ILUSÃO: UM PONTO IMAGINÁRIO

ILUSÃO:
UM PONTO IMAGINÁRIO
Dárcio

DEUS É TUDO! Eis a base ou premissa fundamental do estudo da Verdade. Decorre, desta aceitação radical e sem reservas, que “ao lado de Deus” nada existe, ou seja, que ao lado de Deus só “ilusão” existe, o que significa que “nada” e “ilusão” são sinônimos. E, quando contemplamos esta Verdade da totalidade de Deus, podemos notar que a ilusão se reduz a um “ponto imaginário”, um “pontinho” que é único! Que ponto seria este? O ponto em que VOCÊ SE SEPARA DE DEUS, ou, visto de outro ângulo, o ponto em que DEUS SE SEPARA DE VOCÊ.

O Universo é uma UNIDADE! Conhecer a Verdade é ter em mente, e com clareza total, esta natureza una e indivisível da Existência. “Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim e que tens amado a eles como me tens amado a mim” – eis a rogativa de Jesus; ele sabia que este discernimento, de que TUDO É UM, desfaria a ilusão!

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Durante a “Prática do Silêncio”, localize, EM SUA MENTE, este “ponto imaginário” que, ilusoriamente, o separa de Deus. Veja-o se dissolver em sua percepção de que TUDO É UM, TUDO É DEUS! Perceba sua Consciência sendo infinita, sem o “ponto de separação”  da Consciência iluminada e todo-abrangente! Perceba sua Identidade específica sem o “ponto de separação”, que a faria  uma existência apartada da Onipresença! Destrua o “ponto imaginário” em todos os aspectos que ele lhe aparentar existir! DEUS E VOCÊ SÃO UM! O EU SOU INFINITO E INDIVISÍVEL!  A ILUSÃO SE REDUZ A ESTE INEXISTENTE PONTO! CONTEMPLE SUA NULIDADE, ATÉ QUE LHE FIQUE TOTALMENTE CLARO QUE O DEUS-VIVO É VOCÊ VIVENDO! DESPERTANDO DO “PONTO IMAGINÁRIO” SEPARATISTA, VOCÊ ESTARÁ SENDO A VERDADE INFINITA! SEM DIVISÕES E SEM DUALISMOS!  NÃO EXISTE “PONTO” EM QUE DEUS TERMINA E VOCÊ COMEÇA! TUDO É UM!
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A PERFEIÇÃO SENDO VOCÊ

A PERFEIÇÃO SENDO
VOCÊ
DÁRCIO
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Há pessoas que, ao lerem a Bíblia e encontram Jesus dizendo: “Sede perfeitos assim como é perfeito o vosso Pai celestial”, logo se veem distantes de estarem cumprindo isso! Muitas religiões vieram lutando para aperfeiçoar o ser humano, para evoluir a mente humana, enfim, lutando para transformar “ILUSÃO” em perfeição divina! E, obviamente, esta meta nunca foi alcançada!  Ela é inatingível! Jamais qualquer ser humano será tão perfeito quanto Deus! Nem Jesus Cristo foi humanamente perfeito, uma vez que encontramos registros de que ele se irritava, sentia medo, tristeza, etc. Mas, ele mesmo disse: “Se o mundo vos aborrece, aborreceu também a mim; mas, tende bom ânimo: eu venci o mundo”.

As duas citações se completam, ou seja, você se verá “perfeito como Deus” quando você tiver “vencido o mundo”. O mundo é a farsa que o apresenta como mortal imperfeito! Não é este o testemunho de Deus sobre VOCÊ! Deus é a sua Vida, Espírito, Mente e Corpo! O julgamento de Deus sobre VOCÊ é o mesmo sobre Jesus: “Tu és o meu filho amado em quem me comprazo”. Estudar a Verdade é deixar o falso testemunho do mundo para se identificar com Deus, e seu julgamento justo sobre VOCÊ! Não existe Deus e você, mas sim a unidade Deus Se expressando como VOCÊ! Esta percepção imediata é a que Jesus pretendia que todos discernissem, ao dizer: “Sede perfeitos assim como o vosso Pai celestial é perfeito”. Não entre em contemplação para aperfeiçoar “ego humano”; antes, renuncie a ele completamente e contemple o fato eterno: O DEUS PERFEITO SE EXPRESSA COMO MINHA IDENTIDADE PERFEITA, AQUI E AGORA! Jamais você esteve sendo imperfeição! Jamais você esteve fora da Perfeição, que é onipresente! Contemple a Verdade absoluta, e não terá “mundo a vencer”, uma vez que, nesta Verdade, DEUS É TUDO! E Sua PERFEIÇÃO está sendo VOCÊ!

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A NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE…5 – (Final)

A NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE
E DA ILUSÃO
JOEL S. GOLDSMITH
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PARTE V – FINAL
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LIDANDO COM

AS CRENÇAS UNIVERSAIS


É verdade que temos, a todo momento, crenças universais a nos martelarem: a crença universal de idade, a crença universal de micróbios, a crença universal de morte. Porém, elas nos vêm aos pensamentos como crenças, sujeitas à nossa aceitação ou rejeição. Quem desconhece este estudo da Verdade desconhece esta escolha, e se torna vítima das crenças universais, vivendo à mercê delas sem que nada saiba ou possa fazer. Mas quem estuda a Verdade está sempre no controle; pode aceitar ou rejeitar as crenças universais, pensamentos ou sugestões que lhe vêm, podendo inclusive lidar com elas antes mesmo que surjam. Toda aparência como pecado, doença, falta ou limitação vem à nossa consciência como crenças ou sugestões, e nós podemos aceitá-las ou não, dependendo unicamente de nós mesmos.

Isso não quer dizer que se apenas dissermos: “Eu não gostei de você! Saia!”,  bastará para darmos fim à crença. Não é assim tão simples! Deverá ser objeto de convicção, de uma real compreensão de que o Eu, a Consciência, governa, e controla este corpo, e que o corpo não pode receber ou se mostrar sensível às crenças do mundo. Deverá estar bem claro que existe somente um Poder, somente uma Causa: todo poder está na Causa e não há nenhum poder no efeito.

Deixe bem claro, em seu pensamento, que este senso de corpo, isto é, este conceito a que chamamos de corpo físico, não é, de si mesmo, uma entidade consciente. Assemelha-se a um carro nosso, um veículo em que viajamos e que segue na direção que nós determinamos. Este corpo também segue na direção em que determinarmos. Ninguém poderá fazer com que nosso corpo realize algo. Nós, nós próprios, governamos e controlamos sua ação.

Como já repeti  várias vezes, este não é trabalho destinado a homem preguiçoso. É um trabalho que requer esforço constante e consciente. Seguir o caminho espiritual não é permanecer sentado deixando que um Deus misterioso faça algum favor especial. Nossa vida é determinada pela nossa própria consciência, pelo nosso próprio conhecimento da Verdade do ser, e pelo desejo nosso de rejeitar, tão rápido quanto nos venham, as sugestões deste miasma mental chamado “mente humana”, “mente carnal” ou “mente humana universal”.

Ao falarmos sobre o aspecto mais esotérico ou espiritual deste mundo, vemo-nos na possibilidade de realmente “caminhar nas nuvens”; porém, quando descemos à aplicação prática em nossa experiência, será preciso sairmos um pouco das nuvens para compreendermos a natureza daquilo com que estamos lidando. Em nossa existência “neste mundo”, estamos lidando com crenças universais. Elas são mais antigas do que o tempo, a começar da crença de que nós nascemos, e que vai direto à crença de que morremos. Certamente, em algum período de nossa experiência, precisamos despertar conscientemente para esse fato e darmos início à rejeição destas crenças do mundo.

F I M

VOCÊ É REGIDO PELA LEI ÚNICA

VOCÊ É REGIDO PELA
LEI ÚNICA
Dárcio
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Uma Lei de Harmonia mantém o Infinito em expressão. Tudo está em unidade dentro da unicidade desta Lei. Não se veja separado da Lei única, e sim incluso nela , reconhecendo com a máxima naturalidade o fato eterno: todo o seu ser, tudo que lhe diz respeito, tudo que o mundo chama de bem, seja saúde, bons negócios, bons relacionamentos, ou outra coisa qualquer, está  espiritualmente incluso e em unidade sob perfeita jurisdição divina.

A suposta mente humana, em sua cegueira, divide a Existência em fragmentos que, segundo ela, podem ser bons ou maus: ela não consegue ver a Verdade da Lei ÚNICA regendo tudo em perfeição permanente! Eis por que a pessoa diz que seu coração funciona bem e não seu fígado, e vice-versa! Ou que seus negócios vão mal enquanto os do vizinho vão bem. Esta mente fraudulenta divide a Oniação em ações separadas, boas e más, segundo um cego e mentiroso julgamento. Entre em contemplação e reconheça a totalidade do Universo Se expressando segundo a Lei única da Harmonia permanente! E reconheça esta Lei abrangendo a totalidade do que lhe diz respeito! Não divida a Oniação! Não a confunda com os conceitos de atividades humanas! Toda atividade visível é ILUSÃO! Toda atividade real é Oniação! Você não é regido por ilusão, mas pela Lei perfeita que mantém o Infinito!

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A NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE E DA ILUSÃO-4

A NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE
E DA ILUSÃO
JOEL S. GOLDSMITH
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PARTE IV
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AS CRENÇAS UNIVERSAIS DECORREM DO SENSO
DE SEPARAÇÃO DE DEUS

As perguntas frequentemente são do tipo: “Como pode tudo isso ter começado?” Nas Escrituras encontramos duas estórias que falam sobre como tudo começou, mas elas não dizem, ao menos para os não-iniciados, o que tornou possível ter este começo. A primeira delas é a de Adão e Eva.

Adão estava no Jardim do Éden. Estava lá completamente só, e, naquela solidão, podia dizer com substância: “Eu e o Pai somos um, e esta unidade constitui a minha plenitude, a harmonia e a totalidade do meu ser. Nada pode ser-me acrescentado e nada pode ser-me tirado. Tudo que é do Pai é meu porque eu e o Pai somos um, e este Um está no paraíso, em harmonia”.

A despeito de Adão estar no Éden, ou paraíso, conforme a estória, ele se sentia só, com falta de uma companhia. Estando no Éden, no paraíso ou na harmonia, ele possuía compreensão suficiente para saber que não poderia conseguir nada separado dele mesmo. Assim está registrado que Eva foi formada do seu interior, de uma de suas costelas. Observe que Eva não foi uma experiência externa a Adão. Não se esqueça disso. Eva foi tirada da costela de Adão, do interior de Adão, da costela da compreensão, do sólido conhecimento ou compreensão de Adão. Foi uma experiência inteiramente interna, e ela apareceu a ele não subjetivamente, mas objetivamente como Eva.

Ao ler o conto cuidadosamente, verá que mesmo quando os dois existiam, um Adão e uma Eva, eles continuavam no Éden, pois Adão e Eva ainda estavam unos com Deus. Porém, o desejo passou a fazer parte do quadro, e foi quando a confusão começou. O desejo, não fazendo parte da unidade ou da plenitude,  nos separaria da infinitude de nosso ser assim que, em vez de extrairmos do interior, começássemos a pensar em extrair do exterior;  começássemos a pensar na criação externa muito mais do que na interna, ou na obtenção interior. No caso de Adão e Eva, a obtenção começou a ser no exterior, com a criação de Caim e Abel, quando foi desenvolvido um senso de separatividade, um senso de estar apartado da infinita fonte do Ser, da totalidade e plenitude do Ser.

Com aquele senso de separação, nascido da crença no bem e no mal, surgiu um conceito de universo objetivo, que poderia prover o bem do lado de fora. Este senso de separação é o pecado original referido nas Escrituras, e é, também, o que deu origem a todos os pecados, doenças e pobreza da existência mortal.

Um conto similar de separatividade é o da parábola do filho pródigo. Aqui, novamente, encontramos o Pai uno com o filho, com tudo que é do Pai  pertencendo a ele, enquanto aquela unidade perdurar. Mas, como no caso de Adão e Eva, também o filho pródigo teve o anseio de querer algo fora da infinitude do Todo, buscando uma independência com a consequente separatividade. O filho pródigo colocou-se como entidade separada, uma entidade separada e apartada de seu pai, não mais buscando  no interior da família de seu pai – na infinitude do seu próprio ser espiritual – mas pretendendo buscar no exterior. Naturalmente, todos  sabemos como terminou aquela intenção: no chiqueiro. Sua plenitude não pôde ser encontrada, até que ele retornasse à casa do Pai – até que novamente se tornasse consciente de sua unidade com o Pai e estivesse desejoso de saber que já possuía tudo, uma vez que tudo que pertencesse ao Pai era dele.

Desses dois claros exemplos, que nos são dados pelas Escrituras, podemos notar que o desencadeamento  da existência mortal teve, como início, aquele mesmo clamor universal ou crença numa entidade ou egoidade separada ou apartada de Deus, e irá permanecer em nossa experiência até que retornemos ao Pai-consciência, reconhecendo que tudo que é o do Pai é nosso. Somente então veremos que todo bem deve vir do interior, e que nossa unidade com Deus constitui nossa unidade com todo ser e coisas espirituais. Deus, sendo imortal e eterno, é também a imortalidade e eternidade do filho. Estes dois exemplos bíblicos servirão para trazer à nossa lembrança consciente o caminho espiritual que nos conduzirá, por fim, à vitória sobre o pecado, a doença e a morte.

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A FÓRMULA MÁGICA

A FÓRMULA MÁGICA
Dárcio

OBS: Estou postando, uma vez mais, este texto intitulado ” A Fórmula Mágica”, pela sua praticidade e pela facilidade que  cria na aplicação dos princípios da Verdade, principalmente para os “novatos” neste estudo, e que sentem a necessidade de uma diretriz nesse formato para lidar com as aparências. Vários casos me chegaram ao conhecimento, de pessoas que realmente se empenharam em usá-la e obtiveram êxito.
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Que diferença há entre Jesus Cristo e a pessoa comum que estuda a Verdade? Dedicação e prática! Os princípios revelados são verdadeiros! Há séculos que o mundo vem testemunhando os chamados “milagres”. Contudo, não são realmente milagres, no sentido de serem inexplicáveis! Jesus disse que todos fariam as obras feitas por ele, e até maiores! Este domínio do conhecimento exige dedicação, persistência e prática!

Fomos habituados a olhar o mundo com os olhos da mente humana! Assim, todo o nosso julgamento dos fatos se baseia nas aparências visíveis. Não será de um estalo que tudo se inverterá! Por outro lado, a permanência no estudo e a dedicação em colocá-lo em prática trarão, pouco a pouco, o domínio dado por Deus. “Todo poder me é dado no céu e na terra”, diz a Bíblia. É o poder dado ao “Filho de Deus” e não ao suposto ser humano.

Um bom começo, na prática dos princípios espirituais, é nos decidirmos pela “visão do Olho Simples”, deixando de lado os julgamentos pelas aparências. Com o uso da mente humana, vemos pessoas boas e más, saúde e doença, nascimento e morte, ou seja, vemos os “pares de opostos” ou “crença no bem e no mal”. Que disse Jesus? Para “tirarmos a trave do olho!” Sabia ele que, enquanto não nos convencêssemos de que Deus é Tudo, e que as aparências visíveis são todas ilusórias, de nada nos valeriam estas profundas revelações divinas!

A “Fórmula Mágica”, apresentada abaixo, tem por objetivo criar o novo hábito de não mais acreditarmos nas aparências. Gostaria que ela já fosse sendo posta em prática a partir de agora! Em treinamentos feitos para valer! Vamos começar?

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A FÓRMULA MÁGICA:

“…………………….(mentalizar o nome da suposta pessoa com problema), perdoe-me por tê-lo(a) visto como pessoa problemática (doente, desajustada, com vícios, etc)! Percebo, agora, que a falha estava em minha maneira de vê-lo(a). Você é um ser espiritual perfeito! Você é a própria Vida de Deus, vivendo a meu lado para dar-me felicidade! Desejo-lhe, agora, toda a felicidade do mundo! Agradeço-lhe por ter-me servido de treinamento , abrindo-me os olhos espirituais para a Existência verdadeira, que é divina, espiritual e perfeita!”

*OBS: Fazer este reconhecimento em silêncio, duas vezes ao dia, durante 10-15min. No início, talvez a situação pareça estar piorando; é normal, pois, para surgir a imagem visível harmônica ocorre, antes, um rearranjo subconsciente. Permanecer na Fórmula Mágica; a solução estará a caminho.
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“E PORQUE REPARAS TU NO ARGUEIRO QUE ESTÁ NO OLHO DE TEU IRMÃO, E NÃO VÊS A TRAVE QUE ESTÁ EM TEU OLHO? OU COMO DIRÁS A TEU IRMÃO: DEIXA-ME TIRAR O ARGUEIRO DO TEU OLHO, ESTANDO UMA TRAVE NO TEU? HIPÓCRITA, TIRA PRIMEIRO A TRAVE DO TEU OLHO, E ENTÃO CUIDARÁS EM TIRAR O ARGUEIRO DO OLHO DO TEU IRMÃO.”
(Mateus 7; 3-5)

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A NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE E DA ILUSÃO-3

A NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE
E DA ILUSÃO
JOEL S. GOLDSMITH
PARTE III
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“O MEU REINO

NÃO É DESTE MUNDO”

No cumprimento de sua missão na terra, Jesus ensinou a mesma mensagem, de forma idêntica: “O meu reino não é deste mundo”. Em outras palavras, o reino da realidade não é “deste” mundo. Este mundo é feito daquilo que não tem existência real. É feito de pecado, doença, morte, falta e limitação; é feito de um falso conceito de vida, um senso e separatividade de Deus.

Quando Pilatos disse ao Mestre: “Não sabes que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar?” Jesus respondeu-lhe: “Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado”. Em outras palavras, fora do Pai não existe poder algum. E o que disse ele a todos os doentes? Ao coxo, ao enfermo? “Levanta-te, toma a tua cama, e anda. …Estenda a tua mão. …Ela não está morta, mas dorme”. Ele poderia ter dito: “Estas coisas são ilusão; não podem prendê-lo. Não existe outro poder além de Deus”. Jesus não empregava qualquer tratamento mágico diante daqueles sofrimentos, mas um simples “Levanta-te, toma a tua cama e anda. …Sê limpo. …Lázaro, vem para fora.” Para ele, todo erro era

ilusão.

Assim, também este ensinamento, como tem se mostrado nestes textos, diz que todo testemunho dos sentidos é pura crença; não é lei. Se está estabelecido, na terminologia de Buda, que todo pecado, doença ou morte é ilusão – maya – ou se está nas palavras mais frequentemente usadas em O Caminho Infinito, de que tudo aquilo que vemos, ouvimos, provamos, tocamos ou cheiramos não é realidade, mas que consiste de conceitos mortais, o mais importante não está no palavreado em si. O que realmente importa é a mensagem – aquela antiga mensagem da realidade de Deus e da irrealidade do testemunho dos sentidos.

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NA MATRIZ DA PERFEIÇÃO

NA MATRIZ
DA PERFEIÇÃO
Dárcio
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Se um filme estiver sendo projetado na tela de cinema, e a projeção se mostrar com a máxima nitidez, significa que a lente do projetor foi antes perfeitamente ajustada para que esse objetivo fosse atingido. Porém, as imagens perfeitas estão no filme e não na tela, ou seja, as imagens projetadas são uma ilusão: não são as imagens verdadeiras.

O mundo visto pela mente humana é o mundo da projeção das imagens que estão fora dele, assim como as imagens do cinema estão fora da tela e sim no filme no projetor. Quando isso é entendido, mesmo “vendo”, deixamos de acreditar nas imagens projetadas e passamos a permanecer no “filme pronto”, que dá origem às projeções. Assim como vemos, no cinema, pessoas se emocionando com imagens que ali se projetam, vemos, neste mundo, a maioria “esquecida” da matriz perfeita, mantida por Deus, por se deixar levar pelo conteúdo de meras projeções! É nesse sentido que os artigos explicam que todas as imagens, vistas  pela mente humana, são “miragens” e não realidades! A Realidade está fora da tela de projeção, e é permanentemente perfeita e mantida por Deus. Os períodos de “contemplações” são lembretes para nos volvermos a nós mesmos,  à MATRIZ DA PERFEIÇÃO, para não nos permitirmos ser enganados pela ILUSÃO que se projeta, com precisão ou com deformação, na “tela” da mente.

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A NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE E DA ILUSÃO-2

A
NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE
E DA ILUSÃO
JOEL S. GOLDSMITH

PARTE II
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A ILUMINAÇÃO DE GAUTAMA

Para alguns de vocês, a estória de Buda é uma antiga e bem conhecida estória. Mas, mesmo sendo já conhecida, ela parecerá sempre nova devido à sua beleza. Gautama era filho de um rei grandioso e rico e, conforme os registros sagrados, nasceu de uma virgem. Na noite de seu nascimento, uma estrela apareceu no firmamento, acompanhada de misteriosos sinais no céu.

O pai, reconhecendo o caráter e a natureza espiritual de seu filho, bem como a responsabilidade que logo cairia sobre seus ombros, cuidou para que Gautama fosse preparado para a posição que viria a ocupar. Assim, quando o jovem cresceu, possuía bastante instrução, sabedoria, e um corpo físico perfeitamente desenvolvido. Durante todo esse tempo, ele havia sido cuidadosamente resguardado do mundo exterior. Nunca tinha ido além do domínio extensivo do estado do pai, e, portanto, nada sabia de pecado, doença, pobreza e morte.

Já crescido, foi preciso que ele saísse desse reino de proteção para assumir as funções de príncipe. Uma parada  foi planejada, porém o mestre de cerimônias não seguiu a rigor as instruções. A marcha havia sido planejada de forma que o jovem Gautama não pudesse  ver nada que lhe chamasse a atenção para as coisas existentes no mundo. Mas, infelizmente, nesta viagem ele viu um homem sentado numa sarjeta pedindo esmolas. Quando quis saber o significado daquilo, explicaram a ele: “É porque ele é um mendigo, um homem pobre; esta é seu único jeito de conseguir alimento”. Gautama ficou atônito com o fato de existir uma anomalia como um homem pobre no rico reino de seu pai. Sua preocupação aumentou quando soube da existência de muito mais pobres que nada tinham para comer ou vestir. Em seu coração o jovem pensava em quão terrível era aquilo! A marcha prosseguiu e a cena seguinte mostrava um homem doente. Novamente Gautama perguntou sobre o que estava vendo, e explicaram a ele que o homem estava sofrendo por causa de uma doença. O jovem Gautama, olhando para o seu próprio corpo, respondeu: “Como pode ser isso? No corpo há somente força e vitalidade!” Mas lhe disseram que a maioria das pessoas sofria de um tipo qualquer de doença, e ele novamente pensou: “Que coisa terrível!”

O que foi testemunhado por Gautama, em seguida, foi a morte. Quando foi dito a ele que as pessoas todas morrem, que existia essa coisa chamada morte, ele ficou profundamente abalado. Para ele, aquilo parecia ser inacreditável.

À noite, voltando ao palácio, ele ainda sentido e confuso, ponderava profundamente sobre tudo que havia observado. E então, nasceu em sua consciência a ideia de que a pobreza, a doença e a morte não eram coisas certas, que deveria existir algum princípio capaz de eliminá-las e que caberia a ele procurar aquele princípio, aquela lei.

Gautama tinha uma esposa e uma criança; mas, no meio da noite, beijou sua família com um adeus, deixando-a e abandonando sua riqueza e seu palácio, para vestir uma roupa de mendigo e dar início à sua jornada no caminho religioso com o objetivo de encontrar a lei ou princípio que eliminasse o pecado, a doença, a morte, as carências e limitações da terra. Ele não saiu para ser um curador; ele não saiu para curar esta ou aquela pessoa; seu objetivo único era encontrar um princípio que pusesse fim ao pecado, à doença, à morte e às limitações terrenas. Persistiu nesta busca durante vinte e um anos de dificuldades e tentativas. Passou por todo os tipos de formas religiosas; estudou com muitos mestres e instrutores religiosos, mas nenhum deles pôde levá-lo ao princípio que buscava.

Finalmente um dia, após ter ele abandonado todos os mestres e ensinamentos religiosos, e decidido a buscar a Verdade por si, ele chegou à árvore Bodhi, a árvore do conhecimento, a árvore da sabedoria, e ali ele sentou-se e começou a meditar. Sua meditação durou um longo, longo tempo, mas, ao término daquele tempo, ele havia alcançado a iluminação total, e com ela veio-lhe esta grande sabedoria: Não existe pecado, doença, morte nem limitação – aquilo tudo é ilusão.

Este é o princípio que nos chegou muito antes de Buda, e que veio a ser por ele restabelecido: o princípio de que não somos curadores de pecado, doença ou morte, pois, inexistem o pecado, a doença e a morte: tudo que aparece como um mundo objetivo é um conceito de mundo, uma ilusão. Toda experiência humana conhecida através do testemunho dos sentidos é um mito, uma ilusão. Nosso falso conceito do universo constitui a ilusão.

Depois da partida de Buda, seus discípulos fizeram excelente trabalho de cura através de sua revelação. Entretanto, cerca de cinquenta anos mais tarde, eles a organizaram e começaram a introduzir formas cerimoniais – hinos, preces, e todos os demais rituais. O poder de cura foi perdido e o ensinamento de Buda foi dividido em correntes; e assim é que hoje há muitas e muitas seitas, todas elas cercadas de formas, preces, mantras – de tudo, menos da Verdade original, dada através da iluminação de Buda, de que todo erro é ilusão.

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“NÃO SOIS A MINHA OBRA?”

“NÃO
SOIS A MINHA OBRA?”

Dárcio
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Uma questão é levantada: “Não sois a MINHA obra?” (I Coríntios 9:1). Quando a Verdade nos é dita em indagações, a resposta de cada um será inevitavelmente “Eu Sou!”

Quando deixamos de lado a mente humana, com sua visão errada e distorcida sobre o Universo e o homem, estamos, realmente, respondendo “EU SOU!” Jesus Cristo deu o exemplo: “EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA!” Não poderia estar falando como pessoa, mas como a UNIDADE PERFEITA;  veio nos revelar  “o Caminho, a Verdade e a Vida” em todos nós. Agora é a nossa vez de fazer a declaração iluminada! Esta resposta nos exigirá dedicação, persistência e entendimento, da mesma forma com que exigiu também dele e de todos os que despertaram do sonho em vida material para a perfeição da Existência espiritual. Em Gálatas 5:1, consta o seguinte: “Estai firmes na liberdade com que o Cristo nos libertou e não torneis à servidão”. Que é “tornar à servidão”? Voltar à crença fraudulenta de que somos seres humanos, mortais nascidos em existência material temporal. “Estar firme na liberdade” é simplesmente aceitar e discernir que “SOMOS A OBRA DE DEUS!” Este é o fato eterno que permanentemente deve ser reconhecido com extremo entusiasmo e alegria! O Deus único, Se expressando como o seu “Eu individual”: eis o Cristo! O seu libertador e salvador das crenças sem substância! Sinta-se livre neste instante! VOCÊ É LIVRE! Contemple, em quieta e silenciosa interiorização, a legitimidade desta Verdade absoluta! Não tente analisar ou redimir o “velho homem”; não se associe com quaisquer traços, bons ou maus, da suposta personalidade humana; e, muito menos entre em conflito interno em endosso infrutífero da antiga crença no bem e no mal! A Existência simplesmente É! Afirme a Verdade com a suposta mente humana, e você a estará anulando! Mente humana é NADA! Não acredite estar mentindo quando, com ela, afirma ser a Verdade! Imagine o número 1000; em seguida, observe um zero à sua esquerda, 01000, e, afirme a Verdade: “Vejo-me diante do número 1000!” Não seria esta a Verdade, mesmo que todos vissem e lhe mostrassem “também” o zero à esquerda? É nesse sentido que devemos afirmar “SOU OBRA DE DEUS” com a suposta “mente humana”. Ela é “zero à esquerda”. Enquanto você seguir a crença propagada por muitos instrutores, no sentido de somente afirmar a Verdade “QUANDO” a mente humana for transcendida, VOCÊ FICARÁ ILUDIDO! NA DUALIDADE! ACREDITANDO EM OUTRA MENTE AO LADO DE DEUS! ACREDITANDO EM “QUANDOS” MESMO JÁ ESTANDO NO AGORA EM QUE “QUANDOS NÃO EXISTEM!” Não caia nessa armadilha, mesmo que “famosos ou renomados” místicos a endossem! Afirme categoricamente: EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA! Mesmo que APARENTEMENTE você acredite estar usando a “mente humana”. PERCEBA O ÓBVIO: VOCÊ não pode fazer uso de inexistências! Seja radical e entenda que “mente humana é “ZERO À ESQUERDA”. Afirme unicamente a VERDADE com ela; dessa forma, a suposta “mente humana” ficará anulada!

O tempo não existe! Por isso, nunca houve “surgimento” de mente humana! O AGORA é a Mente oniativa em expressão! A SUA MENTE! Viva pela revelação gloriosa: “NÃO SOIS A MINHA OBRA?” Anule radicalmente a crença em matéria e em mente humana a ser transcendida, e responda: “EU SOU!”.

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A NATUREZA UNIVERSAL DA VERDADE E DA ILUSÃO-1

A NATUREZA
UNIVERSAL DA VERDADE E DA ILUSÃO
JOEL S. GOLDSMITH

PARTE I
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As escrituras hebraicas profetizavam que o Cristo seria crucificado. Como alguém poderia  predizer a crucifixão  de um homem dois mil anos antes daquilo acontecer? Não se conhece uma boa razão que explique tal evento; porém, esta profecia é encontrada nas escrituras hebraicas. Qual é o sentido dela? O primeiro, e o mais importante ponto a ser compreendido, é que esta profecia não se refere a um homem em particular, mas sim à crucifixão do Cristo, à crucifixão da Verdade.

Os hebreus sabiam, de amarga experiência, que a Verdade seria sempre crucificada quando aparecesse ao pensamento mortal. A Verdade nunca foi nem nunca será aceita pelo pensamento mortal. Onde quer que apareça, fará surgir a rejeição eclesiástica: “Isto não é ortodoxo; não está de acordo com o nosso ensinamento, não pode ser verdadeiro”. E a própria análise eclesiástica irá bradar: “Crucifique-o”; desse modo, seguramente poderia ser profetizado, com cem anos ou com dois mil anos de antecedência, que o Cristo seria crucificado, pois, onde quer que toque o pensamento mortal, o Cristo é vítima de crucificação.

O Cristo é a manifestação de Deus; portanto, o Cristo não é um homem. Para os seguidores do Hinduísmo, Krishna ocupa uma posição similar à de Jesus no mundo cristão. Há, inclusive, os que consideram Krishna apenas como homem, embora tivesse existido um homem chamado Krishna que deu ao mundo um ensinamento espiritual da mesma forma com que um homem chamado Jesus deu ao mundo o ensinamento do Cristo. O ensinamento de Krishna foi apresentado ao muito muitos mil anos antes do advento de Jesus, e, no entanto, somente Jesus veio sendo identificado como o Cristo, enquanto Krishna foi considerado como um ser físico. Tanto Krishna quanto Cristo tem o mesmo significado: a presença de Deus feito manifesto – o Verbo feito carne.

O pensamento mortal irá sempre crucificar a Verdade; assim, quando surge um indivíduo com esta visão da Verdade, com esta visão do Cristo, e que com Ele se identifica, pode-se saber que o caminho de sua crucifixão estará sendo preparado. Provavelmente ninguém captou a visão da Unidade tão claramente como Jesus; e, como ele se identificava com ela, a igreja da época achou que, com sua crucificação, se livraria da confusa Verdade que ele ensinava.

Eu não considero a crucificação ou as perseguições aos santos e místicos como acontecimentos necessários ao mundo. O ensinamento comumente aceito hoje, pelas igrejas ortodoxas, é o de que Jesus teve de morrer para que fôssemos salvos; entretanto, isso não passa de adaptação do antigo ensinamento dos hebreus, que considerava o sacrifício de animais inocentes como algo exigido por Deus. Tal ensinamento faz de Deus um tirano. Dessa forma, não sinto hoje que a crucificação ou perseguição façam parte de um plano de salvação do mundo; antes, pelo contrário, penso que aquilo ocorreu para as pessoas que equivocadamente se identificaram como um salvador pessoal, mais do que com o fato de ser, o ensinamento da Verdade, uma manifestação de que Deus, e de ser, cada mestre, somente uma transparência pela qual o como a qual ela estaria aparecendo.

Jesus veio ensinando: “Eu e o Pai somos um”. …”Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma”….”o Pai, que está em mim, é quem faz as obras”….”Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus”. Os Mestres que personalizarem a Verdade, sentindo-se os responsáveis pela mensagem, sempre sofrerão o peso das perseguições do mundo. O erro deles está na própria colocação como sendo profetas com uma mensagem pessoal. Jesus foi bem claro nesse ponto, ao declarar: “A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou”. Porém, apesar desta declaração tão clara do próprio Mestre, muitos não a interpretaram corretamente.

A UNIVERSALIDADE DA VERDADE

A Verdade é, A Verdade de toda mensagem sempre existiu e continuará existindo até a eternidade. Quando os Mestres captam um vislumbre espiritual dela, o que podem fazer é se tornarem uma transparência para que esta Verdade apareça no mundo. De fato, o mundo irá sempre querer se livrar dessa Verdade – querer crucificá-la – mas enquanto os mestres não  identificarem a Verdade de suas mensagens como algo pessoal, enquanto não se colocarem como salvadores pessoais, não serão crucificados. Se a mensagem for verdadeira, o pensamento mortal desejará destruí-la, mas não destruirá a mensagem; tentará destruir a pessoa que tenha cometido o erro de acreditar que a Verdade tenha, de algum modo, alguma relação humanamente pessoal com ele.

Sejamos gratos por isso: a Verdade é santa e sagrada; a Verdade é onipresente e em todos os período da história do mundo surgirão aqueles que repetirão esta mensagem novamente. Ela nunca tem sua origem numa pessoa. A mensagem que Jesus ensinou é mais antiga que o próprio te,pó.. Nem é nova nem é original, sendo uma repetição daquilo que tem vindo através das épocas. De tempos em tempos ela chega a nós novamente. Jesus apresentou esta mesma Verdade universal numa linguagem compreensível e aceitável para o mundo ocidental, e é este o valor de seu ensinamento para nós.

Um indivíduo iluminado consegue transmitir a Verdade aos seus discípulos ou alunos imediatos, e por algum tempo ela começa a crescer e ser divulgada; mas, gradativamente, ela começa a perder sua força e significado original. Torna-se uma forma, um credo ou um sistema, pois alguém a organiza e isto selará o seu fim. A Verdade não pode sobreviver numa organização, pois, em todas elas existe uma cabeça, e no momento em que houver uma cabeça, deverá haver alguém à mão direita e alguém à mão esquerda. Daí começará a competição e o surgimento da confusão – dissensão e contenda. O indivíduo que captou a visão espiritual, aquele que redescobriu a Verdade universal, dá a ela a mais clara linguagem disponível no momento. Mas a interpretação daqueles que vêm depois é baseada nas suas diversas bagagens educacionais e regionais, com cada um entendendo a Verdade de uma forma inteiramente diferente. O resultado disso será que, após duas ou três gerações, ninguém mais concordará com o que era ou é o ensinamento.

Continua..>

A ILUSÃO É O QUE DEUS NÃO VÊ


A ILUSÃO
É O QUE DEUS NÃO VÊ
Dárcio
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Muitos olham os problemas pessoais, ou mesmo mundiais, sem saber como Deus pode permitir tanta desarmonia. Já vi gente se dizer descrente de Deus por não aceitar, por exemplo,  que Ele não ponha fim a povos famintos sobre a face da Terra. Entretanto, a Verdade conhecida é que liberta o homem! E esta Verdade é que DEUS É TUDO! Onde o mundo ou as pessoas veem problemas, Deus vê a Sua perfeição onipresente no mesmo lugar! Por que os estudos da Verdade dizem que “os problemas não existem”, que são ILUSÃO? Porque “ilusão é o que Deus não vê”. Deus vê a perfeição onipresente, isto é, Deus vê tudo aquilo que é REALIDADE! Quando Jesus disse: “O meu reino não é deste mundo”, sinalizou a Verdade que desconsidera esta “miragem” supostamente vista pela mente humana. Como devemos proceder, diante dessas revelações? Precisamos nos despojar da mente humana, aceitando, com “coração de menino”, que temos realmente a Mente que vê a Realidade, soltando-nos nesta contemplação natural e sem esforço! Esta soltura é no sentido de nos identificarmos com aquilo que Deus é, e com aquilo que Deus vê! Tudo que Deus não vê, é ilusão, e tudo que VOCÊ VÊ, É O QUE DEUS VÊ! Isto porque inexiste outra mente para discernir qualquer outra coisa!
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Os períodos de “Prática do Silêncio” são aqueles que reservamos para as “loucuras de Deus”, ou seja, são momentos em que acatamos estas revelações que, para a mente humana se mostram absurdas, e, com a máxima tranquilidade, realizamos nossa identificação com todas elas! DEUS É TUDO! TUDO É DEUS! DEUS ESTÁ SENDO VOCÊ, VOCÊ ESTÁ SENDO DEUS! Contemple estas Verdades, e veja-se livre sendo todas elas.
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Logo abaixo, estou postando de novo um excelente artigo de Marie S. Watts, intitulado “Vendo do Ponto de Vista de Deus”. Gostaria que o estudassem MUITO CALMAMENTE   e em conjunto com o que estou expondo neste texto. Precisamos discernir a Onivisão, a Visão onipresente que temos para, em unidade com Deus, aceitarmos como “visto” unicamente o que é Realidade! Ilusão é NADA! É tudo aquilo que Deus não vê! Percebendo que Deus e homem são UM, perceberemos que o que Deus vê, é o que vemos! Estas considerações, obviamente, devem ser contempladas espiritualmente!  São verdadeiras, mas requerem algo além de simples leitura: exigem uma total identificação de nossa parte, na forma de aceitação radical e discernimento absoluto!

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VENDO DO PONTO DE VISTA DE DEUS

VENDO DO
PONTO DE VISTA DE DEUS
Marie S. Watts
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O homem, como aparenta ser, é limitado em praticamente todos os aspectos de sua existência. Embora cada identidade seja eterna, a ilusão chamada “vida humana” aparenta ter começo e fim. Esta experiência humana, completamente ilusória, é limitada porque se supõe haver uma  quantidade restrita de “tempo” em que o homem  permanece vivo. Inerentemente, sabemos que este limitado conceito de vida é incorreto, e sequer é necessário, razão pela qual nos rebelamos contra ele.

Tentamos prolongar a vida, e tentamos escapar ou dominar este falso conceito de limitação em todos os aspectos de nossa experiência. Sempre, neste limitado cenário ilusório, estamos procurando nos livrar de alguma falaciosa ideia de limitação. Vejamos, a partir de agora, o que deve ser feito para que nos libertemos de todas estas limitações ou crenças equivocadas.

Devemos percorrer  o caminho todo, em nossa “visão”. Isto significa que temos de discernir toda a Existência a partir do PONTO DE VISTA DE DEUS, em vez de fazer isso partindo do fictício ponto de vista limitado do “homem nascido”. Devemos ver tudo a partir do ponto de vista da Inteireza impessoal viva, perfeita, eterna, indivisível, que é Deus – o Universo.

Quando percebermos toda a Existência do ponto de vista divino, e não do limitado ponto de vista do homem supostamente nascido, perceberemos do ponto de vista da Perfeição eterna, ininterrupta e constante. Perceberemos, também, esta Perfeição como TUDO O QUE SEMPRE ESTÁ PRESENTE. Todo falso sentido de dualidade é transcendido nesta ilimitada percepção. Nunca estaremos conscientes de algo ou de alguém separado do UM infinito que nós somos. Tampouco estaremos conscientes de Deus “e” homem, Mente “e” ideia, Causa “e” efeito, Luz “e” treva, Inteligência “e” ignorância, Amor “e” ódio. Não poderá haver percepção de opostos, pois, não haverá nada para se opor nem para estar se opondo. Não lutaremos para “atingir” ou nos tornar algo além do Deus-EU-SOU, que somos. Tampouco iremos pretender sobrepujar algo que não somos, e que jamais poderíamos ser. Perceberemos inteiramente do ponto de vista do Amor consciente, inteligente, vivo, perfeito e eterno; e, não seremos movidos por qualquer aparência de limitação, imperfeição, ou alguma outra.

Alguém poderia perguntar: “E quanto aos quadros ilusórios que constantemente se apresentam à minha Consciência?” Faça-se esta indagação: “É ASSIM QUE DEUS VÊ A EXISTÊNCIA?”  Por ser Tudo, é impossível que Deus esteja consciente de algo além do que Ele próprio esteja sendo. Se Deus pudesse estar consciente de imperfeição, Deus teria que ser esta imperfeição. E isto é impossível! Como Deus nada sabe de imperfeição, carência, medo, etc., e como Deus é a ÚNICA Consciência, não existe nenhuma consciência de qualquer aspecto do mal ilusório. Desse modo, o Eu que EU SOU não pode estar consciente de nenhum dos ilusórios aspectos da nulidade chamada mal, sob qualquer disfarce. Em outras palavras, se Deus o desconhece, é ele desconhecido.

A Bíblia declara: “Conservarás em perfeita paz aquele cuja mente está estabelecida em ti; porque confia em ti” (Isaías 26:3). Ver constantemente a partir do ponto de vista de Deus significa conservar a Mente estabelecida em Deus. Significa perceber a partir do ponto de vista “EU SOU”, e jamais do ponto de vista do “eu serei”, ou “eu irei me tornar”.  Significa conhecer o que nós somos, e constantemente ser o que conhecemos. Oh, amado, podemos viver normal, amorosa e livremente cumprindo o nosso objetivo, exatamente aqui e agora! Tudo isto é possível em nossa percepção de que SOMENTE PORQUE DEUS É, NÓS PODEMOS SER; somente o que Deus é, nós podemos ser. Neste reconhecimento, prosseguimos com nossa tarefas diárias,  livre e jubilosamente. Somente o que Deus experiencia, nós podemos experienciar, e somente o que Deus conhece, nós podemos conhecer. Isto é realmente perceber a Totalidade, a Unicidade que Deus é. E isto é estabelecer a Totalidade, a Unicidade que é o EU SOU que VOCÊ É.

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O EVANGELHO DE TOMÉ

O
EVANGELHO DE TOMÉ
Marie S. Watts

Os discípulos perguntaram a Jesus: Como será o nosso fim? Jesus disse: Vocês descobriram o começo e indagam sobre o fim? Onde há começo, ali haverá fim. Bem-aventurado é aquele que se firma no começo; ele conhecerá o fim e não provará a morte.
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Bem sabia Jesus que eles estavam ainda acreditando ter nascido, que estavam vivos como uma vida nascida num corpo de matéria, e que teriam de morrer e deixar a matéria, ou chegar a um fim. Jesus sabia que se não alimentassem estas crenças, não formulariam perguntas desse tipo. Eis por que ,de imediato, ele os conduziu à percepção de que “não há começo”, ao lhes dizer: “Onde há começo, ali haverá fim”. Em outras palavras, se, para você, existir começo, ali existirá fim. Se nasceu, terá de morrer. Se desconhecer qualquer “começo”, como poderá conhecer algum “fim”?

Jesus está, então, dizendo: Bem-aventurados somos nós, bem-aventurados são vocês, bem-aventurados somos todos que, exatamente entre aquilo que parece ser uma vida humana, um homem mortal, com todas as suas dificuldades e dores, doenças, nascimentos e mortes; exatamente no âmago do sonho, percebemos que somos o eterno e imutável Deus identificado, exatamente aqui e agora: não poderemos conhecer morte alguma, por não existir nenhum nascimento. Quando estamos vendo isso exatamente aqui, percebemos que nunca teremos de passar pelo que parece ser a experiência da morte. E, é com o tempo que despertamos para este fato. Tudo tem estado exatamente aqui, o tempo todo.

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CONTEMPLE A LUZ DIVINA SOB AS APARÊNCIAS

CONTEMPLE A LUZ DIVINA SOB AS APARÊNCIAS
DÁRCIO
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Quando você conhece as casas e ruas de um local, você saberá discerni-las intuitivamente e pela memória, mesmo estando tudo sob forte neblina! Você não irá acreditar que algo se modificou; somente a aparência é que se tornou outra! Esta “visão intuitiva” é sua visão da verdade, que não se deixa levar em nada pela aparência. O Universo da Realidade divina é a perfeição infinita expressa como Luz. Vivemos na Luz e somos a Luz em que vivemos! Não existe matéria! Não existe aparência que altere a permanência das obras de Deus!

Contemple a Luz divina sob as aparências, assim como alguém intuitivamente “veria” as casas e ruas sob a neblina! Não divida sua atenção entre a Verdade e as aparências! Contemple unicamente a Verdade, contemple unicamente a Luz Se manifestando infinitamente em perfeição absoluta! Não leve em conta as aparências! Elas se comparam à neblina! As aparências em nada se envolvem com a Realidade, não mudam em nada a Verdade, e, não têm condição de, por si mesmas, se manter! Contemple tranquilamente a LUZ DIVINA sob as aparências!

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PESSOAS, COISAS OU CONDIÇÕES…

Pessoas, coisas ou condições…
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…nunca são a fonte de nossas discórdias. Sejamos bem claros neste importante ponto. Há uma força universal, uma crença universal, um hipnotismo universal, que é a fonte de todas as discórdias que se manifestam em nossas experiências. Toda limitação, todo pecado, toda tentação e toda doença que chegam até nós, são nada mais que o efeito de uma força ou poder universal, a qual, lembre-se que, por si só não tem poder; somente tem poder pela aceitação da mente humana a ela. Se o erro fosse poder, não poderíamos dissipá-lo. No entanto, ele não é poder, exceto, para o sentido do mundo. A crença universal, é o único poder que temos que considerar ao depararmos com o pecado, a doença, a morte, a carência ou a limitação, mais esta não é poder.
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JOEL S. GOLDSMITH
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VIVA MENTALMENTE LIVRE!

VIVA
MENTALMENTE LIVRE!
Dárcio
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Conhecer a Verdade, em termos absolutos, é “ser a Verdade”. Este conhecimento  espontaneamente transparece na suposta vida humana, que é um reflexo do estado mental de cada um. Se você estuda a Verdade, se você aceita SER A VERDADE, viva mentalmente livre! Viver mentalmente livre é viver desapegado do tempo, desapegado de problemas, desapegado de tudo, fluindo livre com o agora de cada instante, e nele realizando o que pode e deve ser feito, e da melhor forma possível! Não ocupe o agora com algo que você terá de fazer “no fim do mês”; antes, ocupe seu agora com o que pode e de fazer agora! Faça isso se sentindo mentalmente livre! Se isto lhe parece difícil de ser vivido, pare com tudo e medite! Sim, porque seu envolvimento com a aparência, de forma nervosa e ansiosa, denota claramente o seu envolvimento nocivo com a ILUSÃO! O Universo infinito está em atividade sem qualquer responsabilidade pessoal ou humana sua! Não será onde você está que isto seja diferente! Medite e veja que a Oniação inclui tudo o que lhe diz respeito! Contemple  o Universo infinito vivendo este AGORA sem calendários e agendas ou preocupações!

Viva mentalmente livre! Sua VIDA é livre! Na verdade, você é a LIBERDADE EM SI, uma vez que Deus constitui o ser individual seu e meu! Somos UM em LIBERDADE! Somos um em ATIVIDADE! O agora em que eu vivo, é o agora em que você vive! Deixe a Liberdade Se expressar! Desse modo, sem esforço algum, sua Vida LIVRE se refletirá também como “mente livre”, plenamente ativa e isenta de negatividades ou limitações.

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VOCÊ, CO-HERDEIRO COM CRISTO DE TODAS AS RIQUEZAS CELESTIAIS

VOCÊ, CO-HERDEIRO COM CRISTO
DE TODAS AS RIQUEZAS CELESTIAIS
DÁRCIO
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Como humanos, vemos diferenças sociais e todo tipo de desigualdades. Estas desigualdades são ilusórias, uma vez que em Deus, que é TUDO, todos possuem em si mesmos tudo aquilo que Deus é. Por isso Jesus disse que o pré-requisito para “entrar no reino de Deus” é nascer de novo. Esta escalada do humano ao divino é pregada nos mais diversos ensinamentos. Paulo, por exemplo, cita este processo como sendo um “morrer diário” para a natureza falsa, humana e limitada, enquanto a mente é renovada pela ação divina até que o “Cristo que é tudo em todos” seja conhecido em cada um. “Já não sou mais eu quem vive, o Cristo vive em mim”, disse ele.

O estudo da Verdade absoluta não parte do “morrer diário” e sim do nosso Eu absoluto, já manifestado e sendo o nosso único ser, sem ego. Nunca estivemos na matéria, pois, a matéria não existe! Nunca pensamos com “mente humana”, pois, “a Mente divina é que é a realidade onipresente”. Estes princípios libertadores são levados às “contemplações” em que realmente nos dissociamos de tudo quanto possa aparentar existir sem que seja Deus, para discernirmos a Verdade permanente de que unicamente o Cristo é o ser que somos.

Lembro-me de um relato da Seicho-no-ie em que uma criança havia caído de uma escada e sofrido lesão em certos filamentos do cérebro. Para a medicina não havia forma de solução, pois o risco em operação era enorme! O pai da criança, consultando um orientador da filosofia, foi ensinado a ler a Sutra da Seicho-no-Ie para a criança. Esse pai fez a leitura por dezoito anos e a situação perdurava. Tendo oportunidade de fazer nova consulta, após todo esse tempo, ele foi novamente orientado para fazer a leitura, ao que respondeu: “Já faço isso isto há dezoito anos! De nada adiantou!” E o orientador lhe fez a seguinte pergunta: “O senhor esteve lendo a Sutra com que objetivo?” Ele respondeu: “Eu lia para que Deus unisse os filamentos do cérebro de minha filha, lesados pela queda!” E o orientador lhe disse: “Sua filha é filha de Deus e nunca sofreu queda nem jamais sofreu lesões! Veja sua filha verdadeira e não a aparência falsa!” E foi com esta compreensão que ele, posteriormente, pôde ver a filha se mostrando “curada”.

O que é “nascido da carne é carne”, o que é “nascido do espírito é espírito”, diz a Bíblia. Estudar a Verdade não é ficar entre dois mundos e muito menos desejar consertar o mundo das aparências! Por isso, as “contemplações” devem ser radicais e feitas em cima da Verdade: DEUS É TUDO! Se retivermos “outra existência” ao lado de Deus, estaremos “dividindo a casa”, ou seja, estaremos acreditando em Deus e na matéria; desse modo, a ILUSÃO estará sendo aceita, e não a Verdade! Feche os olhos e se desvincule de tudo que não seja DEUS sendo TUDO, e sendo VOCÊ! Aquele que “permanecer em MIM”, no seu Eu Absoluto, “dará frutos”, disse Jesus! Dizer mentalmente que “somos co-herdeiros com Cristo de todas as riquezas celestiais” é de mínima serventia; entretanto, se você captar seu sentido absoluto, entrará em meditação consciente de que a totalidade de Deus está sendo o CRISTO que VOCÊ É, e, esta Verdade, assim conhecida, o libertará das crenças do mundo!

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A CONSCIÊNCIA INFINITA COMO SUA CONSCIÊNCIA

A CONSCIÊNCIA
INFINITA
COMO SUA CONSCIÊNCIA
DÁRCIO

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Quando Jesus disse: “Sois a luz do mundo”, revelava a visão verdadeira que em nada se envolve com as imagens humanas dos seres segundo as aparências vistas pela mente humana.  As declarações iluminadas nos servem como “freios” à ilusão! Por tempo demais a humanidade veio sendo iludida pelas aparências! Nunca as obras de Deus foram vistas pela mente humana; por outro lado, jamais estas obras perfeitas sofreram quaisquer mudanças! De onde surgiram tantas doutrinas, dogmas e preceitos que nos julgam como imperfeitos, serem mortais, em evolução, etc? Tudo isso é fruto da ilusão de que DEUS não seja TUDO, e que, ao lado de Deus, existam seres humanos separados dEle e se esforçando para entrar “com Ele” em comunhão! Contudo, a Unidade é fato universal onipresente! Nada há fora de Deus e nem há algo sem ser a Unidade que é Deus em atividade! Aceitar isso com a mente é o “batismo com água”; entretanto, esta aceitação mental somente terá valor quando houver o discernimento espiritual de que, realmente, “somos perfeitos em unidade” como Jesus declarou. Este será o “batismo com fogo”. Por isso as “contemplações” precisam ser  feitas sem dualidade e de forma radical!

Deixe de olhar as formas da aparência e se volte à sua Consciência. Perceba que esta Consciência está especificamente onde VOCÊ agora se encontra, e, ao mesmo tempo, se estendendo pelo Infinito que Ela abrange e que Ela é. Não “arraste” sua atenção pela infinitude! Perceba-se sendo o que VOCÊ É, em sua presença específica, e depois “universalize” esta percepção. Fazendo uma analogia grosseira, seria o estado de São Paulo Se percebendo ser o Brasil especificamente como “estado de São Paulo” e, depois, Se percebendo ser o Brasil como todos os demais estados, pela UNIDADE que é o Brasil como país.

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A Consciência única é Deus! Está em toda parte e está em nós! Ela é a toda parte e também é o ser que somos! Sinta-se SENDO O INFINITO, e sinta-se, ao mesmo tempo,  sendo seu EU individual ou específico.Atente para este fato de a UNIDADE ser a totalidade da Existência! Rompa com as barreiras das aparências ilusórias e se contemple como sendo DEUS! DEUS É TUDO! TUDO É DEUS!
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O SUPREMO MILAGRE

O
SUPREMO MILAGRE
Dárcio
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A base do conhecimernto da Verdade

é a aceitação incondicional de que DEUS É TUDO! Isso porque há uma crença hipnótica sugerindo uma existência paralela, onde supostos seres humanos vivem em seu mundo material dotados de mentes pessoais. Nada disso tem qualquer realidade! Não passa de uma crença falsa e hipnótica! Por mais que miragens sejam vistas no deserto, o que ali existe, é areia! Estando diante de um Universo iluminado, eterno e perfeito, a maioria vê imagens tridimensionais ilusórias, e, para sairmos desse “trote coletivo”, dizemos que “estudamos a Verdade”.

Se o exposto foi entendido, está sendo visto que este “estudo” é mesmo o que Jesus citou como ponto de partida àqueles desejosos de segui-lo: “RENUNCIAR A SI MESMO”. Já comentei, num artigo anterior, que esta “renúncia” é, na verdade, a admissão de que o CRISTO constitui quem somos. Portanto, este “estudo da Verdade” é uma soltura imediata de toda aceitação em ser material, em mundo material e, principalmente, uma soltura da suposta “mente humana”, que aparenta existir para nos entulhar de tantas miragens ou pesadelos.

Lillian DeWaters escreveu o seguinte: “O supremo milagre é discernir a nulidade tanto da matéria como da mente humana, e contemplar a totalidade do homem perfeito no universo espiritual agora”. O que ela  diz é simplesmente que DEUS É TUDO! Existência humana é nada! Mente que vê existência humana é nada! Sobra o que? DEUS sendo TUDO!

Vivencie conscientemente este “supremo milagre”, lance fora o “balde da samaritana”, e contemple “rios de ÁGUA VIVA correndo do SEU ventre”.  “Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da Tua lei”, diz o Salmo 119:18. Parta diretamente deste “supremo milagre”, e contemple unicamente o que é Realidade, sem nenhuma outra presença ao lado de “MIM”.

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