“Espiritualizar” O Conceito Material De Corpo

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Nosso Corpo já é espiritual. Jamais creia ser ele material por assim o reconhecer a suposta “mente humana”. A aparência de que o Corpo nasce, cresce e morre não passa de falsa crença coletiva. O Corpo é, por assim dizer, a Consciência divina corporificada; logo, é a Onisciência na Forma “Corpo”; é a Inteligência universal corporificada. O “conceito material” é irreal, uma espécie de miragem. Tudo é Espírito. Uma crença material de Corpo não pode transformar em “matéria” o que permanentemente é Espírito. Assim, o objetivo deste exercício é leva-lo à “contemplação” do real aspecto do Corpo, que já é puramente espiritual, pelo abandono consciente do “conceito material”, pura ilusão que o mundo vem aceitando como se fosse “corpo verdadeiro”.

A “contemplação” pode ser feita encarando o Corpo como um todo, e também poderá levar em conta, de forma específica, determinada região do mesmo, que aparente ser “matéria” com alguma disfunção, distúrbio ou ” problema físico”.

Sente-se, feche os olhos, e reconheça, primeiramente, que DEUS É TUDO; e então, que Deus está espiritualmente corporificado como a Forma chamada “ seu” Corpo. Isto não lhe exigirá qualquer mentalização, mas tão somente uma intuitiva percepção natural da Verdade já estabelecida de que a Inteligência divina Se expressa, aqui e agora, como este Corpo que é o “seu” Corpo.

Quanto à aplicação específica deste exercício contemplativo, vejamos um exemplo: suponha que algum órgão do Corpo pareça não estar perfeito. Isto, obviamente, é uma ilusão; assim, passe a considerar a Oniação divina como sendo a ÚNICA atividade que cobre o Universo todo. Desse modo, perceba que o suposto “órgão em questão”, além de ser espiritual e não material, está integrado à Oniação divina, ou seja, a Perfeita Oniação está sendo, e inclui a atividade integral deste órgão.

Vale repetir que esta percepção não emprega esforço mental nem vigorosas mentalizações. É uma simples CONTEMPLAÇÃO de algo já acontecendo, de uma condição que é a ÚNICA POSSÍVEL de estar manifestada. É preciso que a PERCEPÇÃO seja clara neste ponto: A ÚNICA FORMA POSSÍVEL DE SEU CORPO, OU PARTE DELE, ESTAR FUNCIONANDO, É A PERFEITA, POIS A AÇÃO DIVINA É A ÚNICA AÇÃO REAL – ONIAÇÃO – E INEXISTE POSSIBILIDADE DE HAVER “OUTRA AÇÃO”, IMPERFEITA, TAL COMO A DE ALGUM DISTÚRBIO CORPORAL.

A princípio, este exercício pode aparentar ser mental, mas não se trata disso. Apenas empregamos certas palavras de efeito didático, para que não se tenha dúvidas sobre como executá-lo. Portanto, que fique bem claro: não significa mentalizar para que a “aparência do Corpo” melhore, mas sim, significa discernir intuitivamente o CORPO PERFEITO, já presente, que ocupa integralmente a ilusória posição do inexistente “corpo material” com problema. Este “conceito de corpo” nunca existiu, mas aparentava ter sido um feto humano que “se desenvolveu” até atingir a fase adulta. Assim como existia “areia” no deserto, onde um alucinado via “lago”, existe o Corpo de Luz Inteligente, onde a mente em ilusão vê “corpo nascido”. O Corpo real, portanto, é IMUTÁVEL. Tempo e espaço não existem: são falsas presenças que fazem parecer existir um “corpo mutável” de natureza material. HÁ SOMENTE O AGORA; HÁ SOMENTE ONIAÇÃO INTELIGENTE. O Corpo não poderia, jamais, estar apartado desta Verdade.

A melhor maneira de se praticar este exercício será a partir do Corpo divino infinito. Após considerar que Deus é perfeito, e que a Verdade, válida para o Todo, abrange necessariamente o “ponto” em que você está, saberá que o Corpo total, universal, está aparecendo inclusive COMO o “seu” Corpo individual, e que cada ser individual está integrado a esta UNIDADE ESPIRITUAL PERFEITA, eterna e constantemente.

Após contemplar e perceber a Oniação, substitua a ideia errônea de que “existe corpo material” pela Verdade de que O CORPO JÁ É ESPIRITUAL. Observe o efeito disso; sinta o que aparentemente provoca esta “mudança de conceito”. Em seguida, no silêncio e na quietude, PERCEBA A ONIAÇÃO DIVINA endossando esta Verdade. As mudanças de conceito não alteram o Corpo. CRENÇAS PODEM SE MODIFICAR, PORÉM, O CORPO JAMAIS SOFRE QUALQUER TIPO DE ALTERAÇÃO.

A percepção de que o Corpo já é espiritual afasta automaticamente a crença ilusória na matéria. A consequência visível, no mundo, será o “surgimento” da aparência saudável do Corpo. Mas, o que terá se tornado “visível” será o “seu” Corpo verdadeiro e permanente, espiritual e perfeito, o “TEMPLO DE DEUS”, que SEMPRE É!

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Contemplação: A Real Prática Da Verdade!

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A premissa de que DEUS É TUDO é o foco do estudo da Verdade. Após uma aceitação incondicional e irrestrita deste princípio, o Universo, a Identidade divina específica que somos,  e o Corpo que temos,  devem ser contemplados  em sua real natureza eterna, espiritual e perfeita. O mundo de crenças será reinterpretado como sendo o Reino de Deus, quando, em nossas contemplações, reconheceremos que “onde aparenta existir mundo material, o que realmente está presente, é o perfeito Universo de Luz divina”.

Contemplações radicais desse tipo excluem o ilusório mundo material e seus habitantes supostamente “nascidos”, enquanto a Realidade iluminada e eterna é reconhecida como Onipresença divina.

O reconhecimento de que DEUS É TUDO é ponto de partida nas contemplações, uma vez que já temos a informação de que o suposto “mundo de aparências” é ilusório. Unicamente Deus é Presença, Poder e Realidade, razão pela qual já partimos desta aceitação absoluta.

Entre em silêncio e unicamente reconheça:

DEUS É TUDO! Deus é o Universo infinito, Deus é Quem Se expressa como o Ser específico que “Eu Sou”, e Deus Se expressa como o Templo de Luz que constitui o meu Corpo!

Detenha-se nesta contemplação e desfrute da Realidade eterna que a suposta “mente humana” desconhece. Esta é a verdadeira Prática da Verdade Absoluta!

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Somos Todos O “Um”

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Uma Inteligência infinita, universal e onipresente Se expressa como Eternidade perfeita. Esta Substância é Amor Absoluto, que Essencialmente é TUDO; e, por isso mesmo, É Substância ÚNICA!

O Verbo, sendo Deus, é a matéria-prima universal, e, diz a Bíblia, “sem ele, nada do que foi feito se fez”.

Se VOCÊ está “feito”, o Verbo é a Substância do “seu” Eu distinto, que, apesar da distinção, não é separável do Uno.

Cada um que “desperta” para sua Presença no Uno, percebe sua Unidade com Deus e com todos os Seres, que, a partir de então, serão discernidos como “membros” de um Corpo que é único.

Joel S. Goldsmith disse o seguinte: “Somos “tentados” a aceitar que haja pessoa ou condição apartadas do Deus que constitui o nosso Ser”. Se endossarmos esta noção errônea, estaremos negando a Verdade da Unidade.

Negar uma Verdade é puro erro, uma vez que jamais a negação de um Fato real teria poder para efetivar tal errônea aceitação; assim, no máximo, alguém estaria se iludindo com uma mentira.

Se partirmos do “Referencial do Sol”, não há “nascer” nem “pôr do sol”; analogamente, se partirmos do “Referencial de Deus”, não há “nascimento” nem “morte”.

Mesmo que alguém seja tentado a acreditar que “o sol nasce no horizonte”, jamais este suposto fato esteve sendo verídico! O mesmo se dá com aquele que acredita “ter nascido”: jamais tal fato terá ocorrido!

Quando VOCÊ Se contemplar a partir do Referencial do Uno, jamais crerá em “seres que nascem e que morrem”. E então Se conhecerá como real e eternamente É: sendo o Cristo, em unidade com o Pai e com toda a real Existência!

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“Água Viva”

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No capítulo 4 de João, há o diálogo entre Jesus e a samaritana. Jesus pediu-lhe um pouco de água do poço de Jacó: “Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos). Jesus disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e que é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias e ele te daria água viva. Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde pois tens a água viva?… Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornaria a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna”.(João 4:9, 11-13,14.).

Este episódio tem profundo sentido espiritual para quem estiver preparado para ver além das palavras, diretamente para a Verdade tão bem conhecida por Jesus. É óbvio que a samaritana não a havia percebido. A visão dela, tanto do poço como da água, não ia além do que se baseia no ilusório mundo da aparência. Mas Jesus deixou claro que não falava de água a ser extraída de algum poço. Afirmava que esta fonte era interior, deixando implícito que ela jorra constantemente como Vida eterna,

É interessante notar que a palavra “água” é empregada como símbolo de novidade ou de renovação constante; é também utilizada como símbolo de pureza. Há outras Verdades simbolizadas pela “água”, mas agora queremos abordar a Verdade de que a Vida é eterna, a Vida é perene.

Nesta análise, precisamos contemplar dois aspectos muito importantes do sentido espiritual que há por trás do uso da palavra “água”. Um deles é a pureza. Frequentemente a Bíblia utiliza a água como símbolo de pureza. Isto quer dizer que Deus, a Consciência, é puro e completamente livre de toda contaminação da chamada materialidade. Significa também que a Mente divina “é tão pura de olhos que não pode ver o mal”. (Habac. 1:13). Somente a consciência que for inteiramente imune de ser contaminada pelo mundo das aparências poderá discernir esta Vida eterna, citada por Jesus.

Mesmo que você pareça não estar plenamente consciente dela, esta é a sua Consciência. Se você está consciente, necessariamente terá de estar consciente como esta Consciência pura, pois inexiste qualquer outra. Esta Consciência pura e imaculada é a sua Substância, sua Vida, sua percepção e sua Inteligência. Não importa quão reais ou convincentes as aparências em contrário possam ser: o fato é que a Verdade é esta. Deus, a Pureza em Si, é realmente a única Consciência; e não há ninguém , nem coisa alguma, capaz de estar consciente, a menos que fosse Deus estando consciente como aquela Consciência. Somente uma ilusão da ilusão é que estaria se apresentando como os assim-chamados pensamentos ou atos impuros. Realmente, existe uma só Mente, e ela é tão pura de olhos que não pode ver o mal. Como poderia você conhecer algo que a Mente única existente desconhecesse? Como poderia você ter consciência de algo que fosse a antítese total desta Mente única que conhece alguma coisa? Como poderia você perceber algo que não fosse Deus, a Mente, percebendo a Sua própria pureza perfeita? Como poderia você agir de modo contrário à atividade pura e perfeita que é Deus em ação? Deus em ação significa Oniação. Isto significa que Deus é TODA ATIVIDADE em ação; não há nenhuma outra atividade sem ser a Consciência, a Mente ou a Inteligência em ação.

Tão certo quanto o mal é desconhecido de Deus, ele é desconhecido de você! Isto porque o único você que existe, é Deus sendo o próprio Deus como sua Consciência, sua Mente, sua Atividade, todo o seu Ser e seu Corpo. Nenhuma conscientização será mais poderosa do que esta: a percepção de que Deus não tem nenhuma consciência do mal. O conhecimento de que Deus é a única Consciência capaz de estar consciente, e que a Consciência divina desconhece todo tipo de mal, permite-lhe ver com clareza e poder que você não pode estar consciente do mal. Deus, sendo a única Existência, não pode ter consciência da não existência. O mal é não existente.

Atividade é Vida. Sem atividade não poderia existir Vida. Sem Vida não poderia existir Atividade. Vida e Atividade são uma coisa só. Eis por que Jesus falou da água viva. Eis por que interpretamos o seu significado. Exatamente agora, será ótimo recordar que esta água viva é incapaz de estar existindo separada e apartada da Consciência pura, por serem uma Unidade. Consciência é Vida. Vida é Consciência. Toda Vida é Vida consciente. Toda Consciência é Consciência viva. A água viva citada por Jesus é Vida consciente. Ela é Vida estando consciente. Ela é Consciência estando viva. Isto significa que a Vida é eternamente consciente. Oh, que Verdade tremenda!

Porém, isso não é tudo: significa que a Vida consciente, vivendo como sua vida, é completamente pura e livre das contaminações de qualquer tipo de mal. Isto quer dizer que o chamado mal, disfarçado em doença, pecado, carência, tristeza, problema ou morte, é desconhecido pela Vida consciente e pura que você é, exatamente agora. Significa também que a Vida consciente que você é, constantemente é nova e renovada.

Em Apocalipse 21:5, seis, consta o seguinte: “… eis que faço novas todas as coisas… E disse mais: Está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida”.Sim, exatamente onde está o começo, está também o fim. Eles são um e o mesmo, pois no todo infinito e eterno, nenhum começo e nenhum fim são conhecidos. A fonte da Vida perfeita, pura e eterna já está presente como a sua Vida e como a minha Vida.

Entre nós, alguns sabem exatamente o que Jesus quis dizer, ao citar um poço de água interior que salta para a Vida eterna. Conhecemos este significado por experienciarmos esta gloriosa Vida consciente. É como se existisse uma fonte interior (embora saibamos que não existe exterior algum), e esta fonte pura e vibrante jorrasse constantemente como uma sempre crescente atividade pacífica e jubilosa. Na verdade, é como se esta fonte cintilante e efervescente fosse consciente de ser a própria Vida; Vida livre, irrestrita, ilimitada, sem fronteiras.

Isto não é nenhuma alucinação ou autoengano. É a própria Vida consciente, vivendo jubilosa, livre, pacífica e conscientemente, cheia de propósito. Melhor de tudo é o fato de ela ser a única Vida que está viva. Esta é a sua Vida. Esta é a sua Consciência. Esta é a sua Vida consciente; a sua Consciência viva. Ela é a sua alegria, paz, perfeição, pureza, liberdade, Substância, atividade, Ser e Corpo. Este é o seu Paraíso. Verdadeiramente, você está no Paraíso, exatamente agora, pois o seu próprio Paraíso é você. Rejubile-se, e seja extremamente feliz; isto é VOCÊ!

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O Cristo “Nascido Em Mim”

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Eternamente há um Cristo “nascido em Mim”, que é o Filho de Deus “nascido em Deus”. Deus é Mim, e Mim é Deus, no linguajar das Escrituras. Este “nascido” não significa “ter tido começo”, e sim que o Filho e o Pai são Um e, portanto,  da mesmíssima  natureza! Cada um que entende ILUSÃO como ILUSÃO, ou seja, como “imagem falsa” sobre a Perfeição PERENE, se discerne espiritualmente, sem as influências hipnóticas, para endossar a Verdade de que “é Obra permanente de Deus”.

Esta dedicação ao reconhecimento do Fato perfeito, exatamente onde  a ILUSÃO quer se mostrar “presente”como “fato imperfeito”, é a “prática da Verdade”. Jesus disse: “Se teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz”. Explicava Deus sendo o Corpo de Luz que temos agora, que é eterno, imutável e intocável pela ILUSÃO.

A perfeição incólume do Corpo é mantida intocável por Deus e nunca é “algo a ser recobrado” com meditações ou tratamentos espirituais.  Se alguém diz estar com “problema físico”, ou se diz estar “com corpo saudável”, este “corpo”, se visto pelas aparências, é a ILUSÃO se mostrando como “corpo”. Sejam quais forem as distorções mostradas em tais “aparências”, nenhuma delas altera o Corpo que temos e que somos, que é DEUS manifesto COMO Corpo. Por isso, é impreciso alguém dizer que “foi curado” pela Verdade! A Verdade é Onipresença perfeita e incólume! Este linguajar incorreto, por se mostrar prático no entendimento, muita vezes é usado, assim como também a Bíblia o utiliza, mas,  pode levar a pessoa a um errôneo pensar, isto é, que “estava enferma” e “ficou curada”. DEUS NÃO MUDA,  E NÓS, QUE SOMOS UM COM DEUS, NUNCA MUDAMOS! Permanecer em “MIM”, é cada um permanecer com olhos na   Verdade e na própria Perfeição permanente, e não em “aparências”.

Para que isto seja feito, a atenção deve estar integralmente voltada ao Fato revelado: Somos Deus em Autoexpressão individual, ou  “Cristo”. Não há Deus nenhum  dando “testemunho da ILUSÃO”. Unicamente a “mente ilusória” poderia sugerir tal testemunho, que é sempre e inteiramente falso!  Quando alguém, que vinha se vendo como “doente” ou “sofredor”, entende esta revelação, seja qual for a “aparência” colocada diante dele, com a ILUSÃO de que ele é quem estaria  naquela situação de dor, seu novo posicionamento radical, decidido e perseverante em NÃO SE DEIXAR LEVAR POR MERAS SUGESTÕES HIPNÓTICAS o fará se perceber tal como ele realmente é: perfeito como Deus!

Toda a Perfeição DIVINA está em Autoexpressão onipresente e universal! Reconheça que TODA A NATUREZA DE DEUS está “corporificada” como o SEU CORPO: além disso, reconheça que TUDO que não seja a “Perfeição DIVINA”, NÃO EXISTE! É desse modo que “VOCÊ”, EM “MIM”, É O CRISTO!

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A DIGNIDADE E SACRALIDADE DO INDIVÍDUO

O significado acerca do Cristo nos escapará, se não compreendermos que o Cristo sanador jamais foi crucificado, ou encerrado num túmulo. O Cristo sanador é o “Príncipe da Paz”, que mora em nosso íntimo: o Filho de Deus que foi entronizado em nós qual uma semente, desde o princípio. Através de nossas meditações, da contemplação e comunhão interna com essa divina Centelha, fazemos ressurgir esse Filho de Deus, em nós. Esta comunhão faz manifestar tudo o que o Filho de Deus é em nosso universo.

É um milagre da graça que, “onde dois ou mais estejam reunidos, em nome dEle, lá Se manifeste o reino de Deus, neles e entre eles”. É um milagre da graça que, um com Deus, seja a maioria. Cada vida singular é um milagre da graça de Deus; cada indivíduo é um descendente do Altíssimo.

Se fôssemos simplesmente essa forma que vemos no espelho refletida, qual seria a razão de nossa existência na Terra? Se observamos o modo de proceder de certas pessoas, meramente como seres humanos, perguntaríamos porque elas são toleradas neste mundo. Só quando começamos a compreender a natureza dAquele que está latente em cada indivíduo, à espera de ser conscientizado e soerguido, para nossa redenção e missão, como Filhos de Deus na Terra – só então entendemos que viemos a este mundo para demonstrar toda a glória de Deus. Este é o verdadeiro Natal, isto é, o Cristo corporificado, o Verbo feito carne.

“Pois eu desci dos céus, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade dAquele que me enviou”. Esclarece o Mestre que, em virtude da natureza universal de Deus, é tarefa, minha e sua, viver de tal modo que a vontade de Deus se faça em e através de nós — e não a vontade pessoal, minha e sua. Nossas vidas devem ser consagradas a Deus, em obediência a esse princípio.

Qualquer indivíduo que seja capaz de não se identificar com suas solicitações humanas e tome consciência de que “estou aqui para que a vontade de Deus Se cumpra”, para dar saída ao “Fulgor aprisionado” em mim; estou aqui para ser um canal consciente, amoroso e desinteressado ao Cristo interno, em benefício de todos os que ainda se encontram em escuridão”, em tal indivíduo o Cristo vive e age.

Napoleão disse que todo soldado leva na mochila um bastão de marechal, uma outra forma de reconhecer as imensas e imprevisíveis possibilidades de cada indivíduo. É uma expressão paralela ao ensinamento cristão, segundo o qual, todo indivíduo, mercê da divina Semente nele plantada, pode exprimir a autoridade e dignidade de um Ser espiritual autêntico.

A humanidade teve a fortuna de contar com grandes instrutores, que alcançaram a realização do Espírito interno e a visão de Sua vontade: Moisés, Elias, Eliseu, Jesus, João, Paulo, Buda. Todos esses homens ensinaram essencialmente a mesma coisa. Mas foram simples cicerones, revelando o que haviam alcançado e o que o homem pode alcançar. Foram suficientemente humildes para reconhecer que se eles não se fossem, o Consolador não nos poderia vir, pelo emergir da Consciência espiritual interna. Percebamos, também, que a revelação dos Mestres espirituais, em todos os tempos, foi a de um princípio universal, que devemos internamente demonstrar como revelação crística. Caso contrário, como poderia o reino de Deus implantar-Se na Terra, se não fosse plantado e desabrochado em cristicidade, em cada indivíduo?

A não ser por esse potencial divino que reclama expansão, poderiam os povos deste mundo melhorar? poderiam as pessoas transformar-se, de boas em más? de ignorantes em sábias? Haveria algum poder para tirar a raça humana do que sempre foi: de um estado selvagem, brutal, de servidão e carência, de ignorância em massa? Poderia o mundo transformar-se, a não ser pela vontade divina que vagamente apreendemos como vontade nossa, de buscar a realização do Natal, a natureza da verdade? Isto se deve à Semente de Deus, plantada na consciência humana, em mim e em você, e que deve germinar e frutificar, definindo nossa identidade individual.

Haveria outro meio de se fazer isso? A educação é, naturalmente, uma valiosa ajuda para a sociedade civilizada, mas, o mero treinamento acadêmico, o simples cultivo intelectual, não podem fundamentar uma consciência moral e integral. Só a realização de nossa natureza espiritual pode fazê-lo. Só o florescimento da natureza crística pode nos elevar acima das limitações humanas, formando uma sociedade de pessoas inspiradas, com elevado sentido moral e espiritual. Dizer às pessoas que devem ser boas, que deve haver paz na terra, que deve haver retidão nas relações humanas, não basta. Nem os sermões o conseguem. A paz na Terra será realizada apenas por um meio: encontrando-a em nosso próprio íntimo e abrindo caminho para que ela desborde à nossa experiência, abençoando e fazendo de nós mesmos uma bênção. De fato, ao encontrar e experimentar a paz de Deus, atrairemos pequenos grupos afins que acharão, por sua vez, essa paz. Desse modo, ela se irá espalhando, “ad infinitum”.

LIBERTANDO O “FULGOR APRISIONADO”

A paz está encerrada em você e em mim. É preciso libertar o “Príncipe da Paz” de nosso íntimo e deixá-Lo sintonizar-se como todos aqueles que, neste momento, se acham maduros e receptivos para a “experiência do despertar”. Repitamos: não se consegue isto pela tentativa de moralização das pessoas ou de pedir aos outros que sejam melhores do que têm sido. Nada disso. Isto é feito individualmente, pelo mergulho em si e libertação do Príncipe da Paz, que está encerrado dentro de nós. Isto é feito ao comungarmos com o Espírito interno, ao conscientizá-Lo em nós. Desse modo vamos formando uma abertura pela qual Ele emerge e Se liberta, caminhando diante de nós para realizar nossas obras, segundo a perfeita vontade do Pai. Notem bem: não nos cabe ir ao encontro do mundo para salvá-lo, senão ir ao encontro de nós mesmos, de nossa real identidade, para nos fundirmos em nova consciência e deixarmos que Ela se expanda de nós, em realização e ajuda.

Não há mérito espiritual em milhares de palavras que possamos enunciar; não há valor moral ou espiritual nas centenas de lições que possamos dar. A graça de Deus não pode alcançar as consciências humanas pela moralização. Só a consciência pode atingir a consciência. Retiremo-nos, em nossos lares, em nossos templos, em vales e colinas, para encontrar a paz escondida em nosso interior. Convertamo-nos em faróis através dos quais a graça de Deus possa ser irradiada. Então essa Presença invisível poderá preceder-nos no caminho, aplainando o solo e “preparando mansões” para nós. Os períodos de silêncio e de conscientização da Presença constituem o que de mais precioso podemos oferecer ao mundo.

Cada vez que vemos uma pessoa e realizamos que esta graça divina está dentro dela, somos-lhe uma bênção silenciosa. Assim, entoamos, sem vozes nem escrito, a paz ao mundo. Olhemos um indivíduo e tomemos consciência de que a graça de Deus está nele também; que ele é um Filho de Deus. Esta é, simplesmente, a prática de libertar o “Fulgor aprisionado”: o reconhecimento do Cristo, no íntimo de nossos amigos; além da mera aparência de um ser humano, andando sobre a Terra. É ver e regar, com esta verdade, a semente divina plantada em seu íntimo.

Esta semente continua enterrada dentro de nós e permanecerá como simples semente ou possibilidade, enquanto não a nutrirmos com o alimento espiritual adequado: o reconhecimento constante, repetido, de nossa identidade espiritual.

Dentro do ser individual está o Filho de Deus, este Eu, que ele é; dentro dele está a divina Presença e o divino Poder – a Graça de Deus. O EU, dentro dele, é o alimento, o brilho do Sol e a chuva fecundante, para esta semente.

Depois esta semente começa a brotar. A natureza de nossos amigos, parentes, sócios, companheiros de trabalho, começa a mudar aos nossos próprios olhos, sem que eles mesmos saibam o porquê. É possível que algo se desenvolva neles e encetem uma busca de Deus, de verdade, até que uma mensagem ou um mensageiro lhes revele que não há necessidade de buscar longe, porque o que estão buscando está dentro deles mesmos e o desejo que sentem é o próprio apelo do “Fulgor Aprisionado” para despertar e libertar-se. O que buscam é a divina Realidade neles: o Filho de Deus, o Santo Graal dentro de suas próprias consciências.

Toda sacralidade do Filho de Deus está estabelecida no centro de nosso ser – a eternidade, a imortalidade, a natureza infinita da seidade de Deus – porque somos UM com o Pai, e tudo que o Pai tem, já é nosso: a Sua sabedoria,a Sua Mente, a Sua Graça, a Sua Presença, a Sua Substância, o Seu Ser. O próprio alento de nossa vida, pois somos UM e, nesta unidade, encontramos a plenitude e nossa união com toda a humanidade. Somente na unidade com Deus é que nos sintonizamos com a Luz individual em cada ser e nos identificamos com tudo que haja percorrido o globo no passado, no presente e no futuro.

O Natal revela-nos que Deus plantou o Seu Filho em nós!

F I M

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O significado pleno de Natal não pode ser conhecido, senão através da compreensão da natureza imutável de Deus. Deus é. Eterna e infinitamente, Ele é o mesmo, ontem, hoje e para sempre. O que é próprio de Deus sempre foi, continua sendo agora, e sempre será. Em decorrência desta compreensão, o verdadeiro Natal não começou há dois mil anos: seu início está além do tempo. O que ocorreu há dois milênios foi meramente a revelação de uma experiência que se tem repetido, não somente “antes que Abraão fosse”, mas antes mesmo que o tempo fosse. Deus não inaugurou nada de novo há dois mil anos.

O verdadeiro sentido de Natal é este: Deus plantou na consciência de cada um de nós uma divina semente que há de germinar e vir a ser um Filho de Deus. Ninguém jamais existiu, nem existe agora e tampouco existirá, sem esta influência espiritual; sem este Poder que foi implantado em nossa consciência, desde o princípio.

A missão do Filho de Deus foi revelada através do ministério de Jesus Cristo e do que ele ensinou: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (não eu, Jesus, mas Eu, o Filho de Deus). Disse Jesus: “Se eu der testemunho de mim mesmo, meu testemunho não é verdadeiro…Eu de mim mesmo não posso nada: o Pai, em mim, é Quem faz as obras…Eu Sou o pão da vida…Eu Sou a ressurreição e a vida”. Este era o Filho de Deus falando através de Jesus, o mesmo Filho de Deus que está no íntimo de cada indivíduo, desde o início dos tempos.

Mergulhe em seu íntimo,

para encontrar a paz que foi estabelecida desde o princípio.

Conta, uma antiga estória, que havia um rei justo, amável, pacífico e misericordioso. Seu vizinho, rei das terras limítrofes, estava empenhado em guerras de conquista. Movido por sua índole justa e misericordiosa, o primeiro rei mandou um embaixador ao reino vizinho, em missão de paz. Entrementes, para proteger o povo, começou o preparo bélico. De um extremo a outro da nação se movimentaram para o provável conflito. Desde então, a alegria se apagou no coração do povo. O sorriso desapareceu da face das pessoas. Isso entristeceu o rei, que se recolheu em prece, em busca de uma solução que devolvesse a paz e harmonia à sua gente. Um dia, a esposa de um dos oficiais da corte pediu audiência para revelar-lhe um segredo. E o que ela sussurrou em seu ouvido fê-lo sorrir. De rosto iluminado, o rei a incumbiu de ir ao encontro de todas as mulheres, não os homens, para confiar este segredo, até que todas o soubessem e o pusessem em prática. O rei levantou-se e foi segredar à rainha o que aprovara. E a própria rainha foi, com a esposa do oficial, correr o reino, para comunicá-lo a todas as mulheres. Dentro de algum tempo o sorriso voltou ao semblante do povo. Um cântico novo era entoado por toda aquela terra. O júbilo foi restabelecido.

No dia de Natal chegou um arauto do embaixador que estava no reino vizinho, anunciando que fora assinado um tratado de paz. O rei mandou dizer ao povo que cessassem os preparativos bélicos. E os oficiais da corte pediram ao rei que lhes dissesse qual fora o segredo, que provocara tão grande transformação no povo e conquistara um improvável tratado de paz. O rei lhes explicou que o segredo, embora singelo, encerrava um poder imenso: consistia nisto: “Retirar-se, pela manhã, em curto período de silêncio, de vazio e introspecção. Orar a Deus (sem pedir a paz nem qualquer outra coisa), e comungar com Ele, deixando que Sua paz permeasse e enchesse o íntimo. Depois, durante o dia, várias vezes conscientizar essa Presença, no íntimo, como paz”. Tal foi o segredo que devolveu alegria ao povo e assegurou harmoniosas relações com o reino vizinho.

Aos estudantes da Verdade, esta estória parecerá mui familiar, porque sabem que em estágio avançado não se ora pela paz ou ordem em nosso reino interno. Deus já plantou esta semente em nossas almas, em nossos corações, em nossas mentes. Para que esta semente germine e emerja à superfície de nossa consciência, devemos mergulhar no próprio íntimo, abrindo o canal, a fim de que o “Fulgor aprisionado” se escape de lá, abençoando nossa vida e contagiando as pessoas de nosso convívio.

A função deste Filho de Deus é levar-nos a vivenciar a paz; induzir-nos a experienciar uma vida abundante; a dinamizar as potencialidades divinas, manifestando, de dentro para fora, tudo o que o Pai é e tem, como foi dito: “Filho, tu sempre estás comigo. Tudo o que é meu, é teu”. Esse “tudo” é a semente que foi plantada em nós. Quando furamos o solo em busca de petróleo; ou cavamos minas, para extrair ouro, prata, diamante; ou quando mergulhamos à cata de pérolas; não estamos trazendo para fora o que Deus formou dentro da terra e do mar? Somos, acaso, responsáveis por tudo que se formou no seio da terra ou dos mares, ou do ar? Fomos nós que formamos tudo isso? Alguém pode responder, pela ciência, que tudo isso se formou durante milhões e milhões de anos, antes que tivéssemos consciência de sua utilidade. No entanto, foi tudo previsto e tudo o que temos a fazer é extrair tudo isso que Deus preparou, para atender às nossas necessidades.

O mesmo ocorre no universo espiritual. O reino dos céus não está fora de nós (não acrediteis quando vos disserem: ei-lo aqui; ei-lo acolá, porque o reino dos céus está dentro de vós”). Como, então poderemos usufruir este reino, senão procurando-o e encontrando-o dentro de nós mesmos? Para contatá-lo, é mister cavar e mergulhar em nós mesmos. Quanto mais profundamente cavarmos e mergulharmos neste silêncio interior, tanto maiores e mais ricos tesouros traremos à manifestação.

NOSSAS VIDAS INDIVIDUAIS MANIFESTAM A GRAÇA DE DEUS

Para compreender o “Dia de Natal”, devemos entender com clareza que Deus plantou a semente de Si mesmo em cada um de nós. Tal semente deve germinar e converter-se no Filho de Deus plenamente desenvolvido, cuja missão é tornar nossas vidas bem-sucedidas e demonstrar a glória de Deus, como Jesus a revelou. Desde que “eu, de mim mesmo, nada posso”, e, “se der testemunho de mim mesmo, meu testemunho não é verdadeiro”, o que nos cumpre é simplesmente demonstrar, em nossas vidas individuais, a graça de Deus — Sua sabedoria, Espírito, saúde e abundância. Ao tornar o potencial em dinâmico, a possibilidade em atualidade, podemos dizer que Deus vai do infinito para o infinito; que Deus é o mesmo sempre, e Ele não faz acepção de pessoas.

Se Deus tudo criou para sempre, então, desde o princípio dos tempos, a humanidade trouxe, dentro de sua própria alma, a divina paz e a divina graça. Infelizmente não podemos partilhar estes dons com nossos semelhantes e nem eles conosco, enquanto cada um não os encontrar em seu íntimo. É uma simples descoberta, mas não podemos dar o que não descobrimos ou aquilo de que não temos consciência ainda. Todavia, quando o descobrimos, assumimos uma responsabilidade: “a quem muito é dado, muito lhe será exigido”. Espera-se muito daqueles que encontraram dentro de si a paz: eles devem derramá-la sobre os demais.

Se ainda não encontramos o Cristo dentro de nós mesmos, não podemos partilhar essa Consciência com os outros. Se não realizamos a paz em nós mesmos, não podemos manifestá-la ao próximo nem suscitá-la nele. Quem não expressa amor não pode atraí-lo. Aquele que não exprime abundância, não pode atraí-la. Ninguém pode atrair a paz, se, antes, não a encontrou dentro de si. Tudo o que gostaríamos de receber de nossos familiares, amigos, comunidade e do mundo, ou partilhar com eles, há de ser, primeiramente, encontrado dentro de nós mesmos.

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Dois Horários: Um Agora!

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A partir do momento em que passei a divulgar as Revelações espirituais, pude notar que meras palavras jamais seriam o suficiente! Cada um deverá ter a sua própria Revelação, isto é,  uma Autorrevelação! Somente uma Experiência própria, individual, será capaz de fazer com que cada indivíduo elimine a ILUSÃO de “existência humana” com seus supostos seres nascidos ou em evolução.

DEUS, LUZ INFINITA, É TUDO! Isto implica a inexistência da matéria! DEUS, SENDO TUDO, ESTÁ SENDO A TOTALIDADE DE SI MESMO NA FORMA INDIVIDUAL. ESTE DEUS,  AQUI MANIFESTO, CONSTITUI O MEU EU, O SEU EU, O EU DE TODOS! O EU ÚNICO!

Como discernir esta Verdade? Partindo dela e nela permanecendo, em silenciosa contemplação interior.

Entretanto, a maioria das pessoas que foram me conhecendo, se dizia inexperiente em praticar o “Silêncio”. Desse modo, para que esta “experiência” fosse discernida, e o “hábito de meditar” fosse criado, dois horários foram escolhidos para que, em “unidade de propósito”, todos fizéssemos as “contemplações silenciosas” em conjunto. Os horários são os seguintes:

Terças-Feiras: 20,30h – 21,00h

Quintas-Feiras: 21,30h – 22,00h

Que fazer?

De olhos cerrados, onde quer que você esteja, veja-se como um Ser puramente espiritual. Assuma a Revelação de que “já possui a Mente de Cristo”, e pense o seguinte: “Pai, cria em mim silêncio, para que eu possa perceber a Tua Presença sendo a minha!”  Solte-se nos Braços de Deus; ” entregue” o seu Espírito. Pela Graça, sua Unidade com Deus será experienciada.

Participe  conosco desta “Prática do Silêncio Coletiva”, mesmo que seja somente por alguns minutos. Quem se dedicar, acabará por “transcender” este suposto mundo dos “dois horários”, e irá perceber que, na REALIDADE, é sempre AGORA! O “AGORA PERFEITO” DO REINO CONSUMADO!

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A Escada E O Cego

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Quanto mais avançam as chamadas ciências humanas e exatas, mais se aproximam das eternas Verdades reveladas! As revelações não mudam jamais! Sempre disseram que “matéria é nada”, por ser Deus, a Onipresença, uma Substância espiritual perfeita! Quem vive pelas revelações, desfruta a divina Bem-aventurança permanente que lhe está disponível e destinada! Quem se prende aos avanços científicos, fica limitado àquilo que a ciência descobriu e também sujeito aos seus possíveis erros e eternas mudanças!

Se um cego precisar subir ao segundo andar de uma agência bancária, para falar com o gerente, mesmo que ele não saiba onde se encontra a escada e mesmo que não a esteja vendo, se seguir as orientações de quem a vê, acabará achando-a, por ela subirá e alcançará seu objetivo. Eu sempre cito este exemplo. Por quê? Porque as revelações são Verdades presentes e disponíveis! Não estão dependendo de “alguém se iluminar” para desfrutá-las, como está exemplificado nesta analogia do cego e a escada.

Que diz a revelação? Que VOCÊ É DEUS! Que VOCÊ É PERFEIÇÃO ETERNA E ABSOLUTA! Que VOCÊ É UM SER QUE NÃO NASCE, NÃO MUDA. NÃO ADOECE, NÃO ENVELHECE E NÃO MORRE!

Não está vendo nada disso? Não importa! Não é a suposta “visão humana” que “se iluminará” para revelar-lhe  este FATO! Viva a revelação, assim como o cego sobe pela escada que não vê, e, por ser verdade o que foi dito a seu respeito, a natureza divina de seu Ser, reconhecida mesmo cegamente, Se revelará!

A isso, a Bíblia chama de FÉ: ” a certeza das coisas não vistas”.

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“Eu Vim”

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Se disser que Deus é onisciência, onipotência e onipresença, ou que Jesus é onisciência, onipotência e onipresença, não fará nenhuma diferença, pois estará considerando Deus e Jesus separadamente do “Eu” que você é.

Quando considerar que “Eu  o Pai somos um”, sabendo que este “Eu” é onisciência, onipotência, onipresença, você, nesta UNIDADE, será infinito. Nesta UNIDADE, o “Eu” de seu Ser será imortalidade. E poderá verificar a diferença que se fará notar em sua vida diária.

A cada reconhecimento do “Eu”, você estará demonstrando a presença de Deus. Feche os olhos; volte-se internamente em atitude de “escuta”: Deus Se revelará. Deus revelará Sua Presença em seu âmago; mas será você quem Lhe deverá abrir caminho; terá de esvaziar recipientes já cheios; terá de entrar no silêncio sem quaisquer conceitos.

Pensar que Jesus, ou algum místico, “falava de si mesmo”, ao revelar o “Eu”, é enorme erro. Quando o Mestre disse “Eu”, referia-se àquele “Eu” que está em seu Centro, o que dava sentido a uma das maiores passagens das Escrituras: “Eu vim para que tenham vida, e que a tenham com abundância”. Se você lembrar que esta passagem está se referindo ao “Eu” que está em seu Centro, nunca mais temerá por sua vida, por seu suprimento, por sua felicidade ou por sua segurança. Para este “Eu”, em seu interior, é que você deverá olhar, e para nenhum outro. Deixe o divino “Eu” viver sua vida, vivendo conscientemente no “Eu” de seu próprio íntimo, no “Eu” que você declara ter vindo para que você tenha vida infinita, abundante e eternamente.

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Contemple Seu “Eu Iluminado”

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Não existem “pessoas iluminadas”, sejam elas chamadas de “mestres”, “escolhidos de Deus” ou “eleitos”. Existe, aparentemente falando, um “eu ilusório” atuando hipnoticamente e buscando convencer alguém de que Deus não é – ainda – o Eu iluminado que ele já É!  Fugir da Verdade para acreditar nesta sugestão de “estar em processo de iluminação” é o que eu sempre chamo de uma gota de água se imaginar em “processo de molhação”, acreditando que “um dia” será gota plenamente molhada!

Contemple seu Eu iluminado já! Não um “eu pessoal”, mas um “eu individual”, que é expressão viva da Luz da Onipresença ou da Unidade perfeita, que é Deus. Não há “luzes espirituais” brilhando separadas do Todo iluminado. “Deus é luz e não há nele trevas nenhumas”, disse João. A Luz infinita Se manifesta como Luz específica ou distinta, chamada “Cristo”, e este Cristo é a sua real, única e atual identidade iluminada.

Quando Jesus disse: “Vós sois a luz do mundo”, a última coisa que iria esperar, é que alguma “luz individual” entrasse em “processo de iluminação”. Por quê? Porque a revelação traz um Fato já acontecendo e não “meta para um suposto ego cumprir”. Todo suposto julgamento de “etapas de iluminação” é pura vaidade de um “eu” que nunca existiu! Quando Jesus foi chamado de “bom mestre”, sua resposta foi: “Por que me chamas bom? Bom há um, que é Deus!”  Não se via como Luz apartada de Deus, não se via separado daquele que assim o denominou! Via a Luz infinita, em si mesmo e em todos nós! Via a unidade iluminada, sendo tudo e sendo todos!

Desmascare de vez esta idolatria da suposta “mente humana”, que busca lhe ocultar a TOTAL LUZ DIVINA constituindo sua identidade deste AGORA, desviando sua atenção para o ilusório “mundo de aparências”, com seus mestres e seguidores! Enquanto VOCÊ não der um basta à ILUSÃO de que algo, além de Deus, possa estar existindo, estará se “julgando pelas aparências”, tentando fazer um “eu ausente” se “tornar iluminado”, e deixando de SER A LUZ que seu  EU ILUMINADO  AGORA É!

Contemple seu Eu iluminado! Este Eu é o “seu” Eu, este Eu é Deus sendo o Cristo, em todos e em VOCÊ! Não se desvie desta Verdade jamais! Ela é a Verdade Absoluta de sua Existência! DEUS É TUDO!

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Sendo Deus O Seu Eu, Sua Mente É Divina!

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Na postagem anterior, foi dito:“Havendo uma identificação direta e radical com Deus, sem participação alguma de ação mental humana, ocorre o chamado “Despertar espiritual”, quando discernimos Deus dando testemunho de Si mesmo como a identidade específica que somos”.

Esta identificação, direta e radical, nos deixa sem mente humana, sem dualidade e sem ilusão. De que modo? Pelo reconhecimento de que, em vista desta Verdade, torna-se óbvio, incontestável, entendido e manifesto, aqui e agora, que unicamente “temos a Mente divina”! Se Deus dá testemunho de Si mesmo sendo a Identidade que somos, não há como estarmos dotados de “mente carnal”.

 A visão absoluta fecha o cerco ao dualismo,  revelando que “ilusão” é nada, e não algo a ser transcendido! “Há muitos rodeando a cisterna”, disse Jesus; “não há nenhum na cisterna”, completou. (Evangelho de Tomé). Enquanto você abraçar ensinamentos que falam em “Deus e mais algo”, você estará “rodeando a cisterna”, sem beber da Água Viva. Enquanto achar que “renascimento” é “ego convertido”, estará “rodeando a cisterna”. Mas quando você simplesmente disser: “Eu Sou Aquele que Sou”, dentro do ponto de vista do Absoluto, que o faz “contemplar” a Deus sendo a totalidade do seu Ser real e único, “rios de água viva correrão do TEU VENTRE”, porque VOCÊ, sem  crenças dualistas fraudulentas, sem se identificar com a ilusória “mente carnal”, estará sendo a própria Fonte eterna do Bem Absoluto, por se compreender “um com Ela”.

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Deus Dá Testemunho De Si Mesmo Sendo Você!

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Quanto mais nos dedicamos à Prática da Verdade, que é o reconhecimento da Presença de Deus sendo quem somos, mais percebemos a nulidade da suposta “mente humana” e mais discernimos a Mente divina  como “testemunha” da Oniação divina. Esta percepção iluminada é o nosso atendimento ao chamado : “VINDE A MIM”.

Jamais um “eu humano” existiu, existe ou existirá para “IR A MIM”, e por este motivo, devemos entender que “IR A MIM” significa cada um  se identificar integralmente com Deus! Em Isaías, 45: 22, encontramos: “Olhai para MIM e sede salvos vós todos os limites da terra; porque EU SOU DEUS, e não há outro”.

Como foi dito, jamais um “humano” é ou será Deus, uma vez que DEUS É TUDO, inclusive  aquele próprio ser que “pensa”, em virtude de uma errônea identificação, ser um mortal ou humano. Havendo uma identificação direta e radical com Deus, sem participação alguma de ação mental humana, ocorre o chamado “Despertar espiritual”, quando discernimos Deus dando testemunho de Si mesmo como a identidade específica que somos. Esta identidade espiritual, na Bíblia, é chamada de “Cristo”. Assim, o  Cristo, é a Vida de Deus em cada Filho – em Mim- , a Vida eterna, Se expressando como o Ser individual, pleno e glorioso, que eternamente somos.

A Verdade é discernida pelo “despertar” e não pelo suposto “conhecimento intelectual” da Verdade. O estudo, apesar de também alterar a mente humana, objetiva não esta modificação de crenças, e sim nossa identificação com a Mente de Cristo. Os efeitos dessa identificação, aos olhos do mundo, serão os “bens vindos de acréscimo”; porém, o nosso foco deve se manter no “Referencial da Luz”, no ponto de vista absoluto de que, ao lado de MIM, deste EU PERFEITO que aqui e agora Se manifesta, nada mais existe! No enfoque absoluto, “todos os bens” são espirituais, já formando a Consciência iluminada que somos .

A”Prática do Silêncio” é o nosso instante de percepção de que “Deus da testemunho de Sua própria Presença como cada um de nós”. Não existe DEUS e VOCÊ! Existe DEUS sendo VOCÊ! Enquanto Deus dá este testemunho, VOCÊ simplesmente se vê sendo UM COM ELE! Dessa forma poderá dizer, e com autoridade:

“Aquele que me vê a MIM, vê O PAI”.

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O Dia Eterno

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Quando experienciamos o Mundo, o Corpo e a Mente perfeitos, não significa termos trocado um mundo por outro. Já não mais consideramos “este” mundo e “aquele mundo”. Nossa experiência diária consistirá em reconhecermos que somente existe um Mundo, que é este em que estamos, pois “Eu” e o “Mundo” são idênticos. O Mundo perfeito está presente agora, como nossa própria Consciência espiritual.

A chamada “consciência humana” não existe. Portanto, ela não pode ser desenvolvida nem estar em “estados” ou “estágios” de consciência. Sem qualquer existência, uma consciência ou mente humana não pode ser iluminada nem não-iluminada; não pode conter  conceitos verdadeiros nem falsos. Todas as crenças ligadas a outra mente, consciência ou mundo, ao lado do Uno espiritual, devem ser abandonadas, pois a Verdade, e somente a Verdade, reina.

É dito com frequência: “Eu conheço a Verdade; se eu somente conseguisse manifestá-La…!” Verdade é Manifestação. Verdade não é uma coisa e manifestação outra coisa. Não existe causa ou efeito na Verdade. A Verdade é um Inteiro, uma TOTALIDADE todo-inclusiva, é um EU-SOU-ESTADO-DE-SER. Ninguém poderá deixar de lado a crença e ensinamento de outra mente, corpo e mundo como humano e material, a não ser estando pronto e desejoso de ver e aceitar a DEUS como UM, sem qualquer oposto.

O Espírito, a Verdade, somente pode ser conhecida pelo “Coração”, que entende que a crença na dualidade não tem verdade nela, e que a ideia de dualidade se baseia integralmente na crença de separação  de Deus. Como jamais nos separamos do Espírito, não somos seres caídos, nem somos humanidade. O Dia Eterno, portanto, é este dia, este Agora, e Aqui.

Através de nosso Amor espiritual e profundo pelo “Um”, que O reconhece como Único, a Vida cessa de ser um mistério para nós; não mais a consideraremos como um problema a ser resolvido, mas uma realidade a ser experienciada. Nós somos jubilosos com nova Alegria, nova Luz e nova Liberdade.

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Seja “Menino Com Coração De Menino”!

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“Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus”.

Mt 18:1-4

Tão logo alguém perceba que a suposta mente humana é a “vilã” da humanidade, por ocultar com suas “miragens” a Realidade divina aqui presente àqueles que somente contam com ela como veículo de percepção, irá levar bem mais a sério a grandiosa revelação do apóstolo Paulo: “Temos a mente de Cristo” (I Cor. 2: 16).
 
Há séculos que esta revelação figura nas páginas da Bíblia! Por que não é valorizada como merece ser? Devido à  própria “mente humana”! Ela nos informa que nascemos neste mundo, e que estamos agora vivendo temporariamente em um mundo material. Existe alguma verdade nisso? Não. DEUS É TUDO, DEUS É ESPÍRITO, E NELE VIVEMOS, NOS MOVEMOS E TEMOS O NOSSO SER! Quaisquer considerações contrárias a estas Verdades, são ilusórias! Fantasias da mente carnal, e mais nada!
 
Que fazer para vivenciar a Verdade? Levar à risca a revelação: “Temos a mente de Cristo”. Você deve levá-la às “contemplações” como um tesouro a ser discernido! A mente humana ficará fora do processo! Ela é falsa! Este é o segredo! Admita incondicionalmente a revelação como verdadeira! Faça-o, e sem esperar qualquer endosso da mente humana! Faça-o admitindo a “mente de Cristo” já atuando em VOCÊ, em lugar da mente humana! Não force nada! SEJA O “MENINO” COM “CORAÇÃO DE MENINO”! Não alimente a crença de que “irá entrar em Deus”. JAMAIS VOCÊ SAIU DE DEUS! Com  “coração de menino”, solte-se nestas Verdades!

DEUS É TUDO, INCLUSIVE VOCÊ! Logo, a Mente divina já está sendo a SUA! Este foi o discernimento que possibilitou a Paulo nos revelar: “Temos a mente de Cristo”. Note bem: o verbo está no plural e tempo presente! Para quê? Para incluir VOCÊ!

Diga a si mesmo: “Chega de ilusão!”, e, simplesmente, seja aquele que VOCÊ JÁ É! Se VOCÊ, como todos, “tem a mente de Cristo”, O CRISTO É VOCÊ! CONTEMPLE-O!

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Veja-Se Como Autoemanação Divina!

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O exibicionismo particular das ondas de um oceano tem curtíssima duração, e se encerra quando suas águas são obrigadas a retornar ao oceano global. Não tinham vida própria! Eram emanações do oceano como um todo. Assim é o despertar de cada ser individual, quando deixa de acreditar na ilusão de “seus feitos pessoais”, por estar consciente de que, “de si mesmo, é nada”.

Somos a Substância divina una em Autoemanação eterna! Jamais a suposta mente humana nos conseguirá definir! E mesmo quando alguém, por revelação, vislumbra sua real e divina identidade crística, não poderá, jamais, encontrar palavras que transmitam intelectualmente ao próximo esta experiência iluminada. Como poderia uma ilusória mente humana, limitada a míseras três dimensões de percepção, compreender um Ser INFINITO? Impossível!  Unicamente a Mente de Cristo capta e conhece o Cristo que somos!

Disso decorre o seguinte: tudo que a suposta mente humana diz que somos, é o que nunca somos; e tudo que ela diz que vivenciamos, é o que nunca vivenciamos! Por isso, as Escrituras nos revelam: “Tendes olhos, mas não vedes”. Falam dos supostos sentidos humanos, que unicamente veem “aparências hipnóticas”, ou “miragens”, em constante mutação. Nenhuma delas tem algo a ver com o Ser que somos, que é discernido unicamente espiritualmente, pela Mente de Cristo que temos. Por isso, Jesus disse que “um coração de menino” nos faz “conhecer a Verdade”: com ele, VOCÊ ACEITA QUE DEUS É VOCÊ, independente do que lhe sugere a “crença coletiva”, fundamentada na “sabedoria da serpente” – mente carnal – e VIVENCIA DIRETAMENTE SUA IDENTIDADE CRÍSTICA PERFEITA!

O Universo é Substância espiritual perfeita em toda a Sua extensão! Por isso é dito que Deus é Onipresente!  Como “Deus é Amor”, o Universo, e tudo o que nele se contém, é Amor Substancial, e não matéria! A ILUSÃO nos sugere, através de sua “mente ilusória”, que “na matéria vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”, isto é, ela nos sugere o oposto do FATO REAL, de que “em DEUS – no Amor – vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”.

Você encontra a verdadeira paz através desta “troca de conceitos”, entrando na “Prática do Silêncio” para reconhecer o FATO REAL. Este reconhecimento precisa partir da admissão de que “tem AGORA a Mente de Cristo”, e, além disso, deve “sentir intuitivamente esta Verdade”, ou seja, levar em consideração a Verdade revelada:

“DE FATO, EU ESTOU EM DEUS, DEUS ESTÁ EM MIM! EU ESTOU NO AMOR DIVINO, O AMOR DIVINO ESTÁ EM MIM, DEUS ESTÁ SENDO O EU QUE EU SOU, EU ESTOU SENDO O EU QUE DEUS É!”

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A Ilusão De Outro “Eu”

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Quando alguém realmente parar para reconhecer que “vida humana”, “mundo material”, “nascimentos e mortes” não são parte de sua real experiência, estará, com esta “parada em reconhecimento”, “buscando o “Reino de Deus em primeiro lugar”. Isto porque o Reino de Deus é onipresente, nunca sendo realmente “buscado ou achado”! Apenas uma “neblina de crendices”, que parecia encobri-lo, estará sendo dissipada!

Isaías disse: “E será que, antes que clamem, eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei” (Isaías 65: 24). Estaria afirmando que Deus estivesse escutando lamúrias sem fim da suposta mente humana? Quem estuda o enfoque absoluto sabe que o sentido nunca foi este! Qual é ele? A revelação do Universo ÚNICO já pronto, sem nada a ser melhorado, sem ninguém reconhecendo imperfeições a serem corrigidas, por estar sendo reconhecida e contemplada a Verdade de que DEUS É TUDO!

Aquele que “clama” , aquele que “quer falar com Deus”, aquele que “espera que Deus o ouça”, é unicamente a “mente carnal” se expressando! E ela assim atua, aparentemente, devido à relutância de cada Filho de Deus em VER O PAI EM SI MESMO! Como acredita num Deus separado de sua própria existência, e  acredita em “vida na matéria”, é levado a crer que seja um “filho de Deus” sempre carente de algo, ou necessitado de alguma intervenção do Pai no sentido de aliviá-lo de algum suposto problema!

Unicamente o enfoque absoluto coloca o “machado à raiz da árvore”, reduzindo a  mente humana a nada e enaltecendo a Mente do Onipotente como única e como a Mente individual de todos nós! Quando isto é feito, o sentido absoluto da citação de Isaías é “aflorado”, o homem é entendido como sendo Deus, seu Universo é entendido como sendo o Reino de Deus, e a Verdade é diretamente vivenciada!

“Antes que clamem”, EU RESPONDEREI”, ou seja, antes que uma ILUSÃO de “OUTRO EU” se fizesse passar por VOCÊ, a plenitude já estava SENDO. Da mesma forma com que ela AGORA É! Identifique-se, portanto, com o seu “EU ÚNICO”, que está sempre atendendo a tudo, porque É TUDO!

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“Transforme Sua “Água” Em “Vinho”!

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“Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas de água. E disse-lhes: Tirai agora e levai ao mestre-sala. E levaram”.

João, 2: 1: 7-8.

Diante de um homem com a mão mirrada, Jesus não puxou-lhe a mão, e sim ordenou-lhe: “Estique a mão!” E quem a esticou foi o homem! Frente ao paralítico, Jesus não o levantou, e sim ordenou-lhe: “Levante-se, tome seu leito e vá para casa!” E quem se levantou foi o homem! A Fonte da ordem foi o Cristo em Jesus, e a Fonte de sua execução foi o Cristo nos dois homens citados. Há, aqui, a UNIDADE atuando como Oniação, porque tanto Jesus como os dois homens estavam, no momento, voltados à PERFEIÇÃO e não às aparências ilusórias! A confiança no poder divino suplantou as crenças do mundo e “o que era desde o princípio”, ou seja, Deus manifesto como Jesus e como os supostos “curados”, veio à luz!

Não existem imperfeições no Universo criado por Deus; e não existe “outro” Universo, imperfeito, com seres se mostrando com defeitos mil, sempre lutando para se manter saudáveis! Aceitar que “ESTE MUNDO” é unicamente uma ILUSÃO DE MASSA, desconhecida, portanto, de Deus, “abre” a visão correta que discerne o perfeito “CRISTO EM TODOS”.

Há pessoas que, relatando seus problemas, e, ouvindo os princípios espirituais capazes de revelar a NULIDADE de todos eles, apenas os escutam e se vão, sem que O CRISTO NELAS seja reconhecido e visto em sua Oniação perfeita! Entretanto, as chamadas “curas” contam com o Cristo do suposto iludido, e não com o Cristo supostamente em alguma”pessoa externa”.

O apóstolo Paulo, ao revelar que “Jesus Cristo está em nós” II Co. 13:5), explicava esta Verdade! O Cristo, sendo a real e única identidade de todos os supostos “homens”, jamais nasce, jamais adoece,jamais se ausenta e jamais morre! As ordens de Jesus, registradas na Bíblia, são para serem entendidas como DEUS EM VOCÊ, COMO O CRISTO QUE VOCÊ É, dando-lhe ORDENS no sentido de que VOCÊ SE MEXA! Que VOCÊ “estique a mão”, que VOCÊ  “se levante e tome seu leito”, que VOCÊ “deixe de ser cego para VER!” É DE VOCÊ QUE DEUS É IRRADIADO! E ESTE DEUS É O CRISTO   SENDO VOCÊ! A perfeição imutável,  mantida por Deus, que não tem “olhos para a ilusão”.

Pare de acreditar que “transformar água em vinho” seja mero “milagre” de festa HUMANA de casamento! O real “casamento” é o SEU, COMO FILHO DE DEUS, COM O SEU PAI INFINITO! E, deste “casamento místico”, decorrem as “transformações de água em vinho”, ou seja, a “transformação” de aparência ilusória” no REINO DE DEUS, a “transformação” de “doentes e pecadores” em CRISTO, a “transformação” da dualidade em UNIDADE, a “transformação” da mentira em VERDADE, a “transformação” de “seres nascidos” em ETERNOS FILHOS DE DEUS!

Quando VOCÊ vivencia estas “trocas de referencial” em SUA VIDA, VOCÊ TEM TRANSNFORMADO SUA “ÁGUA” – CRENÇA – EM “VINHO” – VERDADE ETERNA.

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Vivência Na Verdade

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No artigo de ontem, a autora estabeleceu a base da vivência da Verdade, que é admitirmos a existência única da Mente divina e, em vista disso, que  “pensamos o que Deus pensa”. De nada adianta a pessoa afirmar ser “uma com Deus” e se achar vivendo como se só tivesse “pensamentos” diferentes dos divinos! Na verdade, isto é uma impossibilidade,- DEUS É TUDO – mas aparenta ser real, devido à ilusória aceitação da dualidade, de duas mentes, de duas existências, de Deus sendo “outro” que não o Ser que somos!

Shannon Peck escreveu: “Sendo eu a imagem e semelhança da Mente divina, tenho de refletir o que a Mente divina sabe, e pretendo adotar como meu cada um dos seus pensamentos poderosos e sanadores”. Quem leu esta postagem de ontem e se dedicou a “pensar o que Deus pensa”, terá “adotado os pensamentos divinos”, em vez de se deixar conduzir pela ilusória mente humana!

Como fazer esta “troca de pensamentos”? Como deixar de pensar as “mentiras do mundo”, para realmente “pensarmos o que Deus pensa”? Primeiramente, através de radicais contemplações, que partem da Mente divina como única, e, portanto,  como a Mente verdadeira que temos. Esta é a parte principal ou fundamental! E então, em nosso dia a dia, devemos procurar nos adequar aos “pontos de vista” da Verdade, ou seja, reconhecer que “em Deus vivemos”, que “pensamos como Cristo e não como humanos”, que vivemos no Agora e não na “aparência temporal”, etc.. Esta é a “prática do “Orai e vigiai”, apontada nas Escrituras!

Para encerrar, transcrevo o que a postagem de ontem nos sugere, no sentido de que o seu suposto “dia de hoje” seja vivido como VOCÊ,  ESTANDO AGORA, NO PARAÍSO!

“Pense nisso! Toda a vida se manifesta dentro da infinita totalidade de Deus e por isso é boa. Toda a realidade está no âmbito da Mente única, dentro da consciência divina, que o homem reflete, e essa é a nossa única e verdadeira consciência. Tal raciocínio espiritualmente científico ajuda-nos a compreender que a cura por meio da oração consiste em trazer à luz a harmonia que para sempre existe dentro da Mente divina. É um despertar para aquilo que é real, em Deus e no homem. Por isso, a cura não ocorre fora do nosso pensamento, em alguma circunstância ou situação”.

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A Origem Impessoal Do Mal

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Um dos pontos mais importantes desta mensagem é a revelação da origem e natureza do mal, e de como devemos tratá-lo. Todas as religiões ensinam que Deus é onipresente e onipotente; porém, todos os males continuam presentes sobre a face da terra. O mero conhecer intelectual da totalidade de Deus é pouco. Que mais será preciso? Esta Verdade precisa ser conscientizada. Para isso, utilizamos alguns princípios.
A origem e natureza impessoal do mal é um dos princípios mais importantes. Seja qual for o mal, ele é impessoal. Isto quer dizer que jamais ele é criado pela mente errônea de alguma pessoa. Procurar pela causa do problema dentro de si, ou dentro de alguém que nos solicite ajuda, é o mesmo que perpetuá-lo ou impedir que ele seja resolvido. O mal, ou erro, que está se expressando em você, seja como doença ou como algum traço negativo de caráter, não tem absolutamente nada a ver com você.

A origem do mal está em algo que, por ora, chamaremos de “mente carnal”. Se este termo não lhe diz nada, substitua-o por palavras como satanás, aparência, pretensão ou ilusão. O nome não importa: importa saber que o mal, de qualquer nome ou natureza, provém de uma origem universal impessoal. Se você não for capaz de separar por completo o mal de um indivíduo, a ponto de ver um homem roubando uma carteira e conscientizar: “Obrigado, Deus, sei que ele não é ladrão. Há, por trás disso, a ação da mente carnal”, se não puder fazer isto, suas possibilidades como curador serão remotíssimas. E se, frente a alguma doença, você for tentado a crer ser algum estado mental negativo a sua causa, ou alguma outra condição ou circunstância, há pouca esperança de que consiga ser bem-sucedido como curador.

Nenhuma qualidade humana é causadora de doença. Você deve impersonalizar instantaneamente todo problema que lhe vier, conscientizando que ele tem sua origem numa fonte impessoal. Esteja certo de que ele não se encontra em você, nem em seu aluno nem em quem lhe tenha solicitado auxílio. Deus constitui a identidade do ser individual. Seu nome é EU, e este EU também é Deus. O “Eu” não é dotado de nenhuma qualidade ou propensão de caráter maligno.

Quando este “princípio de impersonalização” tiver sido aplicado, teremos vencido a metade da batalha. O passo seguinte será reconhecermos que a “mente carnal” é nada. A “mente carnal” é uma crença em dois poderes.

Deus nunca criou dois poderes; Deus nunca criou uma crença em dois poderes. Assim, esta crença não tem poder divino. Não é causa e não possui lei que a possa manter. Para nos livrarmos dela, precisamos conhecer a Verdade, e a Verdade é que Deus é o único Criador: o que Deus não criou não foi jamais criado! Como a crença em dois poderes não foi feita por Deus, não é por Ele mantida, e inexiste qualquer lei para perpetuá-la.

O primeiro passo, então, é impersonalizar o mal, isolá-lo da pessoa, sem jamais dizer um “ele” ou “ela”, reconhecendo que o mal está na “mente carnal” universal. Em seguida, declarar que esta “mente carnal” não é algo contra Deus, mas uma crença sem Deus, sem lei, presença ou poder que a sustente. Com isto, cerca de oitenta por cento dos casos serão resolvidos. Não há, de fato, a remoção dos problemas: a visão clara da perfeição eterna revela aquilo que sempre É, ou tem existido, exatamente onde a suposta discórdia parecia estar presente.

A dificuldade poderá estar nos outros vinte por cento dos casos, a que se referiu Jesus: “Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum”. Para resolver alguns deles, o curador terá de elevar-se muito alto em consciência. De minha experiência, posso dizer que nenhum curador resolveu cem por cento dos casos. Mas, grande número poderá ser solucionado, e poderemos chegar a noventa e cinco por cento de sucesso. Para o restante, teremos de nos elevar ainda mais, para alcançarmos a consciência capaz de permitir-nos dar uma solução.

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