“A Minha Paz Vos Dou”

A confiança absoluta na Verdade de que DEUS É TUDO deixa-nos livres e despreocupados com tudo que as “aparências” possam nos mostrar. Quando alguém diz não estar com toda esta confiança, significa que se deixou envolver com as falsas crenças mesméricas deste mundo; mesmo assim, tais crenças continuam sendo falsidades e suas supostas “influências” são integralmente “sugestões mentais agressivas”, como diz a Ciência Cristã.

Em João, 14: 27, encontramos: “Deixo-vos a paz, a minha paz; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. Esta citação revela o Cristo pacífico sendo nossa Vida eterna. Quando aparentemente encontrarmos dificuldades em meditar com tranquilidade e destemor, diante dos “quadros falsos” sugeridos pela “crença coletiva”, em vez de nos irritarmos ou lutarmos com estas crenças, que tentam atrapalhar as meditações, devemos, primeiramente, contemplar a “Paz do Cristo”. Aceite-se estando preenchido por esta Paz que “excede o humano entendimento”, sem pressa e totalmente receptivo a esta percepção. A Paz do Cristo é permanente em você; a “contemplação” unicamente a colocará sob “foco de observação”. Desse modo, totalmente imerso na Paz absoluta, e em unidade com ela, poderá, em seguida, dar seguimento normal à meditação, em total e absoluta serenidade, sem “se turbar e sem se atemorizar”.

 

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Deus e Você: a Vida Única Inseparável

A “ilusão”, para induzir alguém a acreditar em suas crenças falaciosas, conta com sua aceitação de que “Deus é um, e você é outro”. A partir dessa aceitação, os sentidos ilusórios passam a desenhar infindáveis quadros falsos, na certeza de estarem convencendo este “alguém” de que tais quadros são existência real. É quando ouvimos frases do tipo: “Isto pelo que eu estou passando é desintegração da ilusão? Ou será por eu não ter meditado corretamente para a Verdade Se manifestar? A pergunta é: Que “eu” é este? Existe “eu” separado de Deus em algum lugar? Se na teoria sabemos a resposta, ou seja, não há “outro ao lado de MIM”, isto precisa ser aceito, reconhecido e contemplado como Fato absoluto, real e já presente!

Note bem: não existe “alguém” para acreditar na “ilusão”; isto porque DEUS É TUDO, e não há como Deus ser iludido! Desse modo, sua ação deste agora é simplesmente contemplar esta Verdade: Deus e Você são a Vida única e inseparável; nunca há, em vista disso, “alguém” com problema, orando a Deus para “esperar dEle” uma solução!

Há quem reclame demora, no atendimento de suas orações; entretanto, o erro está em acreditar em “tempo para resolvê-los”, por estar a mente presa à dualidade, isto é, “eu estou orando a Deus e “contando com a resposta dEle”…

A Verdade é um Princípio radical e absoluto: DEUS É TUDO, DEUS É O INFINITO, EU SOU O INFINITO! Não há, jamais, a possibilidade de VOCÊ ESTAR SEPARADO DE DEUS! Contemple radicalmente esta Verdade, na Paz “que excede o humano entendimento”, sem acreditar na “separatividade ilusória”, que é NADA!

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Vida Isenta de Dores e Sofrimentos

As crenças em dores e sofrimentos geram sensações tão aparentemente convincentes, que a humanidade endossa coletivamente esses males tratando-os como realidades. Esta é a prova de que a maioria desconhece a Verdade! E sem levarmos em conta ensinamentos que ainda dão sentido a dores e sofrimentos, como se além de reais, fossem úteis para a elevação da alma e outras ideias semelhantes.

Ficou famosa a frase de Jesus: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”; portanto, é evidente que a humanidade deve buscar este conhecimento, em vez de levantar teorias e doutrinas que justifiquem uma suposta vida de dores e sofrimentos. Esta Verdade, que nos liberta, é a Verdade que revela a Deus como TUDO, inclusive o homem. Como Deus é o Ser que somos, o que experienciamos, é o que Deus É, e somente o que Deus experiencia. Esta aceitação radical exclui a aceitação de dores e sofrimentos, e vai muito além desta exclusão limitada! Trata-se de uma aceitação que exclui integralmente a aceitação de “humanidade”, de “existência mortal” ou de “mundo terreno”.

Certa vez, perguntaram a Mary Baker Eddy, fundadora da Ciência Cristã, algo assim: “Por que a senhora ensina que a doença não existe, em vez de ensinar que o mundo material inteiro não existe?” E ela respondeu: “Para as pessoas irem aceitando aos poucos que a matéria não existe”. Já o ensinamento absoluto é radical: exclui por inteiro o chamado “mundo fenomênico”, e permanece “em MIM”, isto é, na Presença única e total de Deus.

A Vida é o Cristo que somos! Nunca fomos “aparências” e sim a Realidade eterna na forma de indivíduos! Medite e contemple o Cristo que é VOCÊ! A Emanação perfeita do Pai, que Se exprime como “seu” Eu. Mesmo que o mundo pareça existir em suas dores e sofrimentos, a Verdade da Onipresença do Amor e Harmonia absolutos é a VERDADE! Não faça com que as “crenças falsas” em dores e sofrimentos contem com seu endosso jamais! São sensações hipnóticas e mais nada! Não dê a elas uma realidade que jamais possuem! Isole-se internamente destas “sugestões”, e “habite no Esconderijo do Alttíssimo”, que é a Consciência iluminada que VOCÊ É; e então, “ali” fique “respousado à sombra da Onipotência”, como declara a Bíblia.

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Estar e Ser

A “Prática da Presença de Deus” é em que consiste o estudo da Verdade. Deus é Tudo, e, portanto, estamos na Sua Presença e sendo esta Presença.

Uma maneira eficaz de darmos início às nossas contemplações da Verdade é admitirmos, a priori, que “temos a mente de Cristo”; a partir disso, reconheceremos que “estamos na Presença de Deus”, ampliando este reconhecimento através de um “discernimento contemplativo” de que o Infinito iluminado é o Reino de Deus em que agora vivemos, e que inexiste matéria ou “outra mente” que pudesse captar algo que não fosse Deus. Perceberemos a fundo que “estamos na Presença de Deus”, uma vez que Deus, somente, é Presença real! Reconhecido o Fato eterno da “Onipresença de Deus”, e de que nEla já estamos, perceberemos que “somos esta Presença”, ou seja, admitiremos a Verdade como de fato verdadeira, dando este radical testemunho : “Eu Sou a Presença de Deus”. Isto deve ser afirmado e intuído simultaneamente! Jamais afirme uma Verdade para que ela “se torne” verdadeira! A Verdade É! Por isso é que “estamos em Deus” e “somos Deus”.

Dedique-se a praticar desse modo a “Presença de Deus”, e a dualidade ilusória ficará banida de sua aceitação.

O Amor Divino é Substância Concreta

Quando se fala em “Substância espiritual”, fala-se em algo concreto, e o Amor divino é esta realidade concreta que é permanente. Por esse motivo os textos sobre a Verdade falam que as “aparências” são ilusórias e insubstanciais! Não têm “substância”, isto é, são meras “sugestões mentais” desprovidas de “matéria-prima”.

As “aparências”  nos chegam como se tivessem substância real, e, se nos deixarmos levar por tais sugestões, estaremos acreditando em algo irreal, deixando, em vista disso, de reconhecer a Deus como a Substância única, real e onipresente.

O “Amor Divino” é a única Substância em existência! Esta é a VERDADE ETERNA! Portanto, tudo que poderíamos chamar de “problema”, “dificuldade” ou “carência”, é, de fato, uma CRENÇA FALSA, uma sugestão que nos tenta induzir no sentido de que acreditemos haver substância na ILUSÃO. Desse modo, se, por exemplo, aparecer-lhe alguma “sugestão de problema”, não a honre dando-lhe credibilidade, realidade ou poder! Honre a Verdade de que O AMOR DIVINO É SUBSTÂNCIA CONCRETA! Era Substância concreta “antes” do problema surgir, é a Substância concreta “durante” a ilusória presença do problema, e será a Substância concreta “depois” de o problema desaparecer, ou seja, SOMENTE EXISTE O AMOR DIVINO como Substância concreta, assim como somente existe areia onde miragens são vistas como oásis no deserto! É necessário insistirmos no reconhecimento da Verdade, até sentirmos a “soltura” da CRENÇA de que “aparência tenha substância”. Contemplar a Deus como Substância única, e sempre no lugar das INSUBSTANCIAIS aparências é a “Prática da Verdade”, e é no que se baseia a conhecida “Chave de Ouro”, de Emmet Fox: “Deixe de pensar no problema, seja ele qual for, e pense em Deus já estando no lugar do problema”.

 

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Ação Permanente e Ações Contínuas das Aparências

 Se uma árvore existe como ação permanente de Deus, ou como Ideia espiritual, caso ela surja como “atividade” aos olhos do mundo, como aparências mutáveis, desde a semente até ser notada como “árvore completa”, tal atividade é ILUSÓRIA. É real unicamente sua Ideia ativa, que faz parte da Oniação. Não existem duas atividades: a essencial divina, que faz a árvore existir ou “ser”, e, ao lado, “outra atividade”, aparentemente se mostrando como “árvore visível em formação”. O UNIVERSO ESTÁ PRONTO! A ONIAÇÃO É PERFEIÇÃO PERMANENTE.

Marie S. Watts conta que, certa vez, ao se mudar de casa, encontrou em seu quintal uma árvore toda estragada, pois seu  antigo morador a usava para treinar tiro ao alvo. Ela passou a contemplar a “árvore espiritual”, presente eternamente em sua própria Consciência iluminada, e a “aparência” ressurgiu como “árvore curada”. Não existe “ação real” nas aparências! Por isso, o ensinamento absoluto nos conduz a “Mim”, à Consciência iluminada que somos, para simplesmente contemplarmos, nesta Consciência, os fatos e atividades da Essência, permanentes e perfeitos, que são as realidades, sem nos dividirmos com supostas “ações contínuas das aparências”, que são integralmente irrealidades, puras ilusões insubstanciais, semelhantes a miragens.

 

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O “Eu Que desconhece Pecados e Culpas

A Vida divina e única brilha, e esta Luz é VOCÊ! A Luz é seu “Eu”, e ela desconhece trevas! Jamais se deixe levar pelas crenças do mundo no que diz respeito a supostos pecados ou culpas. Jamais você participou da ILUSÃO, justamente porque ILUSÃO é irrealidade, algo que somente aparenta existir, mas que não existe!

Contemple a Existência a partir da Visão de Deus, discernindo que VOCÊ existe porque Deus é VOCÊ, uma vez que DEUS É TUDO! “Quem me convence de pecado?”, indagou Jesus (João 8: 46). Revelava sua Visão divina, capaz de discernir as “obras permanentes de Deus”, todas eternas e perfeitas!

Em Isaías 43: 25, encontramos: “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro”. Traduzindo esta revelação para a linguagem do Absoluto, temos que o “Eu” único, Deus, ELE PRÓPRIO estando manifesto como o nosso Ser, desconhece “mente” que vê transgressões e pecados, ou seja, desconhece “mente ilusória”.

A suposta “mente humana” é a geradora da ILUSÃO que induz as pessoas a se avaliarem segundo as aparências. Encerre conscientemente sua participação neste embuste que ilude a massa! Medite e reconheça convicta e radicalmente que unicamente DEUS é Existência real, e que, em vista disso, a sua identidade é Deus em Autoexpressão, isto é, seu “EU”, ELE PRÓPRIO, É QUEM DESCONHECE “OUTRA MENTE” CAPAZ DE PECAR OU DE SE CULPAR.

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O “Contrato da Verdade”

“Contrato” é um acordo entre duas partes, onde direitos são dados entre elas, a partir do momento em que é firmado e assinado. Desse modo, estando com as cláusulas assinadas em mãos, elas querem dizer que, “fora daquele papel”, existe uma “condição real” que já está em vigor.

Cada revelação da Palavra de Deus é cláusula do “Contrato da Verdade”, firmado por Ele junto a cada Filho. Um Contrato permanente e em vigor agora!

Oração é, em última análise, nossa confirmação de que o “Contrato” assinado por Deus já está vigorando, na parte que nos toca! Por exemplo: “Vosso Pai Se agradou em dar-vos o Seu Reino” (Lucas, 12: 32): que diz o Contrato? Que todo o Reino de Deus é seu agora! Orar é aceitar a palavra de Deus firmada na eternidade! Já em vigor”! Nesse sentido, disse Jesus: “Tudo quanto suplicais e pedis, crede que o tendes recebido, e tê-lo-eis” (Mateus, 11: 25). Portanto, a oração não é feita por alguém acreditando na “ausência do bem necessário” somente porque a suposta “mente humana” não o consegue ver; antes, a oração é a “oração da fé”: “Eu SEI que o bem está presente, ao mesmo tempo em que eu SEI que a cega mente humana não o está, de momento, vendo-o”. Em outras palavras, você lida sempre com o REINO DE DEUS, em que tudo lhe pertence eternamente, e jamais com as “aparências” mostradas pela mente humana em suas flutuações, ora supridas, ora carentes! O “Contrato da Verdade” vigora ininterruptamente, e, se você acreditar mais na “mente cega” da ILUSÃO do que na Palavra de Deus, estará negando este “Contrato”, impedindo, em vista disso, que ele se mostre verdadeiro também aos “olhos do mundo”.

Assim como um microbiólogo lida com invisíveis microrganismos na certeza de estarem eles ali presentes, o Filho de Deus lida igualmente com sua “herança divina”. Um farmacêutico, antes de aplicar uma injeção, passa no local um algodão embebido com álcool. Para quê? Para eliminar microrganismos que estão presentes, e que ele não vê! Mas, ele age como se os visse, “esterilizando o local” pela fé! Atitude semelhante é a daquele que faz sua “oração de fé”: ele confia no “Contrato da Verdade” sem qualquer sombra de dúvida! Permanece no reconhecimento de que, tendo recebido o REINO DE DEUS, já está de posse, exatamente aqui e agora, de TUDO que Deus é: amor infinito, saúde infinita, riqueza infinita, alegria infinita, harmonia infinita, etc..

O “Contrato da Verdade” é firmado entre Deus e cada Filho de Deus. Da parte de Deus, ele está sacramentado e em vigor; “estudar a Verdade” significa VOCÊ dizer O MESMO, da sua parte!

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“Eu versus Ego”

Há quem tenha dito que o “Eu” é o maior amigo do homem, e que o “ego” é o maior inimigo. Esta colocação filosófica dualista desaparece, quando estudamos a Verdade a partir da totalidade e unicidade de Deus. SOMENTE EXISTE DEUS! Em vista disso, unicamente Deus está Se expressando como o Ser que todos somos, e esta visão correta da Existência, além de excluir a dualidade, exclui também a possibilidade de haver “conflito entre mentes”.

Quando meditamos, esta Verdade eterna deve ser aceita, reconhecida e contemplada até que nos vejamos imersos na totalidade da Luz divina em que nos incluímos. Porém, não ficaremos o tempo todo na “Prática do Silêncio”, envolvidos unicamente com a Verdade absoluta! E é em vista disso que devemos “vigiar” para, após meditarmos, não puxarmos de volta os pensamentos que julgam pessoas e condições pelas aparências e pela “justiça do mundo”, o que apenas nos faria aceitar novamente a ILUSÃO de “várias mentes”. Seja qual for a situação que hoje possa lhe estar requerendo atenção ou solução, em algum segmento da suposta “vida humana”, aja sempre inspirado pela “melhor ideia” que puder intuir, e que possa se mostrar como “expediente de solução” para a questão, sem se deixar enredar pela “lógica do mundo”, que fica avaliando humanamente o que é justo ou injusto, quem é culpado ou deixa de ser, quem errou ou acertou, etc.. Permaneça em “Mim”, ou seja, mantenha-se firme no pensamento verdadeiro e único: DEUS É A MENTE ÚNICA EM ATIVIDADE!

Quem se deixar levar pelas divagações incessantes da suposta “mente humana”, somente estará atrapalhando a livre manifestação da “harmonia divina” na tela “deste mundo”. Portanto, após meditar e reconhecer a Presença única da Mente divina, sendo a “sua” e também a de “todos”, aja naturalmente sem perder de vista esta unicidade, e será feita a Vontade do Pai “aqui na terra” como é “no céu”. Não há dois mundos! Há unicamente a Realidade espiritual, harmoniosa e perfeita sempre; e quando assim o reconhecermos, esta Verdade “aparecerá” também aos olhos da “crença coletiva”, na forma de “imagens harmônicas”.

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A Luz Que Você Agora É!

Enquanto a ILUSÃO engendra sua imagem hipnótica chamada “homem nascido”, dotado de “mente pessoal”, a LUZ, que é Deus, é quem VOCÊ AGORA É! Por que muitos se julgam carnais, mortais, em evolução, sujeitos às mudanças sugeridas hipnoticamente? Por acreditarem mais nas “aparências” do que nas revelações! E são as revelações divinas que nos dizem a Verdade, e nunca as aparências, uma vez que revelações são Verdades que são a própria Mente onipresente, enquanto as “aparências” são puramente imagens insubstanciais, que, de momento, se mostram como realidades para, logo em seguida, “estourarem” e sumirem na própria nulidade como bolhas de sabão e serem chamadas de “passado que não volta mais”: unicamente iludiram quem se deixou levar por elas!

Não acredite viver no “mundo de aparências”, o que seria você acreditar ser habitante de um sonho ou pesadelo. Desafie esta crença coletiva em “vida terrena”, deixando de se julgar pelas aparências e sim se avaliando pelo juízo justo. Não existe outro momento, senão este AGORA! Por isso, o seu Ser é a IMUTÁVEL LUZ DIVINA que VOCÊ AGORA É! Não se associe com “aparências” nem jamais acredite que esta LUZ já não seja integralmente VOCÊ! Medite e contemple sua natureza iluminada, que é uma com a Luz do Infinito! Não existe matéria! Não existe mente que vê matéria! Existe unicamente Deus, que é Luz! E Deus está sendo Sua Luz Onipresente como VOCÊ!

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“E Viu Deus Tudo Quanto Fizera”

“Concordar com Deus” é a meta daquele que estuda a Verdade. Diz a Bíblia que “viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gen. 1: 31). Este é o ponto fundamental do estudo, uma vez que as “aparências” captadas pela mente humana testemunham contra o testemunho de Deus, e nosso dever é permanecer no “testemunho de Deus”, tanto sobre o Universo como sobre o Ser individual que somos.

Se concordarmos com o “testemunho de Deus”, o que dizem as “aparências” não mais nos incomodarão. Jesus disse: “Se o mundo vos aborrece, aborreceu também a mim; mas tende bom ânimo: eu venci o mundo”. Revelava a decisão que devemos tomar, diante do “mundo das aparências”, para não cedermos às suas mentiras, falsidades ou ilusões! “Todo aquele nascido de Deus vence o mundo”, disse João. Estas revelações nos levam às “contemplações sem esforço”, uma vez que “concordar com Deus” se torna fácil quando temos também revelado que as “aparências discordantes” são unicamente “miragens”, pura ILUSÃO.

O nascido de Deus, aquele que “vence o mundo”, é o Cristo que somos; assim, não devemos meditar nos vendo como seres humanos e sim já a partir do “Ser nascido de Deus”. Aceite com “coração de menino” que o Cristo é sua identidade real, e que o Cristo, em unidade com o Pai, dá o “testemunho” da Verdade em unidade com o “testemunho de Deus”, ou seja, reconheça, com total naturalidade, que “se Deus viu tudo quando fizera, e eis que era muito bom”, VOCÊ dá idêntico testemunho! Não há realidade em algo que se oponha ao que Deus criou e avaliou como “muito bom”. Como Deus e Filho de Deus são “um”, o “testemunho do Pai” é o mesmo dado pelo Cristo, que é VOCÊ! Por isso as “contemplações” são totalmente isentas de esforços! Quem precisaria de esforço para “concordar com Deus”?

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A Perfeição Sob a Máscara de Imperfeição

 

Uma Existência iluminada, pluridimensional e perfeita está exposta à humanidade, que supostamente a vê sob a “máscara” de “imagens terrenas”, cheias de imperfeições! A Perfeição da Existência é permanente, incólume, sem jamais sofrer mudanças para pior ou para melhor. Entretanto, vista sob a “máscara de imperfeição”, a Existência assim se mostra: limitada, finita, sempre flutuando entre os conceitos de bem e de mal.

O “conhecimento da Verdade” está em não nos permitirmos ser levados pelas imperfeições que aparentemente existem e nos fazem deixar de reconhecer serem apenas “máscaras” a nos ocultar o Fato de que tudo já é perfeito.

Num programa de televisão, uma jovem modelo foi caracterizada para se mostrar como idosa e pedinte de esmola, para sair às ruas e avaliar a boa vontade do povo em ajudá-la. Ali estava em sua plena juventude, mas despertando dó, compaixão e solidariedade naqueles que a viam e lhe desconheciam o disfarce. Enquanto o povo a encarava como “idosa e carente”, a produção do programa a via como de fato era: como “jovem modelo” caracterizada! Em outras palavras, o povo acreditava numa ILUSÃO, e, a partir dessa aceitação ilusória, dava margem a uma sucessão de pensamentos e sentimentos também falsos, gerados pela admissão da ILUSÃO como fato verdadeiro. Quando falamos em “contemplar a Verdade”, o sentido é este: não nos deixarmos iludir por falsas aparências! Seria, no caso do exemplo dado, ficarmos com os olhos dos “produtores da TV”, que enxergavam a idosa como falsa, pelo conhecimento de ser ela a “jovem modelo”, sem em momento algum acreditarmos na presença real de idosa em cena.

Cada vez que você acreditar em “imperfeição”, lembre-se: A ILUSÃO o convenceu! E você terá ficado com a “mente do povo”, vendo uma “idosa” irreal , mesmo estando diante de uma “jovem modelo”.

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A Saúde Que é Uma com a Vida

O mesmerismo coletivo jamais pode gerar um corpo sem saúde ou desanimado. Estas ações hipnóticas têm origem na ilusória mente humana; desse modo, ao primeiro sinal de chegada de “sugestões mentais” nesse sentido, ou seja, de que você possa estar com menos do que cem por cento de saúde, imediatamente assuma ter a “Mente de Cristo”, para meditar e reconhecer que o estado saudável já está manifestado integralmente, e que esta condição é permanente.

Mary Baker Eddy disse o seguinte: “Se o corpo está enfermo, é isto apenas uma das crenças da mente mortal. O homem mortal será menos mortal, quando aprender que a matéria nunca sustentou a existência e nunca pode destruir Deus, que é a Vida do homem”. Há, em suas palavras, os temas para as “contemplações absolutas”: 1) sua Vida é Deus; 2) a matéria jamais é responsável por você estar vivo; e 3) a alegação de “corpo enfermo” é apenas uma “crença” da mente mortal.

A “saúde” é uma com a Vida, assim como a luz é uma com a chama da vela; desse modo, destrua a “crença” na doença com esta Verdade absoluta! Contemple, sem esmorecer, que Deus é sua Vida e que a saúde infinita é a própria Vida divina Se expressando como “sua” saúde! Aplique estes princípios com convicção, sem se render jamais à ILUSÃO.

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Onivisão é Substância que Se Vê Perfeita

Não existe universo material nem corpos nascidos. Tudo é espiritual e perfeito agora. Os supostos sentidos humanos são a ILUSÃO: a falsa crença de que Deus não seja Tudo e que o Sentido Espiritual não seja único e onipresente.

No exato lugar em que aparentemente existem “olhos carnais” de um corpo supostamente “nascido”, contemple a presença da Onivisão eterna! Antes que a “ilusão” parecesse iludir alguém, já estava, exatamente ali, o Universo de Luz manifestado! E, como “ilusão é nada”, é este Universo que permanece sendo a Realidade e em que “vivemos nos movemos e existimos”.

Contemplar a Realidade é discernir a presença da Onivisão como “aquilo que estiver sendo contemplado”. É preciso entender o seguinte: a Onivisão não é um Sentido que contempla “algo” separado dela; antes, a Onivisão é a própria Substância divina em Autocontemplação. Onivisão e o “algo visto” são UM! Exemplificando, onde aparenta existir um “corpo nascido”, existe o Corpo de Luz, eterno e perfeito, manifesto agora como “nosso Corpo”, o “Templo de Deus”. Ao descartarmos a crença em “olhos humanos”, para reconhecermos a Onivisão no lugar deles, acatamos a presença do Sentido Espiritual e real: Deus discernindo a Si mesmo como tudo! Se a ILUSÃO vinha sugerindo, por exemplo, um corpo com alguma dor ou sintoma indesejável, a Onivisão deverá ser reconhecida como SENDO, ELA PRÓPRIA, o Corpo perfeito que ELA VÊ; desse modo, onde parecia haver um problema físico, existe a Onivisão reconhecendo, VENDO E SENDO A PERFEIÇÃO daquilo que, de momento, estiver sendo  focalizado. A Onivisão é a Substância que se vê perfeita! O Universo inteiro é Onivisão, a Substância que é Deus, vendo a Si mesma como imutável perfeição absoluta. Onivisão é Onipresença constatando a Si mesma como perfeição infinita! Assim, seja qual for a “aparência”, que seria uma simples “imagem hipnótica”, reconheça, em seu lugar, a Onivisão, o Sentido divino que discerne a Verdade ali presente, sendo a Substância desta Verdade.

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O “Referencial da Glória”

A Existência eterna é vista unicamente por Deus, que é tudo. Por isso Jesus disse: “quem me vê a mim, vê o Pai”, ou seja, quem é visto como realidade é sempre e unicamente Deus, e, qualquer outra “visão” é falsa ou ilusória: “inexistência supondo ver inexistência”.

A Presença gloriosa de Deus é a presença que somos! Jamais existiu ou existirá “outra presença” para ser a “obra permanente” que somos, a Vida infinita Se expressando como o Ser individual que agora somos. Por isso a Autocontemplação é Deus mesmo Se discernindo como TUDO, tanto universalmente, como a Realidade infinita, como especificamente, sendo o Ser individual que somos. Onde “você” está, está Deus em Autocontemplação absoluta, e a “Prática do Silêncio”, entendida em seu objetivo real, é unicamente “você” se discernir sendo exatamente esta Presença gloriosa, isto é: “Aqui onde Eu estou, Deus Se contempla como a Identidade específica que EU SOU!” Não existe Deus mais você! O “Referencial da Glória” é a Onivisão, a Visão única que vê unicamente a Verdade, a Luz e a totalidade de Deus; portanto, o que existe, e sendo seu “Eu”, é única e exclusivamente Deus: Consciência, Espírito, Mente, Vida e Corpo eterno, iluminado, perfeito e glorioso.

Unicamente o “Referencial da Glória” é realidade! Desse modo, medite a partir dele! Parta da Verdade de que “a Onivisão” é a “sua” Visão deste agora único. Disse Jesus: “Sendo o teu olho simples, todo o teu corpo terá luz”. Explicava que o seu corpo “já é glorioso”, e assim ele é eternamente discernido, mediante o “Referencial da Glória” .

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O Fato Eternamente Verídico

A Realidade é unicamente Deus sendo! Nada mais é real. Caso algo mais fosse percebido, teria de ser Deus e estar sendo discernido por Deus. E, nesse caso, não seria “algo mais”, e sim o próprio Deus! Em vista disso, Deus reconhecidamente é Onipresença, Onipotência, Onisciência e Oniação.

Cada Ser individual tem consciência de existir mediante a Mente única, que é Deus. Assim, Deus é Mente única, e é a Mente expressa como a “sua”, exatamente agora. Não há separação entre a Mente que cobre o Infinito e a Mente que, individualizada, Se mostra sendo a “sua”. Nesse sentido, “Deus e Você são um”: a mesma Consciência iluminada, a mesma Mente em expressão, a mesma Vida Se exprimindo como Ser distinto, e corporificada individualmente. “Glorificai a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus”, disse Paulo (I Cor, 6: 20). Esta glorificação é nosso testemunho inequívoco de que unicamente existe Deus sendo o Ser que somos!

Uma vez que a Realidade permanente é Deus sendo, quando falamos em “contemplar a Verdade”, falamos sobre levarmos em consideração unicamente este Fato eternamente verídico: Deus Se manifestando como TUDO! Não há esforços, não há análises intelectuais, não há “ilusão”, não há nada além daquilo que É: a onipresente perfeição infinita e absoluta. Por isso o verbo empregado é “contemplar”, ou seja, “tudo está cumprido”, como revela o Apocalipse: a Verdade é permanente, está sendo tudo, e, portanto, está sendo integralmente quem agora somos!

“Está cumprido: Eu sou o Alfa e o ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. Quem vencer, herdará todas as coisas, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”.

Apocalipse, 21: 6.

Mente Ilusória Não Pode Ver Ilusão

Assim como a Mente divina não vê ILUSÃO, também a suposta “mente humana” não a pode “ver” realmente. A mente humana é ilusória e jamais tem consciência da ILUSÃO. Fazendo uma analogia, jamais a “mente do Pato Donald” vê “Patópolis”, ou quaisquer de seus habitantes! Tanto o “visto” quanto a suposta “mente que vê”, são de natureza fictícia: não passam de irrealidades.

Assim como o Pato Donald nunca vê realmente Patópolis, jamais o suposto “ser humano” vê“mundo terreno”. Enquanto esta ficção APARENTA EXISTIR, ou seja, enquanto “alguém” parece ter nascido em mundo material para aparentar “vê-lo”, ou “estar nele”, o que DE FATO está ocorrendo é a ONIAÇÃO: DEUS sendo TUDO como Atividade onipresente e perfeita.

Quando o Pato Donald “despertará” para a Realidade? Nunca! Ele jamais teve existência real! Quando a “mente dele” deixará de ver a ficção chamada Patópolis? Nunca! Jamais existiu nele a “mente” que PARECIA ver ou participar de alguma coisa!

Quando os textos da Verdade dizem: “Deixe a mente humana vendo suas ilusões, e, com a Mente de Cristo, contemple a Deus sendo TUDO”, esta recomendação equivale a dizermos: “Deixe a mente do Pato Donald “vendo” Patópolis, e entenda que aquele “universo” é FICÇÃO. Um leitor entretido com a leitura acabará ILUDIDO pela ideia falsa de que Patópolis existe, e, nela, a mente do Pato Donald atua e lhe permite, por exemplo, “ver ou conhecer a Margarida”. Esta ILUSÃO se desfaz tão logo lhe seja tirada a revista das mãos! O mundo material é igualmente FICÇÃO! Atua exatamente como “páginas da revista!” Enquanto você lidar com “este mundo e seus personagens”, estará iludido tanto quanto o leitor da revista, e se deixando levar por acontecimentos que JAMAIS EXISTIRAM!

Assim como o mundo da ficção é o “mundo da mentira”, sem ter mente alguma nele atuando, o chamado “mundo material”  é “mundo da mentira”, como disse Jesus. Quando você se identificar unicamente com a Mente de Cristo, que jamais vê FICÇÃO, e, perceber que “mente ilusória” – por ser irreal – também não vê FICÇÃO, natural e conscientemente estará sendo a Mente única, que é a Mente divina, aqui e eternamente manifestada como a Mente de Cristo que VOCÊ POSSUI.

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A Mente de Cristo Desconhece Sugestão Hipnótica

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.O trabalho interior, de reconhecimento de que “temos a Mente de Cristo”, é a princípio um “autotratamento mental”, quando aceitamos as revelações de que as crenças no bem e no mal são meramente “sugestões hipnóticas”, sem realidade, substância e poder. Assim, durante a “Prática do Silêncio”, consideramos a ILUSÃO chamada “mundo material” realmente como o definiu Jesus: “o mundo do pai da mentira”.

As imagens “deste mundo” são integralmente ILUSÓRIAS! Não são, de fato, realidades “vistas”; aparentemente, “este mundo” é visto ou reconhecido como “algo presente”, pela suposta “mente humana”; 0 Fato real, entretanto, é que a Mente divina está ocupando a Onipresença na condição de discerni-La como TUDO! Por isso partimos da presença de Deus como TUDO, sem jamais levarmos em conta “aparências” que simulam existir, e que são simples “miragens”, puríssimo “nada”. Nós “temos a Mente de Cristo”, e esta Mente, que é divina, somente tem conhecimento e entendimento da Perfeição absoluta. Desse modo, ao “contemplarmos” a Verdade, mesmo que a princípio reconheçamos a natureza hipnótica do “mundo terreno”, e reconheçamos, também, a natureza hipnótica da “mente” que fez aquele reconhecimento, este chamado “autotratamento” é inteiramente mental e, portanto, faz parte da “sugestão hipnótica” tanto quanto “o mundo e as coisas do mundo”. Não há Deus algum reconhecendo que “este mundo” é ILUSÃO! Em outras palavras, a Mente de Cristo”, que temos, jamais “dá autotratamentos”, jamais reconhece que “este mundo” é “sugestão hipnótica”, jamais é afetada pela ILUSÃO, e jamais tem conhecimento de algo além de Deus. O “autotratamento” atua contra a ILUSÃO na própria ILUSÃO, enquanto VOCÊ, que é DEUS SENDO VOCÊ, permanece na ONIPRESENÇA sem participar de nada disso: nem da ILUSÃO nem do suposto “desmantelamento” da ILUSÃO! A Mente de Cristo, que é a SUA, já é livre de ILUSÃO, sequer tem conhecimento desse fato, uma vez que unicamente sabe da Perfeição onipresente. E como a ILUSÃO somente aparenta existir, sendo “anulada” em si mesma, deixa de ser “sugestão hipnótica” para ser o que é: inexistência!

Em vista do que foi dito, VOCÊ É A MENTE DE CRISTO! Não é a “mente que medita”, “mente que desmantela a ilusão”, NEM TAMPOUCO A “MENTE” que discerne a ILUSÃO como “sugestão hipnótica”: VOCÊ É A MENTE QUE DEUS É! NADA MAIS!

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Você Não é a Mente que Quer se Livrar de Crenças

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Esta revelado que “temos a Mente de Cristo”; e isto porque o Cristo é a nossa genuína identidade em Deus! Não existe mundo terreno com seres dotados de “mente humana”. Esta crença falsa, por ser falsa, não existe! Quando a revelação chega à suposta mente humana, e a pessoa se diz “estudante da Verdade”, ela logo passa a buscar formas de anular a mente falsa para conhecer a legítima! “Eu preciso me identificar com a mente de Cristo!”, ou, “Eu vou meditar até discernir a Mente de Cristo que eu tenho”, etc.. Todas estas pretensões, apesar de aparentar serem válidas, muitas vezes endossam e reforçam a ilusória mente humana!

As palavras empregadas nos textos precisam ser entendidas como meios didáticos, uma vez que ao buscarem revelar o que é real, são obrigadas a citar inexistências! Se alguém for hipnotizado para acreditar estar numa sala a 10 graus abaixo de zero, começará a tremer de frio, não devido ao “frio”, mas à sua “mente iludida” pela sugestão! Nesse caso, seu “problema”, que a ele se mostra como sendo “o frio”, para seu hipnotizador é claramente uma ILUSÃO! Um efeito da “sugestão hipnótica”. Enquanto ele, hipnotizado, correr atrás de agasalhos ou cobertas, para se proteger do frio, estará lutando com inexistência! Seu “inimigo verdadeiro”, a “sugestão hipnótica”, não estaria sendo banido!

O mesmo se dá com a suposta “mente humana”; ela é “sugestão hipnótica” e não realidade! A realidade já está presente: “Você tem a Mente de Cristo”. Sua existência é espiritual, divina e perfeita já, completamente alheia a qualquer dualidade ou mentalidade rotulada de “humana”. Portanto, ao meditar, jamais creia que “a mente que quer ser a de Cristo” seja a sua! Jamais acredite que tenha “mente não iluminada”; jamais creia que “um dia”, finalmente, a “mente humana” sumirá! Ideias desse tipo equivalem ao hipnotizado ficar divagando sobre “o frio”, que JAMAIS esteve presente para ser levado em consideração! Que lhe caberia fazer? Isolar-se por inteiro da “sugestão hipnótica”, vendo-se completamente livre dela, mas não no sentido de lhe dar fim, e sim por constatar que “sugestão hipnótica” não gera fatos, mas tão somente sensações ilusórias.

Diante da revelação de que “você possui a Mente de Cristo”, aja desta forma: perceba que  “mundo material” – com seres humanos  E TODAS AS SUAS SENSAÇÕES – não passa de uma”sugestão hipnótica”; além disso, e PRINCIPALMENTE, perceba que esta mente, que percebe a natureza ilusória das “imagens hipnóticas”, TAMBÉM É SUGESTÃO HIPNÓTICA! E então, a Mente de Cristo, a única realmente presente como SUA MENTE, sem jamais ter tido conhecimento de mente humana, de suas ilusões ou de seus anseios por se iluminar , naturalmente será discernida como a SUA MENTE ETERNA! DEUS É TUDO! A MENTE DE DEUS É ÚNICA! DEUS É SUA MENTE, AQUI E AGORA! NADA MAIS É REALIDADE!

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COMENTÁRIOS

Dárcio

Na postagem anterior eu disse que “Não há mundo de provações e expiações”; por que foi preciso especificar desse modo, se já foi revelado e dito diversas vezes que “não existe mundo material”? Se o suposto “mundo material” NÃO EXISTE, obviamente inexistem “provações e expiações”. Entretanto, a suposta “mente humana” é hábil em “ler rapidamente” as revelações, sem se deter em seu conteúdo arrasador de si mesma e de suas ilusões! Ao ler que “o mundo material não existe”, para ela, aquilo durará o tempo da leitura, quando, em seguida, persistirá em iludir o leitor com a crença mentirosa de que “existe mundo material”.

Quando é especificado o teor da ilusão, através de artigos como o citado, em que é dito “não haver mundo de provações e expiações”, estas especificações impedem que o texto seja lido da forma superficial que a ilusão gosta; e assim, se houver realmente o interesse máximo em se permanecer na convicção dos princípios expostos, o texto se mostrará de real valia.

Outro aspecto é quanto a utilizarmos termos taxativos, rudes e mesmo agressivos quanto ao erro! Os artigos são dirigidos à ILUSÃO e não a DEUS, que constitui o Ser individual que somos! O mundo terreno, suas doutrinas e religiões, são falsidades! SOMENTE EXISTE DEUS! Desse modo, o estudo da Verdade Absoluta lida com a Verdade Absoluta, destronando com vigor a “mente humana” que, mesmo em sua inexistência, ilude aparentemente os seres com suas “doutrinas várias e estranhas”, como definiu o apóstolo Paulo. Se não usarmos de energia contra estas crenças religiosas, que são as piores, as mais difíceis de serem banidas de aceitação, elas permanecerão, e a ILUSÃO permanecerá! É quando ouvimos, por exemplo,  alguém dizer que é  “evangélico”, que é “católico”, que é “espírita”, que é “isto”, ou “aquilo outro”, sem sequer citar, por exemplo, que É “A VERDADE”.

De nada adianta alguém ler que “Não há mundo de provações e expiações”, se continuar crendo nessa falsa existência! Assim como os textos são taxativos e absolutos, a aceitação imediata de suas colocações deve acompanhar a própria leitura e as contemplações! Desse modo, as crenças falsas são sacudidas e expulsas, uma vez que são puríssimo nada: ausências dando com ares de presenças! No Blog do Facho de Luz publiquei hoje o texto “Tão Puro de Olhos”, de Marie S. Watts, onde ela própria reconhece não ter conhecido frase mais eficaz para desmantelar as aceitações ilusórias da mente humana do que a citação de Habacuque, que originou o título do artigo. Não somos “deste mundo”; não existe “este mundo”! DEUS É TUDO, E VOCÊ É DEUS! Manter-se nesta convicção é o que Jesus quis dizer, ao afirmar: “Aquele que permanecer em MIM, dará frutos!” Que são estes frutos? Faça esta indagação à sua Consciência iluminada!

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