Dárcio
A Verdade absoluta é que Deus é Tudo, e portanto, é o Eu, a Vida, a Mente e o Corpo que eterna e imutavelmente somos. O que passar disso, é nada. Nesse sentido, disse Jesus: “Não podeis servir a dois senhores”.
Dárcio
A Verdade absoluta é que Deus é Tudo, e portanto, é o Eu, a Vida, a Mente e o Corpo que eterna e imutavelmente somos. O que passar disso, é nada. Nesse sentido, disse Jesus: “Não podeis servir a dois senhores”.
Joel S. Goldsmith
Dárcio
DÁRCIO
“Como o homem imagina no íntimo, assim ele é.”
~Provérbios 23; 7
Quando expomos os princípios revelados da Metafísica Absoluta, e que destoam dos ensinamentos vários que circulam nos meios do espiritualismo, questões que envolvem “tempo”, tais como as da evolução e reencarnação, sempre são levantadas! Como é difícil, ao intelecto, se curvar diante de revelações absolutas! Como é duro deixar de lado tantos conceitos lidos e exaustivamente estudados! “A mente carnal é a inimizade contra Deus”, diz a Bíblia!
EU SOU:
aquilo que Deus É;
tudo o que Deus É;
somente o que Deus É!
O conhecimento da Verdade se resume neste reconhecimento absoluto! Cada um terá de DESCOBRIR este Fato já manifestado sempre AQUI e AGORA! Deus não muda, não evolui, não estuda a Verdade! Deus É a Verdade onipresente; assim, quem estiver interessado na Verdade Absoluta, terá de se ater a ela e com Ela se identificar por completo!
Como um diamante não “evolui”, a cada mexida na poeira que a ele vinha grudada, o ser “EU SOU”, que todos somos, não “evolui” a cada conscientização da Verdade que fazemos! A Verdade é sempre a Verdade! Onipresente!
“O que é nascido da carne é carne (poeira), e o que nascido do espirito é espírito (diamante)”. Cabe, a cada um, fechar completamente os olhos para o suposto “eu humano”, e se DESCOBRIR tal como já É; desse modo, as crenças em “tempo”, evolução e reencarnação desaparecem de percepção, e o EU SOU, o Diamante puro que todos somos, Se mostra como nossa Identidade atual e perfeita!
Identificar-se com “ser em evolução” equivaleria ao diamante, esquecido de sua própria natureza, identificar-se com a poeira agregada a ele; e, caso nesse erro permanecesse, acabaria se esquecendo por completo daquilo que ele já é!
Cristo disse: Eu Sou a Verdade! Aquele que me vê, vê o Pai! Mostrou-nos como focalizar a atenção NAQUELE QUE SOMOS! Quem o fizer, DESCOBRIRÁ, em si mesmo, o cumprimento da revelação:
“Naquele dia conhecereis,
EU estou no Pai, VÓS em mim,
e EU EM VÓS!”
Que dia será este? Sempre AGORA, desde que a pessoa se solte de todos os conceitos mentais criados a seu respeito, se solte das crenças em tempo e espaço, em suma, se solte da “mente humana”, para poder se identificar plenamente com o FILHO ILUMINADO DE DEUS, sua Identidade real, eterna e ÚNICA! O SEU SER RESPLANDECENTE E DIAMANTINO!
Cristo não disse “Sereis a Luz do mundo; antes, disse claramente: “VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO!”
Mr.lopeslima
Dárcio
As pessoas não sabem lidar espiritualmente com os problemas da vida. Diante deles, sabem unicamente contar com os meios materiais, em muitos casos insatisfatórios. Um dos primeiros pontos a serem conhecidos, quando estudamos a Verdade, é o de que os problemas da vida não são realidades exteriores, como o mundo aceita, mas são imagens na mente humana. Estas imagens, estando na mente humana, são aí trabalhadas com princípios espirituais, até serem dissolvidas pela Verdade.
Uma ilustração útil na prática desse princípio é esta do “sol e o bloco de gelo”, simples, pura e eficaz. Como dissemos, os problemas são quadros na mente humana. Comparemos todo o quadro de problemas da vida com um “bloco de gelo”, e comparemos a ação divina, que age dentro de nós dissolvendo os quadros, com o “sol”. Assim como um bloco de gelo se derrete naturalmente quando exposto ao calor do sol, o “bloco de problemas” se derreterá mediante a ação do Cristo em nós, ou seja, a Presença de Deus agindo em nossa Consciência individual (a exemplo do sol).
Para tanto, deveremos nos dedicar à “Prática do Silêncio”, em que contemplaremos a AÇÃO ESPONTÂNEA DE DEUS em nossa Consciência, após termos “oferecido” todo o “bloco de problemas” à atuação desse Poder em nós. Sem nos envolvermos com os problemas, sem forçarmos a mente, simplesmente testemunharemos o “Sol divino” desfazendo o “bloco de gelo”. Se nos dedicarmos com seriedade e dedicação a este simples exercício contemplativo, teremos a comprovação de sua eficácia em nossa vida prática, seja em termos de questões financeiras, saúde, relacionamentos, ou outra qualquer. DEUS É TUDO como TUDO! Este exercício amolda-nos à aceitação desse Fato, e este acaba por dar provas de sua veracidade.
MARIE S. WATTS
“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” (Filip. 4: 7). Sim, a paz que é experienciada por quem está consciente de sua Identidade divina está além de toda assim chamada compreensão humana. É a paz que “o homem cujo fôlego está em seu nariz” desconhece. Tal paz espiritual jamais é insípida ou inativa. Na verdade, ela é essencialmente uma paz ativa, porque somente pode ser realizada pela Consciência espiritual oniativa. Esta paz não é do tipo que oscila, que vem e que vai. É uma percepção ativa, auto-sustida e consciente, que não pode ser abalada ou sacudida pelas supostas tempestades do mundo das aparências.
Certamente você se recorda do incidente registrado na Bíblia, em Marcos 4: 39. Neste trecho, podemos ler qual foi a reação de Jesus, diante de um aparente perigo. Exatamente em meio à tempestade, Jesus estava em paz. Os discípulos disseram que ele dormia; entretanto, como sabemos, a Consciência permanece ativa e consciente, inclusive na paz que conhecemos como sono. Jesus não reconhecia tempestade alguma. Ele sabia que não havia ameaça alguma à Vida. No entanto, os discípulos se apavoravam. E assim, a paz consciente de Jesus, ativa e instantaneamente, sossegou a aparência de medo e de violência. “Cala-te, aquieta-te”, disse Jesus, e o vento se aquietou, e houve grande bonança. Todos temos passado, em certo grau, por esse tipo de experiência. Temos discernido esta grande paz exatamente diante de alguma violenta aparência de algo que parecia ser destrutivo ou problemático. Uma vez experienciada esta paz, sabemos que tudo está bem, e a prova disso é imediata. Jesus estava tão ativamente consciente desta paz, que não poderia ser perturbado, nem mesmo enquanto aparentemente estava dormindo. Nós também, cada vez mais, nos tornamos ativamente conscientes desta paz consciente, que dispersa toda aparência do mal.
Hoje em dia, o chamado homem vive em ansiedade, buscando desesperadamente a paz. Esta busca pela paz vem dando origem a diversas organizações humanas. Nestas organizações, homens e mulheres sinceramente se empenham em conseguir concretizar a paz mundial. Indiscutivelmente, esta atividade é bastante louvável. No entanto, a paz jamais poderá ser alcançada. A paz deverá ser reconhecida. Além disso, tal conscientização deverá ser constantemente ativa. Onde e quando estará se dando esta conscientização? Exatamente dentro da sua e da minha consciência, amado leitor; e ela já está acontecendo agora. Caberá a cada um ver e ser esta paz consciente ativa, que dispersa a ilusão de homens malignos, ameaçadores, ávidos de poder, e que engendram planos malignos de destruição. É fútil ficarmos clamando “paz, paz”, quando não existe paz! Deixemos de lado estes tranqüilizantes, e ocupemo-nos com “os negócios de nosso Pai”. Isto quer dizer que nada faremos? Não! Não! Em absoluto! Significa que estaremos ativamente vendo e sendo esta paz consciente, que dispersa todas as aparências que não forem Deus aparecendo e Se evidenciando.
Esta poderia ser chamada de A Era dos tranqüilizantes. Todos conhecemos muito bem aqueles que sentem a necessidade de utilizar algum tipo de tranqüilizante. O homem “cujo fôlego está em seu nariz”, segundo dizem, vem crescentemente consumindo pílulas tranqüilizantes, ou injeções, num esforço vão de obter a paz que já lhe pertence, se, ao menos, disso ele tivesse conhecimento. Mas este esforço fútil não termina aqui! É apenas um pequeno passo que o conduz dos tranqüilizantes físicos para aqueles de ordem mental. Muitos textos ou ensinamentos metafísicos não passam de uma canção mesmérica de ninar, a embalar diversos estudantes sinceros na inatividade e na inércia. Não é este o caminho da verdadeira paz.
Em João 14; 27, encontramos Jesus dizendo: “Deixo-vos a paz… não vo-la dou como o mundo a dá, não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. Nossa paz não é do tipo que o mundo nos pode dar ou tirar. Nossos corações não estão turbados. A Consciência divina, que somos, não é incomodada ou perturbada pelo suposto mundo da aparência. Sim, sabemos da aparente violência dos sonhos e dos esquemas humanos! Mas, também estamos ativamente conscientes de que Deus realmente é Tudo, e que Tudo realmente é Deus. Nossa paz ativa é uma constante paz sustida. Apesar de todos os temores e alucinações violentas da ilusão da ilusão, nós percebemos que não somos nem confundidos nem enganados.
“Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti” (Isaías 26; 3). Sim, isso é verdadeiro. Mas é necessário que nossa Consciência seja ativa, a fim de permanecer consciente de que este mundo, exatamente aqui e agora, é o Reino (Consciência) de Deus; e Deus é tudo que tem presença ou poder – em e como este mundo.
“Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém…” (Salmo 24; 1). Isto é verdade absoluta. A terra, o mundo, o Universo em Si, é Deus. A Oniação harmoniosa inteligente, que Se governa como a terra, o mundo, o Universo, é Deus. Deus em ação jamais está em conflito consigo mesmo. Deus em ação é atividade consciente, pacifica e harmoniosa.
Ah! Existe poder nesta revelação da paz oniativa! Nenhuma revelação da sempre-presente perfeição irá ocorrer, a não ser após a conscientização desta paz. Ver e ser são atividades. Ver e ser a Verdade significa a Consciência em ação. Contudo, não é a atividade de se fazer alguma coisa. Antes, ela é a sua Identidade divina ativamente sendo Algo. E este Algo é Ela própria. Este Algo é o Universo perfeito, o mundo perfeito. Este Algo é o sempre-perfeito Você!
“Ora, o mesmo Senhor da paz vos dê sempre paz de toda a maneira” (II Tess. 3; 16). Amado leitor, Deus, que é a paz onipresente em si, está expressando sempre Sua paz como a paz que é a sua. Você é esta paz em ação harmoniosa perfeita, sempre e de toda a maneira.
Dárcio
A quem descobre a Verdade de que este Universo é composto de Suprimento e não de carência, este fato invisível se torna visivel. Infelizmente, a maioria conta com a matéria e não com a riqueza invisível que já possui; assim, observa o que julga ser suas posses de momento, usando a cega mente humana, e começa a se preocupar com o que avalia como carência presente ou como risco de carência futura.
Este Universo é Suprimento! Isso porque Deus é o Universo da Realidade. Se nos desapegarmos da dualidade, isto é, da crença de que há Espírito e matéria, para nos fixarmos à nossa RIQUEZA INVISÍVEL, nossa própria presença será percebida como sendo o Suprimento em Si, razão pela qual disse Jesus: Eu Sou o Pão da Vida. O Eu é Deus, o Suprimento onipresente! Sinta-se formando esta Riqueza Invisível Infinita, em vez de se identificar com seres humanos e seus bens ou a falta deles! Você é Filho de Deus! Uno com Deus! Aquiete-se e contemple esta Verdade!
Lillian DeWaters
Lembre-se de que todo bem pertence a VOCÊ! Pense nele, afirme-o, sinta-o, acreditando que ele é seu agora: sua Palavra não voltará vazia. Pelo contrário, ela será manifestada exatamente em conformidade com a coisa por você desejada.
“Como o homem imagina no íntimo, assim ele é.”
~Provérbios 23; 7
Quando expomos os princípios revelados da Metafísica Absoluta, e que destoam dos ensinamentos vários que circulam nos meios do espiritualismo, questões que envolvem “tempo”, tais como as da evolução e reencarnação, sempre são levantadas! Como é difícil, ao intelecto, se curvar diante de revelações absolutas! Como é duro deixar de lado tantos conceitos lidos e exaustivamente estudados! “A mente carnal é a inimizade contra Deus”, diz a Bíblia!
EU SOU:
aquilo que Deus É;
tudo o que Deus É;
somente o que Deus É!
O conhecimento da Verdade se resume neste reconhecimento absoluto! Cada um terá de DESCOBRIR este Fato já manifestado sempre AQUI e AGORA! Deus não muda, não evolui, não estuda a Verdade! Deus É a Verdade onipresente; assim, quem estiver interessado na Verdade Absoluta, terá de se ater a ela e com Ela se identificar por completo!
Como um diamante não “evolui”, a cada mexida na poeira que a ele vinha grudada, o ser “EU SOU”, que todos somos, não “evolui” a cada conscientização da Verdade que fazemos! A Verdade é sempre a Verdade! Onipresente!
“O que é nascido da carne é carne (poeira), e o que nascido do espirito é espírito (diamante)”. Cabe, a cada um, fechar completamente os olhos para o suposto “eu humano”, e se DESCOBRIR tal como já É; desse modo, as crenças em “tempo”, evolução e reencarnação desaparecem de percepção, e o EU SOU, o Diamante puro que todos somos, Se mostra como nossa Identidade atual e perfeita!
Identificar-se com “ser em evolução” equivaleria ao diamante, esquecido de sua própria natureza, identificar-se com a poeira agregada a ele; e, caso nesse erro permanecesse, acabaria se esquecendo por completo daquilo que ele já é!
Cristo disse: Eu Sou a Verdade! Aquele que me vê, vê o Pai! Mostrou-nos como focalizar a atenção NAQUELE QUE SOMOS! Quem o fizer, DESCOBRIRÁ, em si mesmo, o cumprimento da revelação:
“Naquele dia conhecereis,
EU estou no Pai, VÓS em mim,
e EU EM VÓS!”
Que dia será este? Sempre AGORA, desde que a pessoa se solte de todos os conceitos mentais criados a seu respeito, se solte das crenças em tempo e espaço, em suma, se solte da “mente humana”, para poder se identificar plenamente com o FILHO ILUMINADO DE DEUS, sua Identidade real, eterna e ÚNICA! O SEU SER RESPLANDECENTE E DIAMANTINO!
Cristo não disse “Sereis a Luz do mundo; antes, disse claramente: “VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO!”
Dárcio
DÁRCIO
Quem se dedica ao estudo da Verdade Absoluta parte sempre da premissa iluminada: “DEUS É TUDO”. O papel de cada um, portanto, passa a ser unico: perceber-se INCLUSO nesta UNIDADE ou TOTALIDADE DE DEUS. É o entendimento glorioso revelado por Cristo: “Eu e o Pai somos um”, Verdade universal, impessoal e eterna que deve ser aceita, reconhecida e contemplada internamente.
Quando esta UNIDADE se faz consciente, a palavra “caridade” assume outra conotação, e não mais aquela em que um ego mortal faz boas obras em benefício de outro ego. Sob a visão da Unidade, não há “egos”, mas somente Deus Se expressando como todos nós. Decorre, desta conscientização, a manifestação espontânea global da ação divina e amorosa em cada um de nós! Assim, disse Jesus:“Eu, de mim mesmo, nada faço; o Pai em mim faz as obras”. Ensinava a Cristicidade como caridade legítima, por refletir o amor divino impessoal em nossa vida diária. Na Cristicidade, sem nos considerarmos um ser humano desejoso de fazer caridade, damos testemunho da ação do Pai na consciência de todos. Aos olhos do mundo, esta ação pode aparentar ser “obra de caridade”, mas, para nós, a a causa da ação é entendida! Jamais aceitaremos que o bem visível seja fruto de caridade humana, mas tão-somente uma projeção espontânea do Amor divino em nosso dia-a-dia. Realmente, DEUS É TUDO!
DÁRCIO
Exatatamente onde a mente humana olha e diz haver imperfeição, a Perfeição resplandece! Exatamente onde a mente humana diz que seu corpo é material e nascido neste mundo, seu corpo real é Luz divina em expressão corpórea eterna!
DÁRCIO
Uma coisa é viver o AGORA, e outra é ser IMEDIATISTA! Quem vive o AGORA está com a mente voltada à PERFEIÇÃO CONSTANTE deste Universo do Espírito; já quem vive no imediatismo demonstra estar preso às aparências visíveis, que são todas ilusórias! Quando as aparências se mostrarem indesejáveis, não se prenda nem a elas nem à crença de que elas devam melhorar rapidamente! Acabe com esse imediatismo! Volva sua atenção ao Reino perfeito do Espírito, veja-se UNO COM DEUS neste AGORA! Repetindo, livre-se do”imediatismo ilusório” que o queira confundir! DEUS É TUDO! Contemple Sua TOTALIDADE! Em seguida, aja naturalmente, sem se prender a nada do visível, e este, por ser simples “sombra da mente”, espontaneamente “caminhará” rumo às melhores soluções.
Lillian DeWaters
A ordem “Expulsai os demônios” já pode ser posta em prática, pois agora estamos capacitados a executá-la com visão espiritual e autoridade divina.
Os “demônios” são as falsas crenças genéricas que têm perpetuado desde o início dos tempos; e, a principal delas chama-se “individualismo”. Cristo ensinou que toda realidade é una, sem partes ou diferenças, ou seja, ensinou ser impossível reconciliar o nosso “Eu” com uma mente humana ou individualidade. Pelo contrário, o homem genérico prega a doutrina da apoteose, isto é, a deificação da mente humana.
A renúncia a toda obediência a personalidades ou doutrinas humanas nos conduz à iluminação flamejante e à convicção de que inexiste qualquer “outro” ao lado do Eu Universal. Este Uno exige nossa total atenção. Verdadeiramente, teremos de clarear nossa visão até que nada mais seja posto diante dela, a não ser o Eu perfeito e Sua perfeita expressão.
Por outro lado, isto é, do ponto de vista de que nada mais existe, se torna fácil entender que as formas discordantes chamadas doença, pobreza ou desarmonia de toda espécie, não possuem nelas Deus algum; portanto, não tem nenhuma vida, nenhuma ação, e nenhum poder.
Porém, que daria origem àquelas aparências? Podemos atribuí-las diretamente aos pensamentos e sentimentos errôneos; eis o porquê delas assumirem forma. Entretanto, tais pensamentos são inteiramente falsos, por terem sido construídos sobre a errônea premissa de que existe outra mente, ou consciência, além daquela que é Deus; e de que estes pensamentos malignos possuam poder.
O grande realismo permanece intacto. A Mente ou Consciência única que temos, é aquela que é Deus. Logo não pode haver, e não há mesmo, nenhuma forma real discordante; nenhum pensar errôneo; nenhuma outra mente, vida ou existência.
Em virtude do fato de que Deus é tudo, e de que inexistem outros pensadores pessoais, conclui-se que todos os resultados atribuídos àqueles pensamentos são míticos e espectrais: vazios de existência.
Consideremos a reinante praga dos pulgões japoneses. Analisemos, neste exemplo específico, o que deve ser expulso. Tais pulgões expressam ou representam vida? São unos com a Vida que é Deus, o Todo? Não. Por certo eles voam, têm bonitas cores, e, aparentemente, têm a mesma vida que nós temos. Porém, que estariam representando? Eles retratam os pensamentos, ações e sentimentos dos povos e nações em guerra, uns com os outros. Aqui se cumpre a profecia de Jesus, quando disse: “Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, além de fomes e pestilências”.
Alegar que a vida-Divina inclui, de alguma maneira, uma forma de vida que seja uma peste, significa interpretar erroneamente a Existência. Além disso, em vez de atribuir a tais insetos a mesma vida que somos, iremos expulsar a forma de vida que eles aparentam possuir; e negar qualquer realidade nela. Sendo descartado o seu semblante de vida, pelo entendimento de que eles simbolizam ignorância, desobediência, treva e engano, que não existe vida ou realidade neles, irão desaparecer em sua própria nulidade.
Pondo em prática este princípio, recentemente a autora pôde presenciar esse tipo de demonstração. Os pulgões, que vinham atacando as plantas no jardim, foram encontrados sem vida em conseqüência disso. Um leve toque, dado nos ramos, e eles caíram das folhas ao chão, pó a pó.
Disse Jeremias: “Todo ourives é envergonhado pela imagem que ele esculpiu; pois as suas imagens são mentira, e nelas não há fôlego”.(Jer. 10:14). Ezequiel teve uma visão similar, quando escreveu: “Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e criai em vós coração novo e espírito novo; pois, por que morreríeis, ó casa de Israel?... Eles criaram as imagens de suas abominações, e de suas coisas detestáveis”.
Uma praga ou pestilência retrata avareza. destruição, guerra, luta, mesquinharia: tudo baseado no erro primário de que a Mente pode ser múltipla; de que a Vida possa estar separada e, seres humanos sejam capazes de entrar em guerra, uns com os outros.
Alguém preso a mente pessoal ou intelectual humana, se desgasta com suor e lágrimas; ele caminha em trevas, dorme em trevas e produz em trevas. Esta é a “terra distante” em que, em crença, ele atua afastado de sua Mente real e de seu verdadeiro estado de Ser, até que finalmente lhe chegue à compreensão que uma mente pessoal, ou mentalidade individual, não é para ser transformada ou treinada de nenhuma maneira: ela é para ser abandonada por meio de uma renúncia completa.
A Bíblia nos incita a volver nossos corações para a luz, pois o “coração” denota as aspirações e afeições puras e espirituais. Jesus procurou os puros e simples de coração para semear seu ensinamento. Sabia da dificuldade que os intelectualmente ricos teriam para entrar no Reino do Espírito.
Estabelecidos como o Um, nós assumimos nossa prerrogativa de ser uma lei para o nosso Eu; que nada pode estar conosco sem que seja saudável, perfeito e puro.
“Não vos alegreis porque se vos sujeitam os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus”.Lc: 10;20. Assim falou Jesus àqueles que por ele foram enviados para pregar e curar. A alegria não deve estar ligada à demonstração; devemos nos alegrar por termos descoberto que nós próprios, e todos os demais, somos a Verdade e a Vida. Como devemos ficar alegres e felizes!
O tratamento de Jesus era administrado como Palavra Falada: a Palavra de poder; a Palavra de ordem. O Eu fala ao Eu, com poder e autoridade, dizendo: Saia! Jubilosamente, o Eu ouve e o Eu responde.
Das profundezas do Amor divino, a Palavra sai; e é cumprida. Ela não leva em conta personalidades ou bloqueios mentais; tampouco busca modificar alguma assim chamada consciência. A Palavra emana do Eu; Ela é o Eu; e é a própria autoridade.
O Eu é isento de todo tipo de limitação; sem discrepância ou discriminação. Ele é poder, Todo-poderoso. Ele vê a Si próprio como o Incondicionado — o livre e irresistível, sempre.
Conheça seu Eu! Ame seu Eu! Quem está em todo o céu e a terra, senão seu Eu? Não diga “Eu Sou”, exceto em nome do Uno: o Eu que era; que é, que sempre será; em quem não há sonho nem oposição de qualquer espécie.
Eu sou Amor, Eu sou Entendimento, Eu sou Paz, Eu sou Abundância; igualmente presente em todo ponto. Eu sou a demonstração do bem eterno, sempre. Nada Me pode ser acrescentado; nada Me pode ser tirado. Eu e a minha criação somos Um; e preencho a Infinitude.
“O Senhor será rei sobre toda a terra; naquele dia um só será o Senhor, e um só será o seu nome”.Zacarias 14: 9. O Senhor é o Ser infinito. Seu nome é um; e Sua identidade é uma. Sua harmonia é uma; Sua atividade é uma.
“Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Rom. 8; 31. Ninguém! Nada! Nada existe para se-Lhe opor! Nada para ser contrário! Nada para estar separado! A divina Consciência reina, e é tudo- em-tudo.
Conhecedor deste sempre-existente Fato da Existência, Cristo ordenou: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura.” Mc 16; 15. Amados, obedeçamos ao nosso Redentor! Passemos a pregar o Evangelho da Unicidade e Totalidade a todo aquele que possa ouvi-lo. Passemos a ensinar a Mensagem da Ontologia: Perfeição indivisível, Completeza, o Eu-Sou-estado-de-ser. Previnamos a todos que deixem de pensar a partir da premissa de um homem em busca de seu bem; em vez disso, assumamos o correto estado do Ser, vivo por toda a Eternidade.
Uma vez aceito nosso verdadeiro estado, estaremos prontos para seguir crescentemente rumo à plena luz e revelação, ou seja, “contemplarão a sua face, e nas suas frontes estará o nome dEle. Então já não haverá mais noite, nem precisarão eles de luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos”. Apoc. 22: 4-5.
Mr.lopeslima
Observando as pessoas que vêm e vão, todos os tipos de pessoas, o caráter, o físico de cada uma, enfim, todas aquelas que pudemos observar por algum momento em nossas vidas, você já parou para refletir um pouco sobre quem são elas ? Com grande certeza, SIM! E quantas vezes nós as julgamos como aceitáveis ou não, como inocentes ou culpadas. Temos esse direito? Temos o direito de pensar por alguém, de agir por alguém? Somos alguém melhor do que os outros, o tempo todo e em todas as situações? Não precisa responder. Quando aprendermos a observar a nós mesmos, tirando a trave de nossos olhos e conhecendo profundamente o nosso ser REAL, veremos que essa sombra humana, que insiste em ter idéias soberbas sobre os outros, não passa de uma criação mental.
Na Eternidade, somos apenas UM e somos eternos, UM com o PAI, e esse ser não sofre nada, não condena nada. Está apenas sonhando. Um sonho louco, engraçado ou triste, mas não importa o que ele sonha, importa o que realmente É. “Eu Sou Aquele que Sou…”
Somos os chamados Filhos de Deus, herdeiros de tudo o que é Dele… Deus. Mas não confunda herança espiritual com herança material. Aí reside um grande erro: querer justificar a matéria. A matéria não existe realmente, ela é criada para formar nossos sonhos, mas não tem poder algum.
Somos seres espirituais livres; faça o que fizer, o nosso ser real já é perfeito agora: não evolui, não nasce ou morre, nada acontece com ele, pois, já é perfeito agora. O ser humano, que é uma criação mental, plasmada, moldada, materializada, enfim, seja qual for o nome com referência material que queiram dar a ele, não passa disso: matéria sujeita as leis materiais que governam o mundo da matéria.
Muitos tentam justificar a todo custo o que acontece com o espírito. Talvez um dia, consigam medir isso de alguma forma, mas certamente, quando o fizerem, perceberão que perderam um bom e longo tempo para descobrir o que milenarmente os místicos já sabiam, e que a grande maioria dos “normais” chamava de loucura.
“Quem é você?” — eis uma pergunta provocante para iluminar a mente humana, para que esta desperte do sonho; porém, cabe, a cada um, escolher quando e como.
Quem é você? Eu sou Um!