceitação, deixaremos de “trocar o referencial”, vendo a Existência do ângulo da Verdade! Que é visto, a partir do “Referencial da Luz”? A Onipresença! O Infinito iluminado sendo tudo e sendo todos!
Contemple estas Verdades juntamente com a indagação aqui proposta: “Que me impede de me proclamar Deus?”
Ater-se à Verdade de que DEUS É TUDO se reduz à percepção inequívoca de que “fora de MIM – fora de seu Eu Absoluto – não há Poder”! Isto significa reconhecer serenamente que “nada mais existe que tenha poder”, uma vez que este “Eu”, sendo VOCÊ, é a única Presença evidenciada como o infinito Universo de Luz.
Aparentemente falando, há pessoas que vivem se ferindo; cortam-se com facas, tropeçam em móveis, esbarram em outras pessoas, derrubam coisas quentes em si mesmas, etc.. Estes supostos “acontecimentos” são sombras, e não realidades, e somente exprimem a CRENÇA de que “fora de MIM há poder”. Em outras palavras, a Unidade Perfeita, que é a Oniação no Absoluto, não estava sendo reconhecida! E sem este reconhecimento, age a CRENÇA DUALISTA, sempre sugerindo que “há algo separado de MIM”, e capaz de voltar-se “contra MIM”.
Onde há a percepção de que o Universo é UM SÓ CORPO, a CRENÇA ILUSÓRIA em “dois poderes” desaparece. Não se vê a mão de alguém beliscando a outra! As duas são vistas em “unidade com o corpo”.
“Nenhum poder terias sobre MIM, se não lhe fora dado do alto”, disse Jesus a Pilatos, após ter ele lhe dito “ter poder para soltá-lo ou crucificá-lo”.
Que significa “dar poder do alto” a algo ou alguém? Significa não reconhecer que TUDO É UM CORPO SÓ EM EXPRESSÃO AMOROSA, HARMÔNICA E PERFEITA! SIGNIFICA PERMITIR, À CRENÇA HIPNÓTICA EM DOIS PODERES, QUE SUA FALSIDADE ATUE APARENTEMENTE CONTRA NÓS.
Se um médico anuncia um suposto diagnóstico contrário ao BEM PERMANENTE a alguém, ele se apavora e dá crédito na hora, “deu Poder do Alto” ao médico e à sua avaliação; se um chefe demite um funcionário, e ele se desespera, temendo ficar desempregado e carente de recursos, “deu Poder do Alto” ao seu chefe; se alguém está noivo, noiva, ou já casado, e seu par lhe disser que “deseja a separação”, se a notícia o abalar, “deu poder do Alto” àquela pessoa!
MAS ESTE PODER JAMAIS SERÁ DADO EQUIVOCADAMENTE, QUANDO VOCÊ MEDITAR E, CONVICTAMENTE, RECONHECER:
FORA DE MIM NÃO HÁ PODER; SOU UM SÓ CORPO COM O UNIVERSO INFINITO! TUDO SOU “EU”, TUDO É “UNIDADE PERFEITA” – não haverá como as FALSAS CRENÇAS o perturbarem com suas mentiras e notícias vãs.
O Homem é DEUS em forma de indivíduo; assim, mesmo dotado de sua identidade distinta, jamais ela o deixa apartado do TODO, e é quando é percebida a Verdade absoluta:
“NADA PODE SER-ME TIRADO, NADA PODE SER-ME ACRESCENTADO”! FORA DE “MIM” NÃO HÁ PODER!
Contemplar a Verdade é partir da totalidade de Deus como única Presença, Poder e Evidência. Portanto, é partir da Perfeição imutável e absoluta da Existência do Universo e do Ser que somos.
Jamais há alterações em Deus; assim, jamais há alterações no Cristo eterno que somos. Este reconhecimento, feito como “ponto de partida”, faz com que as “aparências” deixem de ser levadas em conta, por serem inexistências, sugestões agressivas da suposta “mente carnal”, e que não podem ser aceitas jamais como realidades ou presenças.
Este entendimento deixa claro o que é, de fato, uma “cura metafísica”. Para a mente ilusória, ela consiste numa “mudança de aparências”, quando alguém, queixoso de algum sintoma desarmônico, intenta ver-se livre dele, de forma a se sentir “curado”. Por mais que esta visão dos fatos pareça lógica e verdadeira, ela é totalmente falsa! E acaba sendo um estorvo na vida das pessoas. Por quê? Porque prende a atenção delas nas “aparências”, em seus “sintomas ilusórios”, impedindo que se sintam livres para CONTEMPLAR O CRISTO ETERNAMENTE PERFEITO QUE CADA UMA SEMPRE É.
Quando nossa total atenção permanece em nossa Consciência crística, sem nenhum esforço mental, tiramos do “cinema terreno” a sua “tela” de projeção de ilusões. Em outras palavras, as “sugestões hipnóticas” perdem seu ilusório ponto de atuação, uma vez que NÃO CONSEGUEM ATINGIR, INVADIR OU INFLUENCIAR a Consciência crística que somos. Desse modo, enquanto nos sentirmos “incomodados” por algum suposto sintoma, isto somente quer dizer que NÃO ESTAMOS RECONHECENDO COMPLETAMENTE A NOSSA CONSCIÊNCIA REAL! Nesse caso, não há motivo para nos preocuparmos! Basta entendermos que “a ilusória mente carnal” está querendo se fazer presente, e nossa “contemplação” terá de ser melhor focalizada na PRESENÇA ÚNICA DE DEUS E DE SUA CONSCIÊNCIA ILUMINADA, QUE, DESSE MODO, ESTARÁ SENDO A NOSSA TOTAL E ÚNICA CONSCIÊNCIA.
Não pode haver “casa dividida” nas contemplações. Para isso, deve estar bem claro que a suposta “mente carnal” não é mente verdadeira! DEUS É A MENTE ÚNICA EM EXPRESSÃO, E É A MENTE QUE GARANTE, AQUI E AGORA, A NOSSA PERFEIÇÃO INVIOLÁVEL!
O “mundo das aparências” é unicamente “sombra”; se alguém olhar sua sombra distorcida e acreditar estar “necessitado de cura”, sua atenção não estará integralmente em seu EU REAL DIVINO E PERFEITO; por outro lado, se tirar toda atenção da “sombra fenomênica”, estará depositando-a integralmente no CRISTO PERFEITO QUE SEMPRE É! E A CRENÇA EM IMPERFEIÇÃO E CURA SE ESVAIRÁ!
Este entendimento é o PONTO DE PARTIDA de nossas “contemplações”: partimos de DEUS COMO TUDO, E DE NOSSA PERFEIÇÃO INTOCÁVEL EM UNIDADE COM ELE! Desse modo, em vez de acreditarmos em “curas”, estaremos conscientes de nossa perfeição permanente.
Se a mensagem correta de Jesus tivesse sido pregada, certamente um número muito maior de pessoas teria se beneficiado com as suas revelações. Infelizmente isso não aconteceu, e ainda não acontece! A adoração, o respeito e a confiança que Jesus tinha com relação ao Pai não foram passados à humanidade! Pelo contrário, mesmo tendo ele dito: “Eu e o Pai somos um… mas o Pai é maior do que eu”, o Evangelho foi pregado em cima de sua pessoa. E se dissermos isto a alguém, ele nos responderá: “Ocorre que, para nós, Jesus é Deus!”
Nada tem a ver o fato de Jesus “ser Deus” com a pregação mentirosa de seu Evangelho! Realmente, estando em “unidade com Deus”, é evidente que Jesus é Deus! Só que ele enaltecia e adorava o Pai, e não a si próprio! “De mim, nada sou; o Pai em mim faz as obras”, disse Jesus, e pregando que “os verdadeiros adoradores adoram o Pai, em espírito e em verdade”, exatamente como ele próprio fazia!
Esta deturpação ortodoxa funciona como “perpetuação” da crença de que somos míseros seres humanos. Um padre escreveu o seguinte: “Felizes os cristãos primitivos, que puderam ter Deus ao lado deles!” – referindo-se a Jesus. Entretanto, infelizes são os cristãos de hoje, que, lendo esse tipo de coisa, deixam de perceber DEUS EM SI MESMOS, que é o real Evangelho: “Ou não sabeis que sois o Templo de Deus e o Espírito de Deus habita em vós?”, escreveu Paulo. O padre, e tantos mais que receberam erroneamente um falso Evangelho, acham que estar “perto de Jesus” é mais significativo do que “estar com o próprio Pai em SI MESMO!” E quando isto lhes é falado, se enfurecem: acham que “estamos diminuindo Jesus”.
“Ninguém vem ao Pai, senão por MIM”, disse Jesus. Esta experiência eu tive em meu próprio Ser, que foi a “Experiência de Deus” Se revelando como o Cristo que eu sou. É claro que é “por MIM”, e é claro que “MIM” é O PAI EM MIM! Mas as pessoas, hipnotizadas pelas “crenças ortodoxas”, vieram o tempo todo me dando “alertas”: “Suas mensagens não colocam Jesus Cristo em destaque!”, “Tenho pena de você, que, em sua forma de pensar, não dá valor a Jesus Cristo”!” – coisas desse tipo eu sempre escutei; porém, jamais ouvi que “… O PAI É MAIOR DO QUE EU”!Em nenhuma vez isso me foi falado! MAS FOI O QUE FALOU JESUS!
Jesus tomou um cuidado tremendo para que a Verdade não fossei entendida como “Verdade pessoal”! “Quem crê em mim, crê não em mim, mas NAQUELE QUE ME ENVIOU” (João 12: 44). O apóstolo Paulo tomou o mesmo cuidado! “Cristo é TUDO em todos”, disse ele, explicando que as anulação do suposto “homem natural” faria cada um se ver SENDO O CRISTO! E este é o Evangelho revelado por Jesus: cada um “renascendo” – que é negar-se a si mesmo como “nascido de pais humanos”, para se identificar com o Pai real e único: “UM SÓ É O VOSSO PAI, O QUAL ESTÁ NOS CÉUS”(Mt. 23: 9).
Ao padre que escreveu “felizes os cristãos primitivos, que tinham Deus perto deles”, caso tivesse o endereço dele, eu gastaria um selinho e lhe escreveria dizendo: FELIZES AQUELES QUE PERCEBEM DEUS EM SI MESMOS, PORQUE, COMO DISSE JESUS, PODERÃO IGUALMENTE DIZER:
“EU E O PAI SOMOS UM…MAS O PAI É MAIOR DO QUE EU”.
“Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada”
Mt. 24: 2
A totalidade do Universo como sendo Espírito é a Verdade Absoluta que cada um haverá de conhecer. “Do menor ao maior, todos conhecerão a Mim” (Jer. 31: 34), diz a Bíblia. Se isso fosse entendido, não teríamos tantas pregações religiosas falando em “castigo eterno”, em “condenação” ou em “juízo final”! Teríamos pregações sobre “pedras sendo derrubadas”!
“Todos conhecerão a Mim”, ou seja, todos verão as ilusórias, hipnóticas e inconsistentes “crenças materiais” serem destruídas. “Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada” (Mt. 24: 2).
Isto disse Jesus a seus discípulos, quando saía do templo e eles quiseram mostrar-lhe a “estrutura do templo”. Para eles, o templo era feito de pedras, era material; porém, para Jesus, era uma “estrutura ilusória”, algo insubstancial feito de “nadas”, e que, por fim, seria meramente uma “crença desmantelada”. DEUS É TUDO! A REALIDADE É PURAMENTE ESPIRITUAL.
Por toda parte, a humanidade enxerga “estrutura material” exatamente onde a realidade presente é espiritual. Cada reconhecimento da Verdade de que TUDO É ESPÍRITO, provoca a “derrubada das pedras”.
Quando a “estrutura material” lhe mostrar um suposto doente, um pecador, um carente de alguma coisa, será o momento de você “derrubar as pedras”, sem deixar sobrar nenhuma! Por isso o princípio diz que DEUS É TUDO! É a sua base de “derrubada das pedras”, puras inexistências, vazias de sustentação e permanência, e que “desabam” diante do convicto reconhecimento da Verdade.
Jesus recusou-se a “ver a estrutura do templo”; já a conhecia! Uma ilusória “estrutura” mantida por “crenças falsas”. Assim são as “estruturas” de doenças, de pecados, de males, de problemas: ESTRUTURAS SEM ALICERCES!
Quem “contemplar” a Verdade, admitindo como real unicamente Deus, que é Luz, Amor, Onipresença, perceberá que “toda pedra” é ILUSÃO! Desse modo, “trará à Luz” a Verdade de que, de fato, DEUS É TUDO!
“Felizes sois vós, porque vossos olhos veem, e vossos ouvidos ouvem”.
Mateus 13: 16
Se alguém for cego e pobre, vivendo numa favela e cuidado por terceiros, se ganhar de algum milionário uma mansão, e for transferido a ela, nada perceberá; sua vida continuará na cegueira de sempre!
Assim vive a humanidade, após ter recebido a revelação de que não vive em mundo material cheio de problemas, mas que vive em Deus, em Suas bem-aventuranças; que vive, como disse Jesus, “a vida com abundância”! Permaneceu na antiga “cegueira”.
Quem olhar a agitação que aparentemente há pelo mundo, verá pessoas desesperadas e aflitas por toda parte, tensas, estressadas, buscando “progredir”, “viver melhor”, “garantir futuro”, etc.. Se dissermos a alguma delas: “Basta-lhe abrir os olhos!”,provavelmente sequer atenção nos dará! Estaria cega pelas “aparências”! Estaria vivendo em Deus e em Seu Reino, mas nada disso estaria discernindo! Estaria imersa no Amor divino, mas sem que o percebesse! ESTARIA VIVENDO UMA ILUSÃO, MESMO JÁ ESTANDO NA VERDADE!
Não foi por acaso que Jesus disse: “Se permanecerdes em Mim, conhecereis a Verdade e a|Verdade vos tornará livres”. Livres de quê? Livres da “cegueira” mental humana! Se o mundo tivesse compreendido o que lhe veio revelado pelos grandes mestres, teria se dedicado a “abrir os olhos”, e não a “se matar” na ilusória matéria, para garantir o seu sustento!
Quem “tem olhos que veem”, enxerga a SI MESMO, e a todos os demais, como “igualmente supridos por Deus”. Quem “tem olhos que veem”, vê a SI MESMO como Deus Se expressando como indivíduo! Assim, ao transmitir aos demais a mesma Verdade, desejará que eles, igualmente, “abram os olhos”, e vejam quem realmente são e onde estão!
É comum alguém achar que “contemplar” é “não fazer nada”. Entretanto, “contemplar” é ver que “Tudo está feito”! E perceber que “tudo é atividade”, e não inatividade! Isto significa que “contemplar”, além de ver “tudo consumado”, significa “se ver ATIVO na Oniação divina”, longe de estar sendo a ilusória imagem visível de algum suposto “meditante”.
Há pessoas que perguntam: “Qual é a posição ideal para as contemplações?” A resposta absoluta é: “É a sua posição na Oniação, sendo Deus!”. Enquanto alguém retiver uma “imagem humana” de si mesmo, seja em “posição de lotus”, seja “andando pelas ruas”, não terá “aberto seus olhos”! Mas quando alguém disser: “Aquele que me vê a Mim, vê o Pai”, este estará de “olhos abertos”, vivenciando a Verdade Absoluta de sua existência, que nunca foi, não é, nem será uma suposta “existência terrena”.
DEUS É TUDO! PORTANTO, “TER OLHOS QUE VEEM” SIGNIFICA VER O QUE DEUS VÊ, SOMENTE O QUE DEUS VÊ, E TUDO O QUE DEUS VÊ! “TER OLHOS QUE VEEM” É, PORTANTO, VOCÊ PERCEBER QUE DEUS, SENDO VOCÊ, É QUE É VOCÊ!
Após Jesus revelar à humanidade que “o Reino de Deus está próximo”, que “está entre nós”, que “é chegado o Reino de Deus”, poderia parecer não haver mais palavras para serem ditas, para que todos procurassem perceber que “estamos agora neste Reino”. Mas o apóstolo Paulo, com suas palavras, e sem rodeios, disse: “Em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”.
Isso tudo simplesmente quer dizer: “Já estamos agora no Paraíso”, e, unicamente, precisamos “perceber esta Verdade”. O Reino de Deus, portanto, não precisa ser realmente “buscado”, mas sim “percebido”. Se esta percepção se desse via mente humana, a humanidade toda já o teria visto, e não é de hoje! Ocorre, porém, que está suposta “mente carnal” é um instrumento ilusório! Nada tem a ver com Deus, e, por isso mesmo, foi chamada por Paulo de “a inimizade contra Deus”. Foi uma maneira drástica de enfatizar que este instrumento, que somente capta ilusão, não é o que recebemos de Deus.
“Temos a Mente de Cristo”, disse ele, que é a Mente real que todos temos, e, portanto, apta a “discernir” espiritualmente o Cristo que somos e o Reino iluminado em que estamos.
Quando Jesus disse: “Buscai, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça”, estava unicamente dizendo para que “nos identificássemos com a Mente de Deus”,como ele fazia, uma vez que somente Deus vê a Realidade eterna, enquanto a humanidade se ilude com puras “inexistências”. E esta ilusão é tão grande, que muitas pessoas ainda oram a Deus para que Ele as ajude a “viver melhor” esta MENTIRA!
O ensinamento absoluto é claro: UNICAMENTE DEUS EXISTE E É REALIDADE! Por isso, a palavra “Substância” é empregada como “matéria-prima” única e absoluta de todas as Formas. Há autores dualistas que dizem que devemos abandonar “o mundo das formas”, para nos acharmos em Deus! Não é verdade! Devemos, sim, abandonar a “mente ilusória” que traduz erroneamente as Formas! Todas as Formas são ideias divinas eternas! Por isso, nas “contemplações absolutas”, é recomendado que, além de percebermos o Universo como um todo, devemos, também, perceber a Forma “nosso Corpo”, contemplando-a como o TEMPLO DE DEUS QUE SOMOS.
Faça suas “contemplações” já se vendo estando no Reino de Deus e já dotado da Mente de Cristo. Veja tudo com “coração de criança”, sem nada forçar e se colocando em total abertura de receptividade interna.
“ESTOU NO PARAÍSO! SOU UM COM DEUS!” – parta diretamente da VERDADE ABSOLUTA, sem se dividir com a ILUSÃO de suposta existência terrena!
Você notará suas “contemplações absolutas” serem de percepção mais duradoura se cuidar, após a sua prática, de continuar permanecendo em Deus, em Seu Reino consumado, na Verdade de que “Tudo está feito”, que são as bases do ensinamento absoluto. Se assim fizer, verá que as supostas atividades das “aparências” fluirão com maior facilidade, pois serão reflexo mais fiel da Oniação perfeita da Realidade espiritual.
Todos já puderam notar que, quando agimos nos achando na matéria, tudo nos parecerá material; veremos as demais pessoas como carnais, algumas com vínculo e outras sem vínculo conosco, e estas aceitações ilusórias são as causas de muita confusão e perda de tempo.
Quando saímos com a percepção de que Deus é TUDO, nos veremos em “solo sagrado” em que todas as chamadas “pessoas” serão entendidas como expressões de Deus, assim como nós também somos. Mesmo que elas não tenham conhecimento desta Verdade, a nossa percepção da Verdade aflorará nelas todas, fazendo com que tudo se desenrole em “divina ordem”, e, se os acontecimentos se mostrarem desarmônicos, não deverão ser interpretados dessa forma. Por quê? Porque por trás das “aparências” manifesta-se a Oniação. Portanto, puxe, de tempos em tempos, a atenção radicalmente para a Oniação, reconhecendo que “DEUS AGE COMO DEUS SENDO VOCÊ!”. Assim, as “aparências” deixarão de contar com o seu crédito dado a elas, e se amoldarão à Verdade.
O mundo fenomênico não tem existência real! Não estamos nele nunca! Sempre estamos em Deus, e a ilusória identificação de nosso Ser, que é o Cristo, com o suposto “eu humano” é a ILUSÃO que pode nos levar a crer estarmos em “vida terrena”.
Quando Jesus orou: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal”, não estava dizendo que seus discípulos devessem estar no mundo! Estava orando para que eles “vissem o mundo com olhos de Deus”, ou seja, espiritual, consumado e perfeito sempre! O “mal” a que se referia era a ILUSÃO, o suposto “véu” que, aparentemente, esconde a Verdade de que o Reino de Deus é o ÚNICO UNIVERSO, AQUI E AGORA, EM EVIDÊNCIA!
Quanto maior for sua dedicação em reconhecer que “TUDO ESTÁ FEITO”, maior será a Paz divina que perceberá! Esta Paz é a demonstração viva de sua UNIDADE COM DEUS!
A maioria das pessoas tem dificuldade para desacreditar das “aparências”, para poder permanecer na Verdade Absoluta de que “somente existe Deus”. Discordar das aparências é necessário, pois são o que o próprio nome diz: “aparências”. Uma forma de lidar com elas é expulsá-las, como em muitas ocasiões Jesus fazia: “Afasta-te, Satanás!” . Este “Satanás” era a “aparência” tentando fazê-lo crer ser ela realidade. Expulsando-a, a Consciência crística que todos já temos, pode ser percebida com maior facilidade.
Outra maneira é ficarmos em meditação de olhos abertos, em contínuo reconhecimento: “Isto não é o que parece ser, isto é Deus que Se manifesta como …”. Permanecendo neste reconhecimento, deixamos de atribuir realidade ou poder àquela “miragem” vista, enquanto a Presença real de Deus é simultaneamente reconhecida.
“Aparências”, como sonhos, são sempre ausências! Não têm substância, realidade nem poder. A ilustração do lápis dentro do copo com água, que aparentaestar quebrado, visto por fora ao nível da água, é muito útil para este entendimento. O suposto “lápis quebrado”, apesar de “visto”, é uma “ausência”: jamais esteve sendo realidade ali presente.
O chamado “mundo material” é total “ausência”, uma vez que DEUS É TUDO, E DEUS É ESPÍRITO. É por esse motivo que a Metafísica ensina a não se querer melhorar “aparências”, pois, no caso, estaríamos deixando de lado a Verdade de que “TUDO ESTÁ FEITO”, de que a REALIDADE É OBRA PERMANENTE DE DEUS, E, PORTANTO, PERFEITA,PARA DARMOS CRÉDITO A “AUSÊNCIAS”, INTENTANDO “MELHORÁ-LAS”.
Mary Baker Eddy disse o seguinte: “O Princípio -Deus – é Onipresente e Onipotente. Deus está em toda parte, e nada afora Ele está presente ou tem poder”. Dessa maneira, fica estabelecida a a maneira correta de encararmos as “aparências”: como ilusórias ou inexistentes. Em vez de lutarmos para “melhorá-las”, teremos de empregar o Princípio de que “afora Deus”, nada está presente ou tem poder.
O foco, portanto, não está em “curarmos doenças”, ou em “corrigirmos imperfeições”: O FOCO ESTÁ EM HONRARMOS A DEUS COMO ONIPRESENTE E ONIPOTENTE, O QUE É FEITO MEDIANTE UMA NATURAL CONVICÇÃO DE QUE AS “APARÊNCIAS – BOAS OU MÁS – SÃO PURAMENTE AUSÊNCIAS”.
Quem estuda a Verdade somente compreenderá que DEUS É TUDO entendendo, simultaneamente, que as “aparências” são “nadas”. Aparências, como sonhos, são nulidades sem substância. Desse modo, avaliá-las como graves ou não, seria perdermos tempo avaliando “nadas”.
Os únicos acontecimentos deste AGORA são os da Oniação divina, e quando nos virmos diante de “aparências” conturbadas, a primeira coisa a ser lembrada, é que elas não passam de imagens falsas ou hipnóticas, sem poder algum para interferir com a Oniação,que reina resplandecentemente, ali mesmo, em Sua perfeição imutável e absoluta.
Marie S. Watts disse o seguinte:
Não importa quão terrível ou convincente a evidência aparente ser: volte-se instantaneamente à Verdade: DEUS É TUDO. Uma vez firmemente estabelecido nesta Consciência, perceba que TUDO significa tanto eterno quanto infinito. Contemple a Natureza de Deus como sem começo, sem mudança e sem fim. Permaneça no fato de que o Deus Infinito compreende TUDO, e é a única Mente, Consciência, Substância e Atividade do Universo. Continue na convicção de que o infinito Deus compreende a Consciência, a Substância, a Vida eterna, sem começo, sem mudança e sem fim de cada indivíduo específico. Irá presenciar enorme calma. E saberá que o aparente temporal foi anulado, e que se fez manifestada a infinita Onipotência da Onipresença como Sua gloriosa Verdade: “Eu sou o Senhor, e não há mais nada”.
O que nos é requerido, neste estudo, é esta postura decidida de não cedermos às pressões hipnóticas da suposta mente humana para que acatemos as suas mentiras como verdades. JÁ ESTÁ MAIS DO QUE PROVADO, NA METAFÍSICA, QUE “APARÊNCIAS” SÃO EMBUSTES! Você não precisará reter dúvidas quanto a isto! Basta-lhe contemplar serenamente “O QUE DEUS FAZ”, sem dar “fôlego” para que as “aparências” persistam.
Como disse Marie S. Watts, volva-se à TOTALIDADE DE DEUS, percebendo que TUDO significa “eterno” e “infinito”. A sua tranquila permanência nesta Verdade será sua “adesão” ao que Deus É, que o fará perceber sua Unidade com Ele.