O REINO SENDO VOCÊ

O
REINO SENDO VOCÊ
Dárcio
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Ao dizer que não viria o Reino de Deus visivelmente, Jesus explicava a Presença do Reino sendo a Consciência que somos, invisível para a mente humana. Jamais a suposta mente humana viu ou verá a Consciência de Deus Se revelando e sendo o EU que somos! A Realidade é a Consciência infinita, o Universo do Espírito, pronto e manifesto aqui e agora, na dimensão única, verdadeira e eterna do Absoluto.

As contemplações a que nos dedicamos são expedientes para reconhecermos esta Verdade, com Ela nos identificarmos para, conscientemente, nos descobrirmos inclusos nEla. Daí a importância da Revelação de que “o Reino está dentro de vós”. Discernir que “o Reino de Deus está em você” significa perceber este Reino SENDO VOCÊ! Isto porque Deus é TUDO!

A movimentação de pessoas e máquinas pode gerar “sombras de movimentos” correspondentes. As sombras até poderão se mover, ter formas, ou aparentarem ser presenças; entretanto, não são realidades, não têm substância, e são “ausências”, apesar de insinuarem a real presença das pessoas e máquinas causadoras delas. O mundo supostamente material é pura “sombra”; não tem substância, realidade nem vida! Jamais estivemos “neste mundo”, assim como jamais um objeto esteve em sua sombra! Sombra é ausência; o objeto é presença! Quando meditar, identifique-se com o Reino em VOCÊ, a Realidade infinita que desconhece “matéria”, a Luz infinita que desconhece “sombra”, o “Eu Sou” infinito que desconhece o “ego”. Identifique-se como habitante iluminado que vive na Luz e sendo a Luz! “Sois a Luz do mundo”, disse Jesus. Identifique com O REINO INFINITO SENDO VOCÊ! Não admita outra coisa, pois, qualquer “outra coisa” seria pura SOMBRA! VAZIO! ILUSÃO!

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PASSOS NO DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL

PASSOS NO DESENVOLVIMENTO
DA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL
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Joel S. Goldsmith
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Quando o estudante deste caminho se põe sob a orientação de um Instrutor, é-lhe ensinado que o primeiro e importante passo que deve dar, é o do RECONHECIMENTO CONSCIENTE do governo de Deus; é submeter-se, sincera e voluntariamente à orientação do Divino interno, como Sua Lei e Substância. Deve praticar diariamente a conscientização da Presença interna, recordando-se constantemente dela como inspiração e ajuda; como poder que supera qualquer problema ou desafio na vida exterior.

Com esta prática ele chegará à firme convicção do que disse o Mestre: “Eu venci o mundo”. Que desejou o Mestre significar com isto? Que havia alcançado um alto nível de consciência, onde não mais podia ser afetado pela “consciência da massa”, ou leis mentais e materiais. O comportamento dos governos, a segurança do mundo, o clima, as flutuações econômicas, os alimentos, as crenças reinantes, os eventos todos — nada disso já o podia afetar. Ele havia atingido tal alto nível de consciência que lá só podiam funcionar as leis espirituais.

Os primeiros passos para o alcance desse elevado estado de consciência são:

a) o reconhecimento da Presença interna;

b) o reconhecimento de que esse Espírito interno é o único poder, a única Lei e a única
Realidade.

Desde manhã, através do dia, até à noite, somos bombardeados pelas crenças mundanas em poderes materiais, mentais e legais. Devemos estar alertas para não nos deixarmos afetar por elas. Cada um de nós deve conquistar algum grau de reconhecimento de que o único poder real é o espiritual: a Lei, a Vida espiritual, onipresente. As leis materiais e mentais não têm poder – a não ser o poder que lhes damos quando nelas acreditamos. Eis a Verdade que liberta o homem das restrições deste mundo. Este é o principio básico; a serena e firme convicção a que devemos chegar:

o poder espiritual é a única realidade!

Deste modo podemos começar a compreender, ainda que em pequena medida, o que disse o Mestre: “Levanta-te, toma o teu leito e anda!” “Estende a tua mão!” Jesus quis dizer: Qual  poder poderia existir fora de Deus? Há outro poder que não seja Deus? O erro será um poder? Ou a doença? Ou o dinheiro? Será que existe realmente um poder fora de Deus e de seu amoroso governo?

Gradual e seguramente, também chegaremos àquele ponto em que  diremos: “Levanta-te, toma o teu leito e anda!” – porque aquilo que reconhecíamos como poder ou limitação, fora de nós (em virtude de nossas crenças em dois poderes: o bem e o mal) – já não representam poder e nem limitação para nós. Enquanto aceitamos dois poderes, ficamos sujeitos a eles. Logo, o primeiro passo de realização que devemos fortalecer, é de que há somente uma Presença e um Poder internos, que governam nossa vida e circunstanciais. E esse poder é espiritual. Essa Lei é espiritual. Essa atividade é espiritual. Tudo o mais é desprovido de poder, de presença, de continuidade, de causa e de efeito – porque não tem lei que o sustente. A única Lei é Deus e Deus é amor!

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A INTERIORIZAÇÃO QUE "CONDUZ" AO EU

A INTERIORIZAÇÃO
QUE “CONDUZ” AO EU
Dárcio


O aparente envolvimento com crença em existência material é a “ilusão”. Quando Jesus disse que não viria Reino de Deus na matéria, por estar, este Reino, estabelecido “dentro de nós”, explicava que “este mundo” é NADA! O Reino de Deus é onipresente, um Reino que é o próprio Deus, em que tudo e todos estão sendo, em Unidade, uma Existência eterna, perfeita, iluminada e puramente espiritual. “Em Deus vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17: 28). Desse modo, “interiorização” não é um termo  bem exato, mas  se mostra útil quando nos dedicamos à “jornada de renascimento”. O sentido  real de “interiorização” está em entendê-la como “desvínculo deste mundo”, ou seja, um processo interno de soltura da ilusão mediante o radical reconhecimento da Realidade divina. Nunca é demais ressaltar que este estudo se fundamenta em princípios revelados e nunca em aparências visíveis. Se fôssemos nos basear na mutabilidade dos quadros ilusórios, ficaríamos sem nenhuma base divina! As “aparências” são irrealidades, enquanto o Princípio divino é a Realidade perfeita e imutável. “Deus é a Lei e o Legislador do Universo”, disse Einstein. Ao ser indagado sobre “teorias físicas”, ele respondeu: “O que busco é o meu verdadeiro Eu”.

Não existe “nosso verdadeiro Eu” como existência separada de Deus. Deus Se revela como o verdadeiro Eu de cada homem, e o processo de “interiorização” se fundamenta nesta Verdade já consumada: “Eu e o Pai somos um”. Há quem prefira entender a “interiorização” como processo mental por etapas, quando alguém medita e se aprofunda em si mesmo. Há diversos ensinamentos que falam nesses termos. Eu sempre preferi o enfoque absoluto, pois, já parte da aceitação incondicional da Verdade, quando, identificados logo de início com o próprio Deus, não mais nos vemos  ligados a crenças conscientes e subconscientes da aceitação coletiva. “Subir de cima para baixo” – eis o enfoque absoluto a ser adotado em cada contemplação. Isto por que Deus é o nosso Eu, e ponto final! A Consciência que somos, esta que usamos agora para afirmar que “vivemos”,  é a Consciência iluminada e eterna que somos, e que, ao mesmo tempo e em unidade de percepção, está sendo a Consciência que Deus É. Não há “outra” Consciência, senão a nossa, para Deus estar consciente de ser quem somos e, de “nossa parte”, para que saibamos quem  Deus é. Deus é o Eu que somos, e o mesmo Eu que somos, é o “Eu Sou” que é Deus! A Consciência atual da qual me utilizo, e da qual você se utiliza, é a Consciência única e infinita que se estende por toda a Existência. Assim como o  “mundo do sonho” não tem realidade e nem vínculo com o mundo em que um sonhador dorme e sonha, o Reino em que Deus e Homem são um não tem ligação alguma com o fictício “mundo terreno”. Não há como existir vínculo entre o Tudo e o nada! Capte intuitivamente estas Verdades, assuma já estar consciente da Verdade, por ser e ter a mesma Consciência de Deus; admita já estar vivendo o que Deus vive, a Realidade divina e não terrena, a Verdade e não o sonho!

“O Reino de Deus está dentro de vós”, disse Jesus. Esta percepção, quanto mais direta for, mais de sua Luz lhe mostrará! Nunca parta da ilusória existência humana! Endosse os princípios revelados com a mente, enquanto, em meditação, sua percepção caminhe em unidade com aquilo que Deus vê, conhece e expressa! Você é um com Deus e não um com crenças falsas! Vá direto à Verdade, ao Absoluto, ao Eterno EU SOU, que você já É! Esta é a real “interiorização” que o faz contemplar o que VOCÊ É.

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RELAXE E DEIXE A ALMA SE EXPRESSAR

RELAXE
E DEIXE A ALMA SE EXPRESSAR
Joel S. Goldsmith
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A falha ocorre frequentemente por causa da descrença de que nós somos a expressão de Deus, ou da Vida, ou da Inteligência ou das qualidades divinas. Isso nunca é verdade. Deus, ou a Consciência, expressa eternamente a Si mesmo e as Suas qualidades. A Consciência, a Vida, o Espírito, nunca pode falhar. Nossa tarefa é aprender a relaxar e deixar que nossa Alma se manifeste. O egoísmo é a tentativa de ser ou de fazer algo pelo esforço pessoal físico ou mental. O não nos preocupar é nos privar do pensamento consciente e deixar que as ideias divinas preencham nossa consciência. Uma vez que somos Consciência espiritual individual, podemos sempre confiar que a Consciência realize a Si mesma e à Sua missão. Somos expectadores e testemunhas desta divina atividade da Vida, que realiza e manifesta a Si mesma.
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Cada vez mais devemos nos tornar expectadores ou testemunhas. Temos de ser observadores da Vida e Sua harmonia. A cada manhã temos de acordar ansiosos para ver um novo dia que revele e desdobre, a cada hora, novas alegrias e vitórias. Diversas vezes por dia temos de perceber conscientemente que estamos testemunhando a revelação da Vida eterna, o desdobramento da Consciência e de Suas infinitas manifestações, da atividade do Espírito e de Suas grandiosas formas. Em cada situação do nosso dia-a-dia, aprendamos a ficar por trás de nós mesmos e ver Deus ao trabalho, testemunhar a ação do Amor nas nossas vicissitudes e esperar que Deus Se revele em tudo que nos rodeia.
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RESOLVER É DEIXAR FLUIR A SOLUÇÃO

RESOLVER
É DEIXAR FLUIR A SOLUÇÃO
Dárcio

A vida espiritual não é aquela em que ficamos de braços cruzados, alheios a tudo, dizendo que “colocamos tudo nas mãos de Deus”. E também não é viver sob tensão, partindo para cima do mundo como se ele fosse um inimigo. Tanto a inatividade quanto a atividade movida pelo ego são ilusão. Não existem dois mundos! Unicamente Deus é Realidade! Esta Realidade é ativa, ou seja, é Oniativa, e nos inclui a todos. Se sairmos ao mundo com a ideia de que “iremos resolver as coisas à nossa maneira”, sem, primeiro, termos meditado para reconhecer a Unidade da Existência, seremos somente um mortal vivendo estressado e sempre pronto a encontrar conflitos. Por que? Por estarmos acreditando em “várias mentes”, e estas, ora se nos mostrarão harmônicas conosco e ora em conflito. Nesse caso,  a arcaica crença dualista no bem e no mal estaria sendo cegamente endossada por nós!

Resolver as coisas é viver naturalmente, participando de tudo e deixando fluir a ideia correta e inspirada que nos for surgindo a cada situação. Nossa atenção fica, assim,  voltada à inspiração captada com tranquilidade a cada instante, e não mais presa à tensa mente do ego, supostamente dotada da “vontade férrea” de dar solução à questão de qualquer maneira. “Entregar a Deus” é o primeiro passo, passo este que é dado na “contemplação”, quando nos interiorizamos e reconhecemos que “somos todos um”, onde este Um é Deus, o Todo! Somente após esta conscientização, participaremos natural e ativamente de nossas atividades diárias, resolvendo tudo a partir do “livre fluir” dos fatos e ideias que nos forem vindo. Para isso, a mente deve estar pacífica, amorosa e confiante, na certeza plena de que “unicamente a perfeição se desdobra para o bem de todos”. Afirme isto! Não fique preso apenas ao seu lado! Seja todo-abrangente em sua visão, nas atividades cotidianas, entendendo que realmente somos todos um e que, portanto, a harmonia se manifesta como o fluir livre da vontade divina. Reconheça que esta Vontade Se revela tanto em você como em todos ao mesmo tempo! De nada adiantará meditar , aceitar que a Mente única é Deus, para, em seguida, sair ao mundo preocupado e negando tudo, achando que possui mente pessoal com a qual lidará o tempo todo com “outros” também dotados de mentes pessoais com ideias que lhe possam ser antagônicas! Na suposta vivência humana, devemos agir dentro da mesma Verdade que reconhecemos durante as meditações! Mesmo que para isso, tenhamos de estar atentos e em vigília, a cada decisão ou passo que formos dar; os resultados dessa dedicação valerão a pena!

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PENSE "SOLUÇÃO" E NÃO "PROBLEMA"

PENSE “SOLUÇÃO” E NÃO “PROBLEMA”
Dárcio
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O “mesmerismo”, que atua como crença coletiva, é anulado quando permanecemos em Deus e não nos supostos problemas sugeridos por ele. Que é “mesmerismo”? A influência mental hipnótica que tenta nos turvar a visão da Perfeição absoluta permanente e onipresente. Os princípios espirituais são as “armas” de que dispomos para permanecermos na Verdade da “perfeição que É”, e não nos tornarmos “presa fácil” da influência hipnótica que “não É”.

Há uma frase muita repetida por Joseph Murphy, em seus livros, que diz o seguinte: “A mente tranquila resolve os seus problemas”. Quando a pessoa se vê diante de alguma situação indesejável, que aparentemente se lhe configure como “problema”, principalmente quando ela surge de repente como imprevisto, a tendência é a de se deixar prender a ela obstinadamente,  querendo ansiosamente resolvê-la o quanto antes. Esta reação, apesar de natural, não é a ideal! Os ensinamentos existem justamente para que, com eles, barremos estas tendências julgadas “naturais”, para realmente darmos passos que efetiva e aparentemente nos “restaurem” a harmonia mental.

O “mesmerismo” atua dessa forma: primeiro, nos sugere quadros ilusórios; em seguida, nos induz a assumir esta “tendência lógica” que nos impele a querer  resolvê-los precipitadamente e de qualquer maneira, com a mente tensa e preocupada! Na realidade, jamais perdemos a nossa Harmonia, que é a Presença do Cristo sendo a nossa Consciência da “Paz que excede o entendimento humano”. Portanto, seja qual for a imagem hipnótica com que você se depare, reconheça, primeiramente, que a Verdade já presente é a Harmonia absoluta! Medite e contemple esta “Paz do Cristo”, até que interiormente se sinta livre da sugestão mesmérica! Há casos em que isso lhe parecerá  difícil, pois a “sugestão”  lhe dará a impressão de ser “problema real”. Não esmoreça! Pense “SOLUÇÃO” e não “PROBLEMA”, ou seja, pense “VERDADE” e não “ILUSÃO”.

Nas “Sabedorias do Caminho Infinito”, Goldsmith diz: “Todos os problemas são resolvidos dentro de nós”. O sentido é este! E é  também o sentido da frase  de Joseph Murphy: “A mente tranquila resolve seus problemas”. Desse modo, seja qual for a situação da “aparência”, lembre-se: a questão nunca é o “problema em si”, mas a crença falsa de que sua mente deixou de ser a Paz Absoluta! Dedique-se, portanto, a meditar e reconhecer: “Eu tenho a Mente de Cristo”; quando puder “sentir” esta Verdade como fato presente, você irá notar  que as “coisas da aparência” se resolverão naturalmente e da melhor forma possível.



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"NÃO TE ASSENTES NO PRIMEIRO LUGAR"

“NÃO TE ASSENTES NO
PRIMEIRO LUGAR”
Dárcio
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Na “Párabola dos Primeiros Assentos” (Lc. 14: 7), Jesus pede que, “ao ser convidado às bodas”, ninguém se assente no primeiro lugar! Há “outro convidado” mais digno, e este é o CRISTO, o verdadeiro Eu do homem. Todo ego terá de deixar o “primeiro lugar” reservado ao Eu, que é Deus sendo realmente quem somos.

Entre na “Prática do Silêncio” deixando  completamente desocupado o “primeiro assento”. Ego algum o ocupará jamais! Este ego é o nada que pensa ser alguma coisa ou ter lugar de destaque na vida de alguém. Lembre-se de que nunca há mudanças no Reino da Verdade! Antes que um suposto “ego” fosse reconhecido pela ilusória mente humana, o Eu Sou, Deus sendo VOCÊ, já estava ocupando, e em definitivo, a totalidade do espaço infinito. A parábola explica que este assento não é de nenhum ser humano! Já tem dono! Está eternamente reservado! Você saberá que este “dono” é Deus sendo seu Eu, o Cristo eterno, a Vida em Si. Ao repetir Jesus, dizendo: “De mim mesmo nada faço, nada sou, o Pai em mim faz as obras”, você estará deixando de exaltar o ego e seus supostos feitos, deixando espaço para que a glória do Pai seja, em unidade, a glória do Filho, e, esta Verdade é verdadeira já!

“Deixar o assento livre” é, principalmente,  não achar que sabedoria humana, mesmo a de cunho espiritual, seja  divina! “Deixar o assento livre” é não confiar em aprendizados intelectuais da Verdade, exceto naquele em que a Onisciência é reconhecida como já estando no lugar do “intelecto sábio”. Não limitar Deus a algo do conhecimento humano é a base do “primeiro assento desocupado”; reconheça, já presente e ocupando aquele assento, unicamente o próprio Deus, enquanto ao mesmo tempo, você faz o reconhecimento de que a totalidade de Deus ocupa o primeiro lugar, o segundo, o terceiro, enfim, ocupa todos os lugares! DEUS É TUDO! Todos os assentos  já estão ocupados! Não há vagas para o ego, em todo o Universo! Nem seriam necessárias! Todo suposto “ego” é nada! Contemple estas Verdades!

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A PRECE EFICAZ

A PRECE EFICAZ
Dárcio
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“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em oculto; e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como fazem os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.”
MATEUS, 6; 6-8
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A oração correta, ao contrário das falas repetitivas que vêm sendo ensinadas em igrejas e denominações, está nos seguintes três passos assinalados por Jesus Cristo:
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1. Entrar em nosso quarto (Consciência) em secreto.
2. Deus nos está vendo em oculto.
3. Deus nos está recompensando
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. O processo é de “contemplação receptiva”. O quarto em secreto significa nossa Consciência, isolada do mundo das aparências durante a oração. Cerre os olhos e se isole completamente do mundo exterior e, em seguida, observe que está sendo VISTO POR DEUS; e então, sinta-se privilegiado por estar, além de visto,  sendo  RECOMPENSADO POR DEUS. Aceite com “coração de criança” que Ele o está vendo para  recompensá-lo com Sua Presença, com Sua revelação de ser UM COM VOCÊ, que a VIDA DELE é a “sua”, que esta VIDA é VOCÊ!
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Esta é a prece “sem repetições”  como nos foi ensinada por Jesus Cristo. Sabia, e sabe, que  prece não é falatório, mas sim “discernimento espiritual”.

A PARÁBOLA DAS DEZ DRACMAS

A
PARÁBOLA DAS DEZ DRACMAS
DÁRCIO
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As parábolas, além de propiciarem condições iniciais de transcendência deste mundo, por nos aflorarem a intuição, estendem seus ensinamentos e conteúdo também à vida prática,  por nos darem referências claras sobre como agir nesta “aparência de mundo”. Em Lucas 15:8, por exemplo, encontramos a “Parábola das Dez Dracmas”, onde Jesus fala que se uma mulher possuísse dez dracmas e perdesse uma delas, acenderia a candeia e varreria a casa até encontrá-la, quando, então, convocaria suas amigas e vizinhas para que, com ela, também se alegrassem com o seu achado. E Jesus explica que há esta alegria diante dos “anjos de Deus”, toda vez que um pecador se arrepende. A premissa básica deste estudo é a seguinte: DEUS É TUDO! Portanto, jamais um filho de Deus, que é “obra permanente de Deus”, poderia se tornar pecador! O que é Espírito é Espírito! E o que dizer referente às pessoas que são vistas praticando o mal? Todas elas se conservam essencialmente perfeitas, como seres à imagem e semelhança de Deus. Se assim não fosse, não haveria necessidade de ensinamentos e revelações divinas! Porém, cada um terá de se “arrepender”, ou seja, abandonar sua errônea visão ou julgamento pelas aparências, para reassumir conscientemente sua real identidade espiritual gloriosa,  processo a que se denomina “renascimento”. Etimologicamente, a palavra “pecado” quer dizer “errar o alvo”, ou seja, alguém deixa de se ver, ou a outrem, como “Emanação perfeita de Deus”, ou  “Cristo”, para dar crédito às falsas crenças materiais e temporais referentes a si mesma e ao próximo.

A parábola fala primeiramente em “se acender a candeia” e, depois, em “varredura da casa”. Por que há o “acender a candeia?” Jesus explica que já existe, em todos nós, a Luz divina; assim, o primeiro passo é reconhecermos esta Luz infinita resplandecendo como a nossa própria Consciência. Se a “Prática do Silêncio” for exercitada com assiduidade e dedicação, esta Luz, assim reconhecida continuamente, será mais e mais discernida como a Presença divina que somos. Que significa “varrer a casa?” Significa que, com a “candeia acesa”, as impurezas da suposta mente humana (casa), tais como ódio, temor, desavenças, etc, ficam a descoberto, isto é, as falsas crenças ocultas passam a ser notadas para serem “varridas” através de nossa total identificação com a “Mente de Cristo”, que é a mente verdadeira e única de todos nós. Para que uma faxineira possa limpar bem uma casa, ela abrirá todas as janelas para que a luz solar ali penetre e revele onde está a sujeira  que deve ser removida. Nesta parábola, Jesus nos ensina o processo do “arrependimento” e “libertação”. Quando aceitamos radicalmente que “somos seres iluminados”, Emanações perfeitas de Deus, estamos “com a candeia acesa”; e então, todo o aglomerado de crenças pecaminosas poderá ser visto como “sujeira a ser varrida”, ou como “ilusão”: algo que jamais esteve, verdadeiramente, fazendo parte do nosso ser.

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“AS COISAS QUE O OLHO NÃO VIU"

“AS COISAS
QUE O OLHO NÃO VIU”
DÁRCIO

Quando os textos revelam que “o visto é miragem”, pois, o “não visto” é  que é Realidade, a ideia comum é a de que “um dia” esta “miragem” deixará de ser reconhecida, quando unicamente a Verdade será aceita e discernida como sendo TUDO.

A palavra “miragem”, no caso, é empregada para explicar que exatamente AGORA, onde você está, eu estou, e todos estão, existe unicamente a Realidade! O apóstolo Paulo enfatizou o que as Escrituras já haviam dito, de que “as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as preparadas por Deus”. Estas “coisas” estão todas prontas, à espera de que a “miragem” seja de fato encarada como “miragem” e, portanto, algo ilusório e incapaz de ocultar o que realmente se encontra presente. Se você avalia sua vida em função do que está presente ou ausente na “miragem”, sua atenção está focalizada na “miragem” e não na Verdade. Por outro lado, se sua atenção está voltada à natureza infinitodimensional do Universo do Espírito, que exclui “miragens” e “mundos menores ou relativos”, você está “vendo e discernindo espiritualmente”, sem mais se iludir com inexistências com ares de existências.

“Temos a mente de Cristo”, disse Paulo, explicando que “mente que vê miragem” não é a nossa! Como usar a Mente de Cristo e não a “mente que vê miragens”?  Este é o ponto! Se você aceitar, com “coração de menino”, que a Mente de Cristo, por já ser a sua, JÁ ESTÁ contemplando unicamente o Universo de Luz, deixando de acreditar tanto em “miragens” como em “mente que vê miragens”, esta aceitação pura e incondicional se mostrará sendo a “sua experiência” em discernir “as coisas que o olho não viu”.

Não tente discernir a Realidade infinita com  ” mente humana”, a “mente que não possui”; já está revelado que “VOCÊ tem a Mente de Cristo”. Ocupe conscientemente seu “espaço na Onipresença”, por reconhecer que unicamente VOCÊ pode ter a “Mente de Cristo” onde a SUA CONSCIÊNCIA Se exprime como VOCÊ! Dessa forma, sem esforço algum, solte-se na “contemplação das coisas que olhos não viram”, com a mente livre, solta e sem esforços ou objetivos! Sim, SEM OBJETIVOS! Não tenha por objetivo “ver a Realidade”, pois, este objetivo é a ILUSÃO que encobre o fato já presente de que a REALIDADE JÁ ESTÁ SENDO DISCERNIDA! A Verdade é a Verdade; a Mente de Cristo vê unicamente a Verdade! VOCÊ TEM A MENTE DE CRISTO! Munido destas revelações, contemple-as como “fatos manifestados exatamente agora! O tempo não existe! Livre-se, PORTANTO, de “objetivos”, que dependem do ilusório tempo, E SAIBA QUE VOCÊ VÊ O QUE “OLHOS NÃO VEEM”!

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VIVA SEM DUALIDADE!

VIVA
SEM DUALIDADE!
Dárcio
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A diferença entre os mais diversos ensinamentos espirituais reside, principalmente, na forma e  profundidade com que eles focalizam ou não a dualidade. A maioria deles parte do referencial humano, onde formas de controlar a mente humana ou de anulação do ego são enfatizadas. Há quem prefira este enfoque relativo, passando a vida toda com este objetivo de se aprimorar moralmente, ser caridoso e amoroso, e procurando se anular, deixando de pensar tanto em si mesmo para viver em função de ajudar o próximo.

O ensinamento absoluto, por sua vez,  não admite  a dualidade. Parte da Presença infinita, chamada Deus, Universo, Absoluto, etc, como o TODO que há em expressão! Não parte de um ser humano lutando para se livrar do ego ou  se aprimorar pessoalmente. Partindo do Absoluto, aquele que adota este referencial iluminado se verá identificado com a UNIDADE ESPIRITUAL, sem deixar espaço para que sejam aceitas as crenças em seres pessoais, mentes pessoais ou vidas pessoais. Nesta UNIDADE, cada ser mantém sua individualidade, não mais identificada com suposta personalidade humana em mutação, mas sim com o “filho de Deus”, uno com Deus, e, portanto, o próprio Deus. Quem partir do Absoluto, terá, com este enfoque, o conhecimento da Verdade sobre SI MESMO! A Verdade É! Não há Verdade  ainda por acontecer futuramente! Assim, este “ponto de partida” é visto simultaneamente como o “ponto de chegada”, ou seja, cada um reconhece que seu próprio ser já é a Verdade eterna, plena, iluminada e completa!

Quem se avalia segundo as crenças ou segundo os conceitos da suposta mente humana, irá se achar um ser humano em busca da perfeição; porém, quem parte da Verdade de que Deus, Espírito, é o SER ÚNICO em expressão, não terá como conciliar esta Verdade com a crença falsa dualista.  Há quem prefira os ensinamentos relativos, dizendo não sentir facilidade para trocar o referencial ilusório, de aparências,  pelo iluminado referencial da Luz. O que deveriam compreender é o seguinte: este referencial humano encobre os fatos e os seres como de fato já são e sempre serão. Os fariseus não viam Jesus como filho de Deus; apenas viam nele um nazareno, filho de um carpinteiro! Enquanto este referencial ilusório for levado em conta, toda a REALIDADE ficará oculta, enquanto os supostos “humanos” ficarão a lutar pela evolução, pela redenção e pela iluminação! “Aquele que me vê a mim, vê o Pai”, disse Jesus. Sabia que se fosse realmente visto, Deus seria visto, e não mais um nazareno ilusório! Esta “troca de referencial” é o conhecimento da Verdade! Nele, sem dualismo, você se verá como você é: Deus manifesto como indivíduo, em unidade com o TODO! “Eu e o Pai somos um, mas o Pai é maior do que eu”, disse Jesus, explicando que cada ser individual é um com o Todo, e que o Todo o abrange justamente por ser o TODO. Em outras palavras, o TODO inclui VOCÊ, e, cabe a VOCÊ  tão somente reconhecer esta Verdade e se ver SENDO esta Verdade reconhecida!

Há anos, durante uma palestra, eu disse a todos: “Quando chegar alguém atrasado, não pensem que um ser humano estará entrando aqui; reconheçam que o Cristo estará chegando, sem se envolverem com a aparência visível do seu ser”. Aquilo soou de forma estranha, porque a Verdade que estava sendo ouvida, estava completamente dissociada do momento presente de todos! Caso contrário, o que eu havia pedido teria sido recebido da maneira mais natural possível! Estavam ouvindo completamente distantes do sentido imediato da revelação! Este estudo não pode ser dissociado do “agora” em que supostamente vivemos na prática! Ou você corre o risco de ficar se enganando o tempo todo, apenas armazenando teorias, e vivendo como mortal entre mortais. O conhecimento da Verdade requer sua prática conjunta! Isto não significa viver o tempo todo recordando princípios, mas, de tempos em tempos, recordá-los e vê-los realmente vívidos na vida prática! Por isso, o passo inicial é você! Deve, primeiramente, contemplar-Se como sendo Deus em expressão! Para isso são feitas as meditações! Convença-se desta Verdade sobre você, perceba sua Consciência sendo a mesma de Deus, e, em seguida, pare de ver “pessoas”como pessoas!  Transcenda a visão das aparências e vá diretamente ao discernimento de que todos com quem convive são a mesma Consciência que VOCÊ É,em ramificações específicas, ou seja, com a percepção de que todos são, assim  como também VOCÊ É, ramos da mesma Videira “cujo Pai é Agricultor”.

Não há nada mais contraditório do que estudar a VERDADE para continuar acreditando na ILUSÃO. Ache momentos, em seu dia-a-dia, para se dedicar tanto às contemplações como para associá-las com a chamada “vida prática”. Apenas as “contemplações”, desvinculadas por completo de sua experiência atual, serão infrutíferas! COMPENETRE-SE DA TOTALIDADE DE DEUS, DE SUA IDENTIDADE DIVINA, UMA COM DEUS, E DE TODOS AO SEU REDOR COMO SENDO  A MESMA  PERFEIÇÃO ABSOLUTA DE DEUS!  VIVA O AGORA SEM ILUSÃO! VIVA SEM DUALIDADE!

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A MENTE

A  M E N T E
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“A mente deve estar livre de ansiedade e preocupação,
de rancor e medo, de ambição e orgulho.
Deve estar saturada com amor por todos os seres.”
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Sathya Sai Baba

“QUEM SOU EU?” – 2 (Final)

“QUEM SOU EU?”
Richard C. Bergenheim
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PARTE II – FINAL
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Ao entendermos que o verdadeiro ser do homem é o reflexo do Espírito, discernimos a substância eterna de sua identidade. Se acharmos que devemos descobrir nossas raízes, vamos procurá-las na natureza de Deus, nosso Criador. A identidade real do homem, que é a ideia composta de Deus, manifesta a perfeição, a bondade, a sabedoria de Deus, toda a Sua glória. O propósito desse homem é dar testemunho da presença e do poder do Espírito. Ele é tão permanente e tão eterno quanto Deus. O reflexo do Espírito, a identidade eterna do homem, inclui toda a gama dos atributos da divindade. Tudo o que é puro, tudo o que é bom, tudo o que é sábio, tudo o que é excelente, faz parte de sua substância.

Quando as pessoas se conscientizam disso, respondem ao chamado divino e Deus lhes dá significado à vida, agora mesmo. Adquirem a capacidade espiritual de trazer harmonia e cura à humanidade. A finalidade da vida se torna mais nítida: servir a Deus e dar-Lhe glória. Fazemos isso na escola, no lar, no escritório, no salão de ginástica. Despojamo-nos do orgulho que pretende que sejamos autossuficientes. Livramo-nos da insegurança que nos leva a desejar ser iguais a todos os outros. Em vez disso, ganhamos o conhecimento de nossa relação com Deus. Isso nos dá individualidade, verdadeira segurança, auto-conhecimento real.

O fato espiritual a respeito de nossa identidade é que o homem é a expressão individual do Espírito. O homem a quem o Espírito cria não é modelado por um molde fixo, não é produzido numa linha de montagem nem é geneticamente formado como um clone. A natureza infinita do Espírito se manifesta na diversidade infinita de sua criação, o homem: cada um dos filhos de Deus, todos iguais em qualidade, têm o mesmo acesso à bondade de Deus, contudo cada um é maravilhosamente singular em seu desempenho, em seu reflexo de Deus. Somos abençoados por essa verdade à medida que nos despojamos do velho conceito de identidade e aceitamos o novo.

Numa coletânea de seus primeiros escritos, intitulados Miscellaneous Writings, Mary Baker Eddy explica: “A renúncia a tudo o que constitui o assim chamado homem material e o reconhecimento e a realização de sua identidade espiritual como filho de Deus constitui a Ciência que abre as próprias comportas do céu, de onde o bem flui por todos os canais do ser, limpando os mortais de toda impureza, destruindo todo sofrimento e demonstrando a verdadeira imagem e semelhança”.

Se isso não for incentivo suficiente para que busquemos a resposta espiritual à questão “Quem sou eu?”, será difícil imaginar que exista outra coisa capaz de dar-nos tal impulso.”


(EXTRAÍDO DE O ARAUTO DA CIÊNCIA CRISTÃ – MAIO 1993)

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PRECE REAL

PRECE REAL
DÁRCIO

“Livrá-lo-ei e o glorificarei”.
Salmo 91: 15
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Alguém que se julga atolado em dívidas, sempre preocupado e com insônia, por também se julgar responsável pela aparência de “péssima situação”, apenas necessita de um “toque de Deus” em si mesmo, ou seja, um “toque” de sua própria Consciência divina. Este “toque divino” constitui a prece real. Logicamente, a visão humana de carência, problema ou dificuldade é desconhecida de Deus. E Deus conhece tudo, por ser tudo. Que é a imagem de carência, problema ou dificuldade? ILUSÃO DA MENTE HUMANA!

Sendo ilusória esta imagem, como fazer para que ela mostre sua nulidade e desapareça? Deixando a mente livre para a ação divina. “Livrá-lo-ei”, diz o Salmo 91. A mente livre e confiante em Deus é passagem livre para a Glória que nos é destinada. “E o glorificarei”, continua o Salmo. Que significa esta Glória? O livramento interno  nos dá a percepção de que nossa real e única identidade é Deus glorificado, porquanto “Deus e Homem são um”. Em outras palavras, nossa receptividade em prece permite-nos discernir espiritualmente nossa UNIDADE com esta Glória, que é onipresente. Precisamos abandonar de vez a crença de que esforços mentais e mentalizações que contam com poderes da mente humana sejam práticas espirituais! Tanto negação do “mal” e quanto a afirmação do “bem”, que podemos e devemos empregar, quando dermos início à “Prática do Silêncio”, serão expedientes que atuam na própria crença, e  nos preparam para o “toque de Deus”, que é a prece verdadeira. Deus É! Confie nesta Verdade! Medite e perceba a plenitude da Glória vindo-lhe naturalmente, “endireitando-lhe os caminhos tortos” que, para Deus, permanentemente estiveram “certos”, inclusive, e principalmente, neste exato  AGORA.

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"QUEM SOU EU?” – 1

“QUEM SOU EU?”
Richard C. Bergenheim
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PARTE I
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Em minha adolescência, achar uma resposta para a pergunta “Quem sou eu?” não era coisa simples. Era um assunto perturbador. Por vezes eu sabia com quem queria me parecer, mas o que eu pensava a meu próprio respeito não era bem assim. Teria preferido que a questão desaparecesse de meu pensamento, mas a vida me forçava a encarar a situação e decidir o que eu queria fazer no mundo, quem eu queria ser.

Em épocas de modificações, é comum que nossa atenção se prenda a questões de identidade. Mudar de emprego, mudar-se para outro lugar, o casamento, o divórcio, são eventos que nos forçam definições. Às vezes deixam-nos inseguros. Gostaríamos que nossa identidade não fosse transitória. As pessoas querem ter raízes, estabilidade, segurança.

Embora vivamos numa era científica, as ciências naturais não oferecem grande ajuda na questão da identidade. Pensar que sou feito de 70% de água não me faz dormir melhor. Crer que sou um padrão genético casual não me dá maior segurança. A noção de que sou um mamífero, da espécie Homo sapiens, não ajuda a pôr o assunto de lado.

No curso deste século, algumas pessoas pensaram que a ciência suplantaria a religião, mas não foi assim, porque a ciência não dá respostas a questões básicas, como essa de que falamos. Queremos algo mais. Sabemos que nossa identidade significa mais do que acabar preso por um alfinete numa caixa como as borboletas.

Note-se que o termo “identidade” é derivado da raiz latina “idem”, que significa “o mesmo”. Esse conceito de “idêntico” é vital para descobrir quem somos. Se acreditarmos que a causa primária do ser é material ou biológica, creremos que somos “o mesmo”: materiais e biológicos. Aceitando que a causa primária é Deus, isto é, o Espírito, cremos que somos assim, semelhantes a Deus e espirituais. Refletimos a causa de nosso ser.

Quando reconhecemos o Espírito como a causa primária, declaramos que são espirituais a natureza e o caráter de tudo o que existe. Alguém poderá pensar que isso é “coisa do além”, mas não é nada disso. Espiritual denota bondade, imutabilidade, integridade, perfeição, beleza, harmonia, saúde, atividade. Ao encontrarmos no Espírito nossa identidade, manifestamos esses atributos, vemos sinais mais positivos da identidade que o Espírito cria e mantém.


O Espírito, Deus, não tem sociedade nem relação com a matéria. O divino não se manifesta por intermédio da matéria nem com o auxílio desta. O Espírito e a matéria não coincidem em ponto algum. Jesus certa vez explicou a um visitante, Nicodemos: “O que é nascido da carne, é carne; e o que é nascido do Espírito, é espírito”. Se pararmos um momento para pensar, veremos que aí está algo que tem implicações radicais na questão da identidade. Quando o cristão reconhece plenamente as implicações das palavras de Cristo Jesus e as aceita, começa a nascer de novo, a encontrar sua nova e permanente noção de identidade.
O estudante da Ciência Cristã descobre que a questão “Quem sou eu?” pode ser reformulada assim: “A quem me assemelho, à matéria ou ao Espírito?” Se respondermos que nos assemelhamos ao Espírito, chegaremos à conclusão de que nossa identidade não está definida por nossa raça, por nosso emprego, pela pessoa com quem nos casamos, pela família em que nascemos, pelo lugar onde moramos, pelas pessoas que conhecemos, nem por aquilo que realizamos humanamente. Nem somos definidos pela altura, peso, cor dos olhos ou do cabelo, estado de saúde ou tipo sanguíneo. Talvez a perspectiva de erradicar esses marcos familiares possa nos assustar de início, talvez pareça que em seu lugar ficará um grande vazio. No entanto, ainda que assim pareça, em teoria, o que se comprova na experiência é bem diferente.


Continua..>

“ABRA A VÁLVULA”

“ABRA A VÁLVULA!”
Dárcio
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O Universo é Consciência e não matéria; assim, toda conversa sobre matéria, sobre leis materiais, sobre nascimentos, encarnações e reencarnações, é conversa de quem não admitiu ainda a totalidade da Verdade como sendo Deus, Espírito, Luz, Amor e Perfeição.Uma crença falsa não altera a Realidade! Alguém poderia passar a vida toda falando em vida material e, mesmo assim, jamais esta ilusão teria seu correspondente aos olhos da Verdade. Quem estuda a Verdade parte de princípios absolutos revelados, sem jamais contrariá-los movido por  meras aparências fraudulentas!

A mesma crença em vida material arrasta suas vítimas às supostas leis cármicas, e tais vítimas, muitas vezes, endossam esse emaranhado ilusório pelo seguinte motivo: veem “aparências”. Se alguém estiver contemplando a Realidade, estará contemplando a Onipresença, a Onipotência, a Onisciência e a Oniatividade de Deus, que é a Consciência infinita em expressão. “Não resistais ao maligno”, disse Jesus, numa demonstração plena de seu conhecimento da Verdade! A Presença do Pai, em SI mesmo, o fazia discerni-La em todos ao mesmo tempo, como “unidade perfeita”. As revelações nos chamam para a Verdade inteira, e não para parte dela!

O Paraíso é o local em que VOCÊ SE CONTEMPLA como sendo Consciência iluminada infinita! Sem matéria, sem nascimentos, sem mortes e sem miragens! O Universo É! A “sua” Consciência É! Veja-se sob esta Graça, e entenderá que “não há outros ao lado de MIM”.

Um engenheiro, ao projetar um prédio ou indústria, busca  instalar as caixas de água na parte mais alta do terreno. Pretende, com isso, economizar  na instalação de bombas, por contar com a “lei da gravidade” para “bombear” o líquido para baixo. Se a empresa fosse depois contratar alguém para “ajudar a lei”, ficando o dia todo tentando empurrar a água para baixo, seria um absurdo! O projeto conta UNICAMENTE com a LIVRE AÇÃO DA LEI para fazer aquilo! O operário iria somente abrir ou fechar a válvula!

Quando estudamos a Verdade, estamos contando com a GRAÇA DIVINA, que é a LEI DIVINA  a manter o Infinito em atividade perfeita! Não medite para “ajudar a lei”, o que seria repetir o absurdo daquele que, não acreditando na “lei da gravidade”, ficasse a “empurrar água tubo abaixo”, com suas próprias forças! Para isso existem os princípios e as revelações! Elas dão a posição nossa na VERDADE! Estamos sob a Graça de Deus! Estamos sob a ação perfeita da Consciência divina que somos! “ABRA AS VÁLVULAS!” Não tente “fazer” a Graça acontecer! “O Pai em MIM faz as obras”, disse Jesus. Entenda o propósito das “contemplações”; elas se equiparam a alguém que, próximo à caixa de água da empresa, controle a válvula e fique testemunhando a inevitável “descida da água” para suprir a indústria, SEM PRECISAR DE BOMBEAMENTOS!

Sua Consciência é o RESERVATÓRIO DA GRAÇA! Você espera saúde? Abra a “válvula da saúde”, ela já está em VOCÊ! Você espera suprimento? Abra a válvula do suprimento, ele já está em VOCÊ! Você espera companhia? Abra a válvula da companhia, ela já está em VOCÊ! Todas as bem-aventuranças já estão em VOCÊ! Jamais negue a presença delas, iludido por aparências mentirosas! Não force para que elas lhe cheguem! Não se preocupe em “criá-las”! MEDITE E  SOMENTE ABRA A VÁLVULA! Quando assim fizer, intuitivamente testemunhe (reconheça) o “bem necessário”, seja ele qual for,  sendo-lhe  jorrado espontaneamente, de SUA PRÓPRIA ESSÊNCIA.

Transcenda a ilusão de vida material e leis materiais. Você está unicamente sob a Graça divina! Paulo,  ciente desta Verdade, declarou:

“Tua Graça me basta”.

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CÉU E TERRA SÃO UM

“CÉU E TERRA
SÃO UM”
Vivian May Williams
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PERGUNTA:
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Como devo proceder para obter uma
compreensão da Verdade?

RESPOSTA:
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Perceber alguma coisa significa torná-lo real para si mesmo. Na prática, isto significa  negar ou resistir às coisas irreais que constituem  mentiras sobre Deus e Sua criação. Quando você perceber que a aparência de algo como pecado, doença e desarmonia de todo  tipo não existe,  também perceberá que a ilusão não pode ser melhorada ou tratada de qualquer forma, exceto pelo negar de sua existência. Não existe um método  pelo qual você possa provocar o sumiço da ilusão, ou do nada. A maneira científica de se lidar com qualquer mentira está em se  substituí-la pela  verdade, ou fato. A única maneira de se ver livre da crença de que você é material é você substituir esta mentira pela verdade ou fato de que você é espiritual. Seu trabalho mental objetiva apenas ajustar o seu pensamento – Deus já concedeu  resposta ou solução para cada problema. Quando tiver se convencido de que você é um ser espiritual agora, então você deixará de se preocupar; relaxará toda a tensão mental, e permitirá que a ação de Deus Se realize através de sua convicção positiva, que é o entendimento. Na proporção em que você aceitar a Mente divina como sua própria mente,  vai encontrar nela a Mente curativa na qual cada pensamento o torna íntegro e revela a harmonia.

As manifestações que você  busca já estão evidenciadas. A dúvida, o temor e a ansiedade são os responsáveis por toda a ilusão ou pelo chamado nevoeiro material que encobre o céu e o  impede de ver o Reino Consumado,  aqui e agora. Na Oração do Senhor, Jesus disse: “Venha o Teu reino, que se faça  a Tua vontade, assim na terra como no céu”.  O reino “virá sobre a terra” quando substituirmos o conceito terreno de mundo pela verdade de que este exato mundo em que vivemos agora é o  mundo único que Deus criou, e que ele é o céu. Temos de parar de lidar com dois mundos, caso queiramos demonstrar  o reino único de Deus sobre o qual nos foi dado todo o domínio. Enquanto continuarmos com uma guerra em nossa própria consciência, entre matéria e espírito, bem e mal, céu e terra,  não poderemos esperar  estar em paz. Você deverá silenciar todos os argumentos do sentido humano e confiar em Deus para que Se revele sob qualquer forma que você almeje expressar. Estes não são meros enunciados da verdade – são fatos cientificamente comprovados. Se eu não fosse capaz de demonstrar essas verdades para mim,  não seria capaz de lhe dizer como praticá-las. Você não terá de crer  em minhas palavras, bastando-lhe colocar em prática aquilo que  estou lhe dizendo; assim, você provará. por você mesmo, que o reino de Deus está realmente à mão.

Uma das provas de que dispomos, de que já estamos vivendo no céu, é esta – Se alguma coisa errada lhe parecer estar ocorrendo neste mundo,  e se você puder obter uma clara compreensão  do que  realmente está acontecendo no céu (que é aqui), a ação de Deus, ou a verdade,  dissipará o nevoeiro, ou problema, e você testemunhará a perfeita manifestação, tal como ela é,  aqui na terra. Você pôde perceber a simplicidade de se fazer o  trabalho mental à luz da Ciência Absoluta? E que ela dispensa esforços, pois você não terá que lidar com um poder chamado mal – mas  só terá que lidar com Deus e  basear  todos os seus pensamentos em Deus e em Seu homem perfeito, que você é?

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O REINO DE DEUS SENDO SUA CONSCIÊNCIA

O REINO DE DEUS
SENDO SUA CONSCIÊNCIA
DÁRCIO
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Quando Jesus disse que “o Reino de Deus não viria visivelmente, por estar em nós”, estava revelando este Reino como sendo a Consciência iluminada que somos, e, ao mesmo tempo, buscando tirar de nossa atenção este suposto “mundo exterior”, que é simplesmente uma “ilusão de massa”, sem qualquer realidade!

Por que Jesus disse que o Reino está “dentro de nós”, se este Reino é onipresente? Justamente para centrarmos a atenção em nossa Consciência e não nas aparências. A Consciência é a Atividade universal em Auto-expressão perfeita e eterna! As “aparências” são a “ilusão”, miragens supostamente presentes, mas que são totalmente nulidades sem substância ou realidade! Enquanto a atenção ficar dividida entre a Atividade da Consciência e a ilusória atividade da “mente humana”, a ILUSÃO terá brechas para tentar nos convencer de que Deus não é TUDO.

Nosso ponto de partida é a Verdade absoluta de que DEUS É TUDO! Se aparecer alguém nos solicitando ajuda, este “alguém” não poderá ser visto na “aparência”, que é MIRAGEM, e sim em nossa Consciência iluminada, onde este “alguém” é um com Deus, um conosco, perfeito, crístico e pleno! No estudo do Absoluto, não há “ego em atividade”, mas tão somente a Oniação, que é a Consciência infinita em ação, o “Reino dentro de nós”. Não reconheça fatos e pessoas num suposto “mundo material”, pois, não existe tal mundo! O Reino de Deus é, de fato, onipresente, existindo em nós, dentro de nós, fora de nós, em toda parte! Portanto, o treinamento requerido é este: soltarmos o que aparenta nos vir como “mundo material”, pela contemplação de ser a Consciência que SOMOS o único MUNDO REAL, e, em seguida, contemplarmos “pessoas e fatos” em NÓS MESMOS, não mais como “imagens mutáveis” que flutuam entre o bem e o mal, mas como IMAGENS PERFEITAS que, em NÓS, são eternas, permanentes e perfeitas!  Se, por exemplo, “alguém lhe ligar do Japão solicitando ajuda”, esta “aparência” terá de ser reinterpretada, isto é, este “alguém” não está em Japão algum! Não existe Japão! Não existe “pessoa no Japão”, com  problema ou sem problema! Qual é o fato real? Este “alguém” já é o Cristo! Você, igualmente, é o Cristo, e não um brasileiro! Onde este “alguém” está agora? Onde sempre esteve e estará: na SUA CONSCIÊNCIA ILUMINADA, assim como também está VOCÊ e toda a Existência! Quando se habituar a traduzir as “aparências”  supostamente externas, pela PERFEIÇÃO JÁ CONSUMADA subjacente a elas, pessoas e fatos serão sempre reconhecidos pelo que realmente são, e a ilusão será desmantelada. Se a “aparência” for aceita, com um “ego buscando ajudar a outro”, isto se compararia a uma sombra deformada no chão esperar ser arranjada por outra sombra! A “interiorização”, no caso, seria a tirada total de atenção das sombras para o “objeto” que as projetou! Pare de olhar pessoas e fatos em suas sombras, e contemple-os PERFEITOS como sempre são: dentro da SUA Consciência, que é Deus.

Conheça esta Verdade em VOCÊ MESMO, e saberá o significado pleno da frase absoluta de Jesus: “O REINO DE DEUS ESTÁ DENTRO DE VÓS”.

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A CONSCIÊNCIA INFINITA DESCONHECE…

A CONSCIÊNCIA INFINITA DESCONHECE
MUDANÇAS EM SI MESMA
DÁRCIO
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O único Universo que há, é a Consciência que somos. Esta Consciência, sendo a única, e sendo Deus, conhece a Si mesma como perfeição imutável e absoluta! Aparentemente, há também um mundo material em mutação contínua; se você tiver olhos para ele, você estará com “olhos que não vêem”, pois, o que estiver assim sendo “visto”, será puríssima miragem! Jesus já nos havia dado este alerta: “Tendes olhos, mas não veem”.

“As obras de Deus são permanentes”, diz o livro de Eclesiastes. Esta revelação é o “antídoto” para a ilusão. Que são as “obras de Deus”? São todas as atividades perfeitas acontecendo em SUA Consciência! Postei aqui, há poucos dias, o artigo “COISAS MARAVILHOSAS ESTÃO ACONTECENDO”. Ele todo se fundamenta nesta Verdade. Se você se mantiver nestes princípios, de que a sua Consciência é o seu Universo em expressão, permanente, que este Universo é a SUA Consciência infinita, que desconhece mudanças em Si mesma, não haverá ilusão! As “armas” do erro são as supostas mudanças que ele tenta lhe impor, caso você se deixe atrair pelo ilusório mundo das mudanças aparentes; por outro lado, as “armas da Luz” anulam o erro, por impedir brechas pelas quais lhe pudessem vir  crenças e pensamentos ilusórios que em você formassem ninho. Pensamentos vêm e vão; não são realidades! A Consciência permanece! Ela é Deus sendo VOCÊ! Ela é VOCÊ! Medite e reconheça: EU DESCONHEÇO MUDANÇAS EM MIM MESMO; NADA HÁ FORA DE MIM; EU SOU O ALFA E O ÔMEGA; EU SIMPLESMENTE SOU!

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“ESTÁS LIVRE DA TUA ENFERMIDADE”

“ESTÁS LIVRE
DA TUA ENFERMIDADE”
Dárcio
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Uma mulher com aparência de paralítica, por andar encurvada e sem conseguir se endireitar, e isto, havia já dezoito anos, foi chamada por Jesus que, pondo as mãos sobre ela, disse-lhe: “Mulher, estás livre da tua enfermidade” (Lucas 13: 12). Logo ela se endireitou e glorificou a Deus. Nos dezoito anos ela já estava completamente livre! Todo suposto mal é ilusão mental e não condição física! Diante do reconhecimento da Verdade, dita por Jesus, à qual ela deu voz através de sua fé, simplesmente a “ILUSÃO SE DESFEZ”.

Jesus viu o Corpo real da mulher, sem dar atenção alguma ao “conceito de corpo” visto por ela e aceito pela crença coletiva. Por isso, não disse que a curaria, mas que ela “ já estava livre da enfermidade”.

Mary Baker Eddy, antes de fundar a Ciência Cristã, havia sofrido um tombo que a deixou em precárias condições de saúde. Era visitada pelo médico e pelo pastor, pois, o caso era gravíssimo. Abrindo a Bíblia, viu ser a página da cura do paralítico, onde Jesus dizia a ele: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”. Instantaneamente ficou livre de todos os sintomas; e quando relatou isto depois ao médico, este lhe afirmou ser aquilo  impossível, e ela, de novo, se viu com os antigos sintomas outra vez. Voltou a ler a mesma passagem e os sintomas desapareceram novamente. E foi quando quis saber o princípio causador desta sua assim chamada “ milagrosa cura”. De suas orações e pesquisas das curas relatadas na Bíblia, surgiu sua descoberta da Ciência Cristã: Deus é Tudo e o erro, ou crença mortal, é nada.

No prefácio do volume 7 da coleção A VERDADE DA VIDA, da Seicho-no-ie, consta que uma pessoa havia lido a coleção de livros durante seis anos, e compreendido que o homem é originariamente isento de doença. Mas sua doença não sarava, e isso lhe causava estranheza, até que refletindo, percebeu que não havia entendido nada da Verdade, e que somente sabia que estava escrito nos livros a Verdade de que o homem é essencialmente isento de doença. O texto diz que ele compreendeu o seguinte: “De nada adianta eu saber que está escrito que a doença não existe; devo compreender, de corpo e alma, a Essência do Homem-Deus, isto é, a Verdade de que eu próprio sou isento de doença”. Compreendendo a inexistência da doença, que passo ele deveria tomar?  Lendo novamente o trecho, calaram fundo em seu coração as seguintes palavras: “Se você está doente, levante-se agora mesmo, resolutamente! Acredite firmemente que, na verdade, você é isento de doença! E passe a agir, de fato, como pessoa sadia”.

Escreve o Dr. Taniguchi: “Compreendeu que a convicção deve ser transformada em ação, e que o conhecimento teórico adquire força concreta quando colocado em prática. Imediatamente agiu literalmente como no texto, levantando-se da cama onde estivera estendido durante seis anos e passando a viver como pessoa sadia. Desde então, tem gozado de perfeita saúde, sem contrair um resfriado sequer.  Eis um exemplo de que a Verdade é assimilada quando o seu conhecimento se transforma em convicção e depois em prática na vida cotidiana”.

Nem Jesus  nem  livros curam doenças! Não existe doença! A VERDADE, contida na frase de Jesus, e também no trecho lido no livro, anulou a ILUSÃO! Nada além disso! Seja qual for o aspecto doentio, aquilo jamais será uma condição física a ser curada, mas uma ILUSÃO (sugestão hipnótica) retida na mente. Por isso a Seicho-no-ie declara que esta Verdade, após se tornar convicção, deve ser posta em prática! A convicção poderá surgir de imediato ou ser paulatina, dependendo da  abertura de cada um à Verdade. Enquanto a pessoa se julgar “mortal pecador e doentio”, sofrendo e almejando ser aliviado, não terá captado a base real do ensinamento, ou seja: JÁ SOMOS LIVRES!

Em meu livro “A CURA ESPIRITUAL EM SEUS PRINCÍPIOS BÁSICOS”, eu fiz questão de repetir,  na abertura de todos os capítulos, os fundamentos a serem admitidos a priori como VERDADE JÁ MANIFESTADA:
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TODO O
UNIVERSO JÁ É INFINITAMENTE PERFEITO AGORA. TODOS OS SERES JÁ SÃO INFINITAMENTE PERFEITOS AGORA. TODOS OS ACONTECIMENTOS ESTÃO SE MANIFESTANDO EM HARMONIA PERFEITA AGORA. SÓ EXISTE O UNIVERSO ESPIRITUAL PERFEITO; SÓ EXISTE O AGORA. NADA HÁ PARA SER CORRIGIDO OU MELHORADO.
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Pare de lutar com inexistências! Entre em silêncio! Ouça a Voz do CRISTO EM VOCÊ a lhe dizer: “ESTÁS LIVRE DA TUA ENFERMIDADE”; e lembre-se: “ESTÁS!”, e não “ESTARÁS”. TODOS OS SERES JÁ SÃO INFINITAMENTE PERFEITOS AGORA!
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