Nada Real Pode Desaparecer
Somente o que está no âmago da Realidade existe. O que quer que possa contradizer a Perfeição Presente Absoluta é sem fundamento, sem presença, sem poder, sem identidade. Pretender debelar o mal será negar a Verdade, pois, para tanto, alguém teria de partir da premissa de causa-e-efeito, de que Deus é uma mentira, a Verdade é falsa, a Vida é mortal, a Onipresença é ausente, a Onipotência é sem poder, a Onisciência é ignorante e a Oniação é paralisada. Naturalmente, sob esta ilusão, a vítima do mal se abstém de Percepção, repudia a Autoridade, nega sua identidade e luta consigo mesma. Poderia tal confusão fazer as obras de Deus?
A Verdade nada destrói que seja verdadeiro, genuíno, real. A Verdade, sendo infinita, exclui a possibilidade de oposição. A Verdade, sendo Onipotência Onipresente, não destrói algo irreal, não verdadeiro, não legítimo, pois tais coisas não existem para serem destruídas.
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“Como Não Entendeis Ainda?”
Os discípulos já haviam visto a “multiplicação de pães e peixes”! Mesmo assim, logo depois, se queixavam da falta de pão! Haviam se esquecido de levar pão, e, vendo que havia apenas um no barco, já estavam comentando a escassez!
“Eu sou o pão da vida”, disse certa vez Jesus, para explicar a Verdade universal do Ser. A “escassez” surge, nesta aparência de mundo, quando cada um, a exemplo dos discípulos, se “esquece do pão”, não do pão material, mas do “Pão da Vida”. A vida pela Graça é a de quem “trabalha pela comida que não perece”. Muitos não entendem, quando leem que “somos co-herdeiros de todas as riquezas celestiais”, que tais riquezas são o “Pão de cada dia”, a presença do Cristo, reconhecida diariamente em nós! Esta é a “comida que não perece”.
“Para que arrazoais, que não tendes pão? Não considerastes, nem compreendestes ainda? Tendes ainda o vosso coração endurecido? Tendo olhos, não vedes? E, tendo ouvidos, não ouvis? E não vos lembrais, quando parti os cinco pães entre os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? Disseram-lhe: doze. E, quando parti os sete entre os quatro mil, quantas alcofas cheias de pedaços levantastes? E disseram-lhe: Sete. E ele lhes disse: Como não entendeis ainda?” (Marcos; 8; 17,21).
Ainda hoje muitos não entenderam! As limitações visíveis desaparecem quando, “com olhos ao céu”, reconhecemos a eterna presença do “Pão da Vida” em nós. Tão logo reconheçamos com alegria esta Presença divina, “os bens visíveis começam a fluir”; que devemos fazer com eles? Administrá-los, entendendo-os como mera “sombra visível” da Substância eterna, do “Pão da Vida”, presente em nós. Desse modo, a cada dia, teremos o necessário para as nossas necessidades; além disso, este trecho ensina a lei “dai e ser-vos-á dado”; como podemos ver, Jesus “partiu os cinco pães entre cinco mil pessoas”. E os pães se multiplicaram!
Muitos vivem acumulando tudo que vieram recebendo! “Juntam tesouros onde as traças corroem”. Egoísmo? Medo do futuro? Na verdade, não! Pura falta de entendimento! Puro “coração endurecido”! Somente creem no que veem materialmente! A tais, Jesus perguntaria: “Como não entendeis ainda?”
Uma compreensão superficial deste trecho poderia nos fazer crer que a prática da “caridade” é diretamente o nosso objetivo; porém, esta “datividade”, como exposta no ensinamento de Jesus, não é humana! Primeiramente, ele estava desejoso de que os discípulos percebessem o principal: que o mesmo Pai, Fonte do suprimento, estava igualmente presente em cada um. Somente depois desta Verdade ser reconhecida, valeria “distribuir” os pães aos cinco mil! Para quê? Para que mais “cinco mil” pudessem conhecer e contar com a mesma presença do “Pão da Vida” neles próprios!
Vivamos a vida pela Graça! A “lógica divina” é diferente da humana! Sigamos a “receita de Jesus”. Passemos a reconhecer, em oração dedicada, o Cristo em nós como o “Pão da Vida”. Sintamos realmente esta “presença”! Assim, estaremos trabalhando pela comida que não perece. Distribuamos, com amor e sabedoria, o que tivermos em nossas mãos! Somos Filhos de Deus! Unos com a Fonte infinita de Suprimento real! Se assim fizermos, testemunharemos a repetição do “milagre da multiplicação” em nossas vidas.
Tenhamos esta certeza: cada um de nós dispõe de “cinco mil” à espera de que, com eles, repartamos esta “Consciência” de nossos “pães e peixes”, não para que de nós fiquem dependentes, mas, pelo contrário, para que se emancipem nesta Verdade gloriosa que nos liberta a todos!
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Não Recebemos o Espírito do Mundo
Num laboratório de pesquisas um cientista remove seus óculos de uso diário para usar um microscópio, pois objetiva observar microrganismos que as lentes comuns são incapazes de lhe mostrar. Poderia se esforçar e insistir o quanto fosse, empregando os seus óculos; mas, com eles jamais os microrganismos seriam vistos! Já com o microscópio, o que ANTES parecia ausente ou invisível, de imediato se lhe tornaria visível! Os microrganismos já estavam ali, apenas deixando de ser vistos com o uso de lentes comuns.
O Universo inteiro está pronto, perfeito e manifestado! Lentes ruins o tentam observar, e captam apenas “matéria em mutação” sob as mais diversas formas de imperfeição. Que fazer para que a PERFEIÇÃO seja vista? Devemos trocar o “meio de percepção”, assim como o cientista trocou os óculos pelo microscópio. “As coisas do mundo são vistas pelo espírito do homem que nele está – revela o apóstolo Paulo -, mas nós não recebemos o espirito do mundo e sim o de Deus, para que pudéssemos discernir espiritualmente o que gratuitamente recebemos de Deus”.
Quando a pessoa ora a Deus para que Ele supra alguma das suas supostas “carências”, poderíamos compará-lo ao cientista que rogasse a Deus para que lhe desse microrganismos para efetuar suas pesquisas! Jesus disse: “o Pai conhece todas as vossas necessidades antes que vós lho peçais”. Resumindo, VOCÊ está agora mesmo diante do Reino da Plenitude e tem unicamente de contemplá-lo usando a “Mente de Cristo”. Não medite a partir da cegueira mental humana, mas da presença permanente da Mente de Cristo como a sua! O Infinito está oferecido a VOCÊ, exatamente AGORA! E esta oferta é permanente! Entretanto, toda vez que tentar avaliar o que está à sua disposição fazendo uso da suposta “mente humana”, alguma coisa lhe parecerá estar em falta; e você ficará com esta mente presa ao que aparenta estar “ausente”. Quando entender que a única “falta real” é sua, no sentido de não estar empregando a “Mente de Cristo”, tão logo o faça, “tudo que é do Pai será visto como sendo seu”…
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“Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”
Quando Jesus disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”, esperava que isto fosse entendido como um princípio universal e nunca como “verdade pessoal”. Toda Verdade é universal! Dois mais dois são quatro, seja a conta feita por Jesus ou por qualquer um de nós! E justamente esta universalidade da Verdade é o que nos garante que o “Pai” é “nosso” igualmente como é de Jesus.
Quando Paulo anunciou que “Jesus Cristo está em vós” (II Cor 13: 5), endossou que “a graça e a verdade vêm por Jesus Cristo” (João 1: 17), isto é, pela “universalidade” de toda Verdade. E este conhecimento é o que nos faz viver o Agora Absoluto, sem ter olhos para suposta vida humana, que é pura ilusão! “Jesus Cristo está em VOCÊ” – o Caminho, a Verdade e a Vida estão em VOCÊ! Esta é a Vida pela graça e verdade, implantada em VOCÊ desde o princípio. A Mente infinita Se Autoimplanta em termos de “graça e verdade”, e o que assim é estabelecido, é permanente! Jamais muda! Contemple, exatamente agora, o Fato constante de que “VOCÊ” é o Caminho, a Verdade e a Vida.
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COMENTÁRIO
Olá Dárcio, segue um comentário que eu gostaria de ter feito na postagem “Sorria diante das aparências de imperfeição”
O propósito do ensinamento absoluto é mudar a maneira como você se sente sobre o mundo. Se compreender que tudo o que aparenta ser é, na realidade, NADA; compreenderá também que o NADA jamais assumiu a forma que “aparenta ser”; que a natureza do “NADA” é tal que “ele” sequer pode ser designado “NADA”. A compreensão disso te remonta à raiz, à base de todas as coisas, que é tudo o que precisa ser visto. Compreendendo que o “NADA” é NADA, a sua mente e o seu ser relaxam. Perceberá, então, que um estado de bem, paz e relaxamento está em você, surgindo em você. Nesse ponto você mudou, está emanando bem, paz e relaxamento. Esse sentimento/estado é emanado para o exterior e influencia as coisas externas, moldando-as.
Obrigado,
Grande Abraço!
RESPOSTA
Olá, Gustavo…
grato pelo comentário, que dá margem aos seguintes esclarecimentos: o propósito do ensinamento absoluto é tornar-nos conscientes de que somos unicamente Deus. Mas, como temos de fazer concessões frente às “crenças coletivas”, ele pode, como você observou, ser aparentemente visto como meio de “mudar a maneira como nos sentimos sobre o mundo”. Porém, para a Mente de Cristo que somos, as “aparências” jamais são vistas; a ilusão só é vista por ela mesma, e precisamos estar bem conscientes de que “jamais mudamos” e “jamais somos mente ilusória” em que “surgem” estados de paz e relaxamento. Estas sensações são todas parte da ILUSÃO.
O estudo explica que tanto as coisas internas quanto externas são todas imutáveis, por serem as permanentes “obras de Deus”; e, é nelas que concentramos o foco de nossa atenção, quando estudamos o Absoluto. Decorrente desta nossa “permanência em MIM”, aos olhos ilusórios da mente humana, as coisas “aparentarão” estar sendo moldadas; entretanto, o NADA é NADA e jamais se “molda”. Resumindo: TUDO ESTÁ FEITO! DEUS REALMENTE É TUDO!
Abraços cósmicos…
Dárcio
Diante de “Aparências de Imperfeição”, Sorria!
Você estuda há tempos que DEUS É TUDO? Acredita que esta premissa é verdadeira? Então sorria, estando diante das “aparências de imperfeição” trazidas pela mente humana! Se ainda se assusta com elas, é prova de que há dúvidas em sua aceitação! Não se assuste com “aparências”, pois são todas ilusórias! Em vez de se assustar, pretender orar desesperadamente para mudá-las para melhor, curá-las, enfim, levá-las em consideração, treine seu sorriso diante delas! Ria delas! São embustes!
Se “aparências” fossem realidades, “este mundo” não seria chamado de “ilusão” por Buda nem de “mundo do pai da mentira” por Jesus. Portanto, veja as “aparências desagradáveis” como motivação para você dar risada! As “agradáveis” também são todas ilusórias! Portanto, sinta, como disse Jesus, a alegria de “ter seu nome arrolado nos céus”, e sorria diante das cenas contrárias à perfeição absoluta que a suposta “mente humana” lhe apresenta! Suas risadas serão as maiores provas de que DEUS É TUDO para VOCÊ!
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O Uso Das Indagações…
Na postagem anterior, falei sobre o emprego de uma indagação para termos as inspirações sobre como agir. As indagações são meios de calarmos a suposta mente humana, pois, quando as formulamos a nós mesmos, na expectativa de intuirmos as respostas não fabricadas, e sim reveladas de nossa Consciência iluminada, a mente é obrigada a ficar receptiva.
No Blog Absolutista (www.blog-absolutista.zip.net), postei um texto importantíssimo de Marie S. Watts, chamado “Imunidade”, em que a autora expõe a forma de nos livrarmos da “crença no mal” unicamente empregando indagações. Todo o trabalho espiritual é feito dentro de nós! Não existe “ilusão exteriorizada”, ou seja, as “imagens hipnóticas” com que a humanidade se ilude, são unicamente mentais como as imagens de um sonho! Pretender lidar com elas “lá fora”, no suposto mundo material, é desconhecer esta Verdade. Por isso, o emprego das “indagações” se mostra tão útil; através delas, a Consciência Crística vai Se revelando em nós mesmos, vamos naturalmente corrigindo o que é falso pelo verdadeiro revelado, e as “imagens falsas” vão sendo destruídas conscientemente pelas intuições iluminadas.
Não é a quantidade de textos o que nos leva ao desmantelamento da ILUSÃO, mas a qualidade de nosso emprego dos princípios que cada um expõe. Quando nossa meta é colocar seriamente em prática os princípios, a lembrança de algo lido em outros artigos nos vem à tona, e tudo vai se somando durante nossas “contemplações”. Como diz Marie S. Watts, “nosso Universo é a nossa Consciência, e a nossa Consciência é o nosso Universo”! Quanto mais entendermos que tudo está em nós mesmos, e que somos tudo o que vemos e discernimos, cuidaremos de entender espiritualmente este Universo em que estamos. Este entendimento revelado é o que nos faz “vencer o mundo”.
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Jesus Agiria Assim?
A crença coletiva nos leva a crer que o Cristo, em Jesus, é diferente do Cristo que, segundo Paulo, é tudo em todos. Esta é a sua revelação:“Cristo é tudo em todos” (Col. 3:11). Em vista disso, em vez de agirmos humanamente, o natural é agirmos cristicamente, uma vez que o Cristo é tudo em nós! Muitas vezes, quando alguém me pergunta sobre se está certa uma forma ou outra de ser ou de agir, ou quando me fala coisas do tipo: “Não sei como lidar com uma situação”, ou “Estou muito preocupado, estou nervoso”, etc, eu respondo com a seguinte pergunta: “Você acredita que Jesus agiria assim?” Esta pergunta trava a conversa por segundos, e frequentemente a pessoa responde: “Eu acho que não!” Este curto diálogo faz com que ela, sem que o perceba, mude sua visão da mente humana para a Mente de Cristo que está nela, e sendo a sua única Mente real!
Quando alguém, levado pela ILUSÃO dos sentidos humanos, recebe a pergunta: “Jesus agiria assim?”, de imediato verá que estava pensando e agindo movido pelo “mesmerismo”, e simplesmente deixando de SER ELE MESMO, ou seja, deixando, de SER O CRISTO! Isto, é claro, apenas aparentemente, por efeito hipnótico, já que a Verdade é imutável ou permanente: “O Cristo é tudo em todos!”. Portanto, em vez de relutar em agir, ou de afirmar não saber seguramente como agir, pergunte-se: “Jesus agiria assim?” Verá que saltará à sua percepção o que Jesus faria, porque a Mente que está em Jesus igualmente está em VOCÊ! Por isso Paulo fez a revelação: “Temos a Mente de Cristo” (I Cor. 2: 16) Esta simples indagação a mostrará presente com a sua forma divina, inspirada e iluminada de agir!
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“Eu A Ninguém Julgo”
João 8: 15,16
Eis as claras palavras de Jesus, de que o “julgamento pela carne” não faz parte de seu “juízo”, e que o “julgamento verdadeiro” não vem só dele, mas da Unidade Pai-e-Filho reconhecida! Há, em outro trecho da Bíblia, a frase: “O Pai a ninguém julga, mas deu ao filho o julgamento”. Uma contradição? Não. As revelações não se contradizem, elas se completam!
Por que “o Pai a ninguém julga”? Deus é Tudo! Não há nada nem ninguém, “ao lado de MIM”, o Eu Sou Infinito, para ser julgado! Por que “é dado ao Filho o julgamento”? Porque cabe ao Filho perceber esta Unidade da Existência, pondo-se em sintonia com esta Verdade.
Aqui, Jesus revela que “o julgamento segundo a carne” não faz parte da Revelação nem de seu ensinamento! Aqueles que se julgam “mortais”, “pecadores”, “criaturas apartadas de Deus”, etc., são os que se “julgam segundo a carne”. Mas Jesus critica esse tipo de atitude! Ela apenas endossa as falsidades da mente humana, que nos vê a todos como seres imperfeitos, evoluindo ou regredindo, em meio a supostos acertos ou erros de toda sorte. Que existe, de fato, exatamente no lugar deste suposto mundo material repleto de seres mortais? Existe o Universo Real, o Absoluto em expressão! A Unidade divina onipresente! Nela, o Pai é a Videira, e somos Seus ramos!
Quando abandonamos todos os julgamentos “segundo a carne”, para reconhecermos que somos a própria Mente divina em Autopercepção, os testemunhos do Pai e do Filho se tornam UM; assim, o nosso julgamento se torna verdadeiro, pois, como disse Jesus, ” não sou eu só, mas eu e o Pai, que me enviou”.
O “Eu” Que Não Nasce E Que Não Morre
A Verdade sobre o Ser que somos – Deus – precisa ser defendida com vigor e com contemplações. Isto por haver uma “crença hipnótica” na forma de imagens falsas que negam a Verdade. E elas negam a Verdade também com supostas “imagens excelentes”, diante das quais muitos incautos se deixam levar! Não se deixe “mesmerizar” por supostos bons acontecimentos das “aparências”, pois eles são ILUSÓRIOS tanto quanto os supostos maus acontecimentos.
A Verdade está infinitamente acima dos “bons acontecimentos”, e nossa condição real e gloriosa nesta Verdade é algo além de qualquer imaginação da suposta mente humana! “Sois DEUSES”, confirmou Jesus; entretanto esse tipo de revelação pouco efeito tem quando lido ou ouvido pela mente humana! Ela não dispõe de recursos para discernir o Fato revelado! Para ela, é preferível ver “imagens fenomênicas” retratando coisas ou condições por ela consideradas desejáveis, agradáveis, ou algo parecido! MENTE HUMANA NÃO CAPTA A SUA GLÓRIOSA POSIÇÃO EM SER UM COM DEUS!
Use suas meditações para experienciar seu “Eu” que é DEUS, sem levar em conta um suposto “eu humano” em má situação ou em ótima situação! Aparências são “miragens”; não se alegre nem se entristeça em função de irrealidades! Seu “Eu” é o único “Eu” em existência: não nasce, não cresce, não envelhece, não adoece e não morre! Não tire sua atenção deste Eu-Luz para se alegrar ou se entristecer com mutáveis “aparências” deste mundo: todas elas são a ILUSÃO, enquanto VOCÊ, permanentemente, é o “EU” QUE DEUS É!
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Endosse a Verdade e não “Sugestões Hipnóticas”
O “hipnotismo de massa” é uma influência ilusória e não fator real! Se lhe dermos conotação de realidade, estaremos gerando opositores à Verdade, mas, sabemos: o que é Presença única – Deus – é sem opositores. Esta é a Verdade de que Deus é o único Poder.
Quando nos chegam as “miragens” da suposta mente humana, na forma de “sugestões hipnóticas”, não há nelas poder algum! Entretanto, no instante em que tais sugestões recebem o “nosso endosso”, aquilo passa a aparentar ter vindo com poder! Suponha que estejam duas pessoas num recinto, e uma delas, recebendo uma carta a respeito de um acontecimento ruim, decide contá-lo à outra que até então estava sem saber do assunto: que acontecerá? Aquela notícia, que havia recebido o endosso da primeira pessoa terá ficado sem o endosso da segunda, pelo fato de a notícia ainda não lhe ter chegado; e tão logo ela seja comunicada, serão as duas pessoas a dar poder a ela, que, em si mesma, não trazia poder nenhum! É dessa forma que a ILUSÃO aparenta ter poder!
Estudar a Verdade é não recebermos notícias desagradáveis de parte alguma! Não as endossarmos! Isto por sabermos que DEUS É TUDO, e que em Deus, nada há que possa ter natureza ruim ou maligna. O testemunho de Deus sobre Suas obras é positivo: “Achou que tudo é muito bom”, registra o Gênesis! Jesus disse: “o Filho faz aquilo que vê o Pai fazer”; assim, quando vierem as “sugestões hipnóticas”, endosse Deus e não dê poder a elas, pois jamais elas o possuem! Todo o Poder está em VOCÊ, que é Deus onde VOCÊ ESTÁ! Se permanecer na Verdade, as “sugestões” cairão por terra pelo que elas são: ILUSÃO! Não se deixe conduzir emocionalmente por elas! Você é Consciência iluminada e não “mente humana”.
Em certa ocasião, disse Joel S. Goldsmith, ele estava presente numa exibição de hipnotismo, e, quando o hipnotizador notou que ele não estava sendo hipnotizado, perguntou-lhe qual seria o motivo. Sua resposta ao hipnotizador foi: “É porque minha Mente é Deus!” Estava treinado para ser praticista, lidando diariamente com o “hipnotismo de massa”, de forma que, ao se ver diante da “sugestão” dada pelo hipnotizador, para ele aquilo era o que de fato era: NADA! Lembre-se disso, diante do “hipnotismo de massa”, para não dar poder ao que é nada, e para realmente “fazer o que vê fazer o Pai”: endossar a PERFEIÇÃO, a ONIPOTÊNCIA, a VERDADE!
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“Quem Se Interpõe Na Luz…”
Se associarmos duas frases de Jesus, “Vim ao mundo dar testemunho da Verdade”, e “Eu sou a Luz do mundo”, teremos o reto viver apregoado por todo aquele que conhece a Verdade. “Ser a Luz” é a Verdade; “dar testemunho da Luz” é a “Prática da Verdade”; e esta é a nossa integração à Oniação divina sem ego.
A Luz que somos, é Deus; e esta Luz é Oniativa! Quando nos vemos testemunhando esta atividade, como fazia Jesus, dizendo: “O Pai em mim faz as obras”, tiramos dos ombros a responsabilidade por qualquer coisa referente à nossa vida! Não poderíamos “testemunhar a Verdade” desacreditando de Sua permanente manifestação perfeita! “Testemunhar” não significa interferir! Na Oniação agimos em unidade com a Vontade de Deus, que é TUDO! Não há como não sermos “Luz”; porém, quando nos preocupamos, ou tomamos sobre os ombros as supostas responsabilidades, podemos saber que é hora de “negarmos a nós mesmos”, como ilusórios seres com mentes pessoais das aparências, para “contemplarmos a Verdade” de que somos “testemunhas” e de que somos Luz.
Há uma frase de Lao-Tse que diz: “Quem se interpõe na luz não pode luzir”. Falava sobre aquele que “se julga presente” para se preocupar, se vangloriar, se achar “outro” que não a Luz! Falava sobre um suposto “eu” que não existe! Que é pura ILUSÃO!
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“Toda Boa Dádiva Vem do Alto”
“Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode haver variação ou sombra de mudança”.
Tiago 1: 7.
Da Verdade de que somos um com Deus, que é a Realidade espiritual, decorre que, como disse Tiago, “toda boa dádiva nos vem do Alto”. Dizer que “vem do Alto” quer dizer que vem das altitudes de nossa própria Consciência, que é Deus! Quem vive à mercê das flutuações do mundo se vê habituado a contar com os chamados recursos materiais ou supostas fontes de suprimento do “mundo de aparências”. A estabilidade, entretanto, vem da estabilidade da Verdade e nunca de “aparências flutuantes”.
O próprio mundo está cansado de registrar decepções quanto a se confiar em fontes materiais de suprimento, e isto porque não há realidade nem substância na “matéria”. Deus é Espírito, Consciência Autossuprida, e, quando esta Verdade é reconhecida como o que SOMOS, e não meramente como o que “estudamos”, claro nos fica que SOMOS A PRESENÇA DE TUDO QUANTO NECESSITAMOS.
“”Eu SOU o Pão da Vida”, disse Jesus, para explicar esta Verdade que somos. Viver esta Verdade, que significa SER esta Verdade, equivale a colocarmos em PRIMEIRO LUGAR o Reino de Deus e sua justiça; e então, todas as demais coisas nos serão visivelmente acrescentadas.
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Luz Própria
Conhecer a Verdade é pura Autodescoberta, o momento iluminado em que se dá a gloriosa percepção de que a Realidade jamais pode estar vinculada a conceitos ou crenças aceitos por uma suposta existência chamada humanidade. Há um Universo aqui, integralmente espiritual. “Miragens” na suposta mente humana encobriam nossa visão. Iludidos, dávamos crédito a elas e as encarávamos como reais. E assim, as falsas imagens de imperfeições vinham nos impressionando, com suas sugestões de pecado, doença e morte. É hora da Verdade! Hora definitiva da Autodescoberta; hora de darmos fim à ilusão da dualidade.
Quando falamos ser este o momento da Autodescoberta, é porque somente existe o AGORA. Tudo é Espírito; tudo é Luz. Quando? AGORA! Eis por que todos temos Luz própria! É chegado o momento desta gloriosa percepção. As miragens “deste mundo”, mostrando seus mestres, iluminados, seitas e religiões, já não mais chamam nossa atenção: somos um Todo que é Espírito. Esta é a única Existência, a única Realidade; e é a perfeição absoluta! A Luz que somos recebe a atenção integral!
A Bíblia registra que para Deus nada é impossível. Isto quer dizer que todas as supostas imperfeições “deste mundo” são “encenações em miragens”, porquanto a Mente divina única atua ininterruptamente como Oniação, no sentido de manter este real Universo composto de Si mesma, e em grau máximo de perfeição.
Meditar significa reconhecer diretamente algo absoluto, algo que já está manifesto; e manifesto imutável e eternamente neste Agora. Nada há para a mente humana realizar, uma vez que ela é irreal! Ela supostamente reconhece matéria, mas a Realidade é ESPÍRITO em Sua totalidade. Apenas este fato é o suficiente para que deixemos de lado a chamada mente humana juntamente com todas as imperfeições e sensações de limitação “captadas” por ela.
Se este passo direto ao Absoluto parecer difícil, ao início das “contemplações”, a Ciência Mental poderá e deverá ser empregada. Será, a princípio, a crença colocada contra a crença, no sentido de que o suposto “bem” seja afirmado e o suposto “mal” seja negado. Entretanto, esta “prática mental” não pode ser vista como o objetivo das contemplaçõe, e sim como mero expediente inicial, caso se mostre útil ou necessário, para que haja a “aquietação” da mente humana e se dê a percepção livre da Verdade absoluta, diretamente na própria dimensão do que é real.
Foi dito que nada há para a “mente humana” realizar, pois a Mente divina, real e única, já está mantendo e sendo o Universo inteiro. E este cuidado abrange a totalidade de nosso Ser. Qualquer identificação feita com a mente humana, que é ilusória, fará com que nos sintamos apartados de Deus. Não poderia haver absurdo maior, uma vez que Deus é QUEM SOMOS! A mente ilusória mostra seres em cursos, em meditações, em “mundo material” Tais “espectros” são a ilusão em si, e jamais “despertarão para a Verdade”. Mas nós somos reais; somos Espírito, somos Presença, somos Poder, somos o que Deus é, em Autoexpressão. Somos dotados de Luz própria, por sermos a própria Luz.
Identifique-se com a Luz divina. discernindo-a como a totalidade do seu Ser. Esta radical identificação com a Verdade é que o faz consciente de estar no Paraíso, onde Deus, de fato, é a única Presença e Poder.
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O Eu Esplendoroso Sendo Você!
A Realidade esplendorosa inclui VOCÊ neste seu esplendor. Este esplendor já está livre e em expressão! Um poeta escreveu: “Liberte o esplendor cativo!” Mas, já está liberto e evidenciado como a sua Consciência iluminada! A suposta mente humana pode ler e ouvir Verdades tremendas sem que elas calem fundo dentro de si, e o motivo é que “mente humana” não é verdade! Não passa de uma aceitação ilusória, incapaz, portanto, de participar da Verdade da Onipresença. “Aquieta-te e sabe, Eu SOU Deus” (Salmo 46:1). Esta frase do Salmo revela que DEUS É, e que esta suposta “mente humana” não interfere no Fato manifestado! Aquietada, ficamos sem suas pretensões de “ser qualquer coisa”.
Contemple-se em seu Esplendor Absoluto, leve em consideração seu “Eu Esplendoroso”, o “Eu Divino Eterno” que, pelo receber total de “sua” atenção, fará da “mente humana” a nulidade que ela é! Não tente associar a Verdade com “mente humana” ou com suas ilusões! Não há sentido algum nisto, uma vez que DEUS é a Realidade Esplendorosa Onipresente!
Ao meditar, reconheça que este verbo é mero expediente de fazer da mente humana uma nulidade, ou seja, VOCÊ JAMAIS MEDITA! Quando os textos absolutos falam sobre “meditar”, o sentido é este: você deixar a mente humana acreditar “estar meditando”, para que VOCÊ SE VEJA EXPERIENCIANDO DEUS EM SEU ESPLENDOR! Em outras palavras, “meditar” é “aquietar a mente” para, em seguida, VOCÊ SE CONTEMPLAR SENDO TUDO, sem que meditante nenhum se mostre presente! Nunca existiu meditante algum! DEUS É TUDO!
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“Porque que Aproveita ao Homem…?
A influência hipnótica que induz a humanidade a trabalhar gananciosamente na obtenção de bens terrenos se dissipa pelo conhecimento de que “nosso Pai se agradou em dar-nos o Seu Reino”. Por isso Jesus disse que o Reino de Deus precisa ser buscado em primeiro lugar, para que cada um “desperte” do hipnotismo de massa, que o impede de ver e de viver sua plenitude em Deus, para unicamente se iludir e ter olhos para realizações de cunho material. “Porque que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” (Lucas 9: 25).
A realização única é espiritual: cada um discernir sua unidade com Deus, sem ter olhos para mais nada! Desta união consciente com Deus, cada um se verá como Jesus se via, isto é, com o Pai nele fazendo as obras, todas perfeitas, espirituais e permanentes! Aquele que permanecer nesta Verdade se verá Oniativo, em vista de estar uno com a ação divina. Não há dois mundos, para que haja realização espiritual ao lado de realização material! Unicamente Deus é Realidade! Aquele que se dispuser a “contemplar” sua Consciência como Atividade única deste agora, gerará, aos “olhos do mundo”, as chamadas “atividades da aparência”; e estas jamais contarão com sua atenção, mas tão somente com o seu “deixar que fluam”. Este é o “agir pelo não agir”, quando alguém é visto em atividade pelo mundo, enquanto, ele próprio, permanece consciente de que “sua” atividade única é a própria Consciência iluminada consciente de ser ONIATIVA.
Se alguém correr diante do espelho, sua “imagem refletida” aparentará correr também; acreditar em “dois se movendo” é ILUSÃO! Analogamente, se você se discerne na “Oniação”, sua imagem “neste mundo” aparentará estar “ativa”; entretanto, esta atividade somente pode receber um nome: ILUSÃO! Por isso Jesus fez a pergunta: “Por que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” Sabia que “perder-se ou prejudicar-se a si mesmo” é deixar de perceber-se sendo DEUS, para unicamente se identificar ilusoriamente com um mortal perseguidor de bens temporários…
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Contemplar é Reconhecer
Quando alguém percebe que os ensinamentos da Verdade são fundamentalmente para que a Realidade Divina seja discernida, e não meramente para que a suposta vida humana seja melhorada, a palavra “contemplação” , encontrada com frequência nos artigos, passa a merecer a atenção prioritária. E isto se deve ao fato de que a Realidade divina está pronta, aqui mesmo, requerendo apenas “olhos que a vejam”. Temos estes olhos? Temos, evidentemente, e pelo mesmo motivo de a Realidade perfeita já estar consumada: já temos a Mente de Cristo; a Verdade pronta já inclui o nosso Ser dotado do Sentido espiritual ou divino.
Todo o Universo é Sentido Divino em Autopercepção. Que é “contemplar” esta revelação? De início, por achar alguém que possa estar em “mundo material” e dotado de “sentidos humanos”, a verdadeira “contemplação”poderá lhe parecer difícil de ser realizada! A suposta “mente humana” parecerá ser seu único meio de percepção, e, o que é percebido por ela lhe é revelado ser ILUSÃO. Esta informação da Verdade, em grande número de casos, gera a seguinte pergunta: “Se tudo que eu percebo é ILUSÃO, como poderei ver o que é Realidade?” A resposta correta seria: “VOCÊ JÁ ESTÁ VENDO A REALIDADE! Não existe “outro “eu” sem ser Deus! Não existe “ilusão” que possa realmente estar sendo “vista”! O “eu que vê “ilusão” faz parte da “ilusão”, e não é realidade!”
Os princípios contidos nesta resposta atuam inicialmente como bússola, ou seja, a pessoa passa a meditar se orientando por eles e não mais pela “mente em ilusão” ou pelas “aparências ilusórias”. “Contemplar”, portanto, é reconhecer intuitivamente a veracidade destes princípios, mesmo que pareçam “loucura para os homens”, como diria Paulo. Por exemplo, se uma situação problemática estiver sendo” vista humanamente”, o princípio garante que o problema é ilusório, e a Realidade é Harmonia permanente. “Contemplar” é reconhecer esta revelação como FATO MANIFESTADO, descartando a crença em problema e admitindo a Harmonia estando sempre em seu lugar! E sem qualquer ESFORÇO ou INTENÇÃO de se melhorar alguma coisa. “Contemplar a Verdade” é reconhecer incondicionalmente que DEUS, O BEM ABSOLUTO, É TUDO.
Este “reconhecimento intuitivo”, por ter o respaldo da Verdade absoluta, quando feito assiduamente, através da “Prática do Silêncio”, gera a chamada “Mudança de Referencial”, ou seja, nosso ponto de vista com relação à Existência passa a ser o de Deus, da Consciência iluminada que somos, e não mais o da ILUSÃO, isto é, o das “imagens tridimensionais” mostradas pela suposta mente humana. A frase de Jesus, “o meu Reino não é deste mundo”, é então claramente compreendida. Entendemos que, como Deus é TUDO, o que somos, é puramente o que Deus é em expressão individual: o Cristo. Portanto, “contemplar a Verdade” não é “mudar nada”, e sim nos discernirmos “despertos”, dotados do Sentido divino, e, principalmente, conscientes de que através deste Sentido iluminado, já estamos, de fato, “contemplando” unicamente a Realidade eterna, perfeita, consumada, permanente.
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“Cura Instantânea”
Quando estudamos o Absoluto, o conceito comum sobre “cura instantânea” é banido de vez pelo discernimento iluminado e direto de que Deus é Seu Templo como o NOSSO CORPO. Desse modo, toda “cura” é instantânea, uma vez que não consultaremos “aparências” para fazermos avaliações. Não somos o “corpo físico” que a mente humana insiste em nos mostrar! O chamado “corpo físico” não existe! A mente presa a suposto “corpo físico”, para avaliar se há cura instantânea ou paulatina, é puramente ilusória. A Consciência iluminada que somos Se expressa como Corpo eternamente perfeito, e, unicamente esta Consciência é a Verdade. Em outras palavras, o Corpo é Consciência iluminada na Forma Corpo, e nunca algo de natureza material!
A ilusão de que há “corpo material” precisa ser descartada com vigor, quando, além das contemplações absolutas, negamos mentalmente “outro corpo” que não seja o perfeito Corpo de Luz que somos. A Seicho-no-Ie emprega o golpe verbal: “Corpo carnal não existe!”. Esta convicção abala a crença ilusória e a Verdade é defendida. “Toma conhecimento de que a saúde já está em ti”, diz também a Seicho-no-Ie. Não somos “corpo material”, e quando o descartamos totalmente como sendo “inexistente”, nossa atenção se volta inteiramente ao Corpo de Luz, eternamente “curado” e perfeito! A crença em “corpo doentio” é simplesmente varrida de nossa aceitação! Esta visão absoluta e verdadeira do Corpo é o significado real da chamada “cura instantânea”.
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Atitudes e Atitudes
A fidelidade à Verdade e aos seus princípios nos leva às atitudes sem ego, às decisões acertadas que aparentam requerer nossa participação seguidamente em nosso dia-a-dia. “Entregar tudo a Deus”, como se fôssemos “outro” apartado dEle, para ficarmos de braços cruzados, é o oposto da Verdade. Jesus disse: “Meu Pai trabalha e o Filho faz o que vê o Pai fazer”, ou seja, explica que devemos nos contemplar na Oniação. Nada disso é complicado! Pelo contrário, é a forma natural e iluminada de se viver! Entretanto, requer que busquemos o Reino de Deus em primeiro lugar, antes que tentemos agir pelo ego, sem a graça e inspiração do Pai.
O que é certo, e a maneira de este certo ser discutido ou analisado junto aos demais em nosso convívio, é diferente do “certo” entendido depois de meditarmos e nos discernirmos em Deus, em unidade com Ele e com todos os seres! É por isso que devemos primeiro realizar a Paz interior que dá discernimento alheio às emoções da suposta mente humana. Quando primeiro buscamos esta Paz do Cristo em nós, e nos sentimos inundados por ela, sentimos igualmente uma clareza mental peculiar, que nos faz enxergar exatamente o que devemos fazer, falar, calar ou agir. A “ordem é a primeira lei do Universo”, escreve Joseph Murphy. Portanto, antes de tomar atitudes, por mais que elas lhe pareçam corretas, medite antes, e então veja-se integralmente imerso nesta “ordem divina”; desse modo, as coisas se conduzirão harmoniosamente, suas atitudes serão todas inspiradas do Alto, e você se sentirá em paz.
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