Motivações Divinas

MOTIVAÇÕES DIVINAS
Dárcio
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Quanto mais elevado for um ensinamento, mais a pessoa cumpre sua meta de conhecer a Verdade e ver-se livre dos engodos de uma suposta vivência material, que se divide em bons e maus acontecimentos. Os princípios absolutos devem ser profundamente sentidos, durante a “Prática do Silêncio”, para que, depois destes períodos contemplativos, a pessoa se sinta elevada o tempo todo em suas atividades diárias. E, tais atividades, têm todas objetivos espirituais, mesmo que assumam, aos olhos mortais, uma simples sequência de experiências humanas.

Todas as metas humanas são meras camuflagens da atividade espiritual real subjacente. Por exemplo, se alguém resolve se associar a um clube para ter aulas de natação, ao terem início as aulas,  ela conhecerá mais pessoas, conversará com alguma delas, e, nessa conversa, algo de cunho espiritual aparecerá, quando a mensagem da Verdade  poderá ser  lembrada, comentada e propagada.  Dessa forma, uma atividade, que parecia ser  um mero “lazer de ser humano”, acaba revelando o seu propósito espiritual. Assim se dá com tudo! Por isso fala-se que “nada acontece por acaso”. E, mesmo que a pessoa sequer chegue a notar o que se deu espiritualmente, numa determinada situação, apenas sua presença ali, que é, de fato Deus ali presente, cumpre naquele local a influência iluminada de Sua Consciência sobre a crença coletiva.

Certa vez alguém me procurou, dizendo: “Onde eu frequento, disseram-me que não devo mais comprar discos de “rock “, uma vez que estudo a Verdade e esse tipo de música não é conveniente.” E eu respondi o que exponho neste texto: “Se você gosta desse tipo de música, indo ao local em que é vendida, você estará levando Deus, que é seu “Eu”, àquele ambiente frequentado por aqueles que  também apreciam estegênero musical”.

A pessoa que  orientou-o a não mais ali comparecer, por certo, nunca estaria exercendo esse papel iluminador com a sua presença naquele local. E, se fosse da época de Jesus, deduz-se, não  aconselharia o nazareno a ir a casamentos ou a prostíbulos. Enquanto a “matéria” estiver sendo vista como realidade, teremos esta visão de “bem e mal” humanos dominando as pessoas! O “solo em que pisamos é terra santa” – esta é a visão de quem estuda a Verdade absoluta! Nossa Consciência é o nosso Lar, e não “locais da ilusão”. Não existe Verdade relativa! Quando a Verdade absoluta é aceita, mesmo enquanto aparentemente perdurar a “crença coletiva”, a pessoa se verá desfrutando do “bem relativo” dentro da maior naturalidade e na ordem divina! Não serão estes “bens” os procurados, mas sim a Verdade! Tais “bens”serão meramente os reflexos visíveis decorrentes da percepção de nossa ATUAL presença no REINO DE DEUS, reconhecida como Verdade absoluta!

Quanto mais alguém se aprofunda nos ensinamento absoluto, mais as “motivações espirituais” são detectadas e cumpridas em seu cotidiano. E quanto mais ele próprio   nutrir estas motivações, menos terá com que se preocupar, em termos de vivência humana. A pessoa estará buscando diretamente o Reino de Deus, e, este Reino, reconhecido, surgirá visivelmente, em três dimensões, refletindo como “aparência”  a própria Verdade que está acima dela.

Medite, parta da Verdade de que DEUS É TUDO; compenetre-se da inexistência de matéria ou de mundo material; aceite a onipresença onipotente de Deus em unidade com seu “Eu”; dessa forma, lidando naturalmente com o mundo no restante do dia, as “motivações espirituais” se darão naturalmente, com VOCÊ conscientemente sendo DEUS SENDO VOCÊ, e com as “aparências” se desdobrando com “todas as coisas necessárias lhe sendo acrescentadas”. Apesar de ilusórias,  elas servem, para os demais, como prova de que os princípios estudados são verdadeiros. Disse Jesus: “Se não crêem em mim, creiam ao menos em minhas obras”, ou seja, se você estiver sempre  vivendo sem problemas, feliz e sem preocupações, livre em comunhão com Deus, isto se fará notar pelo resto do mundo: as pessoas terão para elas algo “palpável” para confiarem na Verdade que você estuda e sabe ser real. Sua permanência na Verdade, de que DEUS É TUDO e MATÉRIA É NADA, o deixará livre! E esta liberdade, ao mundo, será observada como um “você humano” livre de dívidas, de doenças, de problemas, enfim,  das ILUSÕES da vida. “No mundo tereis tribulações, mas, tende bom ânimo: Eu venci o mundo”, disse Jesus. Veja-se sendo este “Eu”, o Cristo, a Vida divina sendo a SUA! E, terá “vencido o mundo”.

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Lembre-se de Deus …

LEMBRE-SE DE DEUS
EM TODOS OS MOMENTOS
Dárcio
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Deus costuma ser bastante lembrado, quando alguém se vê diante de apuros; assim, de repente, a pessoa recorre a Ele e de forma surpreendente! Quando estudamos a Verdade, esta maneira de procurar por Deus ardentemente apenas em momentos ruins  deve ser abandonada! O estudo revela que Deus não é quem buscamos, mas o verdadeiro Eu que somos. Assim, lembrarmo-nos de Deus em nada se relaciona com um suposto “ego”, que se julga habitante da matéria, volver-se a um Deus, “lá no céu”, em busca de melhorias, proteção, suprimento, etc. Esta visão infantil, retida pela humanidade iludida, precisa ser desfeita pelo “verdadeiro adorador”.

Quando nos distanciamos dos estudos e das meditações, por acharmos que a vida está “boa demais”, acabamos por acreditar que a “vida humana” tem realidade, enquanto ela não passa de uma ilusão do tamanho do infinito! Este distanciamento, em termos práticos, passa a ser uma negação da real identidade que somos! A chamada “vida boa”, da aparência, é tão ilusória quanto a “péssima vida” que alguém mais possa estar vivenciando. Não deixe de perceber que sua VIDA é o CRISTO SE EXPRESSANDO! Não em maus momentos nem em excelentes momentos da suposta vida humana! No ABSOLUTO! Dessa forma, estará conscientemente sendo a Verdade, e, quem permanecer na Verdade estará naturalmente “dando frutos”. Por mais que a “crença coletiva” tente induzi-lo, para que creia viver na matéria, como revela a Ciência Cristã, “não existe vida na matéria”. Goldsmith, no capítulo “O Novo Horizonte”, do livro “O Caminho Infinito”, diz o seguinte: “Devemos entender que todo o cenário humano não passa de sugestão hipnótica, e nós temos de nos colocar acima dos desejos, mesmo de boas condições humanas. Compreendamos por completo que a sugestão, a crença ou a hipnose são a substância ou o tecido de todo o universo mortal e que as condições humanas, quer boas quer más, são quadros de sonho, sem qualquer realidade ou permanência. Estejamos prontos a aceitar que as condições, harmoniosas ou não, da existência mortal desapareçam de nossa vida, para que a Realidade possa ser conhecida, usufruída e vivida.”


A meta é unicamente esta: “vencer o mundo”. E esta vitória é daquele que não mais se identifica com um “eu” da ilusão, por estar meditando, reconhecendo, contemplando  e experienciando a Verdade de ser, aqui e agora, unicamente Deus Se expressando. E, enquanto alguém não perceber isto, estará unicamente endossando um conceito material de vida, sem realidade, sem Deus e sem Verdade!
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Os Valores Humanos

OS VALORES HUMANOS

“Definitivamente, nenhuma alegria pode se
igualar à alegria de servir aos outros.”

(Ensinamentos de Sathya Sai Baba)
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Assim como a natureza do Sol é aquecer e iluminar, a natureza da Chuva é molhar e vivificar, e a natureza da Flor é perfumar e embelezar – a verdadeira natureza do Ser Humano é Verdade, Retidão, Paz, Amor e Não-Violência.

Um Ser Humano que não manifesta essas qualidades, é como um Sol sem calor nem luz, como uma “Chuva que não molha”. Não está sendo verdadeiramente humano.

Sai Baba vem anunciar com grande ênfase à Humanidade que o Ser Humano é Divino. Não devemos nos vitimizar com pensamentos mesquinhos e pequenos sobre nós mesmos.

“O homem vive na terra para aprender, antes de tudo, a arte de ser homem, e depois a arte de ser divino. Vista assim, a vida é uma aventura, onde cada ação, cada pensamento e cada palavra do homem pode manifestar a divindade que está latente. O egoísmo do homem é a causa de todos os seus males.” Se o Ser Humano abriga o próprio Deus dentro de si, porque sofre? O que é o egoísmo?

“Conhecer Deus é o empreendimento mais importante da vida. O homem deve conhecer Deus, sentir Deus, falar com Deus. Isto é realização. Isto é religião. De nada vale conhecer todas as outras coisas quando se desconhece Deus.”

Assim sendo, está claro que a grande aventura do jogo da vida consiste em descobrir a si mesmo, ou seja, remover a capa de egoísmo que envolve a nossa própria essência divina. O mundo exterior é apenas o cenário dessa aventura.

A fonte da verdadeira felicidade não é meramente a conquista material, mas a conquista do próprio universo interior. Ao nos estabelecermos firmemente nessa fonte interior, manifestamos a paz e o amor que queremos para o mundo.

Como alcançar a vitória nesse empreendimento? Assim como temos que quebrar a casca do coco para saboreá-lo, como podemos “quebrar a casca do ego” para saborear a “divindade interior”? Isso é mesmo possível? Sim. É possível.

“Da mesma forma como duas asas são essenciais para um pássaro alçar vôo ao céu, e duas rodas são necessárias para uma carroça mover-se, dois tipos de educação, material e espiritual, são necessárias para que o homem atinja seu objetivo na vida. A espiritual destina-se à vida, enquanto a material a um meio de vida. É só quando o homem é equipado com estes dois aspectos da educação que torna-se merecedor de respeito e amor por parte da sociedade.”

A necessidade de educação espiritual é urgente. Uma educação onde os Valores Humanos estão ausentes contribui hoje para a construção de uma sociedade egoísta e competitiva onde, apesar do progresso tecnológico, nunca se viu tanta injustiça e violência. As pessoas vivem com medo, ansiedade, depressão e outros distúrbios mentais, sem o menor conhecimento de suas causas e, menos ainda, de sua cura.

O sistema educacional moderno prepara consumidores de informação, e peças para a engrenagem do mercado de trabalho. E o caráter dos estudantes? O que fazer com toda essa informação? A educação do coração costuma ser ignorada.
Enquanto se ensina como resolver equações do segundo grau, será que não se poderia ensinar também que “quanto mais pessoas você faz feliz, mais feliz você fica”?

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Os Ilusórios Bens Acrescentados

OS ILUSÓRIOS
BENS ACRESCENTADOS
Dárcio
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“Arrancar o véu” que encobre a Glória de cada ser, é o papel do estudo da Verdade. A Realidade é Deus, um Universo perfeito e único, espiritual e iluminado, aparentemente oculto pela crença coletiva numa espécie de hipnotismo de massa.

Abertura e receptividade são os requisitos para que este “véu” seja dissolvido pela manifestação da Verdade. “Quando Cristo, que é a nossa VIDA, se manifestar, também vos manifestareis com ele em glória”, disse Paulo. Conheceu esta Vida divina nele próprio e sabia ser a Verdade sobre todos os demais seres!

Enquanto iludido pelas aparências, o homem luta pela sobrevivência e se preocupa a todo instante com o suprimento que, acredita ele, depende de fatores externos, do seu trabalho, de sorte, oportunidades, etc. Nada disso é verdadeiro, uma vez que o Universo é a Lei de Deus em ação, e não obra do acaso. Jesus sabia que a humanidade estava nessa condição de preocupação constante com as coisas materiais. Lidou com o povo  com a sabedoria divina, dando o exemplo dos pássaros, que não semeiam nem ceifam, e que são supridos pelo Pai celeste,  garantindo que, se o Reino de Deus for buscado em primeiro lugar, todas as demais coisas nos serão acrescentadas. Procurava, desse modo, incentivar as pessoas a se livrarem do “mundo do hipnotismo”, para que pudessem conhecer a Verdade e serem livres. Por que usou a expressão “bens vindos de acréscimo”? Para tirar da mente de todos que estes supostos “bens” sejam o objetivo da vida! E para ensinar que tais bens são meras “sombras” do suprimento, “acrescentadas”, enquanto o Cristo, a nossa VIDA, este, sim, é o Suprimento real e permanente. “Eu sou o Pão da Vida”, disse ele! Este “Eu Sou”, é o Espírito de Deus em nós, o Cristo, a VIDA que individualmente todos somos!

Quem vive preocupado com os “bens da vida” desconhece esta Verdade, de que ELE PRÓPRIO, discernido não pela ilusão, mas pela Verdade, é o Cristo Autossuprido, “o Pão da Vida”, citado por Jesus. Quando em alguém for criado o hábito de meditar e se aceitar segundo esta Verdade, haverá a percepção da unidade, em que “Deus e homem são um”; a permanência neste conhecimento tirará da atenção  a expectativa de “chegada” dos “bens acrescentados”, e estes, de fato, serão constatados como natural reflexo na “crença coletiva”. Mas ele estará ciente de que “não existem bens acrescentados”, uma vez que o “CRISTO”, a nossa VIDA, é o BEM INFINITO, presente e uno com a Consciência que somos, e que os chamados “bens vindos por acréscimo” são meramente “sombras temporais” desta Realidade eterna. Nada pode ser “acrescentado” ao Filho de Deus, a Consciência iluminada que somos, e que é o próprio Deus em forma individual. Esta Verdade, aceita e contemplada, é a “Verdade que nos liberta”.

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AQUELES QUE…

AQUELES QUE…
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…estão concentrados nos prazeres sensoriais passam seus dias em preocupação, ansiedade, angústia, dor e lágrimas, por um longo período da vida; eles se desenvolvem como pássaros e bestas. Comem boa comida e a jogam fora como lixo. Essa é a vida sem propósito que a maioria das pessoas leva. Você pode chamar esse processo de viver? Um número enorme de seres vivos existe na terra. Viver não é suficiente. Isso não tem valor por si só, para si mesmo. Pode-se considerar-se vivo somente se as motivações, os sentimentos, os pensamentos, as atitudes, que incitam a pessoa, revelarem as qualidades divinas internas.
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Sathya Sai Baba

Comece Pela Perfeição

COMECE
PELA PERFEIÇÃO
DÁRCIO
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A “Prática do Silêncio” é o período em que nos dedicamos exclusivamente para reconhecer a totalidade de Deus e a perfeição, que, justamente pelo fato de Deus ser Tudo, é Fato onipresente. Desse modo, não meditamos a partir de problemas, imperfeições, ou confusões supostamente captadas pela mente humana. Por que? Por serem ILUSÃO! As meditações corretas são a “contemplação” pura e direta do Fato onipresente, que é Deus sendo! Nada mais tem realidade!

Comece pela “Perfeição”, contemplando o Universo espiritual de Luz divina em que já nos encontramos. “Céu e Terra são um”, ou seja, a “Terra” é o “Céu” quando contemplada e discernida pela Mente divina, que é a nossa! Quando Moisés viu o “solo sagrado” onde parecia haver “terra”, unicamente sua Visão real foi empregada! O local não sofrera mudanças! Somente foi discernido corretamente, tal como é!  Portanto,  meditamos para discernir a Perfeição da Luz onipresente como já sendo o “local” em que estamos e  vivemos. Parta de uma consideração todo-abrangente, do Universo infinito sendo visto de forma global, até se voltar ao Eu individual, perfeito,  que VOCÊ está sendo: um com o Todo, um com a Perfeição, um com o Fato espiritual onipresente. Assim como a sombra jamais faz parte da Luz, o suposto “ser humano” jamais faz parte do Ser perfeito que constitui a sua Identidade! Atenha-se ao que está revelado, sem dividir atenção com falsidades que a mente ilusória gera sobre a Existência. Aquilo que é, é única e exclusivamente Deus sendo! Nada mais existe! Numa analogia, a ilusão pode ser comparada com um buraco. O buraco é um “vazio”; ele desaparece ao ser preenchido com terra; assim é a ilusão: um “vazio” que, em nosso estudo, some de percepção ao ser “preenchido” pela Luz da Verdade. DEUS É TUDO! A ILUSÃO É O “VAZIO”. O “vazio” pode se mostrar como pecado, doença, imperfeição, problema, etc. Não perca tempo com “vazios”; contemple DEUS sendo TUDO, e já preenchendo os “vazios da ilusão” com a eterna e perfeita ONIPRESENÇA! Esta é a “troca de referencial”, e é a real finalidade da “Prática do Silêncio”.

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O Deus Verdadeiro e a Prece

O DEUS VERDADEIRO
E A PRECE
Joel S. Goldsmith
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Tão logo nos tornemos mais e mais conscientemente unos com a Mente Crística ou universal, todas as nossas necessidades e desejos nos chegam juntamente com o suprimento correspondente. De fato, somos unos eternamente com esta Mente divina e precisamos apenas  tomar consciência desta Verdade para podermos testemunhar o atendimento de cada vontade ou pensamento justo. Fica assim claro que esta percepção de unidade do homem com a Mente, estabelecida “no princípio” pelo relacionamento sempre existente entre Deus e Sua ideia, o homem, dispensa todo esforço consciente para ocorrer e ser mantida. A Percepção desta Verdade é o fio conector com a Consciência divina.

Por ser através da prece que todo bem é alcançado, precisamos compreender amplamente o que é a prece e de que modo devemos orar. Na maioria das igrejas ortodoxas, orar é suplicar, pedir a um Deus presente em alguma parte do céu  que atenda a algum mortal, doente ou pecador, presente em alguma parte da terra. A comprovação universal do fracasso desse tipo de prece nos serve para concluirmos não ser ela a prece verdadeira, e que o Deus, a quem ela se destinava não chegou a ouvi-la. O intelecto humano observou que tais preces não obtinham respostas, e passou a procurar pelo verdadeiro Deus e pelo correto conceito de prece.

Jesus nos ensinou que “o reino de Deus está dentro de nós”. Portanto, é para dentro que a prece deve ser dirigida, ao ponto da Consciência em que a Vida universal Se manifesta individualizada como o nosso ser. Aprendemos que “no princípio criou Deus o céu e a terra… e Deus viu tudo quanto fizera e achou bom”. Sendo “bom”, o universo deve inevitavelmente ser completo, harmônico e perfeito, de forma que, em vez de orarmos para que o bem nos ocorra, devemos fazer de nossas preces um reconhecimento da onipresença do Bem. O conceito mais elevado, então, revela a prece como afirmação do bem e negação da existência do erro. Quando a prece resulta no emprego de fórmulas, a tendência é nos fazer voltar à antiga prece ortodoxa, o que acarretaria enorme redução de seu poder. Entretanto, se a prece utilizar afirmações espontâneas e sinceras da natureza infinita e eterna de Deus, o Bem, e da harmonia e perfeição de Sua criação, o homem e o universo, verdadeiramente quem estiver assim orando estará se aproximando da prece absoluta, que é a comunhão com Deus.

A comunhão com Deus é a prece verdadeiramente eficaz. É o desenvolvimento da Presença e do Poder de Deus na Consciência individual. Estar em “comunhão com Deus” é, na verdade, estar ouvindo a “pequenina Voz suave”. Nesta comunhão, ou prece, não há palavras  passadas de um homem a Deus: há a consciência da Presença de Deus percebida como revelação da Verdade e do Amor divinos, vindos interiormente ao homem. Esta é uma sagrada condição de ser, que nunca deixa o homem na mesma condição em que o havia encontrado.

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O Governo Único…

O GOVERNO ÚNICO E SUA  JUSTA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA
DÁRCIO
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Enquanto a Verdade for desconhecida, crerá, a humanidade iludida, que agentes externos sejam a causa de mudanças financeiras, para melhor ou para pior, na vida de cada pessoa. Enquanto o GOVERNO DE DEUS estiver esquecido, com governantes humanos sendo considerados em SEU LUGAR  como os “mantenedores” da real Economia, bem como da real “distribuição de renda”, a ILUSÃO de desigualdade social se manterá, independentemente de quais forem os partidos políticos ou os próprios políticos.

DEUS É TUDO! E Deus Se doa IGUALMENTE e Se doa INTEGRALMENTE a cada um de Seus filhos amados, que somos todos nós, sem distinção e sem exceção. “O Pai faz sua chuva cair sobre justos e injustos”, disse Jesus, para explicar que a classificação de sermos ou não merecedores da Graça divina é pura avaliação ilusória da mente mortal. O que determina o patrimônio visível que classificamos como “bens materiais” é o nosso “equivalente mental”, e não ajudas externas. Cada identificação que fizermos com a Verdade, nos faz aparentar estarmos “mais iluminados,” porque assim avalia a mente humana. Mas sabemos que esta avaliação é falsa, uma vez que somos agora e sempre os seres espirituais, em unidade com Deus, e “herdeiros de Deus”, se formos empregar o linguajar bíblico.  Cada vez que reconhecemos esta Verdade e enfraquecemos a crença falsa de que somos “humanos melhorando de vida por causas externas”, estaremos “distribuindo renda”; inicialmente a nós mesmos e, depois, aos demais, dando-lhes os verdadeiros recursos para esse fim, que estão no conhecimento da VERDADE. “Distribuir renda”, em última análise, é “distribuir” o conhecimento da Verdade.

Joseph Murphy  comenta, numa de suas obras, que se tomássemos, hoje, todo o dinheiro da Terra e o dividíssemos igualmente a cada cidadão, em prazo curtíssimo teríamos, novamente, a mesma situação anterior de desigualdade manifestada, uma vez que a chegada de “bem externo”, sem o correspondente “equivalente mental interno”, é destituído de “legalidade espiritual”. Jamais o mundo da aparência mostrará igualdade social sem que, primeiro, aprenda a conquistá-la mediante princípios espirituais. Por esse motivo, nunca Jesus disse que escolhêssemos partidos políticos, mas sim, que “conhecêssemos a Verdade”, pois é a Verdade que nos liberta e não algo ou alguém do ilusório “mundinho” das aparências. Além disso, este conhecimento da Verdade, como “bem acrescentado”, traz também a todos nós o discernimento para fazermos as melhores escolhas, todas elas decididas por inspiração e sem conflitos, baseadas na Verdade, nos princípios divinos, na retidão e no bem comum.

Deus é TUDO e Deus é o GOVERNO ÚNICO! Aquele que se mantiver nesta Verdade viverá sob a jurisdição perfeita do Altíssimo. O resto, é palha!

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Fato e Ilusão

FATO E ILUSÃO
Dárcio
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O Fato espiritual permanente é a Verdade de que Deus, Espírito, é Tudo!
A Ciência espiritual revela que, se há uma aparência sendo discernida
ilusoriamente, ela insinua a  presença do Fato real subjacente, ou seja,  a Verdade é o Fato e a “aparência” é a ilusão levantada sobre ele, sem qualquer
legitimidade, lei ou permanência.

Quando invertemos o referencial, nosso ponto de vista passa a ser o da
Verdade, o referencial do Fato, e não mais o de “aparências que insinuam
fatos”. Exemplificando, o Fato permanente, sobre o “Eu” que aqui e agora Se
exprime como Vida, é que “o Cristo é a Vida que somos”. Não iremos observar
um suposto “ego”, em miragens mutáveis, para acreditar haver,
subjacente a ele, o Cristo ou a Emanação divina sendo a Realidade do Ser que
somos! O ensinamento absoluto parte do Fato espiritual, que é
perfeito, eterno e agora manifestos como “Oniação”. Como disse Jesus: “Antes que Abraão existisse, EU SOU”.

A suposta movimentação das “aparências” é a ILUSÃO!

Deus é a Vida que dá expressão a Si mesma! Quando esta Vida é captada pelo
“sentido humano”, encontramos a ILUSÃO, ou seja, a crença falsa de que esta
Vida vive na matéria,  teve começo e terá fim. Enquanto este referencial ilusório for levado
em conta, teremos a Revelação como “meta a ser alcançada”, enquanto o sentido é
exatamente o oposto: a Revelação diz o que JÁ somos! Mesmo que o suposto ser
humano aparente melhorar a cada dia, mesmo que ele aparente estar indo em
direção à perfeição, em nenhum momento ele chega ou chegará a ser o Cristo que JÁ somos!

Os princípios devem ser levados em consideração de modo radical, e será quando
a Verdade estará sendo reconhecida como o “Eu Sou a Verdade” que somos!  Feche os olhos, volte-se à SUA CONSCIÊNCIA, e dê o testemunho pleno da Verdade: Esta Consciência
de Ser, é Deus! Volte-se ao seu Corpo, e dê o testemunho pleno da Verdade: “Este
Corpo não é matéria! É Vida de Deus na Forma Corpo! Este Corpo é a
Consciência iluminada, que Eu Sou, manifesta como Corpo, o Templo de Deus
que é o “meu” Corpo”.

Estes fatos são eternos! Sem começo e sem fim! Cada ser vivo, que a suposta mente em
ilusão encontra pelas ruas, e  passa a julgar ou avaliar segundo seus ilusórios conceitos de
tempo e de idade, são o Ser que Deus é, sem nascimento e sem morte! E as
“ruas”, corretamente discernidas, são “caminhos de Luz”, o REINO DE DEUS, ou o “solo sagrado”, discernido por Moisés em iluminação. Não existe Fato e Ilusão! A ilusão é a crença de que o Fato não é único! Mas, Ele é, ou seja, DEUS, EXATAMENTE AGORA, É TUDO!

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ABOLINDO A "NORMALIDADE"…

ABOLINDO
A “NORMALIDADE”  PELO ABRAÇAR DAS “LOUCURAS DE DEUS”
Dárcio
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Quando Paulo revelou serem “loucuras para os homens as coisas de Deus”, certamente esperava, dos que buscam a Verdade, uma identificação com tais loucuras, que são libertadoras. A prisão à normalidade aparente é a ilusão que atesta dois poderes, e dá crédito aos pares de opostos da suposta vivência humana. Porém, tudo que esta mente falsa nos apresenta com o rótulo de “Universo” não passa de hipnotismo.

Pela lógica deste mundo, se, por exemplo, alguém diz estar doente ou carente de recursos para saldar seus compromissos,  esta informação, absurda aos olhos da Verdade,  é aceita coletivamente dentro da maior naturalidade! Entretanto, são assertivas falsas! As verdadeiras estão além “deste mundo”, e, aquele que sair da crença falsa pelo abraçar das “loucuras de Deus” poderá comprovar que a condição harmoniosa de saúde e de finanças, bem como a de todos os demais aspectos ou segmentos da vida, é que é o Fato constante e mantido por Deus.

Que torna variável uma condição de saúde? Nada! A saúde é uma Constância eterna e inseparável do verdadeiro Eu que somos. Que faz mudar a situação financeira de alguém? Nada! Deus Se expressa como o Ser verdadeiro de todos, e, acreditar num Deus incapaz de arcar com Seus compromissos seria uma blasfêmia. Você viverá livre e pleno quando abolir a “normalidade deste mundo” para abraçar as “loucuras de Deus”. Elas afirmam que você é UM com Ele; afirmam que VOCÊ, aos olhos destas “loucuras”, é co-herdeiro de “todas as riquezas celestiais”. Quando VOCÊ desafia meras “imagens hipnóticas” e “se levanta, toma seu leito e anda”, VOCÊ está abraçando as “loucuras”; quando VOCÊ se compenetra de que, se alguém realmente o estiver vendo, estará vendo a Deus, porque Deus é TUDO, estará  também abraçando as “loucuras”. Faça isso, totalmente confiante nos dois pontos que são exaustivamente enfatizados pelos ensinamentos iluminados:(1) tudo aquilo que os sentidos humanos captam, é ILUSÃO, e (2) tudo aquilo que existe, é DEUS, inclusive VOCÊ!

Não ateste a ilusão nem seu  suposto “mundo de oscilações” entre o bem e o mal! Firme-se na Constância que é Deus, o Universo, sendo a perfeição infinita, condição que “não sofre variação nem sombra de mudança”. Desafie as “miragens” pela contemplação pura da Verdade presente em lugar de todas elas! Nem um milhão de sonhos lotaria o quarto de alguém; da mesma forma, nem um “milhão de ilusões” faria a Onipresença da Perfeição ser alterada, diminuída ou dividida! Deus está dentro de VOCÊ e VOCÊ está dentro de Deus, e nada mais existe! Abrace estas “loucuras” e  descarte a “normalidade” das aparências.

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NIMIGA DA PERCEPÇÃO

PRESSA:
A INIMIGA DA PERCEPÇÃO
DÁRCIO
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Muito conhecida é a frase: “A pressa é a inimiga da perfeição”, mas, o que eu quero colocar aqui, é que a “pressa é inimiga da percepção da perfeição”, no que diz respeito às leituras dos artigos. Os textos, em geral, oferecem os princípios da Verdade a serem postos imediatamente em prática, mas, para isso, devem ser lidos com muita calma, para que o sentido das palavras não fique na superficialidade da mente. Textos da Verdade são “manuais de instruções” e não meras leituras. Quando cada revelação é lida e compreendida, a pessoa poderá, imediatamente, se colocar em sintonia com o princípio exposto, e, nesse ponto, sim, o imediatismo de percepção será louvável. Sem que assim seja feito, logo ela chegará ao fim do artigo, concordando com tudo apenas por hábito, sem que a Verdade ali exposta seja realmente discernida.

Postei aqui, no dia 15, um artigo excelente da Ciência Cristã, intitulado: “Curando a Disfunção Corpórea”, e, com ele, vou exemplificar o que estou dizendo agora. Como o artigo se inicia? Da seguinte forma: “Reconhecer o controle total e absoluto de Deus é apropriado para curar disfunções corpóreas de qualquer tipo”. Será que cada leitor fez este reconhecimento? Antes de passar à frase seguinte? Teria se recolhido em meditação contemplativa para, imediatamente, RECONHECER este “controle total e absoluto de Deus”? E que diz a frase seguinte?  “Podemos saber, sem dúvida alguma, que a espiritualidade, a perfeição e a bondade que o homem reflete de Deus, a Mente, tem de ser expressa incessantemente em todas as suas ações”. Teria cada leitor dado vida a esta segunda frase? Confirmando e percebendo que a SUA Mente, que é a Mente de Deus, “tem de ser expressa incessantemente em todas as suas ações”? Ou já teria ido em frente, sem nada discernir do que acabara de ler? Logo adiante, o autor endossa o que disse, citando Mary Baker Eddy: “Toda função do homem real é governada pela Mente divina” A citação reforça o conteúdo do primeiro parágrafo, e, deveria, também, ter sido aplicada imediatamente como percepção imediata por parte do leitor!

Sugiro que o artigo inteiro seja relido, mas com esta visão que nos permite extrair-lhe realmente todo o conteúdo. Que cada parágrafo seja realmente aproveitado! Nada adianta alguém ler às pressas um livro inteiro de Metafísica, todo de maneira inapropriada, sem se identificar por completo com cada Verdade ali exposta! Deus já é o Ser individual e real de cada suposto leitor! As palavras, nos artigos, são “setas de  imediata  percepção”, sendo tão infinitas como são infinitos os aspectos de Deus sendo cada Ser individual. Desse modo, que a “pressa na leitura” seja eliminada e que, cada frase seja motivo de se fazer a “troca essencial”, com contemplações que vivifiquem,  IMEDIATAMENTE, cada Verdade sobre nós que estiver sendo lida. Dessa forma, os artigos cumprirão, efetivamente, o seu real papel em nossa vida.

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TRANSCENDÊNCIA

TRANSCENDÊNCIA
DÁRCIO
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Se um escafandrista se esbarrar num barco cheio de graxa, poderá dizer: “Sujei-me”, enquanto esta sujeira não o terá atingido realmente, mas somente seu escafandro. Pelo hábito de se identificar com aquela roupagem, por fim ele acaba por se confundir com ela. Assim é o ser em ilusão: habituado a se identificar com matéria, com corpo carnal, com metas materiais, acaba por se achar de fato envolvido com estas miragens todas!

“Buscai o REINO DE DEUS em primeiro lugar” – assim disse Jesus. Em outras palavras, “buscai a Realidade”, “transcendei a ilusão”, “conhecei a Verdade”. Poucos o entenderam! Há “cristãos” por toda parte, mas, o que não se ouve, falando com eles, é algo a respeito do REINO DE DEUS!

Este site, do FACHO DE LUZ, existe unicamente para aqueles realmente desejosos de cumprirem esta determinação iluminada de “buscar o REINO DE DEUS em primeiro lugar”. Não é destinado a “escafandristas”, que se dedicam a metas materiais, se consideram mortais em corpos carnais e que se contentam com “sonhos agradáveis”. A Revelação diz que “somos seres criados à imagem de Deus”, e que “nosso corpo é o Templo de Deus”. Toda a Verdade é transcendente a estas miragens captadas pela mente humana! Quem está focado nas aparências, desconhece a Verdade; quem está focado na Verdade, vê a Vida divina em SI MESMO, e esta é refletida de modo finito como “imagens tridimensionais”, onde as aparências se mostram supridas por serem mero reflexo do “Eu-eternamente-autossuprido” que todos somos. São os “bens acrescentados”, no linguajar de Jesus.

Deus é a Presença única e infinita. Não há trevas e não há matéria em Deus. Tampouco há calendários, para que “profecias” sejam feitas! O estudo da Verdade é a identificação total do ser que somos com o próprio Deus! O resto, é ilusão. Enquanto a pessoa acreditar em “existência material”, será ludibriada por “falsos profetas”. Enquanto acreditar em “mundo exterior”, negará o Reino já manifesto como sua própria Consciência. “Não podeis servir a dois senhores”, disse Jesus. Ou realmente nos dedicamos à transcendência destas aparências fraudulentas, vendo intuitivamente, e através do Sentido Espiritual, a Perfeição absoluta aqui presente, ou ficamos à mercê das imagens ilusórias captadas pela igualmente ilusória mente humana. Em outras palavras, ou permanecemos na Verdade, que transcende o “hipnotismo de massa”, ou ficamos endossando pura e insubstancial ilusão.

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A DECISÃO A FAVOR DA GLÓRIA

A DECISÃO
A FAVOR DA GLÓRIA
DÁRCIO
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O “Renascimento” é uma tomada de decisão! Uma decisão a favor da glória e não da ilusão. Se alguém entrar numa loja em busca do gerente, e, por ver alguém com aparência de gerente, se dirigir a ele, e for informado de que “o gerente é um outro  ao seu lado”, que irá fazer? Trocar na hora! Não passará horas se conscientizando de que “este aqui não é o gerente, mas sim aquele outro”. Por que muitos vivem como mortais, com problemas, e  dizendo que estão “estudando e conscientizando” a Verdade de que são uma imortal e perfeita expressão de Deus? Não fazem troca nenhuma de informação, diante da Revelação! Somente arquivam-na!

Quem estuda a Verdade deve, DE IMEDIATO, fazer a “troca essencial”, que é deixar de se julgar e de viver como criatura apagada da matéria para se decidir a favor da glória revelada: “EU SOU A LUZ DO MUNDO”. Não postergue a glória por nada! Nem por dizeres de ensinamentos ou mestres deste mundo, que dão crédito à ilusão ou à suposta crença material. Pare de correr atrás de algo desta “miragem”. Você é Deus Se expressando como indivíduo! O que quer que supostamente lhe parecer necessário, aparecerá como mágica se, em vez de você correr atrás, como criança atrás de bolhas de sabão, você se decidir por não mais aceitar mentiras ou crendices sobre sua real identidade! Pare de ficar “conscientizando verdade” a vida toda! A Verdade é VOCÊ! E, com toda a Sua Glória!

Não acredite que será a Verdade em tempo futuro! Saia desta arapuca ilusória! O que o prende à ilusão é a ilusão! A Verdade o mantém livre exatamente agora! Troque sua situação ilusória pela condição real e iluminada! Mantenha-se neste referencial absoluto, em sua aceitação! Não existe “transição de consciência”, uma vez que Deus é a Consciência única, infinita e manifesta como a SUA! Decida-se, de uma vez por todas, a favor da glória! Caso contrário, ficará a vida toda acreditando no tempo e fazendo dele o seu tutor, acreditando que “um dia” ele o fará dizer: “Eu sou o Cristo”. Esta Verdade, porém, não depende dele, mas sim de VOCÊ! “Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos tornará livres!”

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SER É REDESCOBRIR-SE

SER
É REDESCOBRIR-SE
DÁRCIO
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A simplicidade da Verdade absoluta somente é notada quando há receptividade plena e dedicação às contemplações diretas de seus princípios como válidos exatamente agora. Se alguém parte do mundo falso das aparências, avaliando-se e aos demais segundo a carne, a Verdade parecerá profunda, inatingível e mesmo duvidosa. Por esse motivo há tanta aceitação de ensinamentos relativos: eles não destronam em definitivo a mente humana, dão como meta uma suposta “evolução paulatina” desta mente, e se mostram dentro de uma aceitação lógica das coisas. Dentro desse contexto relativo, a pessoa se orgulha em dizer que “ eu era assim”, mas, agora, “sou “completamente diferente”. É evidente que estas melhorias da personalidade são preferidas à total estagnação; entretanto, não existe Verdade nesse tipo de enfoque! A Verdade é Fato espiritual eterno, e, se quisermos conhecer a Verdade sobre nós, sobre os demais e sobre o Universo, esta visão humana terá de ser abandonada, para que a Visão absoluta possa ser reconhecida!

O site do Facho de Luz prioriza as mensagens absolutas, conservando algumas com certa dualidade apenas para servirem de “pontes” para a percepção iluminada. Mas não são “pontes” no sentido de que devam ser mantidas, mas, justamente o contrário:  são para que a pessoa desperte e as deixe, trocando o referencial ilusório das aparências pelo referencial da Verdade: DEUS É TUDO, TUDO É DEUS!

O tempo não existe no “Referencial da Luz”; não havendo tempo, não há mudanças! Não havendo mudanças, não há aparecimento do mal nem sumiço do bem! Há o que Deus É! Mais nada! Quando disse “de mim mesmo nada sou, nada faço, o Pai em mim faz as obras”, Jesus dava a Verdade total: se VOCÊ existe, Deus é o Pai sendo VOCÊ! Se você age, Deus é o Pai fazendo as obras em VOCÊ! Não existe “eu humano” na Onipresença! Sem que VOCÊ nada faça, Deus faz, e Deus Se irradia como VOCÊ! Eis por que VOCÊ, tal como agora é,  é Automanifestação de Deus!

Ser é simplesmente redescobrir-se! Ver-se como já É! Nunca se avaliando pelas aparências, nascendo, mudando, aprendendo, envelhecendo, morrendo, etc. Enquanto a ILUSÃO apresenta um filme de aparências fraudulentas, atenha-se ao FATO! Permaneça no FATO! E o FATO é que DEUS É TUDO, INCLUSIVE VOCÊ! Quando esta Verdade for aceita, VOCÊ notará como ela é simples! Porém, se acreditar em “mundo material”, estará gerando a crença de “dificuldade”, uma vez que estará firmado numa existência que é falsa, e esta, hipnoticamente, continuará a ludibriá-lo com a mentira de “melhorias” através do tempo, dos estudos, das meditações, etc! Que estaria ocorrendo, realmente? O  encobrimento de sua atual e única identidade: o CRISTO! “Ser é redescobrir-se”, o que, nas palavras de Paulo, significa “despir-se do velho homem e ver-se como nova criatura em Cristo”. Jamais o “eu” da aparência se tornará um Cristo; por outro lado, o Cristo já é Fato consumado! Jamais se destituiu da própria glória, jamais decaiu a ponto de ser um humano ou mortal, jamais sofreu mudanças ou melhorias! E depende só de VOCÊ o conhecimento desta Verdade! Depende do seu abraçar direto da Revelação iluminada, deixando de considerar a ILUSÃO que continuamente lança suas ficções até que todos, pelo despertar,  a repudiem como boatos! A Verdade já É! E esta Verdade é VOCÊ!

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CRISTO: A REALIDADE DA SUA DIVINA PRESENÇA

CRISTO:
A REALIDADE DA SUA
DIVINA PRESENÇA
Eckhart Tolle
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Não se apegue a uma única palavra. Você pode substituir “Cristo” por Presença, se achar mais significativo. Cristo é a Essência de Deus dentro de nós ou o nosso Eu interior, como às vezes é chamado no Oriente. A única diferença entre Cristo e Presença é que Cristo remete à nossa existência divina sem se importar se estamos ou não conscientes dela, ao passo que a Presença significa a nossa divindade vigilante ou a essência de Deus.

Se admitirmos que não há passado nem futuro em Cristo, poderemos esclarecer muitos mal-entendidos e falsas crenças sobre Ele. Dizer que Cristo foi ou será, é uma contradição. Jesus foi. Foi um homem que viveu há dois mil anos e exerceu a sua divina presença, sua verdadeira natureza. Suas palavras foram: “Antes queAbraão existisse, Eu sou”. Ele não disse: “Eu já existia antes de Abraão ter nascido”. Isso significaria que Ele ainda estaria dentro da dimensão do tempo e da identidade da forma. As palavras “Eu sou”, utilizadas em uma frase que começa no tempo passado, indicam uma mudança radical, uma descontinuidade na dimensão temporal. É uma afirmação, ao estilo zen, de grande profundidade. Jesus tentou transmitir diretamente, e não através de divagações, o significado de Presença, de Autorrealização. Ele foi além da dimensão da consciência governada pelo tempo e penetrou no domínio da eternidade. Foi assim que a dimensão de eternidade surgiu neste mundo. A eternidade não significa tempo sem fim, mas sim tempo nenhum. Assim, o homem Jesus se tornou o Cristo, um veículo de pura consciência. E qual é a própria definição de Deus na Bíblia? Será que Deus disse: “Eu fui e sempre serei?” Claro que não. Isso teria conferido realidade ao passado e ao futuro. Deus disse: “EU SOU O QUE SOU”. Aqui não existe o tempo, só a Presença.

A “segunda vinda” do Cristo é uma transformação da consciência humana, uma mudança do tempo para a presença, do pensamento para a consciência pura, e não a chegada de algum homem ou de alguma mulher. Se“Cristo” estivesse para chegar amanhã, revestido de alguma forma externa, o que ele ou ela poderia nos dizer além do seguinte: “Eu sou a Verdade. Eu sou a Divina Presença. Eu sou a Vida Eterna. Estou dentro de você. Estou aqui. Eu sou o Agora”.

Nunca personalize Cristo. Não dê uma forma de identidade a Cristo. Avatares, mães divinas, mestres iluminados, os pouquíssimos que realmente são, não têm nada de especial como pessoas. Como não têm de sustentar o ego, defendê-lo ou alimentá-lo, são mais simples do que as pessoas comuns. Qualquer pessoa com um ego forte os olharia como insignificantes ou, mais provavelmente, nem os veria.

Se você for atraído para um mestre iluminado, é porque já existe Presença bastante em você para reconhecer a Presença no outro. Houve muitas pessoas que não reconheceram Jesus ou Buda, assim como há – e sempre haverá – pessoas que são levadas a falsos mestres. Egos são atraídos por grandes egos. A escuridão não consegue reconhecer a luz. Portanto, não acredite que a luz está fora de você ou que ela só pode vir através de uma forma específica. Se só o seu mestre for a encarnação de Deus, quem é você então?  Qualquer espécie de exclusividade é uma identificação com a forma, e a identificação com a forma significa o ego, não importa o quanto ele esteja bem disfarçado.

Utilize a Presença do mestre para ver um reflexo da sua própria identidade por trás do nome e da forma e para se tornar mais intensamente presente. Em pouco tempo você verá que não existe nenhum “meu” ou “seu” na Presença. A Presença é única.

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PENSE EM LUGAR DA CRENÇA COLETIVA

PENSE EM LUGAR
DA CRENÇA COLETIVA
DÁRCIO
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Deus, sendo TUDO, é o ÚNICO Poder em atividade onipresente. A Presença divina é Onipotência, e a “crença coletiva”, que acredita em poder do bem e poder do mal é, portanto, falsa! Diante de Pilatos, que lhe afirmava ter poder sobre ele, ou para soltá-lo ou para crucificá-lo, Jesus respondeu: “ Não terias poder algum contra mim, se este não te fosse dado do Alto”. Explicava a Pilatos que a “crença coletiva” somente atuaria sobre ele com a sua autorização, isto é, com ele permitindo a sua livre atuação sem que  a destruísse pela Verdade.

Joseph Murphy coloca repetidamente em seus livros: “Se você não pensar por si mesmo, a crença coletiva pensará em seu lugar”. Isso quer dizer que diante das falsidades, devemos praticar a Verdade! Também Joel S. Goldsmith, em suas obras, dá ênfase contínua ao fato de que “a crença em dois poderes” é a ILUSÃO a ser encarada e dissipada, o que é feito pela admissão incondicional e consciente de que Deus é o ÚNICO Poder.

Você dá poder a pessoas? A condições negativas? Você dá poder a algo além da Onipotência? Você dá poder à matéria? A dores e sofrimentos? Você dá poder às “aparências”? Sim ou não? Conscientemente, não! O que  ocorre, caso você julgue que sim, é o seguinte: VOCÊ DEIXOU DE PENSAR POR SI MESMO! E, por isso,  deixou-se arrastar pela “crença coletiva”. Muitos  lutam contra doenças, contra situações discordantes em seu ambiente,  contra inúmeras  condições das “aparências”,  por acreditar serem reais, quando a verdadeira “batalha” seria interior! Uma “batalha” desencadeada no silencio da contemplação da Verdade absoluta: DEUS É O ÚNICO PODER! Enquanto sua mente não for aceita como sendo a Mente de Deus, você estará permitindo à “crença coletiva” a suposta atuação hipnótica em sua experiência. Tão logo você destitua esta “crença coletiva” deste seu “poder hipnótico”, que não passa de “sugestão mesmérica”, a Verdade da Onipotência será discernida.

“Temos a Mente de Cristo”, disse Paulo. Esta Mente é a Mente de Deus sendo a Mente real de todos nós! Identifique-se com ela! Não fique à mercê de “crenças coletivas”; assuma sua atitude e pratique a Verdade! Todos os supostos problemas, que aparentemente o aborrecem, têm o “poder do Alto” que a eles VOCÊ está atribuindo! Quando VOCÊ destituí-los deste “poder”, eles sumirão! Que eram? A arcaica “crença em dois poderes” atuando hipnoticamente sobre você,  e, atuando ILUSORIAMENTE!

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LIÇÕES DA BÍBLIA-2

LIÇÕES DA BÍBLIA
MARY BAKER EDDY
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PARTE II
Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes
o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais
não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, mas de Deus.
João, 1: 12,13
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João Batista tinha um discernimento claro da Ciência divina: não tendo nascido da carne nem da vontade humana, ele datava de antes de sua própria existência, começara espiritualmente, em vez de materialmente, a identificar-se de maneira lógica; daí a impossibilidade de fazê-lo morrer, exceto na crença, por meios violentos ou métodos materiais.

“Todos quantos o receberam”; quer dizer: todos quantos percebem a existência verdadeira do homem, que reside em seu Princípio divino e dele procede, recebem a Verdade da existência; e estes não têm nenhum outro Deus, nenhuma outra Mente, nenhuma outra origem; portanto, com o tempo eles perdem seu senso equivocado de existência e encontram sua adoção no Pai, isto é, a redenção do corpo. Por meio da Ciência divina o homem obtém o poder para tornar-se o filho de Deus, para reconhecer seu estado perfeito e eterno.

“Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne”. Essa passagem se refere à existência primeva e espiritual do homem, que não foi criada nem do pó nem do desejo carnal. “Nem da vontade do homem”. Nascido, não de alguma doutrina, nem de alguma fé humana, mas sim contemplando a verdade do ser; a própria compreensão de que o homem nunca se perdeu em Adão, pois é e sempre foi a “imagem e semelhança de Deus”, o bem. Mas nenhum mortal jamais viu o homem espiritual, assim como não viu o Pai. O apóstolo não indica nenhum plano pessoal de um Jeová pessoal, parcial e finito; mas sim a possibilidade de todos encontrarem seu lugar no grande amor de Deus, e eterna descendência do Eloim. Seus filhos e filhas. O texto é uma declaração metafísica da existência como Princípio e ideia, onde o homem e seu Criador são inseparáveis e eternos.

Quando o Verbo se fizer carne – isto é, quando for posto em prática, – essa Verdade eterna será compreendida; e a doença, o pecado e a morte cederão diante dela, assim como cederam há quase vinte séculos. A concupiscência da carne e a soberba da vida se extinguirão na Ciência divina do ser; no bem sempre presente, no Amor onipotente e na Vida eterna, que não conhecem morte. Na vasta eternidade, as verdades do ser existem e precisam ser reconhecidas e demonstradas. O homem tem de amar a seu próximo como a si mesmo e o poder da Verdade tem de ser visto e sentido em saúde, felicidade e santidade: então se constatará que a Mente é Tudo-em-tudo, e não existem matéria contra a qual contender.

Continua..>

LIÇÕES DA BÍBLIA-1

LIÇÕES DA BÍBLIA
MARY BAKER EDDY
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PARTE I
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Mas a todos quantos o receberam,
deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome;
os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, mas de Deus.
João, 1: 12,13
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Aqui o apóstolo nos assegura que o homem tem poder para tornar-se o filho de Deus. No texto hebraico, a palavra “filho” é definida de várias formas: um mês é chamado o filho de um ano. Esse termo, aplicado ao homem, é usado tanto no sentido material quanto no espiritual. As Escrituras falam de Jesus como o Filho de Deus e como o Filho do homem; mas Jesus recomendou não chamar a ninguém de pai; “porque só um é vosso Pai”, ou seja, Deus.

Acaso a filiação espiritual é uma dádiva pessoal que foi outorgada ao homem? Ou é ela a realidade do seu ser, na Ciência divina? O conhecimento que o homem tem dessa grandiosa verdade lhe confere poder para demonstrar seu Princípio divino, o qual, por sua vez, é indispensável para que ele compreenda sua filiação, sua unidade com Deus, o bem. A exigência pessoal de obediência cega à lei do ser tenderia a obscurecer a ordem da Ciência, a menos que essa exigência expressasse as reivindicações do Princípio divino. O Princípio infinito e o Espírito infinito têm de ser uma e a mesma coisa. De que serve, então, discutir sobre o que é a pessoa do Espírito, – se reconhecemos a infinidade como personalidade, – pois, quem pode dizer qual é a forma da infinidade? Quando entendermos o verdadeiro direito inato do homem, ou seja, de que ele nasceu, não”…da vontade da carne, nem da vontade do homem mas de Deus”, compreenderemos que o homem descende do Espírito, não da carne, reconheceremos o homem por meio de leis espirituais, não materiais; e o consideraremos como espiritual, não material. A filiação do homem, mencionada no texto, é sua relação espiritual com a Divindade; não é, portanto, uma dádiva pessoal, mas é a ordem da Ciência divina. O apóstolo insta conosco a aceitarmos esse grande fato: “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus”. Os mortais perderão seu senso de mortalidade – moléstia, doença, pecado e morte – na proporção em que adquirirem o senso de preexistência espiritual do homem como filho de Deus; como descendência do bem, e não do oposto de Deus, – ou seja, o mal, ou um homem decaído.

Continua..>

“SENÃO, NÃO ESTARÍAMOS AQUI!

“SENÃO,
NÃO ESTARÍAMOS AQUI!”
Dárcio
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Enquanto Jesus se identificava como o “Eu” existente desde “antes que Abraão
existisse”, os fariseus da época viam-no como um ser humano com idade
inferior a 50 anos, nascido neste mundo e fadado a morrer. Esta passagem deveria servir como  bandeira a quem
realmente busca a fundo conhecer a Verdade! Nela encontramos o “Referencial da Luz”
e o falso referencial das aparências. Se os fariseus conhecessem a Verdade,
estariam também vendo a si mesmos como este “Eu absoluto”, uma vez que a Verdade é
universal, infinita e todo-abrangente. Mas não; eles estavam vivendo
puramente o “sonho de vida terrena”, e, em vista disso, fosse quem fosse
que estivesse frente a eles, seria considerado simplesmente como um simples
mortal a mais.

Vezes sem conta escutei alguém dizendo que, se estamos aqui, é porque  ainda não
somos perfeitos,
pois, do contrário, já estaríamos iluminados e em Deus. Aliás, já ouvi até de renomados metafísicos esta  fala ilusória! E
quando se responde que “já estamos em Deus” e que AQUI nunca foi “matéria”, mas unicamente o Reino de
Deus, sendo qualquer outra hipotética aceitação  uma ILUSÃO captada pelo sentido mortal, em vez de esta Verdade ser
acatada docilmente, para ser discernida e vivenciada, o que se ouve é a pergunta de
sempre: “Mas de onde veio esse “sentido mortal”? E o interesse fica mais voltado à ilusão do que à Verdade!

A ilusão é a crença de que “se fôssemos perfeitos, não estaríamos aqui!” É a falsa suposição de que Deus não seja Tudo! E que, no caso, seríamos “outro” que não Ele!
Como pôr fim à ilusão? Exatamente como poríamos fim a uma nota de cem reais, achada na rua,
tão logo fôssemos informados de que ela é falsa! A ilusão some diante da Verdade! De onde havia vindo aquele
“dinheiro”? De lugar algum! Não havia, não há e nem haverá valor monetário
naquele papel! É falso! De modo análogo, a “vivência material” é ilusória!
Não veio de lugar algum! O “eu nascido”, encarnado ou reencarnado, não veio de lugar algum!” É falso! E isto será sabido pelo conhecimento da Verdade:
AQUI É O PARAÍSO! Sempre esteve sendo, é e será! A Verdade é eternamente
verdadeira, enquanto a ilusão é eternamente falsa, apenas se fazendo passar por realidade,
mas sem capacidade de ser! Enquanto você retiver em mente um “ego humano” como sendo sua identidade, será idêntico àquele, com a nota falsa em mãos, considerando-a como “dinheiro”; tudo depende de sua reação diante da Revelação! Se nela confiar, saberá que DEUS É SEU EU, e lançará fora todos os boatos ou crendices absurdas sobre quem VOCÊ É!

Jesus disse que “o REINO DE DEUS deve ser buscado em primeiro lugar”; e que
este REINO está dentro de nós! Aceite sua Consciência como o seu Reino,
descartando as aparências como falsidades! Atenha-se ao REINO ONIPRESENTE e
contemple-Se fazendo parte dele, exatamente aqui e agora! A “Prática do
Silêncio” deve ser realizada diretamente a partir desse Referencial Absoluto, onde
inexiste intelecto para nos bombardear com  argumentações da “ilusão de
massa”. E caso se sinta com dificuldade para partir diretamente deste
Referencial iluminado, use o próprio intelecto-crença para fazer a si mesmo as seguintes
indagações:
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“Eu existo como argumentações ou dúvidas? Sou o intelecto? Ou  a Onisciência é a
Realidade, exatamente aqui e agora, como a Consciência que EU SOU?”.
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Fique em
silêncio, mantendo esta pergunta na mente, e sem forjar respostas,  fique atento para discernir o que lhe for revelado!

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"PELOS FRUTOS OS CONHECEREIS"

“PELOS FRUTOS
OS CONHECEREIS”
Dárcio
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Jesus Cristo deixou-nos a receita infalível para realmente conhecermos as pessoas “por dentro”, sejam elas “profetas”,  “políticos”, ou quem forem!
“Pelos FRUTOS os conhecereis!”

Que são os frutos? São a ação espontânea  de “bondade e correção” aparecendo como benefícios à coletividade! Bondade e correção! Estes dois parâmetros, unidos, definem o caráter das pessoas neste mundo dos homens. Ser “bom” é ser “correto e bom”; ser “correto” é ser “bom e correto”. Isto porque a bondade, sem correção, é no mínimo hipocrisia, e não bondade! E a mera exibição de chamados “bons frutos”, sem a causa correta geradora da presença deles, é falsidade. Exemplificando, se eu ajudar 100 pessoas, estarei sendo “bom” até ser descoberto que esta  minha ajuda teve origem num negócio ilícito feito por mim, isto é, sem  nenhuma correção. Portanto, o que Jesus nos ensina é que, diante de “frutos”, e não de conversa fiada de alguém, verifiquemos se eles tiveram origem total dentro da correção, sem ficarmos presos unicamente à sua exibição! A mera exibição, aprovada pela ingenuidade de incautos, dará margem a maiores e infindáveis incorreções. Mas a aprovação dos frutos, tendo em vista a origem da bondade geradora dos mesmos, nos fará descobrir os “lobos em pele de cordeiro”, e isto em quaisquer segmentos da sociedade.

Quem quiser, portanto, fazer escolhas certas, terá de  avaliar os “frutos” dentro da bondade e da correção, pois o resto é folclore, enganação, ilusão!

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