A PORTA DA FELICIDADE DEVE SER ABERTA POR DENTRO

A PORTA DA FELICIDADE
DEVE SER ABERTA POR DENTRO

MASAHARU TANIGUCHI

Há pessoas que dizem: “Tentei de várias maneiras, mas não consegui nada”.
Elas não conseguiram nada
porque tentaram de várias maneiras usando apenas a
inteligência cerebral. “Tentar de várias maneiras” não é nada mais que
repetir tentativas e erros. Repetir tentativas e erros é o mesmo que ficar
dando volta ao redor dos problemas e tentando abrir a porta da felicidade
por fora. Esta só se abre por dentro. Manifestando a sabedoria interna é que se
consegue abrir a porta da esperança.

A oração é a chave que abre a porta da esperança. Todos possuem esta chave,
mas é lamentável que poucos a utilizem. A chave da esperança não está
exposta num lugar visível. Ela está guardada numa caixa secreta e invisível
chamada “mente”. Orar – confiar na sabedoria de Deus – receber a
inspiração – agir segundo Sua orientação – colher o resultado – eis as
etapas do uso da “chave que abre a porta da felicidade”.

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"Antes que clamem, eu responderei"

“Antes que clamem, eu responderei”
Isaías 65; 24
DÁRCIO

Os períodos de oração se comparam, às vezes, ao instante em que acordamos de repente e notamos o fim imediato de um pesadelo e sua sequência horrenda de quadros indesejáveis. Eram experiências reais? Não! Porém, quem saberia disso durante o sonho?

Quem estuda a Verdade, parte sempre da premissa de que DEUS É TUDO! E, se a oração é feita a partir desta Verdade, sabemos, de início, que todos os quadros desarmônicos, vistos pela mente humana, são meramente “parte” do “pesadelo” chamado vida humana!

“Antes que clamem, eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei.” Entendamos o sentido prático desta citação de Isaías. Se, diante dos quadros desarmônicos da vida humana, optamos por recorrer à oração, saibamos que, neste exato instante da decisão, a  “sequência de quadros” deve ser vista como já  interrompida! É comparável àquele intante em que acordamos do pesadelo!

Que fazer a seguir? Compreender, com a máxina naturalidade, que O UNIVERSO PERFEITO já estava, está e sempre estará presente, com Suas Obras perfeitas e permanentes em iluminada expressão! Este é o significado desta importantíssima citação!

Não devemos jamais atribuir às aparências qualquer conotação de gravidade! São elas, quaisquer que sejam, meros quadros hipnóticos semelhantes ao sonho! Façamos, portanto, que a oração seja o meio de paralisarmos a projeção daqueles quadros,  e, ao mesmo tempo,  façamos o iluminado reconhecimento de que, “antes que começássemos a orar, já estávamos sendo ouvidos por Deus”,  nossa própria Consciência iluminada,  sempre pronta a nos revelar Sua onipresente e IMUTÁVEL perfeição absoluta!

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"NÃO SABEIS VÓS QUE SOIS O TEMPLO DE DEUS?"

“NÃO SABEIS VÓS QUE SOIS O TEMPLO DE DEUS?”
I Coríntios 3: 16.
DÁRCIO


Tendo conhecido a Verdade, Paulo, como Jesus,  se preocupou em direcionar a todos unicamente para dentro de si mesmos. A mente voltada para o exterior é idolatria, mesmo que neste exterior estejam sendo vistos ensinamentos ou pessoas iluminadas! O estudo da Verdade é também chamado de “Prática da Presença de Deus”. Esta frase exclui  buscas externas! “Não sabeis vós que SOIS o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” Que está ele aqui enfatizando? O fim da busca externa!

As pessoas vinham tentando encontrar Deus em religiões, terras santas, mestres ascensionados, etc. Por quê? Simplesmente por não terem assimilado estas palavras reveladas!

SOMOS O TEMPLO DE DEUS! O ESPÍRITO DE DEUS HABITA EM NÓS! Que nos resta fazer, diante destas Verdades? Reconhecê-las em nosso próprio ser!

Deixemos de lado,  por alguns momentos, o mundo com seus mestres e ensinamentos vários; fechemos os olhos e percebamos interna e espiritualmente o que Paulo aqui nos revela! Repitamos esta identificação com nossa real identidade o maior número possível de vezes! São contemplações rápidas e eficazes! Com elas poderemos “vencer o mundo”.

Sei que EU SOU O TEMPLO DE DEUS. Sei também que o ESPÍRITO DE DEUS HABITA EM MIM. No silêncio desta contemplação, identifico-me totalmente com estas Verdades. De fato, Eu Sou o Templo de Deus; o Espírito de Deus habita em mim! Somos um!
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EXTRATO DE UM SERMÃO PROFERIDO EM BOSTON – Final

EXTRATO DE UM SERMÃO PROFERIDO EM BOSTON

MARY BAKER EDDY

Texto: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
Mateus 13:13

PARTE 2 – FINAL


Esclareçamos as abstrações. Coloquemo-nos na presença dAquele que remove todas as iniquidades e sara todas as nossas enfermidades. Unamos nosso conceito da Ciência àquilo que toca o sentimento religioso íntimo do homem. Abramos nossas afeições ao Princípio que tudo move em harmonia, – desde a queda de um pardal até o voltear de um mundo. Acima da ursa com seus filhos, está a Ciência da cura mental, mais ampla que o sistema solar e mais alta que a atmosfera de nosso planeta.

O que é o reino dos céus? A morada do Espírito, o reino do real. Ali não existe matéria, ali não existe noite – nada que idealize ou pratique a mentira. É porventura distante esse reino? Não: está sempre presente aqui. A primeira a declarar-se contra esse reino é a matéria. Porventura será chamada heresia aquilo que advoga a favor do Espírito – o Tudo de Deus e Sua onipresença?

O reino dos céus é o reinado da ciência divina: é um estado mental. Jesus disse que está dentro de vós, e ensinou-nos a orar “Venha o teu reino”; mas ele não nos ensinou a orar pedindo a morte a fim de ganhar o céu. Não recorremos à escuridão em busca da luz. A morte jamais pode ser a precursora do despontar da Ciência que revela os fatos espirituais da Vida do homem, aqui e agora.

O fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha é a Ciência divina; o Consolador, o Espírito Santo que guia a toda a Verdade; “o cicio tranquilo e suave” que emana Sua presença e poder, expelindo o erro e curando o doente. E a mulher, a ideia espiritual, toma todas as coisas de Deus e as mostra à criatura, até que todo o senso do ser seja levedado pelo Espírito. As três medidas de farinha bem podem ser comparadas ao senso equivocado de vida, substância e inteligência, o qual diz: sou sustentado pelo pão, matéria, em vez de pela Mente. O fermento espiritual da Ciência divina muda esse senso equivocado, proporcionando melhores perspectivas de vida, dizendo: A Vida do homem é Deus; e quando isso se manifestar, será a substância das coisas que se esperam”.

A medida da Vida aumentará a cada toque espiritual, assim como o fermento faz crescer a massa do pão. O homem celebrará a festa da Vida, não com o antigo fermento dos escribas e fariseus, nem com o “fermento da maldade e da malícia e sim com os asmos da sinceridade e da verdade”.

Assim se pode ver que a Ciência da cura mental tem de ser compreendida. Há falsos cristos que pretendem “enganar, se possível”, estabelecendo a matéria e seus métodos no lugar de Deus, a Mente. Sua suposição é de que existam outras mentes além dEle; que uma mente controla outra; que uma crença tome o lugar de outra. Mas esse ismo de hoje nada tem a ver com a Ciência da cura mental que nos faz conhecer a Deus e revela a Mente perfeita, única, e Suas leis.

A tentativa de misturar a matéria e a Mente, de trabalhar com os meios tanto do magnetismo animal quanto do poder divino, é como dizer, literalmente: Porventura em teu nome não expelimos demônios, e não fizemos muitos milagres?

Mas lembrai-vos de Deus em todos os vossos caminhos e encontrareis a verdade que rompe o sonho dos sentidos e permite a entrada da harmonia da Ciência que declara a Ele, trazendo cura, paz e perfeito amor.


(Transcrito de O Arauto da Christian Science – março 1998)
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OBSERVE-SE

OBSERVE-SE
Dárcio

Pare com tudo que esteja fazendo, somente por alguns momentos.
Observe-se! Perceba que há VIDA em VOCÊ! Perceba que há AQUI a  SUA PRESENÇA, a SUA CONSCIÊNCIA. Não pense! Apenas perceba! Se achar difícil não pensar, pense: “Eu não estou pensando; estou me observando! Estou somente sendo testemunha de que EU SOU!”

Observe-se! Dê atenção plena a VOCÊ MESMO!

DEUS É TUDO!

Observe DEUS sendo VOCÊ!

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EXTRATO DE UM SERMÃO PROFERIDO EM BOSTON

EXTRATO DE UM
SERMÃO PROFERIDO EM BOSTON

MARY BAKER EDDY
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Texto:
O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
Mateus 13:13
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Atualmente pouca gente sabe alguma coisa sobre a Ciência da cura mental; e há tanta gente que, em nome da Ciência, impõe sua ignorância ou seu falso conhecimento à opinião pública, que é obrigação de todos aqueles que estão revestidos das armas da luz conservar brilhante sua invencível armadura: ser modestos em relação a suas demonstrações e manter reivindicações e seu viver firmemente alicerçados na Verdade.

Ao disseminar a Palavra com amor, mas separando joio do trigo, declaremos o positivo e o negativo da ciência metafísica; aquilo que ela é e aquilo que ela não é. Protestantes num sentido mais elevado do que nunca, intrépidos e esquecidos de nossos próprios interesses, enfrentemos e derrotemos as pretensões dos sentidos e do pecado, a despeito das censuras ou dos clãs que derramam sobre nós o seu fogo; e o amor, alado de branco, pairando sobre todos, cobrirá com suas plumas o pecador mais empedernido.

A Mente divina e infalível mede o homem, até que as três medidas fiquem levedadas e ele chegue à plenitude da estatura; pois “reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-poderoso”.

A Ciência é divina: não é de origem humana nem procede de diretrizes humanas. As chamadas “ciências naturais”, cujas evidências são percebidas pelos cindo sentidos pessoais, apresentam apenas um senso finito e tênue da infinita lei de Deus; lei essa que está inscrita no coração,é recebida por meio das afeições, é compreendida espiritualmente e demonstrada em nossa vida.

Essa lei de Deus é a Ciência da cura mental, espiritualmente discernida, compreendida e obedecida.

A Ciência mental e os cinco sentidos pessoais estão em conflito; e a paz só pode ser declarada do lado do direito imutável, – a saúde, a santidade e a imortalidade do homem. Para obter esse resultado científico, é preciso compreender e acatar a regra primordial e fundamental da Ciência; ou seja, a declaração frequentemente repetida nas Escrituras, de que Deus é o bem; portanto, o bem é onipotente e onipresente.

A filosofia antiga e a moderna, a razão humana ou os teoremas dos homens enunciam erradamente a Ciência mental, seu princípio e sua prática. Nesse ponto, a mais esclarecida compreensão nada vê senão uma lei da matéria.

Quem alguma vez aprendeu nas escolas que só existe uma Mente única, e que esta é Deus, que cura todas as nossas doenças e pecados?

Quem alguma vez aprendeu nas escolas, na filosofia pagã ou na teologia escolástica, que a ciência é a lei da Mente e não da matéria, e que essa lei não tem nenhuma relação com a matéria nem a reconhece?

A Mente é sua própria grande causa e efeito. A Mente é Deus onipotente e onipresente. Que dizer, então, de uma teoria oposta, assim chamada ciência, a afirmar que o homem é tanto matéria como mente, e que a Mente está na matéria: Pode o infinito estar dentro do finito? E não deve o homem haver preexistido, no Tudo e Único? Acaso existe uma mente má sem ter espaço para ocupar, sem ter poder para agir nem vaidade para se apresentar como sendo o homem?

Se Deus é Mente e preenche todo o espaço, se está em toda parte, a matéria não está em lugar nenhum e o pecado é obsoleto. Se a Mente, Deus, é todo-poder e todo-presença, o homem não se depara com outro poder ou presença que, – obstruindo sua inteligência – lhe causa dor, o acorrenta e o engana. A perfeição do homem está intacta; de onde vem, então, algo além dELE, que não é a contraparte, mas sim a contrafação do criador do homem? Por certo não vem de Deus, pois Ele fez o homem à Sua própria imagem. De onde vem, então, o átomo ou molécula chamada matéria? Porventura foi formada pela atração e coesão? Mas essas forças são leis da matéria, ou leis da Mente?

Para que a matéria seja matéria, deve ter sido criada por si mesma. A Mente não tem poder para produzir ou para criar a matéria, assim como o bem não tem poder para produzir o mal. A matéria é um enunciado errôneo sobre a Mente; é uma mentira, pretendendo falar contra a Verdade e negá-la; é idolatria, tendo outros deuses; é o mal, pretendendo ter presença e poder sobre a onipotência!

Continua..>

JUSTIÇA

JUSTIÇA
Mirtle Fillmore

Deus é infinita justiça.
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Fale isso. Pense nisso. Estude isso, palavra por palavra. Ore pelo entendimento de seu sentido real.

Em seguida, identifique-se com Deus. Proclame sua inseparável união com Deus. Declare que, consequentemente, V. é também infinita justiça; a justiça de Deus é a sua própria ação em todos os sentidos.

Ao estudar essa declaração, V. há de capacitar-se de que, em verdade, uma das qualidades de Deus como divina lei é infinita justiça,sempre atuante por todo o universo.

Então V. chegará a compreender que, por ser filho de Deus, com liberdade de decisão e comando do poder, das faculdades e das qualidades do Ser, poderá determinar precisamente o que há de advir à sua vida. Poderá determinar o que a infinita justiça lhe proporcionará. Poderá determinar o que suas atitudes e atos para com os outros lhe trarão como resultado das impressões que tiverem sobre o que V. manifestar.

Porquanto Deus é infinita justiça, poderá V. sempre alternar as causas que puser em operação e assim alterar os resultados. É-lhe ela apropriada segundo V. mesmo a determine por suas atitudes e atos.

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"UM GRANDE BANQUETE…"

“UM
GRANDE BANQUETE”
“UM HOMEM PREPAROU UM GRANDE
BANQUETE E CONVIDOU MUITA GENTE…”

Huberto Rhoden

De todos os setores da vida humana tira o Mestre os seus símbolos materiais para ilustrar o grande simbolizado espiritual – o mistério do reino de Deus – da lavoura, da horticultura, da pomicultura, do ambiente doméstico, culinário; e desta vez entra na Zona da vida social do seu país. O reino dos céus é semelhante a um homem rico que preparou um grande banquete para celebrar as núpcias de seu filho. E, na hora do banquete, mandou os seus servos a fim de chamarem os convidados para o festim. Estes, porém, começaram a alegar pretextos vários para não comparecer.Um dos convidados disse: “Comprei uma quinta, e preciso ir vê-la; rogo-te me tenhas por escusado”.

Outro respondeu: “Comprei cinco juntas de bois, e preciso experimentá-los; rogo-te me tenhas por escusado”.

Um terceiro replicou: “Casei-me, e por isto não posso ir”. Este nem sequer pediu desculpas.

Os mensageiros relataram tudo isto a seu senhor. Ao que este lhes ordenou: “Ide pelos povoados e aldeias e convidai a todos os que encontrardes, cegos, coxos, aleijados, para que se encha a minha casa. E assim se fez.

Mas nenhum daqueles que haviam sido convidados em primeiro lugar provou o banquete.

Aí está um retrato fiel da humanidade de todos os tempos!

Todos são convidados para a grande solenidade, mas nem todos atendem ao convite.

O banquete é o reino de Deus – o reino de Deus, porém, está dentro do homem. É o “tesouro oculto”, é a “pérola preciosa”.

Muitos homens acham que têm coisa mais importante a fazer do que encontrar a “parte boa” que Maria encontrara; andam por demais atarefados com a parte de Marta. Conhecem muitos objetos, mas ignoram o seu próprio sujeito. Realizam tudo – menos a si mesmos…

Longo e árduo é o caminho para esse misterioso. Além de dentro…Sem conta são os percalços que o homem-ego criou no caminho para o homem-Eu…

Todos os homens são convidados pelo Cristo interno – e, não raro, pelos arautos do Cristo externo – para tomarem parte na festa nupcial de sua alma, no consórcio místico entre sua alma e o divino Esposo. Todos, seja qual for a sua profissão ou condição social – lavradores, criadores de gado, homens e mulheres, solteiros e casados, sábios e ignorantes –porquanto “a luz ilumina a todo homem que vem a este mundo”.

Muitos homens, porém, não querem escutar a voz silenciosa da sua própria alma. Não conhecem o tesouro oculto e a pérola preciosa de seu próprio Eu espiritual; só conhecem a ganga de seu ego físico-mental. A luz do Logos, é verdade, ilumina a todos, mas somente aos que recebem em si esta luz divina, é-lhes dado o poder de se tornarem filhos de Deus. Não basta que a luz divina esteja presente ao homem, é necessário que também o homem se torne presente a essa luz.

É tão difícil, no princípio, o homem atender a essa voz silenciosa de dentro, porque os ruídos de fora abafam tudo com as suas brutalidades profanas. O homem obsessionado pela violenta sedução dos objetos materiais – dinheiro, possessões, prazeres, vanglórias, ambições – dificilmente encontra tempo para atender ao discreto murmúrio de sua alma. As quantidades de fora são tão conhecidas, e a qualidade de dentro é tão desconhecida.

E é fácil encontrar escusas para não comparecer ao banquete espiritual. Nunca temos tempo para aquilo de que não gostamos – mas para aquilo de que gostamos nunca falta tempo; e, se faltasse, íamos fabricá-lo. O tempo, a bem dizer, não é algo que exista objetivamente; somos nós mesmos que o fazemos, segundo as nossas predileções. O lúcifer da nossa inteligência é duma incrível sagacidade; justifica habilmente todas as suas complacências; prova com facilidade que o preto é branco, que o círculo é quadrado, que o não é idêntico ao sim. Para tudo quanto a vontade quer, encontra a inteligência um sistema científico ou filosófico que justifique as predileções da vontade

O homem profano se impressiona muito mais com o que tem do que com o que é, os seus teres – campos, animais, mulheres – lhe são visíveis; o seu ser lhe é invisível.


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“EU SOU O SENHOR, E NÃO HÁ MAIS NADA"

“EU SOU O SENHOR,
E NÃO HÁ MAIS NADA”
Marie S. Watts

Não importa quão terrível ou convincente a evidência aparente ser: volte-se instantaneamente à Verdade: DEUS É TUDO. Uma vez firmemente estabelecido nesta Consciência, perceba que TUDO significa tanto eterno quanto infinito. Contemple a Natureza de Deus como sem começo, sem mudança e sem fim. Permaneça no fato de que o Deus Infinito compreende TUDO, e é a única Mente, Consciência, Substância e Atividade do Universo. Continue na convicção de que o infinito Deus compreende a Consciência, a Substância, a Vida eterna, sem começo, sem mudança e sem fim de cada indivíduo específico. Irá presenciar enorme calma. E saberá que o aparente temporal foi anulado, e que se fez manifestada a infinita Onipotência da Onipresença como Sua gloriosa Verdade: “Eu sou o Senhor, e não há mais nada”.

VEJA A ÁRVORE NA SEMENTE

VEJA A
ÁRVORE NA SEMENTE
Dárcio

O lavrador prepara a terra, lança nela as sementes dos frutos desejados, aduba, irriga, cuida do que lhe cabe fazer, e  entrega o restante à lei natural de manifestação. ELE “ENXERGA” A ÁRVORE NA SEMENTE! Por isso a planta!

VEJA-SE PRONTO NA SEMENTE DIVINA! Não se identifique com as aparências que são visíveis; elas não são VOCÊ! VOCÊ ESTÁ PRONTO! Medite e assim se veja! Veja-se da forma com que o lavrador vê a árvore completa NA SEMENTE! Descarte todas as imagens em mutação e centralize sua atenção em VOCÊ! Neste VOCÊ PRONTO! Que não nasce, não muda, não morre! Deixe que as “manifestações visíveis” tomem rumos pela lei natural!

CONTEMPLE ESTE VOCÊ PERMANENTE! ESTE, SIM,
É DEUS SENDO VOCÊ!

RECONHECIMENTO E ENTREGA

RECONHECIMENTO
E ENTREGA
Dárcio

Durante a “Prática do Silêncio”, podemos empregar o reconhecimento de um princípio espiritual e ao mesmo tempo fazermos uma entrega profunda que se torna uma abertura máxima à revelação desse princípio. Tudo se passa simultaneamente, ou seja, a mente reconhece, solta-se nesse reconhecimento e nesta “entrega” à nossa Consciência, que é Deus, o princípio é endossado. Se você, por exemplo, for contemplar a “inexistência da matéria”, seria feito este reconhecimento: “Não existe matéria”, enquanto, ao mesmo tempo, a mente se soltasse na “entrega ao Espírito onipresente”. É dessa forma que usamos a mente sem pararmos em puro “mentalismo”. A associação do mental com o místico gera facilidade nas meditações, além de reduzir o tempo das mesmas em termos de eficácia diante do que estivermos contemplando da Verdade absoluta.

DEUS É TUDO! Não existe mente humana! Como esta crença hipnótica é puro “nada”, se praticarmos as contemplações sempre tendo em vista esta Verdade absoluta, partindo dela própria, veremos os frutos desta “permanência em MIM”, ou seja, nesta percepção de que “EU SOU DEUS” é a Verdade eterna e permanente sobre o “Eu” que somos. E esta associação do reconhecimento mental com a espontânea ação da Consciência se torna bem útil em termos de percepção.

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A QUIETUDE DA ORAÇÃO, A ATIVIDADE DO CRISTO -3 (final)

A QUIETUDE DA ORAÇÃO, A ATIVIDADE DO CRISTO
HELEN B. CHILDS

3 – Final


A onipresença da Mente divina não necessita de fios ou de eletricidade para comunicar-se. Todo coração receptivo ouve sua mensagem. O bem está fluindo constantemente, a partir de sua fonte divina, porque o bem está sempre presente e é imediato.

A comunicação espontânea pelo rádio e pela televisão dá um vislumbre da presença imediata da Mente divina. Nossa oração silente auxilia a assegurar que os meios de comunicação sejam usados para o bem e que os pensamentos materialistas não manipulem o pensamento desavisado. A qualidade dos meios de comunicação deve ser uma preocupação de todas as pessoas de bom senso, principalmente do metafísico que dá valor ao poder da quietude espiritual. Quão importante é reprimir a desinformação, sob a forma de informações enganosas, falsa educação ou mero sensacionalismo. Todas as pessoas, em qualquer parte do mundo, têm o direito de saber a verdade sobre Deus e o homem e de se libertar da ignorância.

Cada um de nós pode exercer papel importante nos acontecimentos palpitantes que estão ocorrendo no mundo. Nossas orações e nossas obras sempre coincidem em atividade produtiva. Podemos ajudar a abrir a porta do pensamento do Cristo sanador.

Nossa oração de afirmação desafia a resistência, seja sob a forma de indiferença ingênua ou ódio declarado à Verdade. A compreensão da unidade e da totalidade da Mente divina protege nosso direito divino de usar nosso próprio raciocínio.

O homem real, o filho de Deus, possui inteligência e habilidade inatas para usar sua compreensão, sua receptividade ao bem, divinamente outorgada. Nenhuma forma de sugestão sutil pode privá-lo dessa capacidade.

Os metafísicos que compreendem as verdades sobre a Ciência Cristã são de  vital importância. Eles conhecem o poder da espiritualidade. Sabem que a semente da Verdade, inerente a cada coração, tem potencial para propagar-se. Cada um de nós possui o inestimável privilégio de gozar de liberdade e de ter o senso de oportunidade.

Não se trata, portanto, de admitir que aqueles que têm alguma coisa dão ou partilham a imensa bondade de Deus com os que não têm. Trata-se, isso sim, da tranqüila compreensão de que o sagrado plano da bondade divina infinita está sendo revelado para que todos o percebam e reconheçam.

A essência da questão é que o cicio tranqüilo e suave da Verdade está cobrindo toda a terra. Apercebemo-nos dessa evidência pela oração. Com regozijo oramos pela serenidade que ouve a Mente divina. Deixamos que a oração faça esse trabalho sagrado. O que pode ser mais glorioso do que a alegria de estender a mão a nosso próximo por meio da quietude das oração silenciosa?

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CONTEMPLE-SE PERFEITO!

CONTEMPLE-SE
PERFEITO!
Dárcio
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A glorificação a Deus em nosso corpo e em nosso espírito, que a Biblia nos ensina a fazer, é a suave e serena contemplação de nossa perfeição absoluta neste exato instante. Pode a mente humana engendrar o quadro que for, e tentar nos associar a ele;  a Verdade é o que prevalece, impera ou domina: nossa perfeição é incólume! Esta perfeição é Deus sendo o nosso ser, e jamais participa das supostas avaliações materiais e mutáveis julgadas pela mente humana.

Todas as aparências mutáveis são sombras que parecem encobrir a LUZ permanente que somos! A Luz é concreta, as imagens do sonho são o vazio. Contemple a Verdade no lugar do sonho; contemple a Luz no lugar da sombra; contemple sua imutabilidade perfeita em lugar das mudanças aparentes! Contemple-se perfeito! Dê testemunho vívido de sua perfeição! O Verbo divino, em atividade plena, garante a sua permanência neste estado de perfeição imutável! Concentre-se nos fatos espirituais revelados, sem se deixar envolver pelas mentiras aceitas pelas crenças coletivas. DEUS É TUDO!

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A REAL PROSPERIDADE

REAL
PROSPERIDADE
UNIDADE
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SOU UM FILHO DE DEUS.
ELE ME PROVÊ CONSTANTEMENTE O SEU BEM, QUE SE MATERIALIZA EM TUDO O DE QUE LEGITIMAMENTE NECESSITO!


Em que consiste a real prosperidade? A maioria a define como o conjunto dos recursos materiais para um viver despreocupado, abundante e feliz. Mas as coisas materiais não existiriam sem a substância imaterial que as gerou. Assim, a posse permanente da prosperidade é para quem conscientiza a Fonte divina, de onde emana a substância eterna.

É claro que podemos, com recursos humanos de esforço e esperteza, obter coisas materiais. A diferença é que, se a pessoa não tiver consciência da Fonte e tudo atribuir à sua personalidade, estará sujeita a perdas e responde pelo modo como conquistou estas coisas, caindo nos pares de opostos de bem e de mal, de causa e efeito.

Hoje tomo consciência de que “tudo o que se vê provém do que não se vê”. Assumo o meu papel de filho de Deus, de fazer jus à prosperidade, de ser grato por tudo o que recebo e bem usá-lo, como administrador fiel do único Deus. Aprecio o ar que respiro, o Sol que me acalenta, os alimentos que me nutrem, as experiências que me edificam, a saúde, as alegrias, os afetos, tudo!

“O Senhor ama a prosperidade do Seu servo.”
Salmos 35:27

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A QUIETUDE DA ORAÇÃO, A ATIVIDADE DO CRISTO – 2

A QUIETUDE
DA ORAÇÃO, A ATIVIDADE DO CRISTO
HELEN B. CHILDS
2

Esse Amor divino cinge e abrange a todos. Com a oração feita em silêncio, o pensamento se abre e se apercebe de que a voz da Verdade cobre todo o globo e abençoa toda a humanidade. Em sua própria quietude e disposição de ouvir silenciosamente, Mary Baker Eddy, a Descobridora e Fundadora da Ciência Cristã, ouviu o clamor de ajuda vindo da África e dos mais remotos pontos da terra e atendeu a essa necessidade com suas próprias orações e com sua ativa espiritualidade. A Sra. Eddy sabia que a Verdade sobre Deus alcança o coração receptivo com a cura, onde quer que se encontre. Ela escreveu em Retrospecção e Introspecção: “Deus está em toda parte. Por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras até aos confins do mundo; e esta voz é a Verdade que destrói o erro, é o Amor que lança fora o medo.” Esse fato demonstrável está à nossa disposição para ser comprovado com alegria.Não deveríamos nos surpreender coma descoberta de que a oração silenciosa é eficaz. Aprendemos, na Ciência Cristã, a raciocinar a partir da realidade espiritual da totalidade de Deus. Aprendemos a aceitar a perfeição de Deus como a única causa e encontramos, assim, a consequente perfeição do reflexo de Deus, o homem e o universo.

A oração inaudível talvez seja a coisa mais preciosa que fazemos. Essa comunhão com Deus, a única Mente, não é pensamento sonhador, nem construção de castelos no ar. É, no entanto, a compreensão consciente do fato científico sobre Deus e Sua criação espiritual.

É encorajador saber que a oração é substantiva e eficaz. Auxilia a minorar a carência e o infortúnio humanos. A luz do Cristo projetada na consciência dissipa as trevas do desalento e do desespero.  A apurada sintonia da serena comunhão com Deus traz à luz a grandiosa harmonia do Amor.

A oração e o amor que dedicamos a nosso próximo são, portanto, ativos e específicos: nossa oração expressa-se em atos, tal como nossos atos devem ser, inevitavelmente, o resultado da oração. A Sra. Eddy escreve em “Miscellaneous Writings”: “O Amor não pode ser mera abstração, nem é bondade em atividade e poder. Como qualidade humana, o glorioso significado do afeto inclui mais do que palavras: é o terno e abnegado gesto feito secretamente; é a oração silenciosa e incessante; é o coração abnegado, que transborda; é um vulto velado que desliza em segredo numa missão humanitária e sai sem se deixar ver; são os pequeninos pés saltitantes na calçada; é a terna mão que abre a porta diante da carência e do desespero, da doença e do pesar, iluminando assim os lugares tenebrosos da terra.”

Sim, a oração do Amor envolve atividade. O Amor alcança e inclui a todos. E essa é a atividade do Cristo, que dá provas de que a Mente divina está aqui e em todo lugar.

*continua..>

PALAVRAS DE BUDA


O Eu é o mestre do eu .
Que outro mestre poderia existir ?
Tudo existe , é um dos extremos.
Nada existe, é o outro extremo.
Devemos sempre
nos manter afastados desses dois extremos,
e seguir o Caminho do Meio.”
Buda

A QUIETUDE DA ORAÇÃO, A ATIVIDADE DO CRISTO- 1

A QUIETUDE
DA ORAÇÃO, A ATIVIDADE DO CRISTO
HELEN B. CHILDS
1
Quando eu tinha oito anos, uma amorosa vizinha ficou sabendo que nada mais poderia ser feito para aliviar a intensa dor que eu sentia, provocada por mastoidite. Ela, no entanto, fez alguma coisa. Estendeu-nos a mão. Bateu à nossa porta e perguntou à minha mãe se podia orar por mim, de acordo com os ensinamentos da Ciência Cristã. Durante a noite a inflamação dos ouvidos drenou e eu fiquei completamente curada. O Cristo havia entrado em nossa casa.

O Cristo, a Verdade, está tão ativo na consciência hoje, como estava quando João registrou a mensagem do Cristo no livro do Apocalipse: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo”.

Com frequência lembro-me dessa carinhosa vizinha que apresentou a Ciência Cristã  a uma família que, há quatro gerações, vem recebendo suas bênçãos abundantes. Admiro sua confiança no poder sanador de Deus. Mais do que tudo, porém, tenho gratidão pela oração expectante que, sem dúvida, antecedeu sua visita corajosa e abriu caminho para o coração receptivo que aguardava portas adentro.

Quantas vezes nós também somos confrontados com o anseio clamoroso de nosso próximo, quer seja um vizinho que more em nossa rua, ou alguém que viva do outro lado do globo! Nosso coração, em silêncio, chega até lá. Queremos ajudar. No entanto, somente se vestirmos o manto do Cristo, ou seja, se vivermos as qualidades crísticas de compaixão, pureza e dedicação à espiritualidade, é que poderemos ter certeza da receptividade que abrirá a porta ao Cristo sanador.

Sem dúvida, é verdadeira a afirmação: “Precisas ser veraz, se a verdade queres ensinar./ Teu coração tem de extravasar, se o de outrem queres tocar.”

Como, então, podemos ser de substancial auxílio ao coração faminto que clama por ajuda? Os problemas da atualidade são de tal monta que o mero esforço humano parece desconcertantemente inadequado. Incorremos no risco de nos desgastar, sem ao menos tocar a superfície do problema.

Podemos, no entanto, nos sentir encorajados sabendo que há, na Ciência do Cristo, uma solução prática e eficaz para cada caso. Podemos estar certos de que a resposta para todos os males da humanidade é revelada pela Mente divina.

Por meio de nossa silenciosa comunhão com Deus, a única Mente, na doce quietude da oração que se dispõe a ouvir, o pensamento torna-se receptivo à Mente divina, ou seja, ao que é divinamente verdadeiro. Discernimos, então, a ideia espiritual de Deus, o Cristo, que demonstra a presença e o poder do bem para curar e abençoar.

Cultivemos, portanto, a confiança na quietude eloquente da oração. Precisamos estar atentos, porém, quanto à resistência à Verdade que tenta desviar nosso rumo com um anseio de fazer alguma coisa antes mesmo de estabelecer a oração, como base de nossos atos. A Ciência Cristã prova que a mera atividade humana, por si só, não realiza necessariamente muita coisa. A autodisciplina da oração põe em prática a superioridade da metafísica e prova que o ser é domínio e autoridade expressados. Regozijemo-nos por saber que nosso inato desejo de ajudar reflete o Amor divino, que é Deus.

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ESPIRITUAIS RELACIONADOS COM OS NEGÓCIOS

PRINCÍPIOS ESPIRITUAIS
RELACIONADOS COM OS NEGÓCIOS
JOEL S. GOLDSMITH

A apreensão ou tensão causada pelas atividades comerciais pode ser tratada mediante os princípios da cura espiritual, qualquer que seja a situação causadora. Tais princípios podem reduzir-se ao reconhecimento de que Deus aparece como ser individual – reconhecimento este que despersonifica e anula qualquer condição desarmoniosa, limitada ou limitante, e implica na compreensão espiritual de que existe um só poder – o que faz com que nossas atividades passem do ritmo da vida humana para o ritmo da vida de Deus.

Por exemplo, um comerciante que se dirige ao seu negócio, usualmente tem que fazer face a muitos problemas diferentes durante o dia: sempre há decisões a tomar e compromissos a cumprir, sempre há que tratar com os colegas e o público, que constantemente lhe fazem pedidos.

Talvez um de seus primeiros deveres seja o de cuidar da correspondência, o que lhe poderá tomar muito tempo ou ser um incômodo. Se, entretanto, antes de sair de casa, ou depois de chegar ao escritório, tomar uns poucos minutos para comungar com o seu ser interior e encontrar seu centro de paz, então, ao abrir a correspondência, será como se houvesse Algo dentro de si lendo-a e dando-lhe respostas a qualquer consulta, ou a solução para qualquer problema.

Quando compreendemos que Deus é também a atividade do negócio, todo o senso de apreensão é aliviado, porque então estaremos permitindo a esse Algo invisível operar e realizar tudo quanto for necessário. Jesus o chamava de “o Pai interior”, que realizava as obras. E se Deus, o Pai interior, é quem faz o trabalho, como poderemos ficar apreensivos com o nosso negócio? Se nos sentimos sobrecarregados e apreensivos, admitamos ou não, isto somente indica que estamos tentando assumir o que é da responsabilidade de Deus. “O governo está sobre os Seus ombros”; mas, se não o reconhecermos e não confiarmos nisso, então estaremos assumindo uma responsabilidade que não nos cabe.

Se assumíssemos em nosso negócio a atitude interna de um expectador , observando o desdobramento da atividade do Infinito Invisível, logo constataríamos o desenvolvimento de tudo quanto fosse necessário à sua complementação – como capital, se dele carecêssemos, como empregados, como fregueses, e, finalmente, como disponibilidade bancária para aquisição de mercadorias.

Em outras palavras, essa atividade seria completa, porque o preenchimento é próprio da natureza de Deus. Deus não cria um sistema telefônico sem que haja quem o utilize; Deus não cria automóveis sem criar o combustível com que se possa fazê-lo rodar. Deus não cria nenhuma atividade em nossa consciência, nem se torna responsável por nenhuma delas, sem a completar. Deus, a Consciência infinita, o Infinito Invisível, plenifica a Si mesmo manifestando-Se como atividade individual.

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CONTEMPLO O CRISTO EM TI (ORE PELO OUTRO)

CONTEMPLO
O CRISTO EM TI
(ORE PELO OUTRO)

UNIDADE

Amado, contemplo o Cristo em ti. Cada vez que penso em ti, vejo-te como és verdadeiramente: envolvido pela divina luz. A cada momento tu és fortalecido, guiado e sustentado pelo Cristo em ti. Oro por ti sabendo que és uno com o Cristo. Quando não reconheces o plano divino que se desenvolve em tua vida, sinto-me honrado em poder reconhecê-lo para ti, até que despertes para essa sublime verdade.

Nutro sincera ternura por ti e vejo-te além da aparência, como Deus te criou. Sei que és guiado pelo eterno amor do Cristo em tudo o que fazes. A luz do Cristo está agora mesmo ampliando a tua visão de vida e te abençoando continuamente. Procure ouvir a pequena e silenciosa voz que sempre indica o caminho.

Oro para que teu caminhar seja cada vez mais suave, para que possas elevar-te às alturas. Sei que “mãos” sublimes te conduzem e te ensinam a renúncia, a obediência e a fé. Que cresça em ti, fortemente, o anseio de conhecer Deus cada vez mais, somente Deus. Pois o nada querer, edifica a paz dos sentidos.

“De novo lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida”.
João 8: 12

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ELENCO E PERSONAGENS

ELENCO
E PERSONAGENS
Dárcio

Confundir a Realidade com aparências visíveis seria confundir o elenco de um filme com as suas personagens na tela. Entender que cada uma delas forma o elenco, e não certa personagem avulsa, é ter a percepção do todo que é equivocadamente visto como “ramo cortado da videira”.

DEUS É O TODO! A Inteligência infinita Se expressando como Universo. Deus é o “Elenco completo”, que simultaneamente aparece como a totalidade de cada expressão individual dentro de Si mesmo. Contemple a Existência em termos de “elenco” e não de “personagens avulsos”. O “elenco” permanece completo, mesmo que no filme personagens nasçam, sofram mudanças ou morram. O filme é ficção! Pode apresentar qualquer tipo de encenação; entretanto, nenhuma delas é realidade, nenhuma dela tem “história verdadeira”. Nossa Vida é Deus! O que somos é o que Deus é! E Deus é eternidade, perfeição, imutabilidade e indivisibilidade!


Desvincule-se da “encenação humana”! Não existem seres humanos! Atenha-se à Vida infinita, que, sendo a perfeição eterna de tudo e de todos, é a SUA Perfeição absoluta deste exato AGORA.
Não olhe para as imagens do mundo esperando delas qualquer informação! Contemple SUA Consciência emanando, do “seu centro”, as manifestações divinas! O testemunho que devemos dar é este: do que é irradiado de nós mesmos, sem jamais darmos crédito às imagens supostamente “vindas de fora”, que são maquinações ilusórias da crença coletiva. Em outras palavras, entenda sua mente como tela em que se projetam “imagens emanadas do seu interior”, como se VOCÊ FOSSE UM HOLOFOTE irradiando, DE VOCÊ PRÓPRIO, a luz sobre ela. Se inverter isso, deixando que a tela receba as “sugestões” externas, as imagens vistas se mostrarão em conformidade com as crenças do mundo, e, não mais em conformidade com a harmonia divina.
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